Direcção de Produção

1415 de Março 2015

RESUMO

A roda­gem ou pro­du­ção” de um filme, no sen­tido mais estrito do termo, cor­res­ponde à fase de rea­li­za­ção de um filme ou pro­duto audi­o­vi­sual em que são pro­du­zi­dos os sons e as ima­gens base que irão com­por a obra final. Neste bloco, os módu­los de for­ma­ção inci­di­rão sobre a Rea­li­za­ção e a cap­ta­ção de Ima­gem e Som, abar­cando conhe­ci­men­tos e com­pe­tên­cias téc­ni­cas e artís­ti­cas desde a orga­ni­za­ção da mise-en scène” à ilu­mi­na­ção, pas­sando pelo equi­pa­mento de registo de ima­gem e de som. A arti­cu­la­ção entre os módu­los deste bloco per­mi­tirá aos for­man­dos pro­du­zi­rem, a par­tir da pla­ni­fi­ca­ção efec­tu­ada na Pré-pro­du­ção, os mate­ri­ais que serão depois tra­ba­lha­dos na Pós-pro­du­ção, dando ori­gem à sua curta-metragem.

No módulo de Direc­ção de Pro­du­ção serão abor­da­dos temas rela­ci­o­na­dos com a fase de pré-pro­du­ção/­pro­du­ção de um filme, pla­ni­fi­ca­ção das fil­ma­gens (plano de tra­ba­lho e levan­ta­men­tos), orga­ni­za­ção e adap­ta­ção do orça­mento às neces­si­da­des reais do momento, loca­li­za­ção de déco­res, deco­ra­ção e guarda-roupa, carac­te­ri­za­ção de per­so­na­gens, orga­ni­za­ção de equipa téc­nica e artís­tica. Em suma deve­rão ser reu­ni­das todas as con­di­ções para que as fil­ma­gens pos­sam ini­ciar-se da melhor forma. Con­se­quen­te­mente deve­rão abor­dar-se temas direc­ta­mente rela­ci­o­na­dos com as fil­ma­gens, ges­tão de pri­o­ri­da­des e impre­vis­tos (ques­tões mete­o­ro­ló­gi­cas, atra­sos, adap­ta­ção cons­tante do plano de tra­ba­lho às neces­si­da­des). Serão apre­sen­ta­dos e ana­li­sa­dos casos prá­ti­cos (excer­tos de fil­mes e making-of de filmagens).

PLANO DA SESSÃO

Objec­ti­vos
Pre­pa­rar a roda­gem em todas as suas vertentes.
Esta­be­le­cer as rela­ções de tra­ba­lho entre as dife­ren­tes equipas.
Defi­nir as res­pon­sa­bi­li­da­des de cada ele­mento da equipa.
Deci­dir os déco­res para cada uma das cenas a par­tir das pro­pos­tas de deco­res possíveis.
Defi­nir, a par­tir das levan­ta­mento pre­vi­a­mente efec­tu­ado, os ade­re­ços e guarda-roupa neces­sá­rios em fun­ção dos per­so­na­gens e dos décores.
Ela­bo­rar lista do mate­rial neces­sá­rio (den­tro do mate­rial dis­po­ní­vel) em cada área. 

Meto­do­lo­gia
Cada for­mando apre­sen­tará o tra­ba­lho pré­vi­a­mente pre­pa­rado na área/​equipa em que foi inte­grado ao longo dos módu­los ante­ri­o­res inse­rido durante a roda­gem da curta-metra­gem de forma à veri­fi­ca­ção se não foi esque­cido nenhum ele­mento essen­cial às filmagens. 
Repe­ra­gem téc­nica.
Visita aos locais de fil­ma­gens para se fazer levan­ta­mento do mate­rial e logís­tica neces­sá­rias em cada local.
Ava­li­a­ção das neces­si­da­des de cada equipa. 
Ela­bo­ra­ção do plano de tra­ba­lho e do orçamento.

DATA & LOCAL

1415 de Março de 2015
9:00 — 18:00

Colé­gio de São Jeró­nimo, Pólo 1
Uni­ver­si­dade de Coimbra

Admissão

Con­di­ção Preço Data de Inscrição
Sócios CEC & Juniores 50 2015÷03÷12
Estu­dan­tes 60 2015÷03÷12
Público Early Bird 75 2015÷03÷06
Público Geral 100 2015÷03÷12
Inscrição

Formador

Ângela CerveiraDirectora de Produção

Ângela Cer­veira encon­tra-se neste momento a tra­ba­lhar no novo pro­jecto de Joa­quim Pinto e Nuno Leo­nel. Come­çou a tra­ba­lhar em cinema em 1986. Desde 1990, como Direc­tora de Pro­du­ção tra­ba­lhou com rea­li­za­do­res como João César Mon­teiro, Manuel Mozos, José Álvaro Morais, Miguel Gomes, Jeanne Waltz, Leão Lopes, Flora Gomes, Jorge Silva Melo, João Canijo, Chris­tine Lau­rent, João Sala­viza entre outros. Pro­du­tora exe­cu­tiva da 9ª edi­ção do Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Cinema Inde­pen­dente de Lis­boa – Indielisboa.
Direc­tora de pro­du­ção dos con­teú­dos audi­o­vi­su­ais do Pavi­lhão de Por­tu­gal na EXPO98, e Direc­tora téc­nica de Monumental’95/Mistérios de Lis­boa. Foi ainda direc­tora de pro­du­ção da semana de moda Moda­Lis­boa” entre 19972001.
Ângela Cerveira

Outros Módulos

  • Realização

    Realização

    A Rea­li­za­ção passa pela coor­de­na­ção cri­a­tiva e téc­nica de toda a equipa de fil­ma­gens (ima­gem e som), impondo uma uni­dade esté­tica e uma orga­ni­za­ção fun­ci­o­nal às con­tri­bui­ções de todos os que cola­bo­ram na pro­du­ção do filme.

    2831 de Março
    Sócios CEC & Juni­o­res 100
    Estu­dan­tes 130
    Early Bird 160
    Público Geral 200€ 

  • Direcção de Fotografia <span class="numbers">1</span>

    Direcção de Fotografia 1

    Com o objec­tivo de trans­mi­tir os conhe­ci­men­tos téc­nico-artís­ti­cos da impor­tân­cia do papel do Direc­tor de Foto­gra­fia (DF), a sua comu­ni­ca­ção com o rea­li­za­dor e sobre a forma como ele cons­troi e gere a sua equipa, o pri­meiro módulo, teó­rico, abor­dará os 3 aspec­tos essen­ci­ais da ima­gem: os artís­ti­cos, os téc­ni­cos e a equipa da DF.

    21 de Feve­reiro
    Sócios CEC & Juni­o­res 35
    Estu­dan­tes 55
    Early Bird 55
    Público Geral 70 

  • Direcção de Fotografia <span class="numbers">2</span>

    Direcção de Fotografia 2

    Nesta segunda parte deste módulo, com­ple­ta­mente prá­tico, que acom­pa­nhará dois dias de roda­gem, serão colo­ca­dos em prá­tica os con­cei­tos e téc­ni­cas ensi­na­das no módulo Direc­ção de Foto­gra­fia 1. O guião será lido e pla­ni­fi­cado junto com a rea­li­za­ção para que, em cada fia de roda­gem, se saiba o que fazer e como, por forma a gerir a equipa e dis­tri­buir o tra­ba­lho. Desta aná­lise, o DF deter­mi­nará que dis­tân­cias focais usar, que pro­fun­di­dade de campo alcan­çar, que posi­ção de camara e que menus uti­li­zar. O DF irá deci­dir que ilu­mi­na­ção usar, que equi­pa­mento uti­li­zar e que aces­só­rios levar. O DF deter­mi­nará o cha­mado dese­nho de luz com posi­ci­o­na­mento de pro­jec­to­res, que lam­pa­das, fil­tros difu­so­res e demais aces­só­rios uti­li­zar para garan­tir o efeito lumí­nico e cro­má­tico pre­ten­dido. Todo este pro­cesso será expli­cado ao longo des­tes 2 dias de roda­gem, res­pon­dendo às ques­tões que os for­man­dos vão colo­cando.

    2829 de Março
    Sócios CEC & Juni­o­res 50
    Estu­dan­tes 60
    Early Bird 75
    Público Geral 100€ 

  • Direcção de Som

    Direcção de Som

    A uti­li­za­ção expres­siva de som em arti­cu­la­ção com a ima­gem é, desde há muito, jus­ta­mente con­si­de­rada uma parte essen­cial de qual­quer pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica ou audi­o­vi­sual, jus­ti­fi­cando-se o seu tra­ta­mento independente.

    22 de Feve­reiro de 2015

    Sócios CEC & Juni­o­res 35
    Estu­dan­tes 55
    Early Bird 55
    Público Geral 70