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  • (…) Des­­ta­­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta con­cre­ti­za­ção.(…)

    Luís Chaby Vaz, Pre­si­dente do Con­se­lho de Admi­nis­tra­ção do Ins­ti­tuto do Cinema e Audi­o­vi­sual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Pre­si­dente da Enti­dade Regi­o­nal Turismo do Cen­tro de Por­tu­gal (2017)
  • (…) É – sem­pre foi, aliás – no ambi­ente infor­mal e de cama­ra­da­gem entre rea­li­za­do­res, acto­res, téc­ni­cos, cine­clu­bis­tas, público, imprensa e equipa dos Cami­nhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão prin­ci­pal para a sua lon­ge­vi­dade. Isto por­que não foi fácil criar, quanto mais man­ter vivo, um fes­ti­val dedi­cado em exclu­si­vi­dade ao Cinema Por­tu­guês, com todas as con­di­ci­o­nan­tes conhe­ci­das (diría­mos antes estru­tu­rais”) a que o fes­ti­val soube sem­pre res­pon­der com a sua cri­a­ti­vi­dade e per­se­ve­rança, sem­pre com a sim­pa­tia com que tra­ba­lha a equipa dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que, assim, está redo­bra­da­mente de para­béns por mais esta con­cre­ti­za­ção.(…)

    Paulo Mar­tins, Vice-Pre­si­dente da Mesa da Assem­bleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra con­gra­tula o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra por mais uma edi­ção deste impor­tante fes­ti­val. O cer­tame, que, atra­vés do cinema por­tu­guês, pro­move as rela­ções entre os estu­dan­tes e a cidade, irá ofe­re­cer, durante sete dias, um pro­grama rico e vari­ado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, inter­câm­bio e refle­xão. (…)

    Carina Gomes, Vere­a­dora da Cul­tura do Muni­cí­pio de Coim­bra (2017)
  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­­ti­­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema por­tu­guês, garan­tindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Edu­ardo Ferro Rodri­gues, Pre­si­dente da Assem­bleia da Repú­blica (2017)
  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor des­tes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Cas­tro Men­des, Minis­tro da Cul­tu­ral (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre reno­va­das.

    João Gabriel Silva, Mag­ní­fico Rei­tor da Uni­ver­si­dade de coim­bra
  • Se os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” fos­sem um filme (ou um con­junto de fil­mes) e fazendo uma retros­pe­tiva rápida, pode­mos olhar para os pri­mei­ros anos como cur­tas metra­gens, para a con­so­li­da­ção do fes­ti­val como lon­gas metra­gens e, atu­al­mente, pode­mos con­si­de­rar que esta­mos na pre­sença de uma saga de culto com vários epi­só­dios. Nesta 23ª edi­ção, have­ria já direito a uma box pre­mium” com espaço para os vários extras que os Cami­nhos (como quem acom­pa­nha gosta de cha­mar) já com­por­tam, além do Fes­ti­val: o Ciclo Fusões, o Sim­pó­sio, o curso Cine­ma­lo­gia… Os cená­rios onde se desen­rola esta saga alar­ga­ram-se, e bem, para fora de Coim­bra, epi­cen­tro dos Cami­nhos. Mais um sinal de cres­ci­mento. Mais há outros sinais bem inte­res­san­tes a acom­pa­nhar a resi­li­ên­cia e por­fia deste Fes­ti­val – a cidade e a região têm sido inten­sa­mente pro­cu­ra­das para a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica. Esta­re­mos num momento de vira­gem? Se se veri­fi­car que sim, segu­ra­mente que os Cami­nhos desem­pe­nha­ram um impor­tante papel. Um papel quí­mico, se qui­se­rem, de ele­mento que revela os efei­tos da luz. Com a quí­mica a encon­trar a magia, como na ori­gem do cinema.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2017)