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Apontamentos da Selecção Caminhos

A XXII Edi­ção dos Cami­nhos já se encon­tra a meio e muito do melhor do nosso cinema já foi pro­jec­tado em grande tela. A gala de aber­tura, no Mos­teiro Santa Clara-a-Nova, foi com­posta por um cres­cendo cine­ma­to­grá­fico. O cinema é feito, ide­al­mente, para mui­tos. Vari­a­dos são os espec­ta­do­res e os seus gos­tos, tendo a ses­são de aber­tura repre­sen­tado uma mos­tra da pos­si­bi­li­dade de cri­a­ção de fil­mes: um for­mato aca­dé­mico, de ani­ma­ção e de grande pro­du­ção.

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Depois do Adeus

Momen­tos SP foi uma ses­são espe­cial dedi­cada à série por­tu­guesa Depois do Adeus’ de Patrí­cia Sequeira e Sér­gio Gra­ci­ano. Neste epi­só­dio vemos uma famí­lia que, após a queda da dita­dura do Estado Novo em 1975, se vê obri­gada a regres­sar a Por­tu­gal e a aban­do­nar a vida em Angola após uma vaga de vio­lên­cia se aba­ter no país depois do anún­cio da inde­pen­dên­cia.

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Discurso de Abertura

Encon­tramo-nos na aber­tura da XXII Edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, este ano no Mos­teiro de Santa Clara a Nova, como marca da união entre o nosso fes­ti­val e a his­tó­ria cul­tu­ral da cidade de Coim­bra.

Ape­sar de todas as difi­cul­da­des que sem­pre mar­cam a orga­ni­za­ção de um evento como este, foi con­se­guida inau­gu­rar mais uma edi­ção gra­ças ao cons­tante apoio da nossa orga­ni­za­ção e par­cei­ros.

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Crítica de Cinema, Storyboard e Cinema Documental abrem a 6ª edição do Cinemalogia

O Curso de ini­ci­a­ção à rea­li­za­ção cine­ma­to­grá­fica – Cine­ma­lo­gia 6 – pre­tende trans­mi­tir os conhe­ci­men­tos basi­la­res essen­ci­ais para a aqui­si­ção de com­pe­tên­cias, sejam elas téc­ni­cas ou artís­ti­cas, neces­sá­rias para a ela­bo­ra­ção de um pro­jecto cine­ma­to­grá­fico. Com o intuito de enri­que­cer o cur­rí­culo prin­ci­pal do curso, este ano são apre­sen­ta­dos três Módu­los Com­ple­men­ta­res aber­tos tanto para os nos­sos estu­dan­tes como para o público geral.

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Retratos do Cinema Português

O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e a Aca­de­mia Por­tu­guesa de Cinema apre­sen­tam a expo­si­ção Retra­tos da Aca­de­mia Por­tu­guesa”, que poderá ser vista em todos os espa­ços de pro­jec­ção do fes­ti­val. A mos­tra foto­grá­fica irá ser em Coim­bra (Tea­tro Aca­dé­mico Gil Vicente) e em Lei­ria (Tea­tro Miguel FrancoTea­tro José Lúcio da Silva), entre os dias 1926 de Novem­bro.

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Caminhos do Cinema Português – Sessões Juvenis

O cinema tem um impor­tante papel na ins­tru­ção cul­tu­ral do seu espec­ta­dor. Exis­tem fil­mes que, devido à sua ligei­reza temá­tica e téc­nica, ser­vem mera­mente para entre­ter quem o vê, fazendo esque­cer, não pen­sar, não conhe­cer. Nesta pro­gra­ma­ção espe­cial para o público juve­nil, foram selec­ci­o­na­das obras que gra­ças ao seu argu­mento e har­mo­nia esté­tica des­per­tam a con­tem­pla­ção ao inte­rior e ao meio, agindo como ins­tru­mento de ins­pi­ra­ção e refle­xão para todos os jovens que irão assis­tir às ses­sões. Por o cinema fazer cres­cer e cogi­tar, é pre­mente a sua divul­ga­ção junto dos mais novos.

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Banho de Paragem estreia amanhã

A Ceri­mó­nia de Aber­tura marca o iní­cio for­mal desta XXII edi­ção. Nela são rece­bi­das todas as enti­da­des envol­vi­das no Fes­ti­val e são nome­a­das em gesto de agra­de­ci­mento. É tam­bém feita uma pequena apre­sen­ta­ção da pro­gra­ma­ção geral do Fes­ti­val e do grupo de jura­dos das mais diver­sas cate­go­rias. Tam­bém marca a estreia em grande écran da curta metra­gem – Banho de Para­gem – pro­du­zida no âmbito do 5.º curso de cine­ma­lo­gia pro­mo­vi­dos pela orga­ni­za­ção que este ano con­tou com a coor­de­na­ção de Nuno Rocha.

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Fusões no Cinema” em Leiria

O Cinema, sendo uma das mani­fes­ta­ções artís­ti­cas mais recen­tes, nas­ceu e cres­ceu numa época dinâ­mica e tec­no­ló­gica, fun­ci­o­nando mui­tas das vezes como ins­tru­mento peda­gó­gico e edu­ca­ci­o­nal. Com um forte relevo no con­texto da apren­di­za­gem das novas tec­no­lo­gias, tem sido fun­da­men­tal como veio de pas­sa­gem de infor­ma­ção e con­teúdo for­ma­tivo, imple­men­tando e fun­dindo todas as outras cor­ren­tes artís­ti­cas que, com o Cinema, pas­sa­ram a ser pas­sí­veis de ser regis­ta­das com o espí­rito devido. Qual­quer área aca­dé­mica e cien­tí­fica pode ser ins­pi­rada pela arte e mani­fes­tada pela ima­gem em movi­mento, cri­ando uma sim­bi­ose entre aquilo que quer ser mos­trado e como se quer que se mos­tre. O foco da câmara passa por vezes a repre­sen­tar aquilo que a boca daquele que ensina quer trans­mi­tir, inau­gu­rando mui­tas das vezes um diá­logo que – tendo o filme como plú­mula – se torna mais trans­ver­sal. Esti­mu­lando a dis­cus­são esperta-se cumu­la­ti­va­mente o conhe­ci­mento, que é assim ana­li­sado sob um ponto de vista aca­dé­mico e edu­ca­tivo.

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