Comunicados de Imprensa

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Os Vencedores da 23ª edição dos Caminhos do Cinema Português

Neste último dia de fes­ti­val pode­mos con­tar com uma última ses­são da Sele­ção Cami­nhos e dos Cami­nhos Mun­di­ais, e com a tão aguar­dada ceri­mó­nia de entrega dos pré­mios aos fil­mes ven­ce­do­res.

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Rosas de Ermera” e Altas Cidades de Ossadas” em destaque no penúltimo dia dos Caminhos do Cinema Português

Para ter­mi­nar o penúl­timo dia deste fes­ti­val, a ses­são das 21h45 decorre no TAGV. Ini­cia-se com o filme de ani­ma­ção A gruta de Darwin” de Joana Toste, seguido da curta fic­ci­o­nal de Salomé Lamas, Coup de Grâce” e Altas Cida­des de Ossa­das” de João Sala­viza. Por último, Tar­ra­fal” do rea­li­za­dor por­tu­guês João Para­dela, um docu­men­tá­rio que recu­pera a his­tó­ria dos pre­sos do campo de con­cen­tra­ção, bem como das pes­soas que vive­ram ao seu redor.

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Outro Eu surge ao quinto dia

A 23ª edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês segue para o quinto dia de exi­bi­ção de fil­mes, com um total de sete ses­sões. As ses­sões, do dia 1 de dezem­bro, ini­ciam-se às 14:30 horas, no Mini – Audi­tó­rio Sal­gado Zenha, com Via­gens Filo­só­fi­cas” da série No Tri­lho dos Natu­ra­lis­tas”, rea­li­zado por Susana Nobre. Este epi­só­dio irá nar­rar as his­tó­rias sobre a ciên­cia moderna por­tu­guesa, levando-nos assim numa via­gem sobre o estudo da botâ­nica no decor­rer dos anos que remonta ao século XVIII. A Sele­ção Cami­nhos terá 3 exi­bi­ções, des­ta­cando-se a ses­são das 17:30 horas, no TAGV, com A Ilha dos cães” de Jorge Antó­nio, uma adap­ta­ção do romance Os Senho­res do areal” do escri­tor ango­lano Hen­ri­que Abran­ches. A ilha dos cães” conta com a par­ti­ci­pa­ção de Nico­lau Brey­ner, umas das suas últi­mas inter­pre­ta­ções, e de João Cabral, pre­sente na ses­são de aber­tura do Fes­ti­val. Tam­bém se poderá assis­tir aos fil­mes Já pas­sou” de Sebas­tião Sal­gado que rece­beu o Pré­mio para Melhor Curta Metra­gem Inter­na­ci­o­nal no 15º Rome Inde­pen­dent Film Fes­ti­val e, ainda, O dia em que as car­tas para­ram” de Cláu­dia Cle­mente que retrata uma pai­xão proi­bida vivida por um agente da PIDE e uma estu­dante uni­ver­si­tá­ria. A última ses­são da Sele­ção Cami­nhos come­çará às 21:45 horas, no TAGV, com a estreia da curta – metra­gem O Sapato” de Luís Vieira Cam­pos. Seguir-se-ão as curta – metra­gens Hei de mor­rer onde nasci” de Miguel Munhá, Humo­res Arti­fi­ci­ais” de Gabriel Antu­nes e Flo­res” de Jorge Jácome. Para ter­mi­nar pas­sa­rão os docu­men­tá­rios Longe da Ama­zó­nia” de Fran­cisco Car­va­lho e Tudo o que ima­gino” de Leo­nor Noivo. O quinto dia do fes­ti­val encerra com mais uma Mas­ter Ses­si­ons, com o tema O Outro Eu” com mode­ra­ção de Bruno Fon­tes e par­ti­ci­pa­ção de Leo­nardo Mateus, Jorge Antó­nio e Luís Vieira Cam­pos.

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Ao quarto dia …

A 23º edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês já vai a meio, mas ainda há mui­tos fil­mes a ser exi­bi­dos. No quarto dia do fes­ti­val, temos de novo um total de oito ses­sões.

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Al Berto” e A Mãe É Que Sabe” são destaques no terceiro dia dos Caminhos do Cinema Português

São oito o número de ses­sões do ter­ceiro dia do Cami­nhos Film Fes­ti­val, que incluem a série-docu­men­tal No Tri­lho dos Natu­ra­lis­tas”.

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Cinema para a geração ‹‹Juniores››

A XXIII edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês irá decor­rer entre os dias 27 de Novem­bro a 3 de Dezem­bro do pre­sente ano civil. Esta edi­ção à seme­lhança das ante­ri­o­res, irá con­tar com uma ati­vi­dade dedi­cada ao público infan­til, os “ Cami­nhos Juni­o­res”. Esta ati­vi­dade tem como prin­ci­pal obje­tivo apro­xi­mar o público infan­til da 7ª Arte, tendo uma uma inter­ven­ção cívica e humana. Toda a pro­gra­ma­ção tem o intuito de trans­mi­tir a este público uma men­sa­gem, uma apren­di­za­gem feita de forma dife­rente, uma aula que se rea­liza numa sala de cinema.

Desta maneira, a pro­gra­ma­ção sele­ci­o­nada com­pro­mete-se a trans­mi­tir impor­tan­tes men­sa­gens para a for­ma­ção cívica das cri­an­ças con­vi­da­das. Com um pro­grama dinâ­mico e cons­tru­tivo, as cur­tas metra­gens sele­ci­o­na­das, apre­sen­tam uma índole cul­tu­ral e uma moral edu­ca­tiva de forma lúdica, de modo a desen­vol­ver valo­res huma­nos e de com­pa­nhei­rismo, aos nos­sos jovens con­vi­da­dos.

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Iniciam-se os Caminhos do Cinema Português…

Ini­cia-se hoje a 23ª edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Português.Com a cidade de Coim­bra como anfi­triã, a Sele­ção Cami­nhos, uma das ver­ten­tes com­pe­ti­ti­vas do fes­ti­val, anun­cia sete dias de cinema por­tu­guês na zona cen­tro, com des­ta­que para os fil­mes Quem é Bár­bara Vir­gí­nia?” e O Homem de Trás-os-Mon­tes”.

130 é o número de fil­mes que nos pró­xi­mos sete dias esta­rão em exi­bi­ção no Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, com­pre­en­dendo um total de 60 horas de cinema.

A pri­meira ses­são, que inau­gura a pre­sente edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, tem iní­cio às 15 horas, no Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente (TAGV), com a exi­bi­ção de A Toca­dora”, uma ani­ma­ção de Joana Ima­gi­ná­rio. Seguem-se os docu­men­tá­rios Antó­nio e Cata­rina” de Cris­tina Hanes, ven­ce­dor do Pré­mio Par­dino d’Oro do Fes­ti­val de Cinema de Locarno, e Quem é Bár­bara Vir­gí­nia?” de Luísa Sequeira, sobre a pri­meira mulher a rea­li­zar um filme em Por­tu­gal.

Pelas 17h30 tem lugar a segunda Ses­são Juve­nis. Com rea­li­za­ção de Leo­nor Areal, o docu­men­tá­rio Nasci com a Tro­vo­ada – Auto­bi­o­gra­fia pós­tuma de um cine­asta” serve de home­na­gem a Manuel Gui­ma­rães, o único rea­li­za­dor neo-rea­lista do cinema naci­o­nal.

A ceri­mó­nia de aber­tura do fes­ti­val, com apre­sen­ta­ção a cargo de Luís Rodri­gues e San­dra José, tem horá­rio mar­cado para as 21h45, no TAGV, com a apre­sen­ta­ção das prin­ci­pais acti­vi­da­des do fes­ti­val pelo seu Dire­tor Vítor Fer­reira, seguindo-se o visi­o­na­mento de A Cos­tu­rei­ri­nha”, pro­du­ção da sexta edi­ção do curso de cinema – Cine­ma­lo­gia’.

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Apresentação Selecção Ensaios (XXIII)

Começa a ser muito ténue a linha que desar­ti­cula aquilo que con­si­de­ra­mos cinema pro­du­zido em con­texto pro­fis­si­o­nal do que é pro­du­zido em con­texto aca­dé­mico, mas sabe­mos que aquilo que os une é, sem dúvida, uma qua­li­dade e ori­gi­na­li­dade sur­pre­en­den­tes.

Assis­tir às ses­sões da Selec­ção Ensaios é sen­tir o san­gue novo que sem­pre pau­tou o cinema (inde­pen­den­te­mente da idade do cri­a­dor), é ser con­fron­tado com téc­ni­cas e diá­lo­gos hete­ro­gé­neos, ideias van­guar­dis­tas e inclu­si­va­mente conhe­cer novos intér­pre­tes com per­for­man­ces ines­pe­ra­das e por isso mar­can­tes.

A Selec­ção Ensaios é assim um cami­nhar pelo cinema por­tu­guês e inter­na­ci­o­nal desen­vol­vido aca­de­mi­ca­mente. Esta apa­rente dua­li­dade serve de objecto de dis­cus­são, for­ne­cendo uma linha invi­sí­vel de lin­gua­gem cine­ma­to­grá­fica que une os novos artis­tas por todo o mundo. É um res­pon­der, por vezes quase em jeito de mani­festo fíl­mico, do estado actual das coi­sas em Por­tu­gal e no mundo.

Con­vi­da­mos todos a per­cor­rer este cami­nho pro­posto nesta 23.ª edi­ção, num per­curso pelo cinema con­tem­po­râ­neo feito cá e lá fora.

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Livre Trânsito pelos Caminhos do Cinema Português

Já se encon­tram dis­po­ní­veis para com­pra os bilhe­tes pon­tu­ais e de livre-trân­sito para a XXIII Edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês.

O Livre-trân­sito Cami­nhos” per­mi­tir-lhe-á acesso livre a todos os fil­mes, inde­pen­den­te­mente da sua Selec­ção ou Sec­ção com­pe­ti­ti­vas. Des­pren­dendo-se de filas, poderá entrar em qual­quer das obras pro­gra­ma­das nesta XXIII Edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Assista a mais de cem fil­mes, fazendo a sua pró­pria pro­gra­ma­ção base­ada nos seus gos­tos e dis­po­ni­bi­li­dade.

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Apresentação Selecção Caminhos (XXIII)

Selec­ci­o­nar e pro­gra­mar cinema por­tu­guês, no único fes­ti­val que se dedica exclu­si­va­mente ao mesmo, implica um desa­fio cons­tante para a pro­gra­ma­ção. Selec­ci­o­nar é estar atento e des­perto às movi­men­ta­ções comer­ci­ais e não-comer­ci­ais dos fil­mes que são anu­al­mente pro­du­zi­dos, mudando cons­tan­te­mente a nossa pers­pec­tiva de eer um pro­grama e um fes­ti­val de cinema. É ten­tar criar e recriar fór­mu­las (sem­pre imper­fei­tas) de fazer com que se tro­que o banco de casa ou do bar pelo de cinema, para que se aceda a esta com­bi­na­ção per­feita cri­ada pelos rea­li­za­do­res por­tu­gue­ses de um mundo fíl­mico dife­rente, mui­tas vezes quase espi­ri­tual e expres­sivo.

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