Caminhos XXI

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2015 con­tou as vinte e uma edi­ções do fes­ti­val. O cinema por­tu­guês con­ti­nua vivo e esper­neia por aten­ção. O público, tímido, pro­cura conhe­cer mais do que por cá se faz, levando-nos a con­so­li­dar a qua­li­dade e diver­si­dade dos fil­mes exi­bi­dos e a apre­sen­tar um pai­nel de Jura­dos com os nomes de relevo da área.
Mas não só de cinema se faz a arte por­tu­guesa. À seme­lhança da edi­ção ante­rior, apos­tou-se no II Sim­pó­sio – A Fusão das Artes no Cinema: um espaço de par­ti­lha e dis­cus­são de conhe­ci­men­tos, que per­mite a todos, jovens e con­cei­tu­a­dos inves­ti­ga­do­res por­tu­gue­ses, pre­en­cher a lacuna exis­tente no que diz res­peito à difu­são das artes em Por­tu­gal.
O fes­ti­val difun­diu-se pela cidade de Coim­bra, des­cen­tra­li­zando as suas ati­vi­da­des, e che­gando, assim, a dife­ren­tes públi­cos e con­tex­tos.

Ven­ce­do­res da XXI edi­ção:
Pré­mios Selec­ção Cami­nhos
GRANDE PRÉMIO DO FESTIVAL Por­tu­gal Sou Eu | IRMÃOS, de Pedro Magano
MELHOR LONGA-METRAGEMYVONE KANE, de Mar­ga­rida Car­doso
MELHOR CURTA-METRAGEM Turismo do Cen­tro | ULTIMA ÁRVORE ANALÓGICA, de Jorge Peli­cano
MELHOR DOCUMENTÁRIOGIPSOFILA, de Mar­ga­rida Lei­tão
MELHOR ANIMAÇÃO Recheio | QUE DIA É HOJE, do Colec­tivo Foto­grama 24
PRÉMIO REVELAÇÃO | DAVID MOURÃO, por Mon­ta­nha.
MELHOR ATOR | Filipe Duarte, por Cin­zento e Negro
MELHOR ATOR SECUNDÁRIO | Car­lotto Cota, por Mon­ta­nha
MELHOR ATRIZ | Bea­triz Batarda, por Yvone Kane
MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA | Luísa Cruz, por As Mil e Uma Noi­tes
MELHOR DIREÇÃO ARTÍSTICA | Ana Vaz, por Yvone Kane
MELHOR FOTOGRAFIA | João Ribeiro, por Yvone Kane
MELHOR GUARDA-ROUPA | Isa­bel Qua­dros, por Capi­tão Fal­cão
MELHOR REALIZADOR | Miguel Gomes, por As Mil e Uma Noi­tes
MELHOR CARACTERIZAÇÃO | João Rapaz, por Arcana
MELHOR MONTAGEM | Ricardo Tei­xeira, por Irmãos
MELHOR SOM | Hugo Lei­tão, por Por­tu­gal- Um Dia de Cada Vez
MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL | Miguel Gomes, Mari­ana Ricardo e Telmo Churro, por As Mil e Uma Noi­tes
MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO | Miguel Gomes, Mari­ana Ricardo e Telmo Churro, por As Mil e Uma Noi­tes
MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL | Mário Lagi­nha, por Cin­zento e Negro

Caminhos XX

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2014 mar­cou as vinte edi­ções de Fes­ti­val, con­so­li­dando públi­cos, aumen­tando o número de fil­mes exi­bi­dos e, con­se­quen­te­mente, a qua­li­dade e diver­si­dade dos fil­mes selec­ci­o­na­dos. A aposta em nomes de relevo e de grande medi­a­tismo nas mais vari­a­das áreas das artes e do cinema, trouxe a Coim­bra um con­junto de indi­vi­du­a­li­da­des atra­vés das dife­ren­tes equi­pas de Júris.
Como grande ino­va­ção os Cami­nhos aven­tu­ra­ram-se na rea­li­za­ção do I Sim­pó­sio – A Fusão das Artes no Cinema. Com base na linha pro­gra­má­tica, do evento con­si­de­rou-se essen­cial uma aber­tura à comu­ni­dade cien­tí­fica, par­tindo da exis­tên­cia de uma lacuna no que diz res­peito a estes públi­cos como pre­missa, mas igual­mente da neces­si­dade de pro­por­ci­o­nar aos jovens e con­cei­tu­a­dos inves­ti­ga­do­res por­tu­gue­ses um espaço de par­ti­lha e de dis­cus­são de conhe­ci­men­tos, mas acima de tudo um meio de difu­são desse conhe­ci­mento para a soci­e­dade em geral, levá­mos a cabo este Sim­pó­sio.
O Fes­ti­val con­ti­nuou igual­mente a sua expan­são, des­cen­tra­li­zando as suas diver­sas acti­vi­da­des pelos mais vari­a­dos espa­ços da cidade de Coim­bra, che­gando a dife­ren­tes públi­cos e con­tex­tos.

Ven­ce­do­res da XX edi­ção:
Pré­mios Selec­ção Cami­nhos
GRANDE PRÉMIO DO FESTIVAL | Pára-me de repente o pen­sa­mento de Jorge Peli­cano
MELHOR LONGA-METRAGEM | É o Amor de João Canijo
MELHOR CURTA-METRAGEM | Bici­cleta de Luís Vieira Cam­pos
MELHOR ANIMAÇÃO | Coveiro de André Gil Mata
MELHOR DOCUMENTÁRIO | E Agora? Lem­bra-me de Joa­quim Pinto
PRÉMIO REVELAÇÃO | O Pri­meiro Verão de Adri­ano Men­des
PRÉMIO MELHOR ACTOR | Nuno Par­dal em Éden
PRÉMIO MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO | Jaime Frei­tas em Cigano
PRÉMIO MELHOR ACTRIZ | Isa­bel Abreu em Coro dos Aman­tes
MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA | Ade­laide Tei­xeira em Bici­cleta
MELHOR REALIZADOR |Jorge Peli­cano por Pára-me de repente o pen­sa­mento
MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA | Luís Mon­teiro por Dédalo
PRÉMIO MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL | Rafael Antu­nes por Lápis Azul
PRÉMIO MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO | Simão Cayatte por Miami
MELHOR FOTOGRAFIA | Vasco Viana por Um Fim do Mundo
MELHOR GUARDA-ROUPA | Teresa Cam­pos por O Grande Kilapy
MELHOR CARACTERIZAÇÃO | Clau­dia Fer­reira, João Rapaz, Sara Meni­tra e Helena Bap­tista por Frá­gil Som do Meu Motor
MELHOR MONTAGEM | Jeró­nimo Rocha por Dédalo
MELHOR SOM | Vasco Pimen­tel, Hugo Lei­tão e Raquel Jacinto por Bôbo
MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL | José Cas­tro por 7 Peca­dos Rurais
Pré­mio júri FICC
PRÉMIO D. QUIJOTE | Um Fim do Mundo de Pedro Pinho
Pré­mio Imprensa
Coro dos Aman­tes de Tiago Gue­des
Pré­mio Selec­ção Ensaios
Fúria de Diogo Bal­daia

Caminhos XIX

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2012 foi um ano de aposta numa nova linha grá­fica com a cri­a­ção de uma nova iden­ti­dade para todo o Fes­ti­val. Con­se­guiu-se atrair novos públi­cos, aumen­tar o número de fil­mes ins­cri­tos e, con­se­quen­te­mente, a qua­li­dade e diver­si­dade dos fil­mes selec­ci­o­na­dos. O Fes­ti­val reu­niu, tam­bém, nas suas diver­sas equi­pas de Júri, nomes de relevo e de grande medi­a­tismo nas mais vari­a­das áreas das artes e do cinema.
XIX edi­ção do Fes­ti­val foi pau­tada pela oferta cul­tu­ral à cidade não só pelos fil­mes apre­sen­ta­dos na sec­ção com­pe­ti­tiva mas tam­bém na sec­ção de Ensaios Visu­ais, onde se mos­trou o que de melhor se faz nas nos­sas esco­las de cinema do nosso país. Os Cami­nhos Juni­o­res con­ti­nu­a­ram a cati­var, desta vez mais de 3000 cri­an­ças do dis­trito de Coim­bra, e afir­ma­ram-se uma vez mais como um espaço pri­vi­le­gi­ado para um pri­meiro con­tacto com o cinema por­tu­guês. Esta edi­ção do Fes­ti­val ofe­re­ceu ao seu público não só uma grande amos­tra do cinema por­tu­guês, como revi­veu atra­vés da expo­si­ção O Pos­ter Cine­ma­to­grá­fico Por­tu­guês” as deza­nove edi­ções do fes­ti­val. Con­se­guiu-se tam­bém dar um outro olhar ao cinema, com o Rol­leux Du Cinema” de Anas­tas­sia Elias. O Fes­ti­val con­se­guiu, uma vez mais, trans­for­mar Coim­bra na capi­tal do Cinema Por­tu­guês, con­tra­ri­ando a indi­fe­rença de mui­tos e des­per­tando cons­ci­ên­cias, nome­a­da­mente atra­vés da ade­são aos coló­quios e mas­ter ses­si­ons apre­sen­ta­dos.

Ven­ce­do­res da XIX edi­ção:
Pré­mio Júri Ofi­cial
GRANDE PRÉMIO DO FESTIVAL | A Nossa Forma de Vida de Pedro Filipe Mar­ques
MELHOR LONGA-METRAGEM | Flor­bela de Vicente Alves do Ó
MELHOR CURTA-METRAGEM | Cerro Negro de João Sala­viza
MELHOR ANIMAÇÃO | Fado do Homem Cres­cido de Pedro Brito
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Com­plexo – Uni­verso Para­lelo de Mário Patro­cí­nio
PRÉMIO REVELAÇÃO | Outro Homem Qual­quer de Luís Soa­res
PRÉMIO MELHOR ACTOR | Cris­tó­vão Cam­pos em Nylon da Minha Aldeia
PRÉMIO MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO | Dinarte Branco em A Moral Con­ju­gal
PRÉMIO MELHOR ACTRIZ | Dalila Carmo em Flor­bela
MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA | Mar­ga­rida Car­pin­teiro em Assim, Assim
MELHOR REALIZADOR | Pedro Filipe Mar­ques por A Nossa Forma de Vida
MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA | Pedro Sá por A Vin­gança de Uma Mulher
MELHOR FOTOGRAFIA | Acá­cio Almeida por A Vin­gança de Uma Mulher
MELHOR GUARDA-ROUPA | Pro­du­ções TCC por A Vin­gança de Uma Mulher
MELHOR CARACTERIZAÇÃO | Abi­gail Machado por Flor­bela
MELHOR MONTAGEM | Raphel Lefé­vre por A última Vez Que Vi Macau
MELHOR SOM | Jaime Bar­ros e Elsa Fer­reira por Flor­bela
MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL | André Joa­quim por Assim, Assim
Pré­mio júri FICC
PRÉMIO D. QUIJOTE | A nossa forma de vida de Pedro Filipe Mar­ques
MENÇÃO HONROSA | Com­plexo – Uni­verso Para­lelo de Mário Patro­cí­nio
Pré­mio Imprensa
Sem Que­rer de João Fazenda
Pré­mio dos Ensaios
Do Mundo de Manuel Guerra

Caminhos XVIII

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O Fes­ti­val che­gou à mai­o­ri­dade! Fes­te­ja­ram-se dezoito edi­ções de Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês que se carac­te­ri­za­ram como ele­mento trans­for­ma­dor da cidade de Coim­bra, ao con­ce­der-lhe o maior palco do cinema naci­o­nal. Ao longo des­tes anos, a cidade e o evento trans­for­ma­ram-se num ponto de roma­gem não só por parte dos dife­ren­tes inter­ve­ni­en­tes nas obras cri­a­das, mas tam­bém por parte de um público ávido de ver, con­su­mir e criar cinema. Ao longo dos anos, múl­ti­plos espa­ços aco­lhe­ram o fes­ti­val, des­ta­cando-se o TAGV que garan­tiu a sua cen­tra­li­dade, sem­pre com uma pro­gra­ma­ção com­pe­ti­tiva.
Tendo como prin­ci­pal objec­tivo a pro­mo­ção e mos­tra do cinema por­tu­guês, man­teve-se a cons­ci­ên­cia de que este era um pro­pó­sito ambi­ci­oso, mas que se estava pau­la­ti­na­mente a alcan­çar.

Ven­ce­do­res da XVIII edi­ção:
Pré­mio Júri Ofi­cial
GRANDE PRÉMIO DO FESTIVAL | San­gue do Meu San­gue de João Canijo
MELHOR LONGA-METRAGEM | Via­gem a Por­tu­gal de Sér­gio Tré­faut
MELHOR CURTA-METRAGEM | O Voo da Papoila de Nuno Por­tu­gal
MELHOR ANIMAÇÃO | Mulher Som­bra de Joana Ima­gi­ná­rio
MELHOR DOCUMENTÁRIO | José e Pilar de Miguel Gon­çal­ves Men­des
PRÉMIO REVELAÇÃO | João Nuno Pinto por Amé­rica
PRÉMIO MELHOR ATOR | Fer­nando Luís em Amé­rica
PRÉMIO MELHOR ATOR SECUNDÁRIO | Ângelo Tor­res em Estrada de Palha
PRÉMIO MELHOR ATRIZ | Rita Blanco em San­gue do Meu San­gue
PRÉMIO MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA | Isa­bel Ruth em Via­gem a Por­tu­gal
PRÉMIO MELHOR REALIZADOR | João Canijo por San­gue do Meu San­gue
PRÉMIO MELHOR DIREÇÃO ARTÍSTICA | João Nunes e Paulo Gomes por Quinze Pon­tos na Alma
PRÉMIO MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL | João Canijo por San­gue do Meu San­gue
PRÉMIO MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO | Luísa Costa Gomes e Edgar Pêra por O Barão
PRÉMIO MELHOR FOTOGRAFIA | Luís Bran­qui­nho por O Barão
PRÉMIO MELHOR GUARDA-ROUPA | Paulo Gomes por Quinze Pon­tos na Alma
PRÉMIO MELHOR CARATERIZAÇÃO | Jorge Bra­gada por O Barão
PRÉMIO MELHOR MONTAGEM | Tiago Antu­nes por O Barão
PRÉMIO MELHOR SOM | Vasco Pimen­tal, Tiago Matos e Joel Ran­gon por Cisne
PRÉMIO MELHOR MÚSICA ORIGINAL | Paulo Fur­tado por Estrada de Palha
Pré­mio júri FICCIFSS
PRÉMIO D. QUIJOTE | Inde­pen­dên­cia de Espí­rito de Marta Mon­teiro
MENÇÃO HONROSA | José e Pilar de Miguel Gon­çal­ves Men­des
Pré­mio dos Ensaios Visu­ais
MELHOR FILME | Ale­go­ria dos Sen­ti­dos de Nel­son de Cas­tro e Wil­son Pereira
MENÇÃO HONROSA | Piton de André Gui­o­mar
Pré­mio Imprensa
Quinze Pon­tos na Alma de Vicente Alves do Ó

Caminhos XVII

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2010 des­ta­cou-se como o ano em que os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês deram a Coim­bra a opor­tu­ni­dade de visi­o­nar em pelí­cula cinco fil­mes mar­can­tes do movi­mento Cinema Novo por­tu­guês. Numa par­ce­ria com a Cine­ma­teca Por­tu­guesa – Museu do Cinema, pas­sa­ram pelo Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente nesta retros­pec­tiva: Sofia e a Edu­ca­ção Sexual’, de Edu­ardo Geada; Bran­dos Cos­tu­mes’, de Alberto Sei­xas San­tos; Per­dido por Cem’, de Antó­nio Pedro Vas­con­ce­los; O Cerco’ de Antó­nio da Cunha Tel­les’; e Belar­mino’, de Fer­nando Lopes.
No foyer do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente rea­li­za­ram-se ainda duas con­fe­rên­cias no âmbito do fes­ti­val: Do Cinema Novo ao Cinema Con­tem­po­râ­neo Por­tu­guês’ e Cinema e Outras Artes: Prá­ti­cas Artís­ti­cas’.
Tam­bém como exem­plo do ser­viço edu­ca­tivo ou infor­ma­tivo do Fes­ti­val, o hall do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente con­tou – numa par­ce­ria com o m|i|mo (museu da ima­gem em movi­mento de Lei­ria) – com uma expo­si­ção de maqui­na­ria com­posta essen­ci­al­mente por pro­jec­to­res de cinema ambu­lante e lan­ter­nas mági­cas.
Os Cami­nhos do Cinema Euro­peu foram este ano dedi­ca­dos à cine­ma­to­gra­fia turca e con­tou com a cola­bo­ra­ção da Asso­ci­a­ção de Ami­zade Luso-Turca. Ao longo de dez dias con­se­guiu tra­zer-se a Coim­bra o melhor do cinema por­tu­guês. Apos­tou-se na diver­si­dade dos regis­tos e esti­los, pro­por­ci­o­nando a todos, um palco, não só de cri­a­do­res mas tam­bém de público.

Ven­ce­do­res da XVII edi­ção:
Pré­mio Júri Ofi­cial
MELHOR ACTOR | Ivo Cane­las em Desa­ver­go­nha­da­mente Real
MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO | Nuno Lopes em Efei­tos Secun­dá­rios
MELHOR ACTRIZ | Rita Mar­tins em Efei­tos Secun­dá­rios
MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA | Bea­triz Batarda em Como dese­nhar um cír­culo per­feito
MELHOR REALIZADOR | Gon­çalo Gal­vão Teles em Senhor X
MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA | Marco Mar­tins por Como dese­nhar um cír­culo per­feito
MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL | Nuno Rocha por Vicky e Sam
MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO | Tiago Sousa por Embargo
MELHOR FOTOGRAFIA | Pedro Patro­cí­nio e Fre­de­rico Miranda por Memó­rias de Fogo
MELHOR GUARDA ROUPA | Chris­tine Reeh por Kino­tel
MELHOR CARACTERIZAÇÃO | Chris­tine Reeh por Kino­tel
MELHOR MONTAGEM | João Canijo por Fan­ta­sia Lusi­tana
MELHOR SOM | Pedro Lima por Via­gem a Cabo Verde
MELHOR BANDA SONORA | Ber­nardo Sas­setti por Como dese­nhar um cír­culo per­feito
Pré­mio Júri FICC
PRÉMIO D. QUIJOTE | 48 de Susana de Sousa Dias
MENÇÃO HONROSA | Senhor X de Gon­çalo Gal­vão Teles
Pré­mio Imprensa
Um Fune­ral à Chuva de Telmo Mar­tins
Pré­mio do Público
Um Fune­ral à Chuva, de Telmo Mar­tins
Pré­mio dos Ensaios Visu­ais
Sin­fo­nia dos Lou­cos de Vasco Men­des
MENÇÃO HONROSA | Ida de Retorno de Lou­renço Viana

Caminhos XVI

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XVI edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês con­ti­nuou a afir­mar-se como um espaço de refe­rên­cia para a exi­bi­ção do melhor do cinema naci­o­nal. Man­teve-se, tam­bém a aposta em acti­vi­da­des que pro­va­ram ser uma impor­tante mais-valia para o Fes­ti­val tais como os Cami­nhos do Cinema Euro­peu, este ano dedi­ca­dos ao Cinema Espa­nhol e os Ensaios Visu­ais, que ape­la­ram, uma vez mais, à par­ti­ci­pa­ção das Esco­las de Cinema.
Os Cami­nhos Juni­o­res” vol­ta­ram a cati­var milha­res de cri­an­ças, com ida­des com­pre­en­di­das entre os 3 e os 10 anos, para um espaço intei­ra­mente dedi­cado a eles.
O Fes­ti­val con­ti­nuou a ser um espaço de refle­xão, des­ta­cando-se nesta edi­ção três coló­quios que con­tex­tu­a­li­za­ram ques­tões diri­gi­das não só ao público mas tam­bém aos cri­a­do­res: A Cri­tica de Cinema em Por­tu­gal”, Cine­Li­te­ra­tura: A Lite­ra­tura e o Cinema dos Anos 80 em Espa­nha” e Cinema Por­tu­guês: o Estado da Arte”.

Ven­ce­do­res da XVI edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
GRANDE PRÉMIO DO FESTIVAL | Aquele que­rido mês de Agosto de Miguel Gomes
MELHOR LONGA-METRAGEM | Entre Os Dedos de Tiago Gue­des e Fre­de­rico Serra
MENÇÃO HONROSA | Good­night Irene de Paolo Mari­nou-Blanco
MELHOR CURTA-METRAGEM | Os Vigi­lan­tes de Antó­nio Gon­çal­ves e Ricardo Oli­veira
MELHOR ANIMAÇÃO | Cân­dido de Zepe
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Fala­mos De Antó­nio Cam­pos de Cata­rina Alves Costa
PRÉMIO REVELAÇÃO | Joana Cunha Fer­reira por Cora­ção Inde­pen­dente
Pré­mio júri FICC
PRÉMIO D. QUIJOTE
Gui­sado De Gali­nha de Joana Toste
MENÇÃO HONROSA | Corpo Todo de Pedro Sena Nunes
Pré­mio do Público – REN
A Corte Do Norte de João Bote­lho
Pré­mio Imprensa
Mulhe­res da Raia de Diana Gon­çal­ves.
MENÇÃO HONROSA | Fala­mos De Antó­nio Cam­pos de Cata­rina Alves Costa

Caminhos XV

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Ao longo das quinze edi­ções o Fes­ti­val pre­miou rea­li­za­do­res como: Manoel de Oli­veira, Lauro Antó­nio, João César Mon­teiro, Luís Filipe Rocha, Paulo Rocha, Antó­nio-Pedro Vas­con­ce­los, Fer­nando Lopes, Hen­ri­que Espí­rito Santo e Paulo Cam­braia, entre outros.
Ape­sar de todas as con­tra­ri­e­da­des, a orga­ni­za­ção dos Cami­nhos, vol­tou a alcan­çar o sucesso, na rea­li­za­ção de uma das acti­vi­da­des mai­o­res na divul­ga­ção da pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal, exi­bindo 40 fil­mes nas vária ses­sões com­pe­ti­ti­vas. Rea­li­za­ram-se tam­bém as ses­sões do Cinema Euro­peu, dedi­ca­das este ano à Holanda, ini­ci­a­tiva esta em cola­bo­ra­ção com o Lei­to­rado de Neer­lan­dês da Facul­dade de Letras da Uni­ver­si­dade de Coim­bra. Os Ensaios Visu­ais con­ti­nuam a divul­gar os tra­ba­lhos que as esco­las de cinema do país rea­li­za­ram.
Nesta edi­ção con­ti­nuou tam­bém a aposta na for­ma­ção, atra­vés da rea­li­za­ção de vários workshops, tais como Edi­ção Não Linear” e Como rea­li­zar uma Curta?

Ven­ce­do­res da XV edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
GRANDE PRÉMIO DO FESTIVAL | Deus não Quis de Antó­nio Fer­reira
MELHOR LONGA-METRAGEM | Daqui p’ra Frente de Cata­rina Ruivo
MELHOR CURTA-METRAGEM | Antes de Ama­nhã de Gon­çalo Gal­vão Teles
MELHOR ANIMAÇÃO | Ossudo de Júlio Alves
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Mulhe­res Traí­das de Miguel Mar­ques
Pré­mio Júri FICC
PRÉMIO D. QUIJOTE | Tóquio Porto 9 Horas de João Bro­chado
Pré­mio Imprensa
Deus não Quis de Antó­nio Fer­reira
Pré­mio do Público – REN
Dot​.Com de Luis Gal­vão Teles

Caminhos XIV

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XIV edi­ção do Fes­ti­val vol­tou com mais cinema por­tu­guês em todas as suas ver­ten­tes, con­ti­nu­ando a pro­mo­ver o melhor do cinema naci­o­nal. Com o intuito de con­ti­nuar a aposta nos mais jovens foram mos­tra­dos mais ensaios visu­ais, que asse­gu­ra­ram a con­ti­nu­a­ção deste legado. O cinema euro­peu vol­tou a estar pre­sente no fes­ti­val, vindo este ano de Itá­lia, e os mais peque­nos con­ti­nu­a­ram a ser encan­ta­dos nos Cami­nhos Juni­o­res.
Em para­lelo foram desen­vol­vi­das outras ati­vi­da­des, como são exem­plos os workshops Ani­ma­ção Tra­di­ci­o­nal” e Pro­du­ção de fil­mes”, e os coló­quios Cinema Por­tu­guês: Públi­cos e Futuro?”, Cinema e Revo­lu­ção” e Ani­ma­ção Tra­di­ci­o­nal vs Ani­ma­ção Digi­tal”.

Ven­ce­do­res da XIV edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
GRANDE PRÉMIO DO FESTIVAL | Transe de Teresa Vil­la­verde
MELHOR LONGA METRAGEM | Atrás das Nuvens de Jorge Quei­roga
MELHOR CURTA METRAGEM | O Cân­tico das Cri­a­tu­ras de Miguel Gomes
MELHOR ANIMAÇÃO | Stu­art de José Pedro Cava­lheiro
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Logo Existo de Graça Cas­ta­nheira
MENÇÕES HONROSAS | His­tó­ria Des­gra­çada de Elsa Bru­xe­las | Jan­tar em Lis­boa de André Car­ri­lho | Huma­nos – A Vida em Vari­a­ções de Antó­nio Fer­reira
PRÉMIO REVELAÇÃO | Hugo Vieira da Silva por Body Rice
Pré­mio Júri FICC
PRÉMIO D.QUIJOTE | A Minha Aldeia Já Não Mora Aqui de Cata­rina Mou­rão
Pré­mio Imprensa
Ainda há Pas­to­res? de Jorge Peli­cano
MENÇÃO HONROSA | Ope­rá­rio em Cons­tru­ção de Pedro Cano­ti­lho e Edu­ardo Nas­ci­mento
Pré­mio do Público – REN
Sui­cí­dio Enco­men­dado de Artur Serra Araújo
Pré­mio Arden­ter Ima­gine”
Lauro Antó­nio, rea­li­za­dor

Caminhos XIII

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Abril em Coim­bra foi mês de Cinema em Por­tu­guês, e este ano entre 19 de Abril e 1 de Maio, rea­li­zou-se mais uma edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês”, Fes­ti­val que já con­tava com XIII edi­ções rea­li­za­das e com uma impor­tân­cia refor­çada quer em ter­mos de pro­fis­si­o­nais do sec­tor, do público e de imprensa.O público exi­giu e, mais uma vez, o Fes­ti­val vol­tou com as acti­vi­da­des que já tem um his­to­rial no pro­grama: exi­bi­ção dos fil­mes por­tu­gue­ses do ano tran­sacto na Sec­ção Com­pe­ti­tiva e os, já muito espe­ra­dos, Workshops. Como com­ple­mento ao já refe­rido tra­jecto, o fes­ti­val teve o pra­zer de apre­sen­tar ao público, algu­mas acti­vi­da­des que se enten­diam como uma impor­tante mais-valia para o Fes­ti­val: os Cami­nhos do Cinema Euro­peu, este ano dedi­ca­dos ao Cinema Fran­cês; uma mos­tra de cinema expe­ri­men­tal inti­tu­lada Ensaios Visu­ais e ainda a II Feira do Livro e do Filme Por­tu­guês inte­grada na Feira do Livro de Coim­bra. Esta par­ti­ci­pa­ção per­mi­tiu alar­gar o leque de público e dar a conhe­cer a todos os que visi­ta­ram a Feira, o Cinema Por­tu­guês. Como já vinha sendo hábito da orga­ni­za­ção do Fes­ti­val, apos­tou-se nova­mente na for­ma­ção de novos públi­cos, cati­vando a aten­ção dos mais novos, atra­vés da cola­bo­ra­ção do Ulis­ses – Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Cinema e Tele­vi­são para Cri­an­ças, nas pes­soas de Fer­nando Mateus e Paulo Cam­braia. Durante as Ses­sões Espe­ci­ais para Esco­las, esti­ve­ram pre­sen­tes várias deze­nas de cri­an­ças, às quais se ten­tou incu­tir o gosto pela 7ª Arte, em espe­cial no Cinema Por­tu­guês.
Além de todas estes even­tos para­le­los, des­ta­cou-se ainda a par­ti­ci­pa­ção pela ter­ceira vez con­se­cu­tiva de uma repre­sen­ta­ção da Fede­ra­ção Inter­na­ci­o­nal de Cine­clu­bes – FICC, uma vez que esta era a sua única pre­sença em Fes­ti­vais de Cinema no nosso país.

Ven­ce­do­res da XIII edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
CATEGORIA PELÍCULA
MELHOR LONGA-METRAGEM | Coisa Ruim de Tiago Gue­des e Fre­de­rico Serra
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Falta-me de Cláu­dia Vare­jão
MELHOR ANIMAÇÃO | His­tó­ria Trá­gica com Final Feliz de Regina Pes­soa
CATEGORIA VÍDEO
MELHOR ANIMAÇÃO | His­tó­ria de Um Cara­melo de Pedro Mota Tei­xeira
MELHOR CURTA-METRAGEM | Uma Noite ao Acaso de Vic­tor Can­deias
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Docu­mento Boxe de Miguel Clara Vas­con­ce­los
CATEGORIA TV
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Laura de Graça Cas­ta­nheira
PRÉMIO CIDADE DE COIMBRA | Coisa Ruim de Tiago Gue­des e Fre­de­rico Serra
MELHOR FILME | Alice de Marco Mar­tins
PRÉMIO RUA LARGA | A Estrela de Antó­nio Duarte
MENÇÕES HONROSAS | Odete de João Pedro Rodri­gues | Menu de Joana Toste | Berço de Pedra de Val­de­mar San­tos | Uma Vida Nova de Nuno Pires | Carta de Cha­mada de Cris­tina Fer­reira Gomes
PRÉMIO REVELAÇÃO | Leo­nardo Simões em Cega Pai­xão
Pré­mio Júri FICC
PRÉMIO D.QUIJOTE | Uma Noite ao Acaso de Vic­tor Can­deias.
Pré­mio Imprensa
Falta-me de Cláu­dia Vare­jão.

Caminhos XII

Veja o Catá­logo!

XII edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês teve como objec­tivo dar visi­bi­li­dade aos tra­ba­lhos cri­a­dos, esti­mu­lar os pro­fis­si­o­nais ou ama­do­res da sétima arte e con­tri­buir não só para a afir­ma­ção do Fes­ti­val, mas tam­bém para levar à emer­gên­cia de novos valo­res e con­cei­tos da temá­tica em refe­rên­cia. Foi rea­li­zada nesta edi­ção do fes­ti­val a I Feira do Livro de Cinema e do Filme Por­tu­guês, o que atraiu uma grande vaga de visi­tan­tes, e de per­so­na­li­da­des rele­van­tes da comu­ni­dade ligada ao cinema da cidade de Coim­bra.

Ven­ce­do­res da XII edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
CATEGORIA DE PELÍCULA
MELHOR LONGA-METRAGEM | Noite Escura de João Canijo
MENÇÃO HONROSALONGA METRAGEM | Costa dos Mur­mú­rios de Mar­ga­rida Car­doso
MELHOR CURTA-METRAGEM | Pas­to­ral de José Barahona
MENÇÃO HONROSACURTA-METRAGEM | Perto de Pedro Pinho
CATEGORIA DE VÍDEO
MELHOR CURTA-METRAGEM | Apneia de Fer­nando Ama­ral
MELHOR DOCUMENTÁRIO VÍDEO | Se Podes Olhar, Vê. Se podes Ver, Repara de Rui Simões
MENÇÃO HONROSADOCUMENTÁRIO | A Uto­pia do Padre Hima­laya de Jorge Antó­nio
MELHOR ANIMAÇÃO VÍDEO | Sem Res­pi­rar de Pedro Brito
CATEGORIA TV
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Mar­ra­ben­tando, ou as His­tó­rias que a minha Gui­tarra Canta de Karen Boswall
PRÉMIO REVELAÇÃO | Anna de Palma por Sem Ela
Pré­mio Júri FICC
PRÉMIO D. QUIJOTE | O Outro lado do Arco-íris de Gon­çalo Gal­vão Teles
Pré­mio Imprensa
Noite Escura de João Canijo
MENÇÃO HONROSA | A Dama da Lapa de Joana Toste
Pré­mio do Público
MELHOR FILMECATEGORIA PELÍCULA | Kiss Me de Antó­nio da Cunha Tel­les
MELHOR FILMECATEGORIA VÍDEO | Moli de Ricardo Blanco
MELHOR FILMECATEGORIA TV | Mar­ra­ben­tando, ou as His­tó­rias que a minha Gui­tarra Canta de Karen Boswall
Pré­mio arden­ter ima­gine”
Antó­nio da Cunha Tel­les

Caminhos XI

Veja o Catá­logo!

XI Edi­ção do Fes­ti­val rea­li­zou-se de 1724 de Abril, tendo sido apre­sen­ta­dos 57 fil­mes a con­curso, entre lon­gas e cur­tas-metra­gens, docu­men­tá­rios e ani­ma­ções, tanto em pelí­cula como em vídeo. Foi esta a pri­meira edi­ção que con­tou com a pre­sença de um Júri Inter­na­ci­o­nal da FICC – Fede­ra­ção Inter­na­ci­o­nal de Cine­clu­bes. Este ano carac­te­ri­zou-se tam­bém pela rea­li­za­ção de ses­sões espe­ci­ais gra­tui­tas para esco­las do Ensino Básico, em cola­bo­ra­ção com a Casa da Ani­ma­ção no Porto, com a exi­bi­ção de 23 fil­mes de ani­ma­ção por­tu­gue­ses.
Várias esco­las ade­ri­ram a esta ini­ci­a­tiva, e às 423 cri­an­ças par­ti­cu­lar­mente entu­si­as­ma­das que se ins­ta­la­ram na sala de exi­bi­ção, foram pro­por­ci­o­na­dos alguns minu­tos de pura magia. Espe­rava-se desta forma incu­tir entre os mais novos a curi­o­si­dade e inte­resse pela 7 ª Arte. Regres­sam neste ano os Cami­nhos do Cinema Euro­peu, com o objec­tivo de o público por­tu­guês se for­mar e estar ao cor­rente do que de melhor se fazia nas cine­ma­to­gra­fias vizi­nhas. Nesta sec­ção foi apre­sen­tada uma mos­tra de fil­mes da Galiza – Espa­nha, com as suas últi­mas pro­du­ções mais repre­sen­ta­ti­vas, nunca antes exi­bi­das em Por­tu­gal. Alguns epi­só­dios da série Desin­qui­e­ta­ções”, da auto­ria do vete­rano Mário Neves, foram apre­sen­ta­dos em estreia abso­luta, neste ano em Coim­bra. Os tra­ba­lhos desta série cons­ti­tuída por 32 epi­só­dios de 40 segun­dos, tinham sido ini­ci­a­dos em 1992 mas inter­rom­pi­dos por moti­vos de saúde e reto­ma­dos entre­tanto em 2003 pelo filho, Mário Jorge Neves.
Foi feita tam­bém uma mos­tra de Cinema Alter­na­tivo – Con­tra-Cor­rente – que se dedi­cou a áreas cir­cun­dan­tes do cinema (género expe­ri­men­tal), com fil­mes que con­vi­da­vam o espec­ta­dor a desa­fiar ou ques­ti­o­nar o audi­o­vi­sual. Rea­li­zou-se uma expo­si­ção – Máqui­nas – em locais onde os tran­seun­tes eram atraí­dos, num pri­meiro plano, para a expo­si­ção em si pró­pria, e num segundo plano para o Fes­ti­val e para a causa que é o cinema por­tu­guês. Esta expo­si­ção foi efec­tu­ada em cola­bo­ra­ção com a Cine­mate, e foi cons­ti­tuída por um espó­lio alu­sivo à cine­ma­to­gra­fia por­tu­guesa.
Final­mente, con­ti­nu­ando a aposta na for­ma­ção, foram rea­li­za­dos vários workshops, tais como: Ani­ma­ção, Edi­ção Não-Linear, Pro­du­ção Cine­ma­to­grá­fica, 3D Stu­dio Maxe e Intro­du­ção às Téc­ni­cas Audi­o­vi­su­ais.

Ven­ce­do­res da XI edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
CATEGORIA DE PELÍCULA
MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO | Os Imor­tais de Antó­nio-Pedro Vas­con­ce­los
MELHOR CURTA-METRAGEM DE FICÇÃO | Part Time de Jorge Quei­roga
MENÇÃO HONROSA | Xavier de Manuel Mozos
CATEORIA DE VÍDEO
MELHOR CURTA-METRAGEM DE FICÇÃO | Dia de Feira de Marta Pes­soa
MELHOR ANIMAÇÃO | O Zé dos Pás­sa­ros de Sil­vino Fer­nan­des e Paulo Sousa
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Um Qua­dro de Rosas de Miguel Ribeiro
CATEGORIA TV | Outras Fra­ses de Jorge Antó­nio
PRÉMIO REVELAÇÃO | Daqui p’ra Ale­gria de Jeanne Waltz
Pré­mio Júri FICC
PRÉMIO D. QUIJOTE | Entre Duas Ter­ras de Muriel Jaque­rod e Edu­ardo Saraiva Pereira
MENÇÃO HONROSA | Beijo de Ana Mar­ga­rida Cunha
Pré­mio Imprensa
A Pas­sa­gem da Noite de Luís Filipe Rocha
MENÇÕES HONROSAS | Xavier de Manuel Mozos | I’ll See You in my Dre­ams de Miguel Angél Vivas
Pré­mio do Público
Os Imor­tais de Antó­nio Pedro Vas­con­ce­los

Caminhos X

Veja o Catá­logo!

Rea­li­zou-se neste ano a décima edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e a Orga­ni­za­ção do Fes­ti­val apre­sen­tou o lan­ça­mento de um carimbo come­mo­ra­tivo alu­sivo à X edi­ção do Fes­ti­val. Esta ini­ci­a­tiva ocor­reu com a cola­bo­ra­ção da Sec­ção de Fila­te­lia da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra e com o apoio dos Cor­reios de Por­tu­gal, com a aber­tura de um posto de cor­reios na sala de exi­bi­ções onde os inte­res­sa­dos pude­ram obter os selos com o carimbo come­mo­ra­tivo espe­ci­al­mente ela­bo­rado para o Fes­ti­val.
Neste ano fes­te­ja­vam-se os 80 Anos de Ani­ma­ção em Por­tu­gal e o Fes­ti­val não dei­xou pas­sar em claro a cele­bra­ção do nas­ci­mento da Ani­ma­ção no nosso país. Assim, foi exi­bido aquele que é hoje con­si­de­rado o pri­meiro filme de ani­ma­ção por­tu­guês, estre­ado a 25 de Janeiro de 1923 no Eden-Tea­tro em Lis­boa, O Pesa­delo de Antó­nio Maria”, pro­du­zido e rea­li­zado por Joa­quim Guer­reiro, segundo a téc­nica de dese­nho sobre papel.
Para além da exi­bi­ção dos fil­mes a con­curso, esta edi­ção rea­li­zou ses­sões espe­ci­ais e gra­tui­tas para esco­las secun­dá­rias, fomen­tando, desta forma, o inte­resse pelo Cinema Por­tu­guês entre as cama­das mais jovens.
Esta décima edi­ção ficou tam­bém mar­cada por uma nova divi­são de cate­go­rias: Pelí­cula, Vídeo e Tele­vi­são.

Ven­ce­do­res da X edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
CATEGORIA DE PELÍCULA
MELHOR LONGA METRAGEM DE FICÇÃO | Nha Fala de Flora Gomes
MELHOR CURTA METRAGEM DE FICÇÃO | A Cos­tu­reira que Engo­liu um Alfi­nete de Rita Palma
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Onde Jaz o Teu Sor­riso de Pedro Costa
CATEGORIA DE VIDEO
MELHOR LONGA METRAGEM | Entre Muros de João Ribeiro e José Filipe Costa
MELHOR CURTA METRAGEM | Hoje Foi Ama­nhã de Ricardo Qua­resma Vie­ria
MELHOR ANIMAÇÃO | As Coi­sas Lá de Casa de José Miguel Ribeiro
CATEGORIA TV
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Kuxa Kanema – O Nas­ci­mento do Cinema de Mar­ga­rida Car­doso
PRÉMIO REVELAÇÃO | Esquece Tudo o que te Disse de Antó­nio Fer­reira
MENÇÕES HONROSAS | Apa­re­lho Voa­dor a Baixa Alti­tude de Sol­veig Nor­dlund | 14 de Feve­reiro de Fer­nando Ven­drell | Tudo Con­ti­nua Até ao Dia em que Pára de Elsa Bru­xe­las | Dois Diá­rios e um Azu­lejo de Afonso Cruz, Luís Alvo­eiro e Jorge Mar­ga­rido | Um Desejo do Céu – Pärnu 2001/​O Que é Que Eles Deve­riam Ter Feito? /​Os Olhos de Gulay Cab­bar de Rui Simões
Pré­mio Imprensa
Esquece Tudo o Que Te Disse de Antó­nio Fer­reira
MENÇÃO HONROSA | Inter­ro­ga­tó­rio Legal de Miguel Ribeiro

Caminhos IX

Veja o Catá­logo!

Cerca de setenta fil­mes, nos mais diver­sos for­ma­tos, foram exi­bi­dos na IX edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Des­ta­cou-se tam­bém nesta edi­ção a con­tí­nua aposta na for­ma­ção, com a rea­li­za­ção de workshops e cur­sos, cujo número de inte­res­sa­dos aumen­tava ano após ano. Houve tam­bém espaço para uma nova ini­ci­a­tiva, um ciclo de cinema Eslo­vaco, inse­rido nos Cami­nhos do Cinema Euro­peu. Visto esta edi­ção do fes­ti­val englo­bar uma data tão impor­tante para a his­tó­ria do nosso país foi feita uma retros­pec­tiva – Cinema da Revo­lu­ção” dedi­cado ao 25 de Abril de 1974, na qual foram exi­bi­dos fil­mes tais como: “25 Anos – O Che­gar da Liber­dade” de Sér­gio Tré­faut e E Depois de Abril” de Jorge Pai­xão da Costa, entre outros. Para com­ple­tar o leque de acti­vi­da­des, foi orga­ni­zada uma expo­si­ção foto­grá­fica dedi­cada ao cinema, onde o des­per­dí­cio celu­lói­dico” foi o mate­rial uti­li­zado.

Ven­ce­do­res da IX edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
CATEGORIA DE PELÍCULA
MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO | Ganhar a Vida de João Canijo
MELHOR CURTA-METRAGEM DE FICÇÃO | Black & White de Daniel Blau­fuks
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Porto da Minha Infân­cia de Manoel de Oli­veira
CATEGORIA DE VIDEO
MELHOR CURTA-METRAGEM DE FICÇÃO | O Número que Mar­cou não se Encon­tra Atri­buído de Antó­nio Duarte
MELHOR ANIMAÇÃO | Coi­sas e Loi­ças de San­dra San­tos
MELHOR DOCUMENTÁRIO | A Foto­gra­fia Ras­gada de José Vieira
PRÉMIO REVELAÇÃO
DOCUMENTÁRIO | Mulhe­res ao Mar de Cris­tina F. Gomes
MENÇÃO HONROSA | Tele­fona-me! de Fre­de­rico Corado
Pré­mio do Público
CATEGORIA DE PELÍCULA | Novo Mundo de Jorge Neves e Antó­nio Antu­nes
CATEGORIA DE VÍDEO | Outu­bro de Graça Cas­ta­nheira
Pré­mio Arden­ter Ima­gine”
Paulo Branco

Caminhos VIII

Veja o Catá­logo!

O Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês atin­giu na sua oitava edi­ção a defi­ni­tiva con­sa­gra­ção. Con­se­guindo a sua maior pro­jec­ção até à data, afir­mou-se como um espaço de debate, divul­ga­ção do que em Por­tu­gal de melhor se fazia no meio cine­ma­to­grá­fico. Entre 31 de Março e 7 de Abril de 2001 foram pro­je­ta­dos cerca de ses­senta fil­mes, facto este que cons­ti­tuiu, sem som­bra de dúvida, prova da vita­li­dade da cine­ma­to­gra­fia por­tu­guesa.
O espaço dedi­cado ao vídeo abriu-se cons­ti­tuindo-se cinco ses­sões com­pe­ti­ti­vas. Atra­vés desta acção, demar­cou-se para o futuro a hipó­tese de outros cri­a­do­res, sem meios, pode­rem ver as suas obras difun­di­das. A des­ta­car existe tam­bém a grande aposta feita na for­ma­ção. A aber­tura pela pri­meira vez deste espaço com a rea­li­za­ção de seis ações de for­ma­ção trouxe ao encon­tro do fes­ti­val cen­te­nas de pes­soas, que se tor­na­ram parte ativa no evento.

Ven­ce­do­res da VIII edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
CATEGORIA DE PELÍCULA
MELHOR LONGA METRAGEM | Peixe Lua de José Álvaro Morais
MELHOR CURTA METRAGEM | O Pas­seio de Cris­tina Hau­ser
MELHOR ANIMAÇÃO | Clan­des­tino de Ali Feijó
CATEGORIA DE VÍDEO
MELHOR ANIMAÇÃO | Frag­men­tos de Sal de Cris­tina Tei­xeira | Cof Cof de José Pedro Cava­lheiro
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Com quase Nada de Car­los Bar­roco
PRÉMIO REVELAÇÃO | Con­tra Ritmo de João Figuei­ras
Pré­mio do Público
CATEGORIA DE VÍDEO | 25 de Abril – Uma Aven­tura para a Demo­cra­cia de Edgar Pêra
CATEGORIA PELÍCULA | Clan­des­tino de Ali Feijó
Pré­mio Arden­ter Ima­gine”
Ali Feijó
Pré­mio Imprensa
No Quarto de Vanda de Pedro Costa

Caminhos VII

No ano 2000, o Fes­ti­val con­ti­nuou a ser o único evento cine­ma­to­grá­fico exclu­si­va­mente dedi­cado ao cinema naci­o­nal. Esta edi­ção con­tou, pela pri­meira vez, com obras em for­mato de vídeo (Beta­cam) a con­curso. O inte­resse pela dis­cus­são e con­tacto pró­ximo com os inter­ve­ni­en­tes na fei­tura do nosso cinema e o público por­tu­guês, gerou a von­tade de pro­mo­ver coló­quios (Docu­men­tá­rio, Pro­du­ção e Ani­ma­ção) e de fazer os pos­sí­veis para que todos os fil­mes trou­xes­sem con­sigo o seu rea­li­za­dor, pro­du­tor e pro­ta­go­nis­tas.
A atri­bui­ção do Pré­mio Arden­ter Ima­gine man­teve-se firme nos seus obje­ti­vos – aplau­dir publi­ca­mente um pro­fis­si­o­nal do cinema naci­o­nal, cuja car­reira tivesse enri­que­cido silen­ci­o­sa­mente a nossa cine­ma­to­gra­fia.
O Cami­nhos con­ti­nu­a­ria a con­tri­buir para a divul­ga­ção e exi­bi­ção de todos os fil­mes por­tu­gue­ses, pren­dendo a par­ti­ci­pa­ção do público, jun­ta­mente com todos aque­les que tra­ba­lham do outro lado da tela. Con­ti­nuou assim a con­tri­buir-se para a des­co­berta de novos talen­tos e para que Coim­bra con­ti­nu­asse a ver e a viver o cinema por­tu­guês.

Ven­ce­do­res da VII edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
PRÉMIOS CATEGORIA PELÍCULA
MELHOR ANIMAÇÃO | A Sus­peita de José Miguel Ribeiro
MELHOR CURTA METRAGEM | Cine­ma­a­mor de Jacinto Lucas Pires
MELHOR LONGA METRAGEM | Mal de Alberto Sei­xas San­tos
PRÉMIOS CATEGORIA VIDEO
MELHOR ANIMAÇÃO | Sin­to­nia Incom­pleta de Mário Jorge da Silva Neves
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Ultra­mar de João Gar­ção Bor­ges
MELHOR CURTA METRAGEM | Xeque-mate de Pedro Bap­tista
Pré­mios do Público
CATEGORIA PELÍCULA
MELHOR ANIMAÇÃO | A Sus­peita de José Miguel Ribeiro
MELHOR CURTA METRAGEM | Entre Nós de Mar­ga­rida Car­doso
MELHOR LONGA METRAGEM | Jaime de Antó­nio Pedro Vas­con­ce­los
PRÉMIOS CATEGORIA VIDEO
MELHOR ANIMAÇÃO | Sin­to­nia Incom­pleta de Mário Jorge da Silva Neves
MELHOR DOCUMENTÁRIO | Outros Bair­ros de Inês Gon­çal­ves, Kilu­ange Liber­dade e Vasco Pimen­tel
MELHOR CURTA METRAGEM | Xeque-mate de Pedro Bap­tista
Pré­mio Arden­ter Ima­gine”
Acá­cio de Almeida
Pré­mio Imprensa
Kuzz de José Pedro Sousa

Caminhos VI

Em 1999, na VI edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, o Fes­ti­val con­se­guiu uma grande pro­jec­ção e, deste modo, a cidade de Coim­bra ren­deu-se ao Cinema Naci­o­nal. Esta afir­ma­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês deu-se essen­ci­al­mente devido a uma série de fac­to­res, tais como a cons­ti­tui­ção de um Júri Ofi­cial, do qual resul­tou a atri­bui­ção dos Pré­mios Ofi­ci­ais, a atri­bui­ção dos Pré­mios do Público, a pre­sença de um grande número de cine­as­tas, pro­du­to­res e acto­res, o apoio das prin­ci­pais enti­da­des públi­cas da cidade de Coim­bra e das enti­da­des gover­na­men­tais mais direc­ta­mente voca­ci­o­na­das para o efeito e o público que se con­se­guiu atrair. Foram ainda orga­ni­za­dos três coló­quios subor­di­na­dos aos temas: As Mulhe­res que fazem cinema em Por­tu­gal”; Como vai a nossa dis­tri­bui­ção?” e ainda Como se pro­du­zem os nos­sos talen­tos.

Ven­ce­do­res da VI edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
MELHOR CURTA METRAGEM | O que foi? de Ivo Fer­reira
MELHOR DOCUMENTÁRIO | O Homem da Bici­cleta de Antó­nio Pedro e Ivo Fer­reira
MELHOR LONGA METRAGEM | Longe da Vista de João Mário Grilo
MELHOR CURTA METRAGEM DE ANIMAÇÃO | A Noite Chei­rava Mal de Paulo d’Alva
Pré­mios do Público
MELHOR CURTA METRAGEM | A Noite Chei­rava Mal de Paulo d’Alva
MELHOR LONGA METRAGEM | A Som­bra dos Abu­tres de Leo­nel Vieira
Pré­mio Arden­ter Ima­gine”
Rosi Bur­guete
Pré­mio Imprensa
Quando Tro­veja de Manuel Mozos

Caminhos V


A quinta edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês carac­te­ri­zou-se pela sua afir­ma­ção como ver­da­deiro Fes­ti­val de Cinema. Nesta edi­ção do Fes­ti­val foram atri­buí­dos pela pri­meira vez pré­mios com a cons­ti­tui­ção de um Júri Ofi­cial e com a aus­cul­ta­ção do Público. Foi orga­ni­zado um coló­quio subor­di­nado ao tema Que Pro­du­ção para os Fil­mes Por­tu­gue­ses?” com Nel­son Pereira dos San­tos, Car­los da Silva, Rosi Bur­guette, José Mazeda, Antó­nia Sea­bra e José Fon­seca e Costa. Rea­li­zou-se tam­bém o coló­quio inti­tu­lado A Influên­cia da Crí­tica no Público Por­tu­guês”, mode­rado pelo Dr. Antó­nio Pedro Pita, com Miguel Gomes e Lara Mar­ques Pereira.

Ven­ce­do­res da V edi­ção:
Pré­mios Júri Ofi­cial
MELHOR LONGA METRAGEM | Le Bas­sin de JW de João César Mon­teiro
MELHOR CURTA METRAGEM | O que te quero de Jeanne Waltz
Pré­mios do Público
MELHOR LONGA METRAGEM | Elas de Luís Gal­vão Teles
MELHOR CURTA METRAGEM | Menos 9 de Rita Nunes
Pré­mio Arden­ter Ima­gine”
Pedro Ban­deira Freire

Caminhos IV

Reco­nhe­cido pela pri­meira vez como um evento de mani­festo inte­resse cul­tu­ral”, os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês afir­mam-se como o único Fes­ti­val de Cinema Por­tu­guês. Após sete anos de inter­rup­ção, a IV edi­ção, outrora Mos­tra, agora Fes­ti­val, deu des­ta­que a toda a pro­du­ção naci­o­nal, sem­pre com o intuito de dar a conhe­cer obras muito pouco divul­ga­das e até iné­di­tas junto do grande público.
Foram exi­bi­dos mais de cin­quenta fil­mes e rea­li­za­ram-se três semi­ná­rios: Pro­jec­ci­o­nismo, Gui­o­nismo e Vídeo. Outra novi­dade nesta edi­ção foi a atri­bui­ção, pela pri­meira vez, de um Pré­mio – Arden­ter Ima­gine – que visava reco­nhe­cer o tra­ba­lho feito em prol do Cinema Por­tu­guês. Este pré­mio foi atri­buído a Antó­nio Escu­deiro, direc­tor de foto­gra­fia de vários fil­mes por­tu­gue­ses.

Ven­ce­do­res da IV edi­ção:
Pré­mio arden­ter ima­gine”
Antó­nio Escu­deiro, direc­tor de foto­gra­fia

Caminhos III


Rea­li­zou-se, em 1990, a III edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que até esse mesmo ano (inclu­sive) era uni­ca­mente uma Mos­tra de Cinema Por­tu­guês. Esta edi­ção baseou-se essen­ci­al­mente em três temá­ti­cas do cinema: O Docu­mento, o Texto e o Ima­gi­ná­rio. Den­tro do pri­meiro tema, foram pro­jec­ta­dos fil­mes como Trás-os-Mon­tes” de Antó­nio Reis e Mar­ga­rida Mar­tins Cor­deiro, Belar­mino” de Fer­nando Lopes e A Fuga” de Luís Filipe Rocha. Den­tro do tema Texto foram pro­jec­ta­dos os fil­mes Amor de Per­di­ção” de Manoel de Oli­veira, Con­versa Aca­bada” de João Bote­lho e Cró­nica dos Bons Malan­dros” de Fer­nando Lopes. Por fim, den­tro do Ima­gi­ná­rio foram pro­jec­ta­dos fil­mes como Os Ver­des Anos” de Paulo Rocha, Um Adeus Por­tu­guês” de João Bote­lho, entre mui­tos outros.

Caminhos II


Durante uma semana, esteve em exi­bi­ção nesta edi­ção, uma pequena parte do cinema rea­li­zado em Por­tu­gal desde 1975 até ao momento. Desta mos­tra fize­ram parte alguns rea­li­za­do­res de renome, assim como novos rea­li­za­do­res, tais como Luís Vidal Lopes e Vítor Gon­çal­ves. Pas­sou-se tam­bém pelo cinema inde­pen­dente e pes­soal de Sague­nail e ainda Antó­nio-Pedro Vas­con­ce­los e Fer­nando Lopes, entre outros.

Caminhos I


O pro­jecto do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” nasce em 1988 na sequên­cia do Curso de Verão, com o nome homó­nimo, que a Sala de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Facul­dade de Letras da Uni­ver­si­dade de Coim­bra minis­trava para estran­gei­ros e que se cons­ti­tuía como uma espé­cie de com­ple­mento às ses­sões teó­ri­cas para o visi­o­na­mento de fil­mes. Rea­li­zou-se então a pri­meira edi­ção da Mos­tra de Cinema Por­tu­guês, orga­ni­zada à data entre a Facul­dade de Letras da Uni­ver­si­dade de Coim­bra e o Cen­tro de Estu­dos Cinematográficos/​AAC. Esta Mos­tra foi evo­luindo, tor­nando-se mais tarde no Fes­ti­val que pro­jecta a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal. O pro­grama desta pri­meira edi­ção con­tou com obras de rea­li­za­do­res con­sa­gra­dos, tais como Paulo Rocha, Luís Filipe Rocha, João César Mon­teiro e o incon­tor­ná­vel Manoel de Oli­veira.