• Nota de Pesar pelo Falecimento de António Loja Neves

    Foi com uma enorme tris­teza que a orga­ni­za­ção do Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tomou conhe­ci­mento do fale­ci­mento do amigo Antó­nio Loja Neves.

    Na memó­ria, ficam os momen­tos de ami­zade e de par­ti­lha com alguém que sem­pre esteve pre­sente e que deixa a sua marca na his­tó­ria do nosso fes­ti­val. Desde o pri­meiro dia que o Antó­nio pro­cu­rou tra­zer aos Cami­nhos uma mos­tra de cinema de expres­são por­tu­guesa, ence­tando con­tac­tos e cri­ando solu­ções que nos per­mi­ti­ram exi­bir obras pri­mas.

    Fica o nosso eterno agra­de­ci­mento e os mais sin­ce­ros votos de pesar à famí­lia.

    O Mundo do Cinema Por­tu­guês per­deu hoje um dos seus gran­des defen­so­res.

    Até sem­pre!

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    Maria João Mayer ensina metodologias de distribuição

    Devido a moti­vos de saúde a orga­ni­za­ção do curso de cinema Cine­ma­lo­gia’ adiou a rea­li­za­ção do módulo de Dis­tri­bui­ção de Cinema. A repo­si­ção desta for­ma­ção ocor­rerá a 31 de maio, das 9h30 às 18h30 no Depar­ta­mento de Enge­nha­ria Infor­má­tica da Uni­ver­si­dade de Coim­bra.

    O pro­grama pre­visto está dis­po­ní­vel em www​.cami​nhos​.info/​d​i​s​t​r​i​b​uicao, bem como será ainda pos­sí­vel a ins­cri­ção nesta acção de for­ma­ção.

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    Modelos de Distribuição de Cinema encerram a 8.ª edição do Curso de Cinema cinemalogia’

    A essên­cia do pro­cesso de dis­tri­bui­ção de um filme é o tema abor­dado neste último módulo da oitava edi­ção do curso de cinema Cine­ma­lo­gia”.

    Rea­li­zar cinema é uma ati­vi­dade per­ma­nen­te­mente afe­tada por ques­tões comer­ci­ais, pois sendo o seu obje­tivo a exi­bi­ção pública, os seus cir­cui­tos de dis­tri­bui­ção e exi­bi­ção estão sujei­tos às leis do mer­cado. Deste modo, os pro­ces­sos de dis­tri­bui­ção e a par­ti­ci­pa­ção no cir­cuito de fes­ti­vais de cinema, bem como no cir­cuito comer­cial, estão no cen­tro da for­ma­ção para o módulo de Dis­tri­bui­ção com a pro­du­tora cine­ma­to­grá­fica Maria João Mayer.

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    As Estruturas Narrativas por Daniel Ribas

    A 1 de maio o cine­ma­lo­gia recebe Daniel Ribas con­cluindo-se a oferta for­ma­tiva teó­rica desta oitava edi­ção do curso de cinema – Cine­ma­lo­gia. O objec­tivo das pró­xi­mas oito horas é per­ce­ber as fer­ra­men­tas e meto­do­lo­gias para a cons­tru­ção do sen­tido fíl­mico para o espec­ta­dor. As ins­cri­ções ainda se encon­tram dis­po­ní­veis.

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    Miguel Martins partilha experiências da Pós-Produção de Som

    No pró­ximo fim de semana de 2829 de abril os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês pro­mo­vem o módulo de Pós-Pro­du­ção de Som com o Sound Desig­ner e Recor­ding Mixer Miguel Mar­tins. O plano de tra­ba­lho para este módulo engloba várias fases deste pro­cesso, come­çando por defi­ni­ções de estru­tura de som para cinema, des­cri­ção de pro­cesso de tra­ba­lho e mem­bros de equipa da pós-pro­du­ção de som. Durante o decor­rer do módulo demons­trar-se-á vários exem­plos que expli­cam o pro­cesso e mos­tram resul­ta­dos de cada etapa de fina­li­za­ção apli­cado em situ­a­ções de refe­rên­cia em fil­mes con­cluí­dos bem como no tra­ba­lho desen­vol­vido ao longo do curso.

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    Call for Papers 5.º Simpósio Fusões no Cinema

    Está aberto até 15 de Setem­bro o Prazo para a Recep­ção de Pro­pos­tas de Comu­ni­ca­ção no 5.º Sim­pó­sio Inter­na­ci­o­nal Fusões no Cinema que irá decor­rer de 2324 de Novem­bro de 2018 em São João da Madeira.

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    Que faremos nós com estas imagens?

    A oitava edi­ção do curso de cinema Cine­ma­lo­gia” entra agora na sua última fase: a pós-pro­du­ção. Depois da for­ma­ção teó­rica, seguiu-se a veia mais prá­tica deste curso de cinema docu­men­tal, na qual os for­man­dos tive­ram a opor­tu­ni­dade de pro­du­zir um docu­men­tá­rio com base no tema da 20ª Semana Cul­tu­ral da Uni­ver­si­dade de Coim­bra, As casas, oh as casas”.

    Con­cluída a roda­gem, a pós pro­du­ção é a etapa sub­se­quente, pau­tando-se pelas fases de mon­ta­gem, edi­ção e fina­li­za­ção, desig­na­da­mente no que toca ao áudio, à ima­gem e à cor­re­ção de cor, con­tando com a ori­en­ta­ção do mon­ta­dor Tomás Bal­ta­zar, do colo­rista Nuno Gar­cia ou dos desig­ners de som Luís AnteroMiguel Mar­tins. Res­tam ainda 72 horas de for­ma­ção, entre os dias 7 e 29 de abril, para conhe­cer e apren­der os vários pas­sos desta fase final da pro­du­ção de uma obra cine­ma­to­grá­fica, con­ju­gando-se o saber teó­rico com o saber prá­tico apli­cado no desen­vol­vi­mento de um docu­men­tá­rio. Há ainda espaço para estu­dar os pro­ce­di­men­tos e meca­nis­mos ine­ren­tes à dis­tri­bui­ção de cinema e como se esta­be­le­cem os cir­cui­tos comer­ci­ais e de fes­ti­val dos fil­mes.

    As ins­cri­ções con­ti­nuam aber­tas em www​.cami​nhos​.info/​c​i​n​e​m​a​l​o​g​i​a​/​i​n​s​c​ricao.

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    Oh! As Casas” em Documentário

    Durante esta semana o curso de cinema Cine­ma­lo­gia” pro­mo­veu o módulo de rea­li­za­ção docu­men­tal que, com a ori­en­ta­ção do rea­li­za­dor Pedro Magano, se propôs mate­ri­a­li­zar fil­mi­ca­mente a pro­posta da Uni­ver­si­dade de Coim­bra para esta 20.ª Semana Cul­tu­ral. Tra­tando-se de um curso de estru­tura modu­lar, o Cine­ma­lo­gia reúne, a cada edi­ção, um grupo hete­ro­gé­neo de for­man­dos, com per­cur­sos aca­dé­mi­cos diver­sos e pro­ve­ni­en­tes de vários pon­tos do país, unindo-se a pro­fis­si­o­nais da área do cinema na con­cre­ti­za­ção de um filme.

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    Gravar, Filmar, Fotografar, Registar!

    Che­gou a etapa deci­siva da oitava edi­ção do Cine­ma­lo­gia – Curso de Cinema Docu­men­tal. Durante as pri­mei­ras 40 horas deste curso os for­man­dos foram intro­du­zi­dos às meto­do­lo­gias de inves­ti­ga­ção e pla­ne­a­mento de uma pro­du­ção de docu­men­tá­rio. As casas, oh as casas”, são o mote cen­tral desta pro­du­ção e da 20.ª Semana Cul­tu­ral da Uni­ver­si­dade de Coim­bra, e foi com Antó­nio Morais e agora com David BadaloPedro Magano que os for­man­dos vão domi­nar as téc­ni­cas de pro­du­ção de ima­gem e som aten­dendo à for­mu­la­ção da casa como um dis­po­si­tivo tran­si­tó­rio pro­du­tor de memó­rias e mode­la­dor de pes­soas. Acha que pode con­tri­buir para esta inves­ti­ga­ção? Escreva-nos para [email protected]​caminhos.​info

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    Da Teoria à Prática

    O curso de cinema docu­men­tal – cine­ma­lo­gia – pro­mo­vido pelos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, com­pleta este fim de semana a sua com­po­nente teó­rica com uma via­gem gui­ada por Ricardo Leite pela his­tó­ria do docu­men­tá­rio por­tu­guês. A prá­tica docu­men­tal começa no domingo, 18 de Março, pela cap­tura da ima­gem com a ori­en­ta­ção de Antó­nio Morais.

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  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­ti­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema português, garantindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Eduardo Ferro Rodrigues, Presidente da Assembleia da República (2017)
  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor destes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Castro Mendes, Ministro da Cultural (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre renovadas.

    João Gabriel Silva, Magnífico Reitor da Universidade de coimbra
  • (…) Des­ta­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta concretização.(…)

    Luís Chaby Vaz, Presidente do Conselho de Administração do Instituto do Cinema e Audiovisual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional Turismo do Centro de Portugal (2017)
  • (…) É – sempre foi, aliás – no ambiente informal e de camaradagem entre realizadores, actores, técnicos, cineclubistas, público, imprensa e equipa dos Caminhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão principal para a sua longevidade. Isto porque não foi fácil criar, quanto mais manter vivo, um festival dedicado em exclusividade ao Cinema Português, com todas as condicionantes conhecidas (diríamos antes “estruturais”) a que o festival soube sempre responder com a sua criatividade e perseverança, sempre com a simpatia com que trabalha a equipa dos Caminhos do Cinema Português, que, assim, está redobradamente de parabéns por mais esta concretização.(…)

    Paulo Martins, Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Municipal de Coimbra congratula o Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra por mais uma edição deste importante festival. O certame, que, através do cinema português, promove as relações entre os estudantes e a cidade, irá oferecer, durante sete dias, um programa rico e variado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, intercâmbio e reflexão. (…)

    Carina Gomes, Vereadora da Cultura do Município de Coimbra (2017)
  • Se os “Caminhos do Cinema Português” fossem um filme (ou um conjunto de filmes) e fazendo uma retrospetiva rápida, podemos olhar para os primeiros anos como curtas metragens, para a consolidação do festival como longas metragens e, atualmente, podemos considerar que estamos na presença de uma saga de culto com vários episódios. Nesta 23ª edição, haveria já direito a uma “box premium” com espaço para os vários extras que os Caminhos (como quem acompanha gosta de chamar) já comportam, além do Festival: o Ciclo Fusões, o Simpósio, o curso Cinemalogia... Os cenários onde se desenrola esta saga alargaram-se, e bem, para fora de Coimbra, epicentro dos Caminhos. Mais um sinal de crescimento. Mais há outros sinais bem interessantes a acompanhar a resiliência e porfia deste Festival – a cidade e a região têm sido intensamente procuradas para a produção cinematográfica. Estaremos num momento de viragem? Se se verificar que sim, seguramente que os Caminhos desempenharam um importante papel. Um papel químico, se quiserem, de elemento que revela os efeitos da luz. Com a química a encontrar a magia, como na origem do cinema.

    Clara Almeida Santos, Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de Coimbra (2017)