Voluntariado

Coim­bra, cidade do conhe­ci­mento e patri­mó­nio da UNESCO, é tam­bém uma cidade de cul­tura. Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês dão o seu con­tri­buto a tudo isto, sendo o Volun­ta­ri­ado uma parte fun­da­men­tal para que, ano após ano, seja asse­gu­rada a con­ti­nui­dade do fes­ti­val.

Junta-te a nós em Coim­bra e/​ou Lei­ria, numa área do teu inte­resse, e aprende coi­sas novas, des­co­brindo, em simul­tâ­neo, um novo lado do fes­ti­val e do cinema por­tu­guês.

As áreas a des­ta­car vão da Pro­du­ção das várias sec­ções com­pe­ti­ti­vas (Sele­ção Cami­nhos, Sele­ção Ensaios), ao Acom­pa­nha­mento dos Cami­nhos Mun­di­ais e dos Cami­nhos Juni­o­res e Seni­o­res, à orga­ni­za­ção do III Sim­pó­sio Fusões no Cinema”, à Cura­do­ria de Expo­si­ções, ao Aco­lhi­mento de Con­vi­da­dos, à Logís­tica, à Asses­so­ria de Imprensa e Comu­ni­ca­ção, à Tra­du­ção de Tex­tos, e ainda às áreas de Infor­má­tica, Design, Mar­ke­ting, Vídeo-Repor­ta­gem e Foto­gra­fia.

Ofe­re­ce­mos Ali­men­ta­ção + Seguro de Aci­den­tes Pes­so­ais.

Vem caminhar connosco!

Palavras sobre o projeto

  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, uma mon­tra anual da mais recente pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa, que durante uma semana trans­forma a cidade de Coim­bra num ponto de encon­tro e cele­bra­ção entre os cri­a­do­res e o seu público. Os cami­nhos são vari­a­dos, mas o des­tino pode ser resu­mido a um obje­tivo único, o da pro­mo­ção do cinema por­tu­guês, não somente atra­vés da sua exi­bi­ção, mas tam­bém de novos tri­lhos, o do estí­mulo da inves­ti­ga­ção e o da pro­posta de um ser­viço edu­ca­tivo.

    Filo­mena Ser­ras Pereira, Pre­si­dente do Con­se­lho Dire­tivo do ICA (2016)
  • Pro­je­tos como o Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” são for­mas dife­ren­tes e ori­gi­nais de tra­ba­lhar os ter­ri­tó­rios, dando-lhes ainda mais ati­vos na mis­são de atra­ção de visitantes/​turistas. Em mui­tos casos, dando-lhes uma nova vida, uma nova dinâ­mica. Desta forma, dão o seu con­tri­buto na estru­tu­ra­ção do Turismo Cul­tu­ral, de pes­soas que visi­tam os des­ti­nos com este pro­pó­sito: de expe­ri­men­tar, de se emo­ci­o­nar, de apren­der, de conhe­cer e, no final, evo­luir.

    Pedro Machado, Pre­si­dente da E.R. de Turismo do Cen­tro de Por­tu­gal (2016)
  • Pode­mos dizer que [Os Cami­nhos] é um fes­ti­val de resis­tên­cia, feito por resis­ten­tes. Um fes­ti­val ao qual tan­tas vezes vati­ci­na­ram o seu fim e outras tan­tas vezes se ergueu, orgu­lhoso do tra­ba­lho feito e com os olhos pos­tos no que ainda falta fazer. Quem acom­pa­nha há déca­das os Cami­nhos sabe o quanto evo­luiu e quanto sacri­fí­cio foi posto em cada tarefa, em cada desa­fio.

    Só isso bas­ta­ria para o clas­si­fi­car de impres­cin­dí­vel, mas ele é-o desde a pri­meira hora pois assu­miu uma mis­são de defesa e divul­ga­ção do Cinema Por­tu­guês, um fes­ti­val que, neste país durante tan­tos anos de cos­tas vol­ta­das para o seu pró­prio Cinema, pou­cos arris­ca­riam rea­li­zar há 22 anos atrás.

    Paulo Mar­tins, Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes (2016)
  • Acre­di­ta­mos que a aposta na demo­cra­ti­za­ção do acesso à arte e a for­ma­ção de novos públi­cos é a receita certa para a cri­a­ção de con­di­ções de sus­ten­ta­bi­li­dade da pro­du­ção cul­tu­ral e para que esta se afirme, nas suas diver­sas expres­sões, como um pilar estru­tu­rante de uma soci­e­dade moderna, culta, tole­rante e soli­dá­ria.

    Acre­di­ta­mos que este fes­ti­val, pela dimen­são e filo­so­fia que assume, con­tri­bui tam­bém para a aber­tura de novos cami­nhos ao cinema por­tu­guês, que vive um momento par­ti­cu­lar­mente feliz, com a afir­ma­ção de novos valo­res, com mere­cido reco­nhe­ci­mento naci­o­nal e inter­na­ci­o­nal.

    A rea­li­za­ção deste impor­tante evento, com âncora em Coim­bra e que agora se estende a Lei­ria, é igual­mente prova de que há cul­tura para além dos gran­des cen­tros e exem­plar do enge­nho que os agen­tes cul­tu­rais locais têm demons­trado para ultra­pas­sar as difi­cul­da­des orça­men­tais no país, par­ti­cu­lar­mente sen­sí­veis neste domí­nio.

    Gon­çalo Lopes, Vice-Pre­si­dente e Vere­a­dor da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Lei­ria (2016)
  • Durante uma semana, serão exi­bi­das, na cidade dos estu­dan­tes, obras em por­tu­guês de exce­lente qua­li­dade, num diá­logo per­ma­nente entre pro­fis­si­o­nais e público, resul­tando numa diver­si­dade de ima­gens, sons, temas e his­tó­rias que tor­nam este cer­tame único em Por­tu­gal. A Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra dá assim as boas-vin­das a todos os par­ti­ci­pan­tes da XXII edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. É um pri­vi­lé­gio rece­ber este evento que tem, ao longo dos anos, pres­ti­gi­ado e valo­ri­zado a cidade de Coim­bra.

    Carina Gomes, Vere­a­dora da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra (2016)
  • (…)O acesso à cul­tura e a divul­ga­ção das artes depen­dem das polí­ti­cas públi­cas, mas não fun­ci­o­nam sem a ini­ci­a­tiva dos agen­tes e das asso­ci­a­ções cul­tu­rais. É gra­ças a esse espí­rito de ini­ci­a­tiva que o Direito à Cul­tura chega aos ter­ri­tó­rios e às pes­soas. Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são uma des­sas ini­ci­a­ti­vas da soci­e­dade civil, que há já mais de vinte anos leva a arte cine­ma­to­grá­fica a Coim­bra. Por isso faço ques­tão de dei­xar aqui, nesta breve men­sa­gem, o meu reco­nhe­ci­mento público.

    Edu­ardo Ferro Rodri­gues, Sua Exce­lên­cia O Pre­si­dente da Assem­bleia da Repú­blica (2016)
  • Na 22ª edi­ção, o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem sabido acom­pa­nhar a ener­gia e a qua­li­dade que têm mar­cado a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal. Ano após ano, Coim­bra torna-se palco de um evento que cum­pre aquele que é hoje um desa­fio e um obje­tivo das polí­ti­cas cul­tu­rais: demo­cra­ti­zar o acesso à cul­tura, dese­nhando pro­gra­mas para a cap­ta­ção de novos públi­cos. A pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa é cada vez mais reco­nhe­cida inter­na­ci­o­nal­mente mas aos Cami­nhos do Cinema che­gam não só as obras que já fize­ram per­curso pelos diver­sos fes­ti­vais, mas tam­bém os fil­mes de jovens rea­li­za­do­res, tanto por­tu­gue­ses, como estran­gei­ros, numa pro­gra­ma­ção de ser­viço público, ao espec­ta­dor e ao autor.

    Luís Cas­tro Men­des, Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura (2016)
  • (…) O papel dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês é de uma enorme impor­tân­cia na divul­ga­ção e no reco­nhe­ci­mento da sétima arte que se faz no país. Ou, se qui­ser­mos, cru­cial para um melhor conhe­ci­mento d’“A Gló­ria de fazer cinema em Por­tu­gal”, título rou­bado a uma curta metra­gem pre­mi­ada em 2015 pelo fes­ti­val ao qual dedico estas linhas, e que remete para uma carta de José Régio escrita ao amigo Alberto Serpa. Nela, o escri­tor alude ao emprés­timo ou alu­guer de uma máquina pro­di­gi­osa para que o grupo dos Ultra (fun­dado, pre­ci­sa­mente, em Coim­bra) pudesse tam­bém expe­ri­men­tar a lin­gua­gem cine­ma­to­grá­fica, tendo como con­di­ção sine qua non das nos­sas pri­mei­ras expe­ri­ên­cias” a pre­sença da dita máquina, pelo menos durante um ano, em Coim­bra. [as coi­sas que se sabem gra­ças a’Os Cami­nhos…]

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são, afi­nal, uma cele­bra­ção que resiste – como outros hon­ro­sos exem­plos em Por­tu­gal – às tem­pes­ta­des mag­né­ti­cas no pano­rama cul­tu­ral do país, e que cons­ti­tuem uma opor­tu­ni­dade para conhe­cer a com­po­si­ção, tecida de tan­tos fios, elé­tri­cos ou não, do cinema por­tu­guês.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2016)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que se rea­li­zam anu­al­mente em Coim­bra, são, por con­se­guinte, uma opor­tu­ni­dade exem­plar para infor­ma­ção e for­ma­ção de públi­cos que, naquela cidade, já se habi­tu­a­ram a assis­tir à pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa mais recente. 

    A orga­ni­za­ção deste acon­te­ci­mento tem tido ainda o cui­dado de pre­pa­rar ciclos dedi­ca­dos aos auto­res, artis­tas, téc­ni­cos ou cor­ren­tes que, no pas­sado ou mais recen­te­mente, pers­pec­ti­vam a evo­lu­ção de ten­dên­cias ou reve­lam face­tas menos divul­ga­das do nosso cinema, con­tri­buido assim para a sua his­tó­ria viva.

    Pedro Pas­sos Coe­lho, Pri­meiro Minis­tro do Governo de Por­tu­gal (2014)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês têm uma impor­tân­cia fun­da­men­tal na divul­ga­ção dos fil­mes naci­o­nais pro­du­zi­dos nos anos mais recen­tes.

    Sendo Coim­bra uma cidade que con­voca várias siner­gias, uma vez que tem uma popu­la­ção estu­dan­til sig­ni­fi­ca­tiva e se situa no cen­tro geo­grá­fico do país, é o lugar pri­vi­le­gi­ado para este encon­tro anual da cul­tura cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal e, por con­se­guinte, de con­fra­ter­ni­za­ção dos cri­a­do­res com o público já fide­li­zado.

    Jorge Bar­reto Xavier, Secre­tá­rio de Estado da Cul­tura (2014)
  • Saúdo com muita satis­fa­ção o regresso do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Português,depois de um ano de inter­regno. O cinema pre­cisa desta opor­tu­ni­dade para se mostrar,e os cida­dãos pre­ci­sam de poder dele des­fru­tar neste evento, par­ti­cu­lar­mente perante a retra­ção dos cir­cui­tos de exi­bi­ção comer­cial.

    João Gabriel Silva, Mag­ní­fico Rei­tor da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2014)
  • Pro­por­ci­o­nar este ponto de encon­tro entre pes­soas e cul­tu­ras que têm em comum dois patri­mó­nios – a lín­gua por­tu­guesa e, claro, o cinema – é um dos gran­des pre­sen­tes que os Cami­nhos pro­por­ci­o­nam a Coim­bra.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2014)
  • O Ins­ti­tuto do Cinema e do Audi­o­vi­sual, empe­nhado em pros­se­guir um desíg­nio de divul­ga­ção da pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal, con­gra­tula-se com mais uma edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, esti­mando que cons­ti­tua um êxito para a orga­ni­za­ção e para o público.

    Filo­mena Ser­ras Pereira, Pre­si­dente do Con­se­lho Dire­tivo do Ins­ti­tuto do Cinema e do Audi­o­vi­sual, I.P. (2014)
  • O Fes­ti­val (…) é um exem­plo do papel vital que os cine­clu­bes desem­pe­nham na pro­mo­ção do cinema naci­o­nal. A acti­vi­dade cine­clu­bís­tica, quer no âmbito das suas ses­sões regu­la­res, quer na orga­ni­za­ção e rea­li­za­ção de fes­ti­vais, como o caso do Cami­nhos, apro­xima o cinema naci­o­nal do público, con­tri­buindo de forma fun­da­men­tal para a for­ma­ção de públi­cos e para a dimi­nui­ção dos dese­qui­lí­brios ter­ri­to­ri­ais na dis­tri­bui­ção das salas de cinema.

    Nata­cha Moreira, Pre­si­dente da Direc­ção da Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes (2014)
  • Do cine­ma­tó­grafo à era digi­tal, do cinema clás­sico à esté­tica con­tem­po­râ­nea, o fas­cí­nio pela ima­gem ani­mada per­ma­nece inal­te­rado. Assim como sub­siste a cer­teza do valor cine­ma­to­grá­fico ine­rente à região Cen­tro. Ter­ri­tó­rio onde a diver­si­dade é uma cons­tante, o patri­mó­nio natu­ral, arqui­te­tó­nico, as cida­des, as aldeias, as vivên­cias e his­tó­rias são um desa­fio con­tí­nuo para os cri­a­ti­vos nas diver­sas expres­sões artís­ti­cas. Neste con­texto, a Turismo Cen­tro de Por­tu­gal dá as boas vin­das aos par­ti­ci­pan­tes do Caminhos’14 e desa­fia os dife­ren­tes públi­cos a obser­var, sen­tir e expres­sar o des­tino Cen­tro de Por­tu­gal.

    Pedro Machado, Pre­si­dente da Turismo Cen­tro de Por­tu­gal (2014)
  • Em nenhum outro lugar pode o público da cidade e do país conhe­cer e con­fron­tar, a cada ano, a mais recente cine­ma­to­gra­fia por­tu­guesa, nos seus diver­sos for­ma­tos e tra­di­ções expres­si­vas, desde pro­je­tos de for­ma­ção, pas­sando pela ani­ma­ção, pelo docu­men­tá­rio, pela curta e longa-metra­gem.

    Fer­nando Matos Oli­veira, Direc­tor do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente (2014)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, mon­tra da mais recente pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa e que dedica igual­mente grande aten­ção a ciclos do pas­sado, cons­ti­tui um impor­tante encon­tro anual para a cele­bra­ção do nosso cinema e dos seus cri­a­do­res.

    Filo­mena Ser­ras Pereira, Pre­si­dente do Con­se­lho Dire­tivo do Ins­ti­tuto Do Cinema e Do Audi­o­vi­sual, I.P. (2015)
  • A XXI edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês volta a colo­car Coim­bra no pri­meiro plano de uma das suas pai­xões, a 7ª Arte. O fes­ti­val afir­mou-se, por méri­tos pró­prios, como um evento de relevo no calen­dá­rio cul­tu­ral da cidade, aguar­dado com expec­ta­tiva pelas opor­tu­ni­da­des que pro­por­ci­ona de conhe­cer os tra­ba­lhos cine­ma­to­grá­fi­cos recen­tes rea­li­za­dos em Por­tu­gal.

    Carina Gomes, Vere­a­dora da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra (2015)
  • A orga­ni­za­ção deste evento anual tem a pre­o­cu­pa­ção de fazer uma mos­tra exaus­tiva do cinema por­tu­guês mais recente, nor­mal­mente o que se pro­du­ziu ou estreou no ano cor­rente e, além disso, reflec­tir sobre nosso pas­sado cine­ma­to­grá­fico dedi­cando retros­pec­ti­vas temá­ti­cas a alguns nomes ou cor­ren­tes naci­o­nais notá­veis.

    Por ser muito impor­tante que se des­do­bre esta pano­râ­mica anual de um cinema con­si­de­rado inter­na­ci­o­nal­mente tão carac­te­rís­tico, de tão grande qua­li­dade for­mal e de tão forte inci­dên­cia cul­tu­ral na diver­si­dade euro­peia, não pode­mos dei­xar de feli­ci­tar viva­mente a orga­ni­za­ção deste acon­te­ci­mento, fazendo para que, tal como ao longo da sua já longa exis­tên­cia, Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês conhe­çam, na cor­rente edi­ção, o êxito e o aplauso do seu público.

    Jorge Bar­reto Xavier, Secre­tá­rio de Estado da Cul­tura (2012)
  • Quero pois, feli­ci­tar-vos, pela exce­lente ini­ci­a­tiva , orga­ni­za­ção, pro­fis­si­o­na­lismo, dinâ­mica, dedi­ca­ção, empe­nho, res­pon­sa­bi­li­dade e toda a forma e cari­nho com que rea­li­zam esta manhã dedi­cada às cri­an­ças que abrange dife­ren­tes fai­xas etá­rias.

    Ana Machado, Pro­fes­sora Ensino Básico (2011)
  • Desde a sua pri­meira edi­ção que o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês nos vem desa­fi­ando para a diver­si­dade for­mal e temá­tica do cinema em con­texto naci­o­nal. O pró­prio facto de assi­na­lar­mos neste ano de 201118ª edi­ção é prova sufi­ci­ente da sua resis­tên­cia à polí­tica da (in)visibilidade que em geral afecta a expres­são pública do cinema entre nós.

    Em vez de engros­sar o coro das lamen­ta­ções, apro­vei­tando o con­texto ins­ti­tu­ci­o­nal da sua emer­gên­cia, espe­ci­al­mente no que diz res­peito à liber­dade e à gene­ro­si­dade dos mem­bros da Aca­de­mia que o dina­mi­zam, o evento que cele­bra­mos pro­põe-nos peri­o­di­ca­mente um con­fronto crí­tico com um elenco repre­sen­ta­tivo das expe­ri­ên­cias com a arte das ima­gens em movi­mento.

    Vale a pena des­ta­car o sig­ni­fi­cado e a opor­tu­ni­dade deste con­fronto, pois é jus­ta­mente atra­vés dele que melhor pode­mos ali­men­tar a plu­ra­li­dade cri­a­tiva que o evento con­voca desde o título.

    Fer­nando Matos Oli­veira, Direc­tor do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente (2012)
  • O cinema por­tu­guês teve, ao longo da sua his­tó­ria, diver­sas fases que sem­pre o tor­na­ram um caso muito carac­te­rís­tico den­tro da cine­ma­to­gra­fia euro­peia. Desde o docu­men­tá­rio à ani­ma­ção, desde o jor­nal de atu­a­li­da­des até às vari­a­dís­si­mas comé­dias e dra­mas no campo da fic­ção, sem­pre os seus cri­a­do­res se bate­ram por ideias e cor­ren­tes ori­gi­nais e por um purismo que se ligou à tra­di­ção e ao comum viver dos por­tu­gue­ses.

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, acon­te­ci­mento que vem mos­trando a nossa mais recente pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica, dedi­cando tam­bém grande aten­ção a ciclos coe­ren­tes do pas­sado, cons­ti­tui um impor­tante encon­tro anual para a cele­bra­ção do nosso cinema e dos seus cri­a­do­res.

    José Pedro Ribeiro, Pre­si­dente da Direc­ção do Ins­ti­tuto do Cinema e Audi­o­vi­sual I.P. (2012)
  • É em tempo de crise que a cul­tura – o cinema no caso do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês – é mais deci­siva para que os povos se reen­con­trem e redes­cu­bram um cami­nho. Mani­festo por isso o meu pro­fundo desejo que este fes­ti­val seja, em 2012, ainda mais afir­ma­tivo que nas edi­ções ante­ri­o­res.

    João Gabriel Silva, Mag­ní­fico Rei­tor da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2012)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês vol­tam à cidade. Com uma pro­gra­ma­ção que ofe­rece cada vez mais novi­da­des, com a von­tade de abar­car sem­pre mais público. As pro­pos­tas esten­dem-se a várias comu­ni­da­des: são os cami­nhos a encon­trar novos cami­nhos, a esti­mu­lar a inves­ti­ga­ção, a pro­por ser­viço edu­ca­tivo. (…) Encon­tra­mos moti­vos para nos jun­tar­mos a esta festa, em toda a linha, como num filme: com prin­cí­pio, meio e fim. Por­que na ori­gem des­tes Cami­nhos está a aca­de­mia, na sua força cri­a­tiva e de orga­ni­za­ção; por­que é um momento cul­tu­ral dis­tin­tivo e único; por­que a sua fina­li­dade é, no fim do dia, a pro­mo­ção e difu­são da lín­gua e cul­tura por­tu­gue­sas, obje­tivo que comunga da pró­pria matriz iden­ti­tá­ria da Uni­ver­si­dade de Coim­bra.

    Clara Almeida San­tos, Vice-rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2015)
  • Uma pala­vra de grande incen­tivo ao fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, pela muito rele­vante ação que tem tido, e con­ti­nu­ará segu­ra­mente a ter, na divul­ga­ção do cinema que se faz em Por­tu­gal.

    João Gabriel Silva, Mag­ní­fico Rei­tor Da Uni­ver­si­dade De Coim­bra (2015)
  • Coim­bra é nova­mente a capi­tal do cinema por­tu­guês. Entre os dias 0917 de Novem­bro, o Tea­tro Aca­dé­mico Gil Vicente e o Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha/​AAC apre­sen­tam exce­len­tes pro­pos­tas cine­ma­to­grá­fi­cas. 2012 recebe a décima nona edi­ção do fes­ti­val, e con­firma a intensa acti­vi­dade desen­vol­vida durante quase duas déca­das na pro­mo­ção, divul­ga­ção e for­ma­ção em cinema. Expres­são artís­tica glo­bal, o cinema tem um alcance comu­ni­ca­ci­o­nal extra­or­di­ná­rio e uti­liza uma lin­gua­gem que incor­pora dife­ren­tes téc­ni­cas, artes, e meios.

    A rea­li­za­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês na cidade de Coim­bra vem dar visi­bi­li­dade à cidade e poten­ciar a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica na região, uma vez que o ter­ri­tó­rio regi­o­nal é mar­cado por cená­rios natu­rais e cons­truí­dos com forte dimen­são esté­tica. Neste con­texto é indis­pen­sá­vel sali­en­tar a per­ti­nên­cia do con­curso Coim­bra Filma-se”. O con­curso, que inte­gra as diver­sas ini­ci­a­ti­vas do fes­ti­val, esta­be­lece como con­di­ção na cri­a­ção de um argu­mento para uma curta-metra­gem, que a acção se desen­role em Coim­bra e verse numa das suas ver­ten­tes sobre o patri­mó­nio.

    Para­béns à equipa cri­a­tiva que durante o ano inteiro, pensa, ide­a­liza e orga­niza o fes­ti­val. Para­béns aos par­ti­ci­pan­tes nas diver­sas acções for­ma­ti­vas e aos artis­tas que sub­me­tem pro­jec­tos a con­curso. Para­béns ao público por par­ti­lhar o uni­verso mágico do fes­ti­val, por incen­ti­var o tra­ba­lho dos agen­tes cul­tu­rais e dina­mi­zar a difu­são de indús­trias cri­a­ti­vas no Cen­tro de Por­tu­gal.

    Pedro Machado, Pre­si­dente Enti­dade Turismo do Cen­tro de Por­tu­gal (2012)
  • Este é um fes­ti­val de cinema que pres­ti­gia Coim­bra pela sua qua­li­dade e que, ao che­gar à sua XIX edi­ção, se depara com a incer­teza do futuro. Na ver­dade, todas as difi­cul­da­des que se vivem atu­al­mente são tam­bém apli­cá­veis à sétima arte.

    Os cor­tes no finan­ci­a­mento, a para­li­sa­ção empre­sa­rial, a escas­sez de recur­sos de toda a ordem leva­ram a que, neste mês de outu­bro, 19 rea­li­za­do­res por­tu­gue­ses tes­te­mu­nhas­sem este período negro num docu­men­tá­rio impres­si­o­nante que foi exi­bido no fes­ti­val DocLis­boa. São 60 minu­tos em que os pro­ta­go­nis­tas da indús­tria cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa dão voz à indig­na­ção e retra­tam um setor que atra­vessa uma enorme asfi­xia ao nível da cri­a­ção e pro­du­ção artís­ti­cas.

    É neste con­texto que a Asso­ci­a­ção Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês – Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra con­se­gue mobi­li­zar, de forma notá­vel, cri­a­do­res, pro­du­to­res, esco­las de Cinema, cul­to­res da sétima arte, em mais uma edi­ção do seu fes­ti­val. Resume o rea­li­za­dor João Viana, a pro­pó­sito disto, que cor­tar o cinema é cor­tar a forma de Por­tu­gal se expres­sar no mundo”.

    João Paulo Bar­bosa de Melo, Pre­si­dente da Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra (2012)
  • A Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes con­gra­tula-se pela exis­tên­cia do CEC e pelo exce­lente tra­ba­lho rea­li­zado nas quase duas déca­das do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês.

    São estes os (bons) exem­plos que pro­mo­vem e engran­de­cem os cami­nhos que o cinema por­tu­guês merece.

    Desde os mais jovens até aos menos jovens, desde a pin­tura à foto­gra­fia, não des­cu­rando a for­ma­ção nas mais diver­sas áreas que com­põe o mosaico da cine­ma­to­gra­fia, num ano par­ti­cu­lar­mente difí­cil, em que a escas­sez de recur­sos finan­cei­ros assola de forma trans­ver­sal a nossa soci­e­dade, é de lou­var o esforço do CEC na con­cre­ti­za­ção da XIX edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês.

    João Soeiro Lopes, Pre­si­dente Inte­rino da Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes (2012)
  • Cami­nho dos Cami­nhos”. Que não haja dúvi­das: os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” mar­cam deci­si­va­mente a pro­gra­ma­ção cul­tu­ral no final de cada ano. O evento tem vindo a demons­trar capa­ci­dade para se afir­mar como um acon­te­ci­mento naci­o­nal incon­tor­ná­vel.

    O fes­ti­val tem, efe­ti­va­mente, cres­cido de uma forma assi­na­lá­vel. Não per­dendo de vista que o cora­ção dos Cami­nhos” é a mos­tra de cinema por­tu­guês, as pro­pos­tas à volta deste núcleo dão corpo a oito dias de pro­gra­ma­ção muito intensa. Des­taco, em par­ti­cu­lar, a pre­o­cu­pa­ção com a divul­ga­ção de novos pro­je­tos na área do audi­o­vi­sual e com a cri­a­ção de novos públi­cos, deter­mi­nante para a exis­tên­cia de um futuro. Tam­bém ocu­pa­ção de uma série de espa­ços cria uma dinâ­mica muito dese­já­vel em Coim­bra.

    Tal como o fes­ti­val, tam­bém a marca Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” tem vindo a conhe­cer um cres­ci­mento notá­vel. Não só o número de par­ti­ci­pan­tes o tem demons­trado como tam­bém a visi­bi­li­dade pública que o fes­ti­val já alcança e que tem con­di­ções para ainda aumen­tar mais. 2012 tem sido um ano sin­gu­lar­mente feliz para o cinema por­tu­guês, ape­sar de todos os pesa­res. Atesta essa sin­gu­la­ri­dade o grande reco­nhe­ci­mento inter­na­ci­o­nal obtido pelo tra­ba­lho assi­nado por João Sala­viza, Tiago Gue­des e João Canijo, por exem­plo. Isto num momento de difi­cul­da­des cres­cen­tes que todos conhe­ce­mos e, mais, sen­ti­mos. Valha-nos o espí­rito de resis­tên­cia e a mani­fes­ta­ção de cri­a­ti­vi­dade de que os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês”

    tam­bém são expres­são.

    É para a Uni­ver­si­dade de Coim­bra uma honra fazer parte desta his­tó­ria.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2012)
  • O Cinema em Por­tu­gal tem tido, ao longo das últi­mas déca­das, um reco­nhe­ci­mento inter­na­ci­o­nal indes­ment ível, estando inva­ri­a­vel­mente pre­sente nos mais impor­tan­tes Fes­ti­vais e ins­tân­cias cul­tu­rais dedi­ca­das à Sétima Arte.

    É do maior relevo que, no nosso País, a mesma impor­tân­cia da arte cine­ma­to­grá­fica, do tra­ba­lho dos nos­sos rea­liza dores e pro­du­to­res seja conhe­cida, reco­nhe­cida e ampla­mente divul­gada.

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que cele­bram este ano a sua XIX edi­ção, cons­ti­tuem uma opor­tu­ni­dade par a tal desíg­nio, sendo um encon­tro em que se pro­je­tam as obras mais recen­tes nas diver­sas áreas, seja a de fic­ção, seja a docu­men­tal, a parte de ciclos temá­ti­cos espe­cí­fi­cos.

    Cum­pre ainda sali­en­tar a impor­tân­cia que este acon­te­ci­mento tem para a cidade de Coim­bra que, a pre­texto da reali zação do evento, se trans­forma num polo de atra­ção para todos os cri­a­do­res do cinema por­tu­guês e para o público que a ele se f ide­li­zou.

    Pedro Pas­sos Coe­lho, Pri­meiro Minis­tro de Por­tu­gal (2012)