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in memoriam Manoel de Oliveira

Dia 2 de Abril de 2015 vai ser mar­cado para sem­pre como o dia em que o Mes­tre rea­li­zou a sua última obra, a do encer­rar das cor­ti­nas da sua vida. Manoel de Oli­veira foi o maior cine­asta de todos os tem­pos, seria even­tu­al­mente o cine­asta mais antigo ainda vivo e a tra­ba­lhar. Par­tindo, deixa-nos um espó­lio de um valor cul­tu­ral incal­cu­lá­vel, que sem­pre for­ne­cerá fonte de ins­pi­ra­ção para todos aque­les que que­rem ver e apren­der cinema.

O Mes­tre dei­xou a sua marca não só na Arte, mas como em todos os que a sabem apre­ciar. Encerra-se e perde-se, além de um exce­lente rea­li­za­dor, uma época na his­tó­ria do cinema. Diz-se, ao estilo cris­tão, que o ver­da­deiro Mes­tre é aquele que se sacri­fica pelos seus pares. E essa é a ima­gem que Manoel de Oli­veira deixa, um men­tor inve­te­rado e uma fonte de ins­pi­ra­ção eterna.

A vida é uma der­rota”, dizia. Mas pode­mos afir­mar que a dele foi um grande triunfo.
Até breve Mes­tre.


O futuro do Cinema pode muito bem vir a sair de vós, basta amar o cinema, isto é a vida.

As sau­da­ções cine­ma­to­grá­fi­cas de Manoel de Oli­veira
17 de Abril 1999 

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