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Júri do XXI Caminhos Film Festival


Na recta final de pre­pa­ra­ção para o Cami­nhos Film Fes­ti­val desta anun­ci­a­mos hoje os nomes dos jura­dos res­pon­sá­veis pela atri­bui­ção do pal­ma­rés de 2015.

O Cami­nhos Film Fes­ti­val entra este ano na XXI edi­ção, uma edi­ção com a novi­dade Selec­ção Ensaios Inter­na­ci­o­nais que trará tam­bém ao público por­tu­guês uma amos­tra do que se vai fazendo nas esco­las de cinema inter­na­ci­o­nais. Ape­sar da novi­dade o Cami­nhos man­tém-se como acon­te­ci­mento ímpar no calen­dá­rio do cinema por­tu­guês, uma mos­tra que reserva ao público o des­ta­que do que de melhor foi sendo feito no último ano de cinema por­tu­guês. É a única mos­tra dedi­cada à pro­du­ção naci­o­nal, con­tri­buindo não só para a cri­a­ção de novos públi­cos mas tam­bém para a for­ma­ção de novos cri­a­do­res da sétima arte com ver­tente de Cine­ma­lo­gia. Tendo a pri­meira edi­ção do fes­ti­val decor­rido em 1988, os anos mais recen­tes têm visto um cres­ci­mento con­so­li­dado do público pre­sente durante a exi­bi­ção das várias ver­ten­tes do Cinema Por­tu­guês.

Como é habi­tual o Cami­nhos Film Fes­ti­val lan­çou o desa­fio a várias per­so­na­li­da­des da soci­e­dade por­tu­guesa para pre­miar o que de melhor se pro­duz no cinema naci­o­nal. Acto­res e actri­zes, rea­li­za­do­res, jor­na­lis­tas e crí­ti­cos de cinema, todos res­pon­de­ram ao apelo dos Cami­nhos para dis­tin­guir o cinema por­tu­guês.

Na Selec­ção Cami­nhos, res­pon­sá­vel por atri­buir o Grande Pré­mio do Fes­ti­val, Melhor Longa e Curta-Metra­gem, Melhor Ani­ma­ção, Melhor Docu­men­tá­rio, Pré­mio Reve­la­ção e ainda catorze pré­mios téc­ni­cos, os jura­dos são os seguin­tes:

Joa­quim Lei­tão; Ana Rocha; Maria Vieira; Marta Rebelo; Lauro Antó­nio; Rita Lou­reiro; Gon­çalo Gal­vão Tel­les

O Júri de Imprensa, res­pon­sá­vel pela atri­bui­ção do Melhor Filme, é cons­ti­tuído pelas seguin­tes indi­vi­du­a­li­da­des:

Soraia Ramos; Fran­cisco Ama­ral; Rui Pedro Ten­di­nha

Res­pon­sá­veis pela atri­bui­ção dos pré­mios Melhor Ensaio Naci­o­nal e Melhor Ensaio Inter­na­ci­o­nal, o melhor que se pro­duz nas esco­las de cinema, o júri da Selec­ção Ensaios é cons­ti­tuído por:

Sil­vía Almeida; Dinarte Branco; Afonso Pimen­tel; Ricardo Pugs­chitz de Oli­veira; João Antero

Por fim, o Júri da Fede­ra­ção Inter­na­ci­o­nal de Cine­clu­bes, res­pon­sá­vel pela atri­bui­ção do Pré­mio Don Qui­jote:

Mas­simo Ber­nar­doni (Ale­ma­nha); Odd Vaa­gland (Noru­ega); Mar­ga­rida Mateus (Por­tu­gal);

A orga­ni­za­ção do Cami­nhos Film Fes­ti­val estende o mais sin­cero agra­de­ci­mento a todos os que acei­ta­ram o desa­fio de par­ti­lhar com o público os mais vari­a­dos tri­lhos Cinema Por­tu­guês e dis­tin­guir o que de melhor se vai fazendo no nosso país.

O Cami­nhos Film Fes­ti­val decorre em Coim­bra de 27 de Novem­bro a 4 de Dezem­bro de 2015. A pro­gra­ma­ção do fes­ti­val está encer­rada e será divul­gada bre­ve­mente.

Júri Caminhos

  • Lauro António

    Lauro António

    Licen­ci­ado em His­tó­ria, pela Facul­dade de Letras de Lis­boa. Rea­li­za­dor de cinema (Manhã Sub­mersa e O Ves­tido Cor de Fogo), e de tele­vi­são (séries His­tó­rias de Mulhe­res (fic­ção), Pre­fá­cio a Ver­gí­lio Fer­reira, O Zé Povi­nho na Revo­lu­ção, Vamos ao Nimas, José Viana, Maria Sobral Men­donça, A Paró­dia, Novo Elu­ci­dá­rio Madei­rense, Hum­berto Del­gado: Obvi­a­mente, Demito-o!, (docu­men­ta­rismo), Can­tando Espa­lha­rei… (poe­sia). Pre­sença em cen­te­nas de Fes­ti­vais e Sema­nas de Cinema Por­tu­guês. Diver­sos pré­mios, naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais. Fil­mes ven­di­dos para cir­cui­tos comer­ci­ais e tele­vi­sões de deze­nas de paí­ses – Europa, EUA, África e Amé­rica Latina.

  • Ana Rocha

    Ana Rocha

    Ana Rocha de Sousa é mes­tre em cinema pela Lon­don Film School e licen­ci­ada em pin­tura pela Facul­dade de Belas Artes da Uni­ver­si­dade de Lis­boa. Ao longo do cami­nho tem vindo a cru­zar, no seu tra­ba­lho, téc­ni­cas de lin­gua­gem artís­tica como a foto­gra­fia, artes plás­ti­cas, direc­ção de arte, ceno­gra­fia, inter­pre­ta­ção e rea­li­za­ção.

  • Gonçalo Galvão Teles

    Gonçalo Galvão Teles

    Filho do cine­asta Luís Gal­vão Teles, Gon­çalo for­mou-se em Direito pela Uni­ver­si­dade de Lis­boa antes de via­jar para os Esta­dos Uni­dos onde con­cluiu o Mes­trado em Escrita de Argu­mento para Cinema e Tele­vi­são na Uni­ver­si­dade do Sul da Cali­fór­nia. Regres­sado a Por­tu­gal, o seu pri­meiro argu­mento a ser pro­du­zido, a curta-metra­gem de ani­ma­ção A Sus­peita”, ganhou o Car­toon D’Or para melhor filme de ani­ma­ção euro­peu do ano 2000

  • Joaquim Leitão

    Joaquim Leitão

    Joa­quim Lei­tão nas­ceu em Lis­boa, Por­tu­gal a 21 de Dezem­bro de 1956. Fez o curso de mon­ta­gem na Escola Supe­rior de Cinema. Em 1986 rea­li­zou a sua pri­meira longa-metra­gem Duma Vez por Todas”. Como reco­nhe­ci­mento da sua car­reira, em 2005 rece­beu da parte do Pre­si­dente da Repú­blica Dr. Jorge Sam­paio a Ordem do Infante D. Hen­ri­que” – Grau Comen­da­dor.

  • Maria Vieira

    Maria Vieira

    Estreou-se como atriz no extinto Tea­tro Adó­que, com a peça Paga as favas (1981); inter­pre­ta­ção que lhe valeu, de ime­di­ato, o Tro­féu Nova Gente como Reve­la­ção do Tea­tro de Revista, tendo no ano seguinte sido agra­ci­ada com o Pré­mio da Imprensa, na cate­go­ria de Tea­tro Ligeiro. Na tele­vi­são, começa por cola­bo­rar com Júlio Isi­dro no pro­grama Festa é Festa, ini­ci­ando depois uma longa rela­ção pro­fis­si­o­nal com Her­man José, que a leva a inte­grar o elenco das­sit­coms Her­ma­nias (1984), Humor de Per­di­ção (1987), Casino Royal (1989), Crime na Pen­são Estre­li­nha (1990), Her­man SIC (2000÷06), Sera­fim Sau­dade – o regresso do herói (2001), O Fabu­loso Des­tino de Diá­cono Remé­dios (2002) ou Hora H (2007). Par­ti­cipa ainda no popu­lar con­curso apre­sen­tado por Car­los Cruz 1, 2, 3 (1985), nos espe­tá­cu­los para tele­vi­são Grande Noite (1990), de Filipe La Féria, nas séries Alen­tejo sem Lei (1991) de João Canijo, e Encon­tros Imediatos(1993), e fez rábu­las no talk show da tarde da RTP, Por­tu­gal no Coração(2007/2008).

  • Marta Rebelo

    Marta Rebelo

    Tem 37 anos. Nas­ceu numa segunda feira de chuva, dia 13 de Feve­reiro de 1978.

    Licen­ciou-se em Direito na FDL, e con­cluiu o seu mes­trado em Ciên­cias Jurí­dico-Eco­nó­mi­cas no mesmo sítio, esta­giou com o Pro­fes­sor Sousa Franco.

    Publi­cou mui­tos livros jurí­di­cos e arti­gos cien­tí­fi­cos, foi adjunta, con­sul­tora e chefe de gabi­nete no Governo, líder naci­o­nal do Par­tido Soci­a­lista, Depu­tada à Assem­bleia da Repú­blica e Con­sul­tora de Comu­ni­ca­ção.

    Odeia car­nei­rada e falta de ori­gi­na­li­dade, ver­dade, jus­tiça, pre­con­cei­tos. Preza des­me­di­da­mente a gra­ti­dão.

    Sente ter o dever de mudar os seus cen­tí­me­tros de mundo.

    Mais recen­te­mente escreve para o seu blog www​.the​fa​bu​lista​.net

  • Rita Loureiro

    Rita Loureiro

    Nas­ceu em Lis­boa em 1969, con­cluiu o curso de for­ma­ção de Acto­res da Escola Supe­rior de Tea­tro e Cinema em 1991. Ini­ciou a sua ati­vi­dade pro­fis­si­o­nal num espec­tá­culo ence­nado por Filipe La Féria no Cen­tro de Arte Moderna.Tem par­ti­ci­pado ao longo dos anos em vários espec­tá­cu­los na com­pa­nhia de Tea­tro da Cor­nu­có­pia, com os ence­na­do­res Luis Miguel Cin­tra e Chris­tine Lau­rent.

Júri Ensaios

  • Afonso Pimentel

    Afonso Pimentel

    Estreou-se com catorze anos numa longa-metra­gem de Luís Filipe Rocha, Adeus Pai (1996), que lhe valeu o Pré­mio de Melhor Actor Jovem do Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Mos­covo (1997). Desde então teve par­ti­ci­pa­ção em várias séries, nove­las e tele­fil­mes por­tu­gue­ses. Em 2003 foi diri­gido por João Lou­renço no Tea­tro Aberto, em Demó­nios Meno­res de Bruce Graham, tra­ba­lhando com o mesmo ence­na­dor em Gali­leu Gali­lei de Ber­tolt Bre­cht, em 2006. Par­ti­ci­pou tam­bém na peça Pedras Rolan­tes de Pedro Ribeiro, numa ence­na­ção de Antó­nio Pires (2004).

  • Dinarte Branco

    Dinarte Branco

    Fre­quen­tou o Curso de For­ma­ção de Acto­res da ESTC. Par­ti­ci­pou como actor em espec­tá­cu­los ence­na­dos por Luís Miguel Cin­tra, Jorge Silva Melo, Joa­quim Benite, Ana Nave, San­dra Faleiro, Nico­lau dos Mares, Fran­cisco Sal­gado, Pedro Car­raca, Ricardo Aibéo, Miguel Sea­bra, Tiago Rodri­gues, Chris­tine Lau­rent, Car­los J.Pessoa, Marco Mar­tins, Adri­ano Luz, Sol­veig Noder­lund, Pedro Mar­ques, Nuno M Car­doso e Bea­triz Batarda. Par­ti­ci­pou no espec­tá­culo Point Blank”, da com­pa­nhia belga STAN.

  • Ricardo Pugschitz de Oliveira

    Ricardo Pugschitz de Oliveira

    Nas­ceu em Cas­cais em 1977. Come­çou desde logo, aos dois anos de idade, a par­ti­ci­par em fil­mes de publi­ci­dade ins­ti­tu­ci­o­nal que lhe incu­ti­ram a von­tade de não mais se sepa­rar do mundo das câma­ras e das luzes. Foi com a oferta da sua pri­meira câmara de foto­gra­far Canon AE-1 que des­co­briu a mani­pu­la­ção da câmara e o efeito disso na reten­ção de ima­gens, que iam para além disso e indu­ziam inter­pre­ta­ções e emo­ções. E per­ce­beu que, acima de tudo, era o cinema e a câmara que lhe inte­res­sa­vam. O enqua­dra­mento, a ilu­mi­na­ção, o que se quer dizer atra­vés da com­po­si­ção, são o uni­verso que o atrai e desa­fia a com­pre­endê-lo, replicá-lo e, se assim o con­se­guir, con­tri­buir para a sua ino­va­ção.

  • João Antero

    João Antero

    Rea­li­za­dor, direc­tor de foto­gra­fia e ope­ra­dor de câmara, é licen­ci­ado em Cinema, em 1982, pela ECAUSP – São Paulo, Bra­sil. É pro­fes­sor na Uni­ver­si­dade Lusó­fona, onde lec­ci­ona 5 cadei­ras (Op. de Estú­dio e Con­trolo de Ima­gem, Direc­ção de Foto­gra­fia, Ate­lier de Ima­gem, Op. de Câmara, e Téc­ni­cas de ima­gem em Movi­mento) nos cur­sos de Cinema, Vídeo e Comu­ni­ca­ção Mul­ti­mé­dia. Mem­bro cor­res­pon­dente das Aca­de­mia Naci­o­nal de Belas Artes e Aca­de­mia de Letras e Artes Por­tu­gal.

  • Sílvia Almeida

    Sílvia Almeida

    Síl­via Almeida nas­ceu em Aveiro em 1984. Cedo ruma a Lis­boa, na sua for­ma­ção des­ta­cam-se: curso inten­sivo Act- acto­res Tea­tro, Cinema e Tv, (de onde se des­ta­cam tra­ba­lhos com João Canijo, Antó­nio Pedro Vas­con­ce­los, Dimi­try Bogo­mo­lov), uma licen­ci­a­tura em Artes do Espec­tá­culo na FLUL e um Mes­trado na ESTC. Ini­ciou a sua car­reira pro­fis­si­o­nal como actriz em 2004, em Lis­boa no Tea­tro Naci­o­nal D. Maria II com o espec­tá­culo: Os Lusía­das Rumo ao Ori­ente” de Antó­nio Pires. Durante 10 anos tra­ba­lhou em diver­sos pro­jec­tos de Tea­tro, Cinema e TV expe­ri­men­tando dife­ren­tes téc­ni­cas. Pas­sando por salas como: Tea­tro Naci­o­nal D Maria II Lis­boa e Tea­tro Naci­o­nal de São João no Porto, Tea­tro da Trin­dade, São Car­los e com­pa­nhias como: O Bando, Lemon Enter­tain­ment, Ines­té­tica, Mar­tim Pedroso, Miguel Moreira.

Júri IFFS/​FICC

  • Margarida Mateus

    Margarida Mateus

    Tem for­ma­ção em Psi­co­lo­gia Clí­nica, Cinema e Tea­tro. É mem­bro do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos de Coim­bra, do Cine­clube de Tomar. Entre 20082013 escre­veu sobre Cinema para o pro­grama radi­o­fó­nico Grande Écran”, emi­tido por diver­sas rádios regi­o­nais. Em 20102011 foi Dele­gada a Júris e Pro­gra­ma­dora da Sec­ção Ofi­cial do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Em 2011 tra­ba­lhou como tra­du­tora no 27º Fes­tróia, Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Setú­bal. Em 2012 foi Pro­gra­ma­dora Da Sec­ção Ofi­cial do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Foi Vice-pre­si­dente da Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes em 20132014. Em 2013 fez parte do Júri ofi­cial do con­curso naci­o­nal de cur­tas-metra­gens de Setú­bal – Cur­tas Sadi­nas e do Júri FICC do Fes­ti­val FIKE. Actu­al­mente faz parte da Direc­ção do Cine­clube de Tomar.

  • Massimo Bernardoni

    Massimo Bernardoni

    Nas­ceu a 7 de Março de 1942, em Roma onde con­cluiu, em Junho de 1960, a escola secun­dá­ria. Depois de dez meses em Lon­dres, estu­dou lín­gua e lite­ra­tura alemã-ita­li­ana em Muni­que e Frankfurt/​M. Para além de peque­nos tex­tos tra­du­ziu para ita­li­ano a his­tó­ria lite­rá­ria não-fic­ci­o­nal, do livro Das Aben­teuer der deuts­chen Lite­ra­tur por K. H. Horst.

  • Odd Vaagland

    Odd Vaagland

    Nas­ceu em Aren­dal, uma pequena cidade noru­e­guesa de cerca de 42 000 habi­tan­tes. Em idade muito pre­coce ficou emo­ci­o­nado pela magia do cinema no tea­tro local. (É por isso que ainda ama a nos­tal­gia do Cinema Para­dico” e Last Pic­ture Show”) Recorda-se de rir sem parar com os seus ami­gos com a pan­to­mima de Cha­plin em Easy Street”, par­ti­lha­vam o sus­pense sem fôlego enquanto viam o Tar­zan a lutar com os leões e cro­co­di­los da selva. E os fil­mes da Dis­ney com a sua beleza e sen­ti­men­ta­lismo. Con­su­mia tudo sem resis­tên­cia crí­tica, isto era a idade da ino­cên­cia. Ás vezes ainda deseja vol­tar a esse tempo. Na sua juven­tude dou­rada não sabia nada sobre como mani­pu­lar ima­gens e sons, era neste campo que estava auto­ri­zado a ser sen­ti­men­tal.

Júri Imprensa

  • Francisco Amaral

    Francisco Amaral

    Pro­du­tor e rea­li­za­dor de audi­o­vi­su­ais. Actual direc­tor da ESEC TV (RTP 2). Autor de vários pro­gra­mas de rádio entre os quais Íntima Frac­ção” (Antena 1, TSF, RUC, RCP, Expresso Online). Direc­tor de Pro­du­ção em tele­vi­são. Docente uni­ver­si­tá­rio na área da Comu­ni­ca­ção e das Artes. For­ma­ção ini­cial uni­ver­si­tá­ria em Artes Visu­ais, Arqui­tec­tura e His­tó­ria da Arte. Está­gios em Cinema de Ani­ma­ção com Gas­ton Roch – Ins­ti­tuto Supe­rior de Artes Visu­ais de Bru­xe­las. Bol­seiro em França da Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cinema e Audi­o­vi­su­ais.

  • Rui Tendinha

    Rui Tendinha

    Jor­na­lista de cinema de diver­sas publi­ca­ções naci­o­nais, cola­bora ainda para o Tele­cine, canal de cinema bra­si­leiro. Foi crí­tico da Ousar(suplemento inse­rido no Público), O Jor­nal, Blitz e Elle. Em tele­vi­são, foi autor de pro­gra­mas de cinema na SIC Radi­cal, SIC Comé­dia e SIC Mulher. Desem­pe­nhou fun­ções de Vice-Pre­si­dente da FIPRESCI e tra­ba­lhou na área de cinema de Gui­ma­rães 2012 – Capi­tal Euro­peia da Cul­tura. Actu­al­mente, é crí­tico do DN e apre­senta o maga­zine de cinema Cine­Ten­di­nha nos canais SIC.

  • Soraia Ramos

    Soraia Ramos

    Jor­na­lista. For­mou-se na Uni­ver­si­dade de Coim­bra, na Uni­ver­si­dade Cató­lica e na Uni­ver­si­dade de Bam­berg (Ale­ma­nha). Já fez repor­ta­gens aos micro­fo­nes da SIC, da RTP, da Ante­na1, da SIC Notí­cias e da VISÃO. Já tra­ba­lhou em 78 paí­ses. Foi a pri­meira repór­ter mulher e a pri­meira jor­na­lista por­tu­guesa a fazer a cober­tura da Guerra no Leste da Ucrâ­nia.

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