Comunicados de Imprensa

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Crítica de Cinema, Storyboard e Cinema Documental abrem a 6ª edição do Cinemalogia

O Curso de ini­ci­a­ção à rea­li­za­ção cine­ma­to­grá­fica – Cine­ma­lo­gia 6 – pre­tende trans­mi­tir os conhe­ci­men­tos basi­la­res essen­ci­ais para a aqui­si­ção de com­pe­tên­cias, sejam elas téc­ni­cas ou artís­ti­cas, neces­sá­rias para a ela­bo­ra­ção de um pro­jecto cine­ma­to­grá­fico. Com o intuito de enri­que­cer o cur­rí­culo prin­ci­pal do curso, este ano são apre­sen­ta­dos três Módu­los Com­ple­men­ta­res aber­tos tanto para os nos­sos estu­dan­tes como para o público geral.

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Retratos do Cinema Português

O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e a Aca­de­mia Por­tu­guesa de Cinema apre­sen­tam a expo­si­ção Retra­tos da Aca­de­mia Por­tu­guesa”, que poderá ser vista em todos os espa­ços de pro­jec­ção do fes­ti­val. A mos­tra foto­grá­fica irá ser em Coim­bra (Tea­tro Aca­dé­mico Gil Vicente) e em Lei­ria (Tea­tro Miguel FrancoTea­tro José Lúcio da Silva), entre os dias 1926 de Novem­bro.

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Caminhos do Cinema Português – Sessões Juvenis

O cinema tem um impor­tante papel na ins­tru­ção cul­tu­ral do seu espec­ta­dor. Exis­tem fil­mes que, devido à sua ligei­reza temá­tica e téc­nica, ser­vem mera­mente para entre­ter quem o vê, fazendo esque­cer, não pen­sar, não conhe­cer. Nesta pro­gra­ma­ção espe­cial para o público juve­nil, foram selec­ci­o­na­das obras que gra­ças ao seu argu­mento e har­mo­nia esté­tica des­per­tam a con­tem­pla­ção ao inte­rior e ao meio, agindo como ins­tru­mento de ins­pi­ra­ção e refle­xão para todos os jovens que irão assis­tir às ses­sões. Por o cinema fazer cres­cer e cogi­tar, é pre­mente a sua divul­ga­ção junto dos mais novos.

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Banho de Paragem estreia amanhã

A Ceri­mó­nia de Aber­tura marca o iní­cio for­mal desta XXII edi­ção. Nela são rece­bi­das todas as enti­da­des envol­vi­das no Fes­ti­val e são nome­a­das em gesto de agra­de­ci­mento. É tam­bém feita uma pequena apre­sen­ta­ção da pro­gra­ma­ção geral do Fes­ti­val e do grupo de jura­dos das mais diver­sas cate­go­rias. Tam­bém marca a estreia em grande écran da curta metra­gem – Banho de Para­gem – pro­du­zida no âmbito do 5.º curso de cine­ma­lo­gia pro­mo­vi­dos pela orga­ni­za­ção que este ano con­tou com a coor­de­na­ção de Nuno Rocha.

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Fusões no Cinema” em Leiria

O Cinema, sendo uma das mani­fes­ta­ções artís­ti­cas mais recen­tes, nas­ceu e cres­ceu numa época dinâ­mica e tec­no­ló­gica, fun­ci­o­nando mui­tas das vezes como ins­tru­mento peda­gó­gico e edu­ca­ci­o­nal. Com um forte relevo no con­texto da apren­di­za­gem das novas tec­no­lo­gias, tem sido fun­da­men­tal como veio de pas­sa­gem de infor­ma­ção e con­teúdo for­ma­tivo, imple­men­tando e fun­dindo todas as outras cor­ren­tes artís­ti­cas que, com o Cinema, pas­sa­ram a ser pas­sí­veis de ser regis­ta­das com o espí­rito devido. Qual­quer área aca­dé­mica e cien­tí­fica pode ser ins­pi­rada pela arte e mani­fes­tada pela ima­gem em movi­mento, cri­ando uma sim­bi­ose entre aquilo que quer ser mos­trado e como se quer que se mos­tre. O foco da câmara passa por vezes a repre­sen­tar aquilo que a boca daquele que ensina quer trans­mi­tir, inau­gu­rando mui­tas das vezes um diá­logo que – tendo o filme como plú­mula – se torna mais trans­ver­sal. Esti­mu­lando a dis­cus­são esperta-se cumu­la­ti­va­mente o conhe­ci­mento, que é assim ana­li­sado sob um ponto de vista aca­dé­mico e edu­ca­tivo.

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Caminhos Juniores

A cap­ta­ção de um público jovem para o cinema por­tu­guês é fun­da­men­tal, pelo que desta forma os Cami­nhos Juni­o­res pre­ten­dem man­ter um espaço reser­vado à par­ti­ci­pa­ção das esco­las no fes­ti­val. Esta sec­ção apre­senta-se como um ser­viço edu­ca­tivo, tendo por base que ape­nas a expe­ri­men­ta­ção in loco de mui­tos minu­tos de pura magia para estas cri­an­ças tor­nará pos­sí­vel a cri­a­ção de hábi­tos de con­sumo desde a infân­cia no que diz res­peito ao cinema por­tu­guês.

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Comunicado: Destruição de Outdoor

A orga­ni­za­ção dos Cami­nhos Film Fes­ti­val vem por este meio repu­diar a des­trui­ção de um out­door colo­cado na Praça da Repú­blica, em Coim­bra na madru­gada do dia 10. Não satis­fei­tos com a des­trui­ção infli­gida ini­ci­al­mente, o out­door vol­tou a ser vítima de mais um ata­que a noite pas­sada, o que reforça um acto de sim­ples vio­lên­cia gra­tuita.

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Apresentação da Selecção Ensaios

A mai­o­ria dos rea­li­za­do­res per­corre um cami­nho de for­ma­ção cons­tante, que o capa­cita com as fer­ra­men­tas ade­qua­das a uma melhor expres­são artís­tica daquilo que em cada gera­ção seja con­si­de­rado cinema. O nosso Fes­ti­val segue o mote de ser uma mon­tra do cinema por­tu­guês, não que­rendo assim colo­car de lado as obras desen­vol­vi­das em con­texto de for­ma­ção. Torna-se inte­res­sante ver o fluxo de rea­li­za­do­res que ini­cia a sua obra na Selec­ção Ensaios e que em mui­tos casos são ime­di­a­ta­mente apon­ta­dos como futu­ras refe­rên­cias cine­ma­to­grá­fi­cas naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais.

Pro­gra­mar a Selec­ção Ensaios é sen­tir o san­gue jovem que sem­pre pau­tou o cinema, é ser con­fron­tado com téc­ni­cas dife­ren­tes, ideias van­guar­dis­tas e até conhe­cer novos acto­res. Para aquele que estuda cinema, assis­tir às ses­sões da Selec­ção Ensaios dar-lhe-á aquele alento neces­sá­rio, aquele sen­ti­mento de que é pos­sí­vel e exequí­vel fazer bom cinema. Para o espec­ta­dor e ciné­filo em geral, estas ses­sões repre­sen­ta­rão o ace­der a men­tes de jovens cri­a­do­res, dando-lhes uma real noção dos valo­res e ideias que pau­tam actu­al­mente este movi­mento artís­tico por­tu­guês e inter­na­ci­o­nal. É a opor­tu­ni­dade única de ver a semente que ger­mina, as pri­mei­ras obras, as novas for­mas de olhar o cinema e o mundo.

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Apresentação da Seleção Caminhos

Todos os anos nos são apre­sen­ta­dos novos tipos de desa­fios aquando da selec­ção e pro­gra­ma­ção do cinema cri­ado no nosso país. Mesmo rece­bendo ape­nas aque­las obras que foram pro­du­zi­das depois da nossa última edi­ção, vemos que anu­al­mente o fluxo de ins­cri­ções tem sido cons­tante e muito diverso.

Ape­sar de acre­di­tar­mos que nem tudo o que se mexe em ecrã deva ser con­si­de­rado cinema, todas as ins­cri­ções são colo­ca­das ao mesmo nível de aná­lise, des­pren­dendo-nos de cri­té­rios for­mais (como o autor ou a pro­du­tora) e ansi­ando pela cri­a­ção de momen­tos cine­ma­to­grá­fi­cos em sala. Esses momen­tos vêm de fora para den­tro, pois tudo den­tro de nós é movi­mento que – devi­da­mente ins­pi­rado – nos leva a esca­par os limi­tes físi­cos desta rea­li­dade, cri­ando o filme uma nova foprma de exis­tir que, como é inte­rior, é só nossa.

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