Júri IFFS/​FICC

  • Margarida Mateus

    Margarida Mateus

    Tem for­ma­ção em Psi­co­lo­gia Clí­nica, Cinema e Tea­tro. É mem­bro do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos de Coim­bra, do Cine­clube de Tomar. Entre 20082013 escre­veu sobre Cinema para o pro­grama radi­o­fó­nico Grande Écran”, emi­tido por diver­sas rádios regi­o­nais. Em 20102011 foi Dele­gada a Júris e Pro­gra­ma­dora da Sec­ção Ofi­cial do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Em 2011 tra­ba­lhou como tra­du­tora no 27º Fes­tróia, Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Setú­bal. Em 2012 foi Pro­gra­ma­dora Da Sec­ção Ofi­cial do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Foi Vice-pre­si­dente da Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes em 20132014. Em 2013 fez parte do Júri ofi­cial do con­curso naci­o­nal de cur­tas-metra­gens de Setú­bal – Cur­tas Sadi­nas e do Júri FICC do Fes­ti­val FIKE. Actu­al­mente faz parte da Direc­ção do Cine­clube de Tomar.

  • Massimo Bernardoni

    Massimo Bernardoni

    Nas­ceu a 7 de Março de 1942, em Roma onde con­cluiu, em Junho de 1960, a escola secun­dá­ria. Depois de dez meses em Lon­dres, estu­dou lín­gua e lite­ra­tura alemã-ita­li­ana em Muni­que e Frankfurt/​M. Para além de peque­nos tex­tos tra­du­ziu para ita­li­ano a his­tó­ria lite­rá­ria não-fic­ci­o­nal, do livro Das Aben­teuer der deuts­chen Lite­ra­tur por K. H. Horst.

  • Odd Vaagland

    Odd Vaagland

    Nas­ceu em Aren­dal, uma pequena cidade noru­e­guesa de cerca de 42 000 habi­tan­tes. Em idade muito pre­coce ficou emo­ci­o­nado pela magia do cinema no tea­tro local. (É por isso que ainda ama a nos­tal­gia do Cinema Para­dico” e Last Pic­ture Show”) Recorda-se de rir sem parar com os seus ami­gos com a pan­to­mima de Cha­plin em Easy Street”, par­ti­lha­vam o sus­pense sem fôlego enquanto viam o Tar­zan a lutar com os leões e cro­co­di­los da selva. E os fil­mes da Dis­ney com a sua beleza e sen­ti­men­ta­lismo. Con­su­mia tudo sem resis­tên­cia crí­tica, isto era a idade da ino­cên­cia. Ás vezes ainda deseja vol­tar a esse tempo. Na sua juven­tude dou­rada não sabia nada sobre como mani­pu­lar ima­gens e sons, era neste campo que estava auto­ri­zado a ser sen­ti­men­tal.