Marketing Cinematográfico


RESUMO

A cadeia de valor do cinema e a impor­tân­cia do dis­tri­bui­dor. A con­jun­tura e as novas ten­dên­cias. Os obje­ti­vos a atin­gir com o filme e a melhor estra­té­gia a imple­men­tar na per­se­cu­ção des­ses obje­ti­vos. A ava­li­a­ção da obra (enquanto pro­duto comer­cial) e os mate­ri­ais de pro­mo­ção. Aná­lise SWOT e plano de mar­ke­ting. As ques­tões basi­la­res: data de estreia, número de salas de estreia e inves­ti­mento em publi­ci­dade. São estes os temas que vamos dis­cu­tir, recor­rendo a bons e maus exem­plos, e seguindo um modelo de negó­cio devi­da­mente estru­tu­rado para dis­tri­bui­ção de um filme.

DATA & LOCAL

4 de Junho de 2017
9h00 — 18h00 (8h)

Depar­ta­mento de Enge­nha­ria Infor­má­tica da Uni­ver­si­dade de Coim­bra
Pólo 2


Con­di­ção Preço
Estu­dan­tes 60
Público 80

PLANO DA SESSÃO

1. MERCADO
1.1. Mer­cado Cine­ma­to­grá­fico em Por­tu­gal
1.1.2. Top Fil­mes
1.1.3. Dis­tri­bui­ção
1.1.3. Exi­bi­ção
1.1.4. Pro­du­ção

1.2. Evo­lu­ção do negó­cio
1.2.1 Quo­tas de mer­cado
1.2.2 Novas ten­dên­cias

2. DISTRIBUIÇÃO DE CINEMA INTERNACIONAL
2.1. Tipo­lo­gia de negó­cio
2.1.1. Gran­des estú­dios (Majors)
2.1.2. Pro­du­to­res inde­pen­den­tes

3. DISTRIBUIÇÃO DE CINEMA NACIONAL
3.1. A impor­tân­cia do dis­tri­bui­dor na cadeia de valor do cinema
3.1.1. Van­ta­gens e des­van­ta­gens em tra­ba­lhar com um dis­tri­bui­dor
3.1.2. Obje­ti­vos e com­pe­tên­cias do dis­tri­bui­dor

3.2. Veto­res de ori­en­ta­ção na dis­tri­bui­ção do cinema por­tu­guês
3.2.1. Fil­mes com poten­cial comer­cial
3.2.2. Fil­mes com valor artís­tico e cul­tu­ral
3.2.3. Filme não sub­si­di­a­dos
3.2.4. Outros

3.3. Ava­li­a­ção da par­ce­ria de dis­tri­bui­ção
3.3.1. Apre­sen­ta­ção do Pro­jeto
3.3.2. Medi­ção de expe­ta­ti­vas
3.3.3. Modelo de negó­cio
3.3.4. Defi­ni­ção con­tra­tual

3.4. Mate­ri­ais
3.4.1. Filme
3.4.2. Trai­ler
3.4.3. Car­taz
3.4.4. Outros

3.5 Defi­ni­ção da data de estreia
3.5.1. Con­cor­rên­cia (com­pe­ti­tive)
3.5.2. Jane­las de opor­tu­ni­dade

4. MARKETING
4.1. Defi­ni­ção do tar­get do filme

4.2. Aná­lise com­pa­ra­tiva
4.2.1. Iden­ti­fi­ca­ção de títu­los simi­la­res
4.2.2. Reco­lha de dados

4.3. Ava­li­a­ção da con­cor­rên­cia

4.4. Aná­lise SWOT
4.4.1. Iden­ti­fi­ca­ção de van­ta­gens e des­van­ta­gens
4.4.2. Des­cri­mi­nar pon­tos fra­cos e pon­tos for­tes

4.5. Plano de Mar­ke­ting
4.5.1. Salas de Estreia
4.5.2. Esti­ma­tiva de espe­ta­do­res e bilhe­te­ria
4.5.3. Cus­tos expec­tá­veis com pro­du­ção e logís­tica
4.5.4. Bud­get de mar­ke­ting

5. PROMOÇÃO
5.1. Mate­ri­ais de Cinema
5.1.1. A impor­tân­cia da expo­si­ção nas salas de cinema
5.1.2. Tipos de mate­ri­ais

5.2. Par­ce­rias
5.2.1. Par­cei­ros de Media
5.2.2. Par­cei­ros Ins­ti­tu­ci­o­nais
5.2.3. Outros

5.3. Publi­ci­dade
5.3.1. Tele­vi­são
5.3.2. Rádio
5.3.3. Out­door
5.3.4. Imprensa
5.3.5. On-line

5.4. Comu­ni­ca­ção
5.4.1. Visi­o­na­mento de Imprensa
5.4.2. Encon­tro com a imprensa (Jun­ket)
5.4.3. Antes­treia
5.4.4. Roadshows
5.4.5. Mate­rial de suporte à divul­ga­ção

5.5. For­ma­tos alter­na­ti­vos

6. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
6.1. Defi­nir datas de imple­men­ta­ção para todas as tare­fas
6.1.1. Diag­nos­ti­car poten­ci­ais des­vios
6.1.2. Esti­mar o impacto de even­tu­ais des­vios

7. PÓS-ESTREIA EM CINEMA
7.1. Exi­bi­ção em cinema
7.1.1. Regras de mer­cado
7.1.2. Con­ti­nui­dade da exi­bi­ção
7.1.3. Pres­ta­ção de con­tas

7.2. Jane­las de explo­ra­ção seguin­tes

8. ESTUDO DE CASOS
8.1. Bons e maus exem­plos


Daniel Valente

Daniel Valente
Director de Marketing

Licen­ci­ado em Cinema pela Escola Supe­rior de Tea­tro e Cinema com espe­ci­a­li­za­ção em Pro­du­ção, cola­bo­rou, entre outros, na pro­du­ção da curta-metra­gem Rhoma Acans, que inte­grou a com­pe­ti­ção Ensaios Visu­ais”, da XIX edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês (2012). É, desde 2015, ges­tor de pro­duto na NOS Audi­o­vi­su­ais, inte­grando a equipa de mar­ke­ting do catá­logo inde­pen­dente.


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