Programação

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Crónicas de Programação – V

Con­si­de­ra­mos o Cinema Por­tu­guês uma obra ela­bo­rada por várias mãos. É inte­res­sante repa­rar no fenó­meno de novos rea­li­za­do­res que bro­tam anu­al­mente, com inte­res­san­tes pro­du­ções que mere­cem ser mos­tra­das. Não é por acaso que sur­giu a cate­go­ria Selec­ção Novís­si­mos’ que tem no seu cerne a ide­o­lo­gia de mos­trar pri­mei­ras obras, cuja ins­pi­ra­ção é variada. 

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Crónicas da Programação – IV

A capa­ci­dade de docu­men­tar vai para além do cap­tar o óbvio. São vários os artis­tas que docu­men­tam o seu pró­prio país e o mundo que os rodeia, sob uma pers­pec­tiva de mos­trar aquilo que ainda não foi visto. Par­ti­lhar aquilo que a massa desconhece. 

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Crónicas da Programação – III

O mundo oní­rico ser­virá sem­pre de ins­pi­ra­ção aos nos­sos artis­tas, não é por acaso que se des­per­tou auto­ma­ti­ca­mente a temá­tica Sonhar e Fic­ci­o­nar em Por­tu­guês’, em que o mundo dos sonhos e da fic­ção cri­ada entram em com­pleta har­mo­nia. O mundo ideal pode, assim, ser sonhado e fic­ci­o­nado em cinema.

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Crónicas da Programação – II

Come­ça­mos o segundo dia do fes­ti­val com a aber­tura da temá­tica Pre­con­ceito e Cegueira Moral’, que tem como objec­tivo aler­tar a nossa audi­ên­cia para ideias pré-con­ce­bi­das que dete­nham, mos­trando-lhe rea­li­da­des que por vezes são desconhecidas.

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Discurso de Abertura

Dois anos pas­sa­ram desde a nossa última edi­ção dos Cami­nhos. Este hiato foi pau­tado por uma maior cons­ci­en­ci­a­li­za­ção da nossa parte do estado das coi­sas do mundo cul­tu­ral. Os Cami­nhos têm-se feito cami­nhando, com diver­sos pas­sos de vari­a­dos dina­mi­za­do­res cul­tu­rais e artis­tas em geral, que nos auxi­li­a­ram nesta tarefa de exi­bir cinema português.

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Crónicas da Programação – I

Come­ça­mos o nosso cami­nho com uma via­gem pelo pla­neta sem sair da cidade de Coim­bra, atra­vés de uma visita inti­mista ao Jar­dim do Botâ­nico, na curta docu­men­tal O Inverno no Jar­dim’ de Ricardo Espí­rito Santo. Na mesma ses­são das 17h30, pas­sa­mos do espaço para a memó­ria, com E Agora? Lem­bra-me’ de Joa­quim Pinto, sendo um tri­buto àque­les que exis­tem e existiram.

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Bilhetes Selecção Caminhos

Os bilhe­tes para a Selec­ção Cami­nhos já se encon­tram dis­po­ní­veis na Bilhe­teira do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente (TAGV). Venha conhe­cer o melhor de toda a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal de 1422 de Novembro.
São mais de trinta e cinco horas de Cinema Por­tu­guês, 4 Mas­ter ses­si­ons, con­tacto in loco com jura­dos, rea­li­za­do­res, acto­res e outros inter­ve­ni­en­tes de Todo o Cinema Por­tu­guês”, são algu­mas das razões para não per­der os Cami­nhos do Cinema Português.

A bilhe­teira do TAGV está aberta das 17 horas até às 22 horas. Infor­ma­ções sobre o fun­ci­o­na­mento do espaço pode­rão ser obti­das pelo tele­fone 239 855 630.

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Programação Selecção Caminhos

Ver cinema na XX Edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês é per­cor­rer, assim, um cami­nho cami­nhado por mui­tos. Para faci­li­tar tal per­curso na pro­gra­ma­ção selec­ção cami­nhos, apos­tou-se numa esque­ma­ti­za­ção temá­tica não estan­que dos fil­mes selecionados.Conheça deta­lha­da­mente a pro­gra­ma­ção que lhe dedi­ca­mos com Todo o Cinema Por­tu­guês.

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Selecção Caminhos

Pro­gra­mar cinema implica aban­do­nar con­ven­ções egoís­ti­cas de gos­tos ou pai­xões pes­so­ais, prin­ci­pal­mente quando se trata de um fes­ti­val inti­tu­lado Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês’, cujo mote é todo o cinema por­tu­guês’. Levan­tar curi­o­si­dade ao público, trans­for­mando-o em audi­ên­cia foi o nosso objec­tivo, pois temos cons­ci­ên­cia do nosso con­tri­buto em incre­men­tar esse mesmo audi­tó­rio naci­o­nal. Para tal, tive­mos que ter todo o apoio incon­di­ci­o­nal de artis­tas e dina­mi­za­do­res cul­tu­rais que de forma franca e aces­sí­vel nos esti­ca­ram a mão nesta XX edição.

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Selecção Ensaios

A Selec­ção Ensaios foi pro­gra­mada de acordo com o espí­rito do Fes­ti­val. Quis-se ofe­re­cer o que de melhor, ori­gi­nal e rele­vante se faz no pano­rama cine­ma­to­grá­fico uni­ver­si­tá­rio por­tu­guês, sem impo­si­ções esté­ti­cas ou limi­tes de género. Enfim, Todo o Cinema Português.

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