Programação

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Ciclo Fusões é dedicado à música em maio e junho

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos reto­mam o seu ciclo de cinema Fusões no Cinema” esta quinta-feira dia 18 de Maio. O ciclo terá lugar todas as quin­tas-fei­ras às 22h00 no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra. A pro­gra­ma­ção inclui obras espe­ci­al­mente dedi­ca­das à música e per­corre o espí­rito da con­tra­cul­tura naci­o­nal, desde os anos 60 com o filme Meio Metro de Pedra, aos anos 80 com o grupo Heróis do Mar retra­tado em Brava Dança, até hoje, acom­pa­nhando a banda Huma­nos que reto­mou a obra de Antó­nio Vari­a­ções e tam­bém, David San­tos com os temas de Noi­serv. Depois nave­ga­mos até ao outro lado do oce­ano Atlân­tico ao ritmo do Tango com A morte de Car­los Gar­del, obra adap­tada de Antó­nio Lobo Antu­nes e por fim, che­ga­mos até à cidade Sura­baia, onde nos encon­tra­mos com uma gera­ção de jovens indo­né­sios que se jun­tam à volta duma cul­tura musi­cal con­tro­versa, o black metal. Entrada gra­tuita e limi­tada à lota­ção da sala.

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Ciclo Arqueologia pela Imagem em Movimento”

O Museu Mono­grá­fico de Conim­briga, em par­ce­ria com os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos, apre­sen­tam a pro­gra­ma­ção do ciclo de cinema Arque­o­lo­gia pela Ima­gem em Movi­mento”. A par­tir do pen­sa­mento de Jorge de Alar­cão – se o ani­mal deixa no chão tra­ços da sua pas­sa­gem, mai­o­res são os ves­tí­gios que o homem deixa de si nos luga­res onde esteve” – pro­cura-se com este ciclo de cinema des­ve­lar cir­cuns­tân­cias his­tó­ri­cas da pas­sa­gem do homem pelo tempo. Num apelo à dimen­são ima­gé­tica reve­lar-se-á uma arque­o­lo­gia que conta his­tó­rias. Tra­ços de épo­cas. Com ação, romance e sus­pense.

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Premiados 22ª edição

Os ven­ce­do­res da XXII edi­ção dos Cami­nhos Film Fes­ti­val, já foram anun­ci­a­dos e os fil­mes Zeus de Paulo Filipe Mon­teiro e Car­tas de Guerra de Ivo M. Fer­reira são os que arre­ca­dam mais pré­mios. O Grande Pré­mio do Fes­ti­val Por­tu­gal Sou Eu, foi atri­buído a Cha­tear-me ia mor­rer tão jove­eem…, de Filipe Abran­ches. A ceri­mó­nia de entrega de pré­mios acon­te­ceu no dia 26 de novem­bro às 21h45 no Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente.

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SOBRE OLIVEIRA & BOTELHO

Manoel de Oli­veira tem sido con­si­de­rado pelos seus pares como um dos gran­des Mes­tres do cinema. Aos seus 73, como jeito de registo cine­ma­to­grá­fico da dor, memo­riza a sua casa, o aban­dono do mate­rial e a perda da esta­bi­li­dade para um novo ponto de par­tida exis­ten­cial. Ape­sar de pare­cer algo total­mente nefasto se olhado super­fi­ci­al­mente, repre­sen­tou um marco na sua car­reira, a influên­cia da busca pelo real que pode ser fic­ci­o­nado, a refe­rên­cia e amor pela arte de forma trans­ver­sal (não são raras as refe­rên­cias a Agus­tina, por exem­plo) expressa pela pelí­cula.

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Apontamentos da Selecção Caminhos II

Há uns anos quando Kia­ros­tami nos mos­trou o público de Shi­rin, ficá­mos com uma visão dife­rente daquilo que era cinema e espec­ta­dor, do que era a catarse e o sen­ti­mento expresso na face daquele que se isola acom­pa­nhado na sala de pro­jec­ção. André Gil da Mata con­se­gue ir mais longe, indo até à sala de pro­jec­ção mos­trando-nos Sena e o seu quo­ti­di­ano de pro­je­ci­o­nista jugos­lava, com o amor pelo cinema e pela memó­ria colec­tiva da arte cine­ma­to­grá­fica com o pre­texto e metá­fora de Eva Ras.

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Apontamentos da Selecção Caminhos

A XXII Edi­ção dos Cami­nhos já se encon­tra a meio e muito do melhor do nosso cinema já foi pro­jec­tado em grande tela. A gala de aber­tura, no Mos­teiro Santa Clara-a-Nova, foi com­posta por um cres­cendo cine­ma­to­grá­fico. O cinema é feito, ide­al­mente, para mui­tos. Vari­a­dos são os espec­ta­do­res e os seus gos­tos, tendo a ses­são de aber­tura repre­sen­tado uma mos­tra da pos­si­bi­li­dade de cri­a­ção de fil­mes: um for­mato aca­dé­mico, de ani­ma­ção e de grande pro­du­ção.

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Discurso de Abertura

Encon­tramo-nos na aber­tura da XXII Edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, este ano no Mos­teiro de Santa Clara a Nova, como marca da união entre o nosso fes­ti­val e a his­tó­ria cul­tu­ral da cidade de Coim­bra.

Ape­sar de todas as difi­cul­da­des que sem­pre mar­cam a orga­ni­za­ção de um evento como este, foi con­se­guida inau­gu­rar mais uma edi­ção gra­ças ao cons­tante apoio da nossa orga­ni­za­ção e par­cei­ros.

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Retratos do Cinema Português

O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e a Aca­de­mia Por­tu­guesa de Cinema apre­sen­tam a expo­si­ção Retra­tos da Aca­de­mia Por­tu­guesa”, que poderá ser vista em todos os espa­ços de pro­jec­ção do fes­ti­val. A mos­tra foto­grá­fica irá ser em Coim­bra (Tea­tro Aca­dé­mico Gil Vicente) e em Lei­ria (Tea­tro Miguel FrancoTea­tro José Lúcio da Silva), entre os dias 1926 de Novem­bro.

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Caminhos do Cinema Português – Sessões Juvenis

O cinema tem um impor­tante papel na ins­tru­ção cul­tu­ral do seu espec­ta­dor. Exis­tem fil­mes que, devido à sua ligei­reza temá­tica e téc­nica, ser­vem mera­mente para entre­ter quem o vê, fazendo esque­cer, não pen­sar, não conhe­cer. Nesta pro­gra­ma­ção espe­cial para o público juve­nil, foram selec­ci­o­na­das obras que gra­ças ao seu argu­mento e har­mo­nia esté­tica des­per­tam a con­tem­pla­ção ao inte­rior e ao meio, agindo como ins­tru­mento de ins­pi­ra­ção e refle­xão para todos os jovens que irão assis­tir às ses­sões. Por o cinema fazer cres­cer e cogi­tar, é pre­mente a sua divul­ga­ção junto dos mais novos.

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Caminhos Seniores

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês cons­ci­en­tes de que, nos dias de hoje, é cada vez mais difí­cil encon­trar ini­ci­a­ti­vas em que este seg­mento da popu­la­ção possa par­ti­ci­par, apre­sen­tam a sec­ção para­lela Cami­nhos Séni­o­res”. Acre­di­ta­mos que esta ini­ci­a­tiva é uma mais-valia para o fes­ti­val que, para além de uma com­po­nente cul­tu­ral, tam­bém tem um papel impor­tante de cariz social e de inte­gra­ção na soci­e­dade.

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