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    Caminhos Juniores 

    A cap­ta­ção de um público jovem para o cinema por­tu­guês é fun­da­men­tal, pelo que desta forma os Cami­nhos Juni­o­res pre­ten­dem man­ter um espaço reser­vado à par­ti­ci­pa­ção das esco­las no fes­ti­val. Esta sec­ção apre­senta-​se como um ser­viço edu­ca­tivo, tendo por base que ape­nas a expe­ri­men­ta­ção in loco de mui­tos minu­tos de pura magia para estas cri­an­ças tor­nará pos­sí­vel a cri­a­ção de hábi­tos de con­sumo desde a infân­cia no que diz res­peito ao cinema por­tu­guês.

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    Caminhos Seniores 

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês cons­ci­en­tes de que, nos dias de hoje, é cada vez mais difí­cil encon­trar ini­ci­a­ti­vas em que este seg­mento da popu­la­ção possa par­ti­ci­par, apre­sen­tam a sec­ção para­lela Cami­nhos Séni­o­res”. Acre­di­ta­mos que esta ini­ci­a­tiva é uma mais-valia para o fes­ti­val que, para além de uma com­po­nente cul­tu­ral, tam­bém tem um papel impor­tante de cariz social e de inte­gra­ção na soci­e­dade.

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    Apresentação dos Caminhos Mundiais 

    Ainda que evi­tando uma abor­da­gem polí­tica, todos podem reco­nhe­cer uma vasta e rica per­so­na­li­dade na cul­tura espa­nhola, desde Madrid à Galiza, na Cata­lu­nha, ou no País Basco e Anda­lu­zia. Cada região tem as suas pró­prias idi­os­sin­cra­sias e ulti­ma­mente, na Cata­lu­nha, tem emer­gido um grande movi­mento popu­lar que está a dar pas­sos no que con­cerne à sua sepa­ra­ção do Estado Espa­nhol. A emer­gên­cia deste movi­mento deve-se a inú­me­ros fato­res; a crise, a polí­tica, desa­ven­ças eco­nó­mi­cas e soci­ais entre o governo cata­lão e o governo cen­tral espa­nhol, etc., e no entanto tem vindo a redes­co­brir con­tex­tos his­tó­ri­cos, cul­tu­rais e lin­guís­ti­cos que hoje, mais do que nunca, se entra­nham nos dis­cur­sos alheios.

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    Comunicado: Destruição de Outdoor 

    A orga­ni­za­ção dos Cami­nhos Film Fes­ti­val vem por este meio repu­diar a des­trui­ção de um out­door colo­cado na Praça da Repú­blica, em Coim­bra na madru­gada do dia 10. Não satis­fei­tos com a des­trui­ção infli­gida ini­ci­al­mente, o out­door vol­tou a ser vítima de mais um ata­que a noite pas­sada, o que reforça um acto de sim­ples vio­lên­cia gra­tuita.

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    Apresentação da Selecção Ensaios 

    A mai­o­ria dos rea­li­za­do­res per­corre um cami­nho de for­ma­ção cons­tante, que o capa­cita com as fer­ra­men­tas ade­qua­das a uma melhor expres­são artís­tica daquilo que em cada gera­ção seja con­si­de­rado cinema. O nosso Fes­ti­val segue o mote de ser uma mon­tra do cinema por­tu­guês, não que­rendo assim colo­car de lado as obras desen­vol­vi­das em con­texto de for­ma­ção. Torna-se inte­res­sante ver o fluxo de rea­li­za­do­res que ini­cia a sua obra na Selec­ção Ensaios e que em mui­tos casos são ime­di­a­ta­mente apon­ta­dos como futu­ras refe­rên­cias cine­ma­to­grá­fi­cas naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais.

    Pro­gra­mar a Selec­ção Ensaios é sen­tir o san­gue jovem que sem­pre pau­tou o cinema, é ser con­fron­tado com téc­ni­cas dife­ren­tes, ideias van­guar­dis­tas e até conhe­cer novos acto­res. Para aquele que estuda cinema, assis­tir às ses­sões da Selec­ção Ensaios dar-lhe-á aquele alento neces­sá­rio, aquele sen­ti­mento de que é pos­sí­vel e exequí­vel fazer bom cinema. Para o espec­ta­dor e ciné­filo em geral, estas ses­sões repre­sen­ta­rão o ace­der a men­tes de jovens cri­a­do­res, dando-lhes uma real noção dos valo­res e ideias que pau­tam actu­al­mente este movi­mento artís­tico por­tu­guês e inter­na­ci­o­nal. É a opor­tu­ni­dade única de ver a semente que ger­mina, as pri­mei­ras obras, as novas for­mas de olhar o cinema e o mundo.

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    Apresentação da Seleção Caminhos 

    Todos os anos nos são apre­sen­ta­dos novos tipos de desa­fios aquando da selec­ção e pro­gra­ma­ção do cinema cri­ado no nosso país. Mesmo rece­bendo ape­nas aque­las obras que foram pro­du­zi­das depois da nossa última edi­ção, vemos que anu­al­mente o fluxo de ins­cri­ções tem sido cons­tante e muito diverso.

    Ape­sar de acre­di­tar­mos que nem tudo o que se mexe em ecrã deva ser con­si­de­rado cinema, todas as ins­cri­ções são colo­ca­das ao mesmo nível de aná­lise, des­pren­dendo-​nos de cri­té­rios for­mais (como o autor ou a pro­du­tora) e ansi­ando pela cri­a­ção de momen­tos cine­ma­to­grá­fi­cos em sala. Esses momen­tos vêm de fora para den­tro, pois tudo den­tro de nós é movi­mento que – devi­da­mente ins­pi­rado – nos leva a esca­par os limi­tes físi­cos desta rea­li­dade, cri­ando o filme uma nova foprma de exis­tir que, como é inte­rior, é só nossa.

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    Bilhetes Gerais 

    Encon­tram-​se já dis­po­ní­veis os Bilhe­tes Gerais para a XXII Edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Todas as ses­sões numa cre­den­cial, levando o espec­ta­dor a uma via­gem com­pleta por esta mon­tra do cinema por­tu­guês. Dis­po­ní­veis no nosso secre­ta­ri­ado (CEC/​AAC), 15€ estu­dan­tes, desem­pre­ga­dos e sócios do CEC20€ público geral.

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    Prazo Alargado para Envio de Propostas de Comunicação 

    Dado o grande inte­resse demons­trado nos últi­mos dias, bem como as difi­cul­da­des téc­ni­cas repor­ta­das, o fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês deci­diu pro­lon­gar o prazo para o envio de pro­pos­tas de Comu­ni­ca­ções de III Sim­pó­sio Inter­na­ci­o­nal Fusões no Cinema” até 10 de Novem­bro. Ins­creva-​se em www​.cami​nhos​.info/​s​i​m​posio

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    Apresentação dos Jurados da 22.ª edição

    A orga­ni­za­ção do Cami­nhos Film Fes­ti­val já anun­ciou a com­po­si­ção do júri do fes­ti­val, que este ano rea­liza a sua XXII edi­ção entre os dias 1926 de Novem­bro em Coim­bra e Lei­ria.

    A equipa do júri ofi­cial é com­posta por caras bem conhe­ci­das do grande público, e abran­gem áreas como a música, a lite­ra­tura e claro está, o cinema. 

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    Cinemalogia 6 – Inscrições Abertas! 

    Mais de um século após a sua inven­ção, o Cinema con­ti­nua a cons­ti­tuir um dos meios de expres­são artís­tica mais com­ple­xos que nos é dado a apre­ciar. Con­ta­gi­ando ou inva­dindo outras for­mas de mani­fes­ta­ção artís­tica, torna-se per­ti­nente per­cebê-​lo desde o seu inte­rior.

    Estão aber­tas as ins­cri­ções para o 6º curso de cinema – Cine­ma­lo­gia, orga­ni­zado pelo Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês.

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    Nunca é Tarde” trilha caminho pelos Festivais 

    Nunca é Tarde, curta-​metra­gem pro­du­zida no âmbito da 4.ª do Curso Cine­ma­lo­gia da ideia ao filme’, pro­mo­vido pelo Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês, inte­grou a Sele­ção Pano­rama Por­tu­guês Avanca Film Fes­ti­val 2016 – Encon­tros Inter­na­ci­o­nais de Cinema, Tele­vi­são, Vídeo e Mul­ti­mé­dia” e a Selec­ção Esco­las” do Figueira Film Art. Em novem­bro será exi­bido em novem­bro no fes­ti­val YMo­tion – Con­curso e Mos­tra de Cinema Jovem, em Fama­li­cão, e em Lei­ria na Selec­ção Ensaios dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês.

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  • Na 22ª edi­ção, o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem sabido acom­pa­nhar a ener­gia e a qua­li­dade que têm mar­cado a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal. Ano após ano, Coim­bra torna-se palco de um evento que cum­pre aquele que é hoje um desa­fio e um obje­tivo das polí­ti­cas cul­tu­rais: demo­cra­ti­zar o acesso à cul­tura, dese­nhando pro­gra­mas para a cap­ta­ção de novos públi­cos. A pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa é cada vez mais reco­nhe­cida inter­na­ci­o­nal­mente mas aos Cami­nhos do Cinema che­gam não só as obras que já fize­ram per­curso pelos diver­sos fes­ti­vais, mas tam­bém os fil­mes de jovens rea­li­za­do­res, tanto por­tu­gue­ses, como estran­gei­ros, numa pro­gra­ma­ção de ser­viço público, ao espec­ta­dor e ao autor.

    Luís Cas­tro Men­des, Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura (2016)
  • (…) O papel dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês é de uma enorme impor­tân­cia na divul­ga­ção e no reco­nhe­ci­mento da sétima arte que se faz no país. Ou, se qui­ser­mos, cru­cial para um melhor conhe­ci­mento d’“A Gló­ria de fazer cinema em Por­tu­gal”, título rou­bado a uma curta metra­gem pre­mi­ada em 2015 pelo fes­ti­val ao qual dedico estas linhas, e que remete para uma carta de José Régio escrita ao amigo Alberto Serpa. Nela, o escri­tor alude ao emprés­timo ou alu­guer de uma máquina pro­di­gi­osa para que o grupo dos Ultra (fun­dado, pre­ci­sa­mente, em Coim­bra) pudesse tam­bém expe­ri­men­tar a lin­gua­gem cine­ma­to­grá­fica, tendo como con­di­ção sine qua non das nos­sas pri­mei­ras expe­ri­ên­cias” a pre­sença da dita máquina, pelo menos durante um ano, em Coim­bra. [as coi­sas que se sabem gra­ças a’Os Cami­nhos…]

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são, afi­nal, uma cele­bra­ção que resiste – como outros hon­ro­sos exem­plos em Por­tu­gal – às tem­pes­ta­des mag­né­ti­cas no pano­rama cul­tu­ral do país, e que cons­ti­tuem uma opor­tu­ni­dade para conhe­cer a com­po­si­ção, tecida de tan­tos fios, elé­tri­cos ou não, do cinema por­tu­guês.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2016)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, uma mon­tra anual da mais recente pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa, que durante uma semana trans­forma a cidade de Coim­bra num ponto de encon­tro e cele­bra­ção entre os cri­a­do­res e o seu público. Os cami­nhos são vari­a­dos, mas o des­tino pode ser resu­mido a um obje­tivo único, o da pro­mo­ção do cinema por­tu­guês, não somente atra­vés da sua exi­bi­ção, mas tam­bém de novos tri­lhos, o do estí­mulo da inves­ti­ga­ção e o da pro­posta de um ser­viço edu­ca­tivo.

    Filo­mena Ser­ras Pereira, Pre­si­dente do Con­se­lho Dire­tivo do ICA (2016)
  • Pro­je­tos como o Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” são for­mas dife­ren­tes e ori­gi­nais de tra­ba­lhar os ter­ri­tó­rios, dando-lhes ainda mais ati­vos na mis­são de atra­ção de visitantes/​turistas. Em mui­tos casos, dando-lhes uma nova vida, uma nova dinâ­mica. Desta forma, dão o seu con­tri­buto na estru­tu­ra­ção do Turismo Cul­tu­ral, de pes­soas que visi­tam os des­ti­nos com este pro­pó­sito: de expe­ri­men­tar, de se emo­ci­o­nar, de apren­der, de conhe­cer e, no final, evo­luir.

    Pedro Machado, Pre­si­dente da E.R. de Turismo do Cen­tro de Por­tu­gal (2016)
  • Pode­mos dizer que [Os Cami­nhos] é um fes­ti­val de resis­tên­cia, feito por resis­ten­tes. Um fes­ti­val ao qual tan­tas vezes vati­ci­na­ram o seu fim e outras tan­tas vezes se ergueu, orgu­lhoso do tra­ba­lho feito e com os olhos pos­tos no que ainda falta fazer. Quem acom­pa­nha há déca­das os Cami­nhos sabe o quanto evo­luiu e quanto sacri­fí­cio foi posto em cada tarefa, em cada desa­fio.

    Só isso bas­ta­ria para o clas­si­fi­car de impres­cin­dí­vel, mas ele é-o desde a pri­meira hora pois assu­miu uma mis­são de defesa e divul­ga­ção do Cinema Por­tu­guês, um fes­ti­val que, neste país durante tan­tos anos de cos­tas vol­ta­das para o seu pró­prio Cinema, pou­cos arris­ca­riam rea­li­zar há 22 anos atrás.

    Paulo Mar­tins, Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes (2016)
  • Acre­di­ta­mos que a aposta na demo­cra­ti­za­ção do acesso à arte e a for­ma­ção de novos públi­cos é a receita certa para a cri­a­ção de con­di­ções de sus­ten­ta­bi­li­dade da pro­du­ção cul­tu­ral e para que esta se afirme, nas suas diver­sas expres­sões, como um pilar estru­tu­rante de uma soci­e­dade moderna, culta, tole­rante e soli­dá­ria.

    Acre­di­ta­mos que este fes­ti­val, pela dimen­são e filo­so­fia que assume, con­tri­bui tam­bém para a aber­tura de novos cami­nhos ao cinema por­tu­guês, que vive um momento par­ti­cu­lar­mente feliz, com a afir­ma­ção de novos valo­res, com mere­cido reco­nhe­ci­mento naci­o­nal e inter­na­ci­o­nal.

    A rea­li­za­ção deste impor­tante evento, com âncora em Coim­bra e que agora se estende a Lei­ria, é igual­mente prova de que há cul­tura para além dos gran­des cen­tros e exem­plar do enge­nho que os agen­tes cul­tu­rais locais têm demons­trado para ultra­pas­sar as difi­cul­da­des orça­men­tais no país, par­ti­cu­lar­mente sen­sí­veis neste domí­nio.

    Gon­çalo Lopes, Vice-Pre­si­dente e Vere­a­dor da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Lei­ria (2016)
  • Durante uma semana, serão exi­bi­das, na cidade dos estu­dan­tes, obras em por­tu­guês de exce­lente qua­li­dade, num diá­logo per­ma­nente entre pro­fis­si­o­nais e público, resul­tando numa diver­si­dade de ima­gens, sons, temas e his­tó­rias que tor­nam este cer­tame único em Por­tu­gal. A Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra dá assim as boas-vin­das a todos os par­ti­ci­pan­tes da XXII edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. É um pri­vi­lé­gio rece­ber este evento que tem, ao longo dos anos, pres­ti­gi­ado e valo­ri­zado a cidade de Coim­bra.

    Carina Gomes, Vere­a­dora da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra (2016)
  • (…)O acesso à cul­tura e a divul­ga­ção das artes depen­dem das polí­ti­cas públi­cas, mas não fun­ci­o­nam sem a ini­ci­a­tiva dos agen­tes e das asso­ci­a­ções cul­tu­rais. É gra­ças a esse espí­rito de ini­ci­a­tiva que o Direito à Cul­tura chega aos ter­ri­tó­rios e às pes­soas. Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são uma des­sas ini­ci­a­ti­vas da soci­e­dade civil, que há já mais de vinte anos leva a arte cine­ma­to­grá­fica a Coim­bra. Por isso faço ques­tão de dei­xar aqui, nesta breve men­sa­gem, o meu reco­nhe­ci­mento público.

    Edu­ardo Ferro Rodri­gues, Sua Exce­lên­cia O Pre­si­dente da Assem­bleia da Repú­blica (2016)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que se rea­li­zam anu­al­mente em Coim­bra, são, por con­se­guinte, uma opor­tu­ni­dade exem­plar para infor­ma­ção e for­ma­ção de públi­cos que, naquela cidade, já se habi­tu­a­ram a assis­tir à pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa mais recente. 

    A orga­ni­za­ção deste acon­te­ci­mento tem tido ainda o cui­dado de pre­pa­rar ciclos dedi­ca­dos aos auto­res, artis­tas, téc­ni­cos ou cor­ren­tes que, no pas­sado ou mais recen­te­mente, pers­pec­ti­vam a evo­lu­ção de ten­dên­cias ou reve­lam face­tas menos divul­ga­das do nosso cinema, con­tri­buido assim para a sua his­tó­ria viva.

    Pedro Pas­sos Coe­lho, Pri­meiro Minis­tro do Governo de Por­tu­gal (2014)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês têm uma impor­tân­cia fun­da­men­tal na divul­ga­ção dos fil­mes naci­o­nais pro­du­zi­dos nos anos mais recen­tes.

    Sendo Coim­bra uma cidade que con­voca várias siner­gias, uma vez que tem uma popu­la­ção estu­dan­til sig­ni­fi­ca­tiva e se situa no cen­tro geo­grá­fico do país, é o lugar pri­vi­le­gi­ado para este encon­tro anual da cul­tura cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal e, por con­se­guinte, de con­fra­ter­ni­za­ção dos cri­a­do­res com o público já fide­li­zado.

    Jorge Bar­reto Xavier, Secre­tá­rio de Estado da Cul­tura (2014)