Programação

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Crónicas da Programação – III

O mundo oní­rico ser­virá sem­pre de ins­pi­ra­ção aos nos­sos artis­tas, não é por acaso que se des­per­tou auto­ma­ti­ca­mente a temá­tica Sonhar e Fic­ci­o­nar em Por­tu­guês’, em que o mundo dos sonhos e da fic­ção cri­ada entram em com­pleta har­mo­nia. O mundo ideal pode, assim, ser sonhado e fic­ci­o­nado em cinema.

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Crónicas da Programação – II

Come­ça­mos o segundo dia do fes­ti­val com a aber­tura da temá­tica Pre­con­ceito e Cegueira Moral’, que tem como objec­tivo aler­tar a nossa audi­ên­cia para ideias pré-con­ce­bi­das que dete­nham, mos­trando-lhe rea­li­da­des que por vezes são des­co­nhe­ci­das.

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Discurso de Abertura

Dois anos pas­sa­ram desde a nossa última edi­ção dos Cami­nhos. Este hiato foi pau­tado por uma maior cons­ci­en­ci­a­li­za­ção da nossa parte do estado das coi­sas do mundo cul­tu­ral. Os Cami­nhos têm-se feito cami­nhando, com diver­sos pas­sos de vari­a­dos dina­mi­za­do­res cul­tu­rais e artis­tas em geral, que nos auxi­li­a­ram nesta tarefa de exi­bir cinema por­tu­guês.

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Crónicas da Programação – I

Come­ça­mos o nosso cami­nho com uma via­gem pelo pla­neta sem sair da cidade de Coim­bra, atra­vés de uma visita inti­mista ao Jar­dim do Botâ­nico, na curta docu­men­tal O Inverno no Jar­dim’ de Ricardo Espí­rito Santo. Na mesma ses­são das 17h30, pas­sa­mos do espaço para a memó­ria, com E Agora? Lem­bra-me’ de Joa­quim Pinto, sendo um tri­buto àque­les que exis­tem e exis­ti­ram.

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Bilhetes Selecção Caminhos

Os bilhe­tes para a Selec­ção Cami­nhos já se encon­tram dis­po­ní­veis na Bilhe­teira do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente (TAGV). Venha conhe­cer o melhor de toda a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal de 1422 de Novem­bro.
São mais de trinta e cinco horas de Cinema Por­tu­guês, 4 Mas­ter ses­si­ons, con­tacto in loco com jura­dos, rea­li­za­do­res, acto­res e outros inter­ve­ni­en­tes de Todo o Cinema Por­tu­guês”, são algu­mas das razões para não per­der os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês.

A bilhe­teira do TAGV está aberta das 17 horas até às 22 horas. Infor­ma­ções sobre o fun­ci­o­na­mento do espaço pode­rão ser obti­das pelo tele­fone 239 855 630.

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Programação Selecção Caminhos

Ver cinema na XX Edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês é per­cor­rer, assim, um cami­nho cami­nhado por mui­tos. Para faci­li­tar tal per­curso na pro­gra­ma­ção selec­ção cami­nhos, apos­tou-se numa esque­ma­ti­za­ção temá­tica não estan­que dos fil­mes selecionados.Conheça deta­lha­da­mente a pro­gra­ma­ção que lhe dedi­ca­mos com Todo o Cinema Por­tu­guês.

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Selecção Caminhos

Pro­gra­mar cinema implica aban­do­nar con­ven­ções egoís­ti­cas de gos­tos ou pai­xões pes­so­ais, prin­ci­pal­mente quando se trata de um fes­ti­val inti­tu­lado Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês’, cujo mote é todo o cinema por­tu­guês’. Levan­tar curi­o­si­dade ao público, trans­for­mando-o em audi­ên­cia foi o nosso objec­tivo, pois temos cons­ci­ên­cia do nosso con­tri­buto em incre­men­tar esse mesmo audi­tó­rio naci­o­nal. Para tal, tive­mos que ter todo o apoio incon­di­ci­o­nal de artis­tas e dina­mi­za­do­res cul­tu­rais que de forma franca e aces­sí­vel nos esti­ca­ram a mão nesta XX edi­ção.

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Selecção Ensaios

A Selec­ção Ensaios foi pro­gra­mada de acordo com o espí­rito do Fes­ti­val. Quis-se ofe­re­cer o que de melhor, ori­gi­nal e rele­vante se faz no pano­rama cine­ma­to­grá­fico uni­ver­si­tá­rio por­tu­guês, sem impo­si­ções esté­ti­cas ou limi­tes de género. Enfim, Todo o Cinema Por­tu­guês.

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Filmes Caminhos Juniores

Todo o tra­ba­lho de sele­ção e pro­gra­ma­ção das sec­ção Cami­nhos Juni­o­res foi rea­li­zado com o objec­tivo prin­ci­pal de con­tri­buir para o aper­fei­ço­a­mento da edu­ca­ção, assim como esti­mu­lar as cri­an­ças a esta­be­le­ce­rem uma liga­ção mais forte com o mundo do cinema. Por­tanto, a pro­gra­ma­ção cri­ada é dinâ­mica e ins­tru­tiva, isto é, as cur­tas-metra­gens que foram sele­ci­o­na­das apre­sen­tam, na sua maior parte, uma índole cul­tu­ral e uma moral edu­ca­tiva, que duma forma diver­tida irão che­gar aos mais peque­nos.

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Apresentação da Programação da XX Edição

Há algum tempo afir­má­mos que falar de cinema por­tu­guês não é fácil. E agora cons­ta­ta­mos, mais uma vez, que não é. De 2012 a esta data pas­sa­ram-se dois anos. Dois anos em que se viveu a angús­tia do ano zero, no que toca ao finan­ci­a­mento público ao sec­tor, com uma pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica redu­zida e onde não nos foi pos­sí­vel encon­trar os apoios, públi­cos e pri­va­dos, neces­sá­rios para tor­nar pos­sí­vel a rea­li­za­ção deste fes­ti­val.

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