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Nunca é Tarde’ seleccionado na 7.ª edição do FARCUME

O per­curso de Nunca é Tarde’ pelos fes­ti­vais de cinema con­ti­nua. Depois de Avanca, Figueira da Foz, Fama­li­cão, Coim­bra e Leira, pas­sando pri­meiro por Mul­vane no estado do Kan­sas, eis que o filme chega a Faro. A curta-metra­gem pro­du­zida no âmbito da 4.ª do Curso de Cinema Cine­ma­lo­gia da ideia ao filme’ pro­mo­vido pelo Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês, foi selec­ci­o­nada pelo FARCUME – Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Cur­tas-Metra­gens de Faro -con­jun­ta­mente com outros 58 tra­ba­lhos pro­ve­ni­ente de 17 paí­ses, na cate­go­ria de Fic­ção. A sétima edi­ção deste fes­ti­val rea­li­zar-se-á de 2126 de de Agosto.

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Valorizar Coimbra!

Enten­de­mos que Valo­ri­zar Coim­bra” passa tam­bém pela par­ti­lha de dis­cur­sos e refle­xões sobre a ges­tão cul­tu­ral autár­quica cons­truindo-se as bases para uma melhor inte­gra­ção dos agen­tes cul­tu­rais da região no quo­ti­di­ano da nossa urbe. Desta forma redis­tri­buí­mos a cró­nica de José Augusto Fer­reira da Silva publi­cada no Diá­rio As Bei­ras4 de Julho de 2017. Valo­ri­ze­mos então Coim­bra!

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A construção de uma banda sonora.

A Banda Sonora é um aspeto basi­lar de qual­quer obra cine­ma­to­grá­fica, rea­li­zando-se habi­tu­al­mente nas últi­mas fases da pós-pro­du­ção de um filme. A sua impor­tân­cia, por vezes, é tão ele­vada que em alguns dos casos é tão conhe­cida quanto o pró­prio filme. A co-exis­tên­cia na mesma obra de dife­ren­tes ambi­en­tes sono­ros desen­ca­deia emo­ções dis­se­me­lhan­tes, sendo a banda sonora de um filme um veí­culo trans­por­ta­dor de emo­ções. O pro­cesso de cri­a­ção de música ori­gi­nal para acom­pa­nhar um meio visual, que começa com enfo­que na esté­tica, ter­mi­no­lo­gia, ter­mi­nará com os pro­ce­di­men­tos e aspe­tos téc­ni­cos de música para filme. Pedro Janela, res­pon­sá­vel pela for­ma­ção neste módulo, tem assi­nado a com­po­si­ção musi­cal de obras cine­ma­to­grá­fi­cas e tele­vi­si­vas, tendo-se afir­mado como uma das refe­rên­cias naci­o­nais neste campo.

Neste módulo, que se rea­li­zará no pró­ximo dia 3 de junho, os for­man­dos terão a opor­tu­ni­dade de, em pri­meira mão, e em con­texto de estú­dio, apren­der como se pensa e cria um ambi­ente musi­cal para uma curta-metra­gem, tendo como base de tra­ba­lho, a cri­a­ção e pro­du­ção até aqui desen­vol­vida com o filme A Cos­tu­rei­ri­nha”.

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Nuno Garcia encerra a 6.ª edição do curso cinemalogia’ com o módulo de Colour Grading”

Colour Gra­ding” é o pro­cesso de alte­rar e melho­rar a cor de uma ima­gem, fixa ou em movi­mento, atra­vés de pro­ces­sos foto-quí­mi­cos, elec­tró­ni­cos ou digi­tais. Neste pro­cesso é pos­sí­vel melho­rar ou até repa­rar a ima­gem obtida aquando das roda­gens ou ainda intro­du­zir efei­tos sobre o plano. O seu pro­pó­sito é aju­dar a criar ou refor­çar o ambi­ente nar­ra­tivo do filme na esté­tica dos qua­dros que atra­ves­sam uma obra cine­ma­to­grá­fica.

Nos dias 1011 de Junho, o curso cine­ma­lo­gia, recebe o colo­rista Nuno Gar­cia que irá coor­de­nar a for­ma­ção nesta fase de tra­ba­lho da pós-pro­du­ção da curta-metra­gem A Cos­tu­rei­ri­nha”. As ins­cri­ções con­ti­nuam dis­po­ní­veis em www​.cami​nhos​.info/​c​i​n​e​m​a​l​o​g​i​a​-​i​n​s​c​ricao

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Curso Cinemalogia aborda a Comunicação Digital com Sara Santos

O curso cine­ma­lo­gia’ no pró­ximo fim de semana pro­cura res­pon­der aos desa­fios que a Comu­ni­ca­ção Digi­tal apre­senta. Este módulo é lec­ci­o­nado por Sara San­tos, nos pró­xi­mos dias 2728 de Maio de 2017. Neste módulo for­ma­tivo pre­ten­de­mos dar a todos os alu­nos do curso cine­ma­lo­gia’ o domí­nio na cri­a­ção e difu­são de mate­ri­ais de comu­ni­ca­ção para as dife­ren­tes redes soci­ais e para a Web num modo em geral. Ao longo do módulo serão foca­dos de forma par­ti­cu­lar as abor­da­gens pos­sí­veis na divul­ga­ção e pro­mo­ção de pro­je­tos rela­ci­o­na­dos com o uni­verso artís­tico, com apli­ca­ção prá­tica nas pos­sí­veis meto­do­lo­gias de comu­ni­ca­ção para a curta-metra­gem A Cos­tu­rei­ri­nha” pro­du­zida pelos for­man­dos.

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in memoriam Américo Mascarenhas

Voz inqui­eta, incon­for­mada e sem­pre pre­sente deixa-nos hoje. Entu­si­asta dos even­tos cul­tu­rais, da per­sis­tên­cia e auten­ti­ci­dade dos mes­mos, foi um acér­rimo defen­sor do con­sumo e acesso à cul­tura cine­ma­to­grá­fica na região cen­tro. Deixa-nos sau­da­des, da voz incon­fun­dí­vel, dos peda­ços de papel agra­fa­dos à moda antiga, onde as notas se con­ver­tiam em notí­cias, mas acima de tudo pelo apoio que sem­pre sou­beste trans­mi­tir. Um até sem­pre!

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Ciclo Fusões é dedicado à música em maio e junho

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos reto­mam o seu ciclo de cinema Fusões no Cinema” esta quinta-feira dia 18 de Maio. O ciclo terá lugar todas as quin­tas-fei­ras às 22h00 no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra. A pro­gra­ma­ção inclui obras espe­ci­al­mente dedi­ca­das à música e per­corre o espí­rito da con­tra­cul­tura naci­o­nal, desde os anos 60 com o filme Meio Metro de Pedra, aos anos 80 com o grupo Heróis do Mar retra­tado em Brava Dança, até hoje, acom­pa­nhando a banda Huma­nos que reto­mou a obra de Antó­nio Vari­a­ções e tam­bém, David San­tos com os temas de Noi­serv. Depois nave­ga­mos até ao outro lado do oce­ano Atlân­tico ao ritmo do Tango com A morte de Car­los Gar­del, obra adap­tada de Antó­nio Lobo Antu­nes e por fim, che­ga­mos até à cidade Sura­baia, onde nos encon­tra­mos com uma gera­ção de jovens indo­né­sios que se jun­tam à volta duma cul­tura musi­cal con­tro­versa, o black metal. Entrada gra­tuita e limi­tada à lota­ção da sala.

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Módulo de Edição de Som com José Cardoso

A Edi­ção de Som é uma das últi­mas fases de pós-pro­du­ção de som para cinema, per­mi­tindo criar novas den­si­da­des, atmos­fe­ras, ten­são ou ritmo numa obra fíl­mica. Este módulo é coor­de­nado por José Car­doso que cola­bo­rou recen­te­mente nas nove­las Cora­ção d’Ouro e Mar Sal­gado, que foram decla­ra­das as melho­res nove­las do mundo. As ins­cri­ções con­ti­nuam aber­tas aqui.

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Banho de Paragem está no festival Primavera do Cine em Vigo

Banho de Para­gem, pro­du­zido no âmbito da 5.ª edi­ção do Curso de Cinema – Cine­ma­lo­gia – e da 18.ª Semana Cul­tu­ral da Uni­ver­si­dade de Coim­bra, foi selec­ci­o­nado para a 6.ª edi­ção do Fes­ti­val Pri­ma­vera Do Cine!

Esta curta-metra­gem é a ver­tente visí­vel de todo o um ano de apren­di­za­gem repre­sen­tando o con­junto dos sabe­res apre­en­di­dos pelos for­man­dos do curso. Resulta não só do afinco des­tes, mas tam­bém da cola­bo­ra­ção da cidade e da popu­la­ção de Coim­bra que atra­vés de uma panó­plia de par­ce­rias e aju­das nos pos­si­bi­li­tou a fei­tura deste filme. O grupo de for­man­dos da 5.ª edi­ção do curso de cinema Cine­ma­lo­gia irá com­pe­tir direc­ta­mente con­tra nomes já con­sa­gra­dos do cinema lusó­fono como Ricardo Leite, Thi­ago B. Men­donça, João Sala­viza ou Tiago Rosa-Rosso, bem como os rea­li­za­do­res gale­gos como Car­los A. Qui­rós, Eva Alonso, Car­men Ruiz ou David Vega F., entre mui­tos outros.

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