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Caminhos do Cinema Português
Video - Melhores Momentos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Vitor Ferreira   

 

 

 

 

 

 
Cinemalogia - da Ideia ao Filme PDF Imprimir E-mail

 

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Mais de um século após a sua invenção, o cinema continua a ser a forma de expressão artística mais importante do mundo contemporâneo. A sua “linguagem” é hoje adoptada por toda uma série de meios de comunicação e expressão visual, influenciando não só os novos media, mas contagiando ou invadindo mesmo, também, outras formas de manifestação artística tradicionais, da literatura à pintura ou da dança à arquitectura.

 

De facto, apesar, ou por causa, de todos os desenvolvimentos técnicos e artísticos através dos quais se foi permanentemente (re)inventando, o cinema constitui, independentemente do suporte em que é gravado ou do formato em que é exibido, um dos meios de expressão artística mais complexos que nos é dado apreciar.

 

Arte-síntese, como já foi descrito, por incorporar técnicas e formas de expressão de todas as artes anteriores, o cinema ou “imagem em movimento”, constitui pois uma das manifestações artística mais expressivas, mas também das mais exigentes do ponto de vista criativo, precisamente, por exigir o domínio de um sem número de conhecimentos técnicos e artísticos, e o desenvolvimento de todo um conjunto de competências específicas.

 

Neste curso de iniciação à realização cinematográfica, pretende-se transmitir os principais conhecimentos e desenvolver as principais competências, quer do ponto de vista técnico, quer artístico, necessários à realização de um projecto cinematográfico, desde a concepção e desenvolvimento de uma ideia de ficção original à sua exibição numa sala de cinema, habilitando os formandos a produzirem uma curta-metragem, usando os conhecimentos de produção de vídeo digital conseguidos ao longo da formação.

 

Consulte as datas e as diversas acções de formação existentes:

 

Elementos Formais da Linguagem Cinematográfica
Equipas, Cargos Técnicos na Realização
Financiamento e Aspectos Legais
Argumento
Pré-Produção
Realização
Imagem
Som
Direcção de Actores
Montagem
Edição de Som e Imagem
Promoção e Comercialização
Projecção Cinematográfica

Elementos Formais da Linguagem Cinematográfica | Formador Fausto Cruchinho | 19 Novembro 2011| 8 Horas

 

Equipas, Cargos Técnicos na Realização | Formador António Costa Valente | 20 Novembro 2011 | 8 Horas

 

Argumento  | Formador Daniel Ribas | 26 e 27 Novembro 2011 | 16 Horas

 

Financiamento e Aspectos Legais | Formador Vítor Ferreira 2011 | 10 Dezembro | 8 Horas

 

Pré-Produção | Formador José Farinha | 18 e 19 Fevereiro 2012 | 16 Horas

 

Realização | Formador Telmo Martins | 25 e 26 Fevereiro 2012 | 16 Horas

 

Imagem | Formador Eduardo Morais | 3 e 4 de Março 2012 | 16 Horas

 

Som | Formador Vasco Pimentel | 10 de Março 2012 | 8 Horas

 

Direcção de Actores | Formador Artur Pinheiro | 11 Março 2012 | 8 horas

 

Montagem | Formador João Brás | 17 e 18 Março 2012 | 16 horas

 

Edição de Som e Imagem | Formador Tiago Santos | 24 e 25 Março | 16 horas

 

Promoção e Comercialização | Formador Sérgio Lopes | 31 Março | 8 horas

 

Projecção Cinematográfica | 1 Abril | 8 horas

 

Faça já a sua inscrição aqui.

 

 
Discurso Encerramento PDF Imprimir E-mail
Escrito por Vitor Ferreira   

Falar de Cinema Português não é fácil e é ainda mais difícil quando nos colocamos num papel central de promoção e divulgação. É inegável que, ao longo dos últimos anos, temos assistido à sua lenta mas gradual popularização estando esta, no entanto, longe de se equiparar ao reconhecimento que as congéneres cinematografias europeias registam.


Cremos que os Caminhos do Cinema Português têm tido um papel central na região, e no país, contribuindo para a divulgação do cinema português mas acima de tudo contribuindo para a criação de um espaço de reflexão, debate e crítica que permita aos diversos intervenientes e ao público uma interacção aprofundada.


Somos o festival que congrega, em cada edição, o conjunto de todos os géneros cinematográficos desde a longa-metragem à animação, permitindo através das diferentes secções um acesso de todos os criadores, sejam os mesmos consagrados ou em início de carreira. Este é um elemento essencial que confere identidade ao evento e projecto, e o distingue dos festivais existentes no contexto nacional. Acresce a isso a sua forte componente formativa, seja com as crianças, sejam com os adultos, paradoxalmente esta, no seio de uma Universidade que pouco espaço comporta ao ensino prático das artes, em geral, e do cinema, em particular.


O cinema português está vivo em Coimbra, mas todo o papel e acção desempenhados pelo festival têm sido toldados pela fraca expressão do empenho e apoio por parte das diferentes entidades sejam as mesmas regionais ou nacionais com responsabilidade na promoção da cultura, do cinema, da cidade e da região.
Ousamos e queremos discutir as políticas culturais existentes, e exigimos que se coloquem os empenhos em perspectiva daquilo que eles representam como proveitos para a cidade, região e país. Não podemos continuar a assistir à selecção arbitrária do empenho onde, para alguns, só resta a boa vontade.


No entanto a única coisa que podemos, é garantir que os Caminhos do Cinema Português, ano após ano, trarão a Coimbra o Melhor do Cinema Nacional.
Hoje fechamos a XVIII edição dos Caminhos, na expectativa de a vós público, mas também, a voz criadores, ter proporcionado a melhor experiência possível.


Por agora vejamos os vencedores e até à XIX edição!

 
Encerramento PDF Imprimir E-mail
Escrito por Sandrina Fernandes   
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Na noite do dia 17 de novembro, o Teatro Académico de Gil Vicente vestiu-se de gala para receber a Cerimonia de Encerramento da XVIII Edição do Festival Caminhos de Cinema Português, onde se consagraram os melhores dos melhores do Cinema Nacional.

Após uma semana de exibição do “melhor que se fez no cinema nacional” e após terem reunido aquela que foi a melhor selecção de filmes a competição dos últimos anos, a organização viu desfilar na passadeira vermelha grandes nomes do cinema Português, e viu ainda ser reconhecida em mais que uma ocasião a importância deste festival.

O cinema nacional rumou a Coimbra e durante mais de uma semana a “Cidade dos Estudantes” foi pela 18ª vez a “Capital do Cinema Português”, pela mão duma organização de e júri que fez um trabalho muito sério, que não esteve a brincar aos filmes.

Raquel Freire, realizadora e representante do júri durante a cerimónia, agradeceu ao “Festival por mostrar o cinema a todos”; realçou a importância de iniciativas como esta, assim como a constante vontade que quem realmente ama o cinema nacional tem em continuar a criar, ao afirmar que é “especialmente em momentos como os de hoje, em que nos é cortado quase tudo, que a nossa expressão enquanto povo, a nossa identidade está naquilo que somos capazes de produzir quer seja em longas ou curtas-metragens, quer seja em documentário oi em animação, essa é a forma de mostrarmos que estamos aqui, que continuamos a produzir e a construir”.

 

“Festivais como os Caminhos do Cinema Português são cada vez mais importantes na divulgação do cinema que se faz cá, numa altura em que o caminho do cinema português de afigura cada vez mais difícil”, foram algumas palavras de reconhecimento deixadas, em forma de sms, por João Nuno Pinto (Prémio Revelação) e que se juntaram às de Ângelo Torres (Prémio Melhor Ator Secundário) que dedicou o seu prémio a “todos aqueles que em Portugal por teimosia e carolice continuam a fazer cinema”.

Apos uma semana de bom cinema português e horas de exibição do melhor que se faz em Portugal, foram entregues 24 prémios (23 conhecidos já desde a véspera da cerimonia) e o último atribuído pelo público ao documentário “José e Pilar”, revelado no final da Cerimónia.

A XVIII Edição do Festival do Caminhos do Cinema Português despediu-se em noite de consagração, não só do cinema nacional, mas também da qualidade e seriedade que 18 anos de Festival comprovam! Continuem a ver bom cinema Português! Até para o ano!

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Cerimónia Encerramento PDF Imprimir E-mail
Escrito por Inês Silva   

 

Vai decorrer , hoje, a Cerimónia de Encerramento da XVIII Edição dos Caminhos do Cinema Português,  às 22h, no TAGV, em Coimbra.


Após oito dias de exibição de filmes, foram revelados os grandes vencedores dos 25 prémios  da XVIII do Festival. O prémio do público, Chama Amarela, será revelado na gala. Esta, vai contar com a presença de vencedores como Rita Blanco, prémio de melhor actriz, Fernando Luís, prémio de melhor actor, e Realizadores como Vicente Alves do Ó, de “Quinze Pontos na Alma” , Miguel Gonçalves Mendes, de “José e Pilar” e João Canijo de “Sangue do meu sangue”.

 

O filme “O Barão” e “Sangue do meu Sangue” destacam-se graças ao grande número de prémios que vão receber. Ambos arrecadam quatro prémios entre os quais o Grande Prémio do Festival e Melhor Realizador, para “Sangue do meu sangue”, e Melhor Argumento Adaptado e Melhor Montagem, para “O Barão”. Entre os mais premiados encontra-se também “José e Pilar” com uma Menção Honrosa e Melhor Documentário, e “Quinze Pontos na Alma” com o Prémio Revista C, a Melhor Direcção Artística e o Melhor Guarda-Roupa.


Nos Ensaios Visuais coube a Nelson Castro e Wilson Pereira receber o Prémio para Melhor Filme, com “Alegoria dos sentidos”, e a André Guiomar a Menção Honrosa com o filme “Piton”.


O Prémio D. Quijote, foi entregue a Marta Monteiro, com o filme “Independência de Espírito”, e vai levar a respectiva realizadora ao Festival Internacional de Cinema, da Federação Internacional de Cineclubes. Já a Melhor Longa Metragem foi para “Viagem a Portugal” e a Melhor Curta-Metragem a “O voo da papoila”. Destaque também para o Prémio Revelação entregue a João Nuno Pinto de “América” e para o prémio de melhor animação “Mulher Sombra”, de Joana Imaginário.


O filme “Estrada de Palha” ganhou o Prémio de Melhor Música Original e coube ao filme “Cisne” a congratulação para Melhor Som. Rita Blanco leva para casa o Prémio de Melhor actriz, por “Sangue do meu sangue”, e Fernando Luís de Melhor Actor, por “América”.

 

 

 
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