• Todos os Seleccionados! 

    Eis aqui a lista de todos os fil­mes selec­ci­o­na­dos:

    Cate­go­ria de Pelí­cula
    A Estrela de Antó­nio Duarte 15
    A Rapa­riga da Mão Morta de Alberto Sei­xas San­tos 16
    Adri­ana de Mar­ga­rida Gil 102
    Alice de Marco Mar­tins 102
    Cega Pai­xão de Cár­men Cas­telo Branco 11
    Coisa Ruim de Tiago Gue­des e Fre­de­rico Serra 100
    Espe­lho Mágico de Manoel de Oli­veira 137
    His­tó­ria Trá­gica com Final Feliz de Regina Pes­soa 747’’
    Lavado em Lágri­mas de Rosa Cou­ti­nho Cabral 106
    Manô de George Fel­ner 93
    O Almoço de Gideon Nel 715’’
    O Fata­lista de João Bote­lho 105
    O Sonho de Uma Noite de S. João de Angel De La Cruz e Manolo Gomez 85
    Odete de João Pedro Rodri­gues 101
    Os Cami­nhei­ros de Luís Cam­pos Brás 15
    Sali­tre de Leo­nor Noivo 1230’’
    Um Rio de José Car­los de Oli­veira 106
    Vul­ga­res de Fre­de­rico Fon­seca e Vitor Mar­tins 6’ 

    Cate­go­ria de Vídeo
    3 Cami­nhei­ros de João Guerra 20
    9980 RN de Ale­xan­dre Mes­tre 20
    A Film About Us de Pedro Lino 525’’
    A Minha Mãe é Pia­nista de João Rosas 320’’ 
    A Trip To New York de Filipe Y 1337’’
    Alguém Olhará Por Ti de Marta Pes­soa 14
    Aque­ci­mento de Miguel Ribeiro 1415’’
    Até Logo Jacaré de Fer­nando Lobo Ama­ral 7
    Berço de Pedra de Nuno Rocha 28
    Boom de Veit Hel­mer 6
    Chama Anó­nima de Antó­nio Pinto 10
    Comer o Cora­ção de Rui Cha­fes e Vera Man­tero de Inês Oli­veira 33
    Ctrl Alt Fly de Vic­tor San­tos 247’’
    Daphne de Per­seus Man­dillo 19
    Déjà Vu de Car­los Alberto Gomes 624’’
    Falta-me de Cláu­dia Vare­jão 20
    Frio de Artur Serra Araújo 14
    Gl’Amour de Luís Gal­vão Teles 15
    His­tó­ria de um Cara­melo de Pedro Tei­xeira 10
    His­tó­rias a Passo de Cágado de Artur Cor­reia 6×30’’
    Jane­las Ver­des de João Guerra 17
    Liber­dade e Ino­cên­cia de Paulo César Fajardo 28
    Lixo de Mário Filipe Gajo 3
    LX Caos de Antó­nio Cae­tano Faria 530’’
    Menu de Joana Toste 328’’
    Mouse de Maria Estrela Lou­renço 056’’
    Mr. Cat de Maria Estrela Lou­renço 202’’
    O Fole de Car­los Edu­ardo Viana 34
    O Outro Lado de Nuno Por­tu­gal 5
    O Pri­meiro Dia de Ana Paula Mar­tins 1006’’
    Por­ta­li­nho de Paulo Gui­lherme 20
    Quando Eu Mor­rer de Luís Vieira Cam­pos 11
    Roc­ku­men­tá­rio de San­dra Cas­tiço 40
    Rupo­fo­bia de Telmo Mar­tins 15
    Selo ou Não Sê-lo de Isa­bel Aboim Inglez 9
    Uma Noite ao Acaso de Vic­tor Can­deias 18
    Uma Vida Nova de Nuno Pires 24
    Vídeo – Pos­tais de Cabo Verde de Rui Simões 37’ 

    Cate­go­ria de TV
    Angola: His­tó­rias da Música Popu­lar de Jorge Antó­nio 50
    Carta de Cha­mada de Cris­tina Fer­reira Gomes 62
    Da Pele à Pedra de Pedro Sena Nunes 40
    Docu­mento Boxe de Miguel Clara Vas­con­ce­los 53
    Ilha de Moçam­bi­que de Fer­nando Matos Silva 50
    Laura de Graça Cas­ta­nheira 52
    Na Esteira de Egas Moniz de Rui Pinto de Almeida 58
    O Escri­tor Pro­di­gi­oso de Joana Pon­tes 62

    bre­ve­mente será divul­gado o pro­grama ofi­cial do fes­ti­val!

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  • Fórum 

    E a par­tir de hoje podem con­tar com mais um recurso para comu­ni­car e tro­car ideias com a orga­ni­za­ção, com os aman­tes do cinema e do cinema por­tu­guês em par­ti­cu­lar, no fundo com toda a gente. Visite o forum, registe-se e deixe-nos os seus comen­tá­rios, ideias e sujes­tões.
    Podem encon­tar o link no Menu Prin­ci­pal ou aqui

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  • Caminhos Juniores 

    A seme­lhança da edi­ção ante­rior do fes­ti­val, este ano vamos tam­bém abrir um espaço dedi­cado aos mais novos. As Escola Pri­má­rias e Infan­tá­rios do con­ce­lho de Coim­bra e limí­tro­fes foram con­vi­da­das a vir aos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês XIII, em alguns casos a assi­tir a uma ses­são de cinema pela pri­meira vez. Na edi­ção tran­sacta esti­ve­ram con­nosco cerca de 3500 cri­an­ças, número que na pre­sente edi­ção espe­ra­mos supe­rar.
    Caso seja edu­ca­dora e/​ou pro­fes­sora e ainda não tenha tido conhe­ci­mento desta ini­ci­a­tiva entre em con­tacto com a orga­ni­za­ção, tere­mos o maior pra­zer em aco­lher a sua escola/​infantário. As ses­sões para cri­an­ças serão no Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente nas seguin­tes datas 1921 de Abril e 2427 de Abril às10h00

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  • As Datas 

    Pois é o fes­ti­val está com mais dois dias do que o pre­visto. Assim vamos come­çar a 19 de Abril com os Cami­nhos do Cinema Euro­peu este ano dedi­ca­dos ao cinema fran­cês. A com­pe­ti­ção ofi­cial pro­pri­a­mente dita só come­çará no dia 21 de Abril com a Ceri­mó­nia de Aber­tura e espe­ra­mos que no dia 30 de Abril já pos­sa­mos ter os ven­ce­do­res da XIII edi­ção do fes­ti­val no Ses­são de Encer­ra­mento. Entre os dias 19 de Abril e 1 de Maio não se esqueça para além dos fil­mes por­tu­gue­ses em com­pe­ti­ção irá decor­rer a II Feira do Livro do Cinema e do Filme Por­tu­guês, os dife­ren­tes Workshops, os Cami­nhos Juni­o­res – Ses­sões Espe­ci­ais para Esco­las, e o novo Espaço Ensaios Visu­ais dedi­cado as esco­las de cinema e audi­o­vi­su­ais.

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  • As Inscrições 

    Ter­mi­nou o prazo de ins­cri­ção de fil­mes na XIII edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Parte do Pro­grama Ofi­cial está reve­lado. bre­ve­mente será divul­gada a tota­li­dade.

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  • 2 – Video Digital – Edição 

    Des­cri­ção:
    Des­ven­dar o pro­cesso de cap­tura, edi­ção e pós pro­du­ção de vídeo. Tenho por base um tema dado a cada uma das equi­pas (for­ma­das durante o workshop) os par­ti­ci­pan­tes irão trans­cre­ver o tema dado no ini­cio do workshop num car­tão de visita, em for­mato vídeo.
    Como Objec­ti­vos pre­tende-​se: -Des­ven­dar o Adobe Pre­mi­ere: Fun­ções bási­cas de edi­ção; -Explo­rar mais algu­mas fun­ci­o­na­li­da­des da câmara de vídeo; -Explo­rar cri­a­ti­va­mente as poten­ci­a­li­da­des do media (vídeo).

    Estru­tura:

    Des­ven­dar a inter­face grá­fica do Adobe Pre­mi­ere, coman­dos bási­cos.
    Registo de ima­gens no exte­rior.
    Edi­ção cri­a­tiva das ima­gens reco­lhi­das.
    Cri­a­ção de um dvd com os tra­ba­lhos de todos os par­ti­ci­pan­tes 
    Outras Infor­ma­ções:
    Datas – 2023 de Abril 2009
    Horá­rio – 9h às 14h
    Limite de Par­ti­ci­pan­tes – 20
    Horas de For­ma­ção – 20
    Lugar – Edi­fí­cio AAC
    Frequên­cia Mínima – 70%
    Preço Workshop – Sócios CEC/​AAC 40€ Público em Geral 50
    Notas:

    Na frequên­cia de mais do que um workshop bene­fi­cie de um des­conto de 25% sobre o total
    A frequên­cia dos workshops dá direito a Livre Trân­sito para todas as ses­sões do Fes­ti­val

    Cur­ri­cu­lum Vitae do For­ma­dor:
    Miguel Estima

    Nas­ceu em Cami­nha em Maio de 1978. Come­çou por estu­dar Infor­má­tica, mas depressa sen­tiu neces­si­dade de mudar de rumo. Ter­mi­nou em 2003 a for­ma­ção em Foto­gra­fia e a par­tir daí tem-se dedi­cado a novas expres­sões artís­ti­cas, sem­pre com uma base visual mar­cante. Em dis­curso directo Desde muito cedo fui um apai­xo­nado pela ima­gem. Ado­rava tirar os retra­tos de famí­lia. Nas via­gens que os meus pais me pro­por­ci­o­na­ram gos­tava de foto­gra­far gen­tes e locais por onde pas­sava. Para apro­fun­dar os meus conhe­ci­men­tos estu­dei foto­gra­fia no Porto. Por me sen­tir sedento de fazer mais desen­volvi tra­ba­lhos no âmbito da vídeo-​repor­ta­gem para canais Web. Auto­di­dacta inato levou-me a per­cor­rer um per­curso mais pes­soal onde fre­quen­tei vários workshops. Des­sas expe­ri­ên­cias desen­volvi laços de ami­zade com artis­tas, pro­du­to­res, rea­li­za­do­res, direc­to­res de fes­ti­vais, direc­to­res de foto­gra­fia e ence­na­do­res.
    Como rea­li­za­dor desen­volvi um con­ceito muito expe­ri­men­tal e na curta Baby­love” senti neces­si­dade de mos­trar um pouco de mim tam­bém como per­for­mance humo­rís­tico. Cola­bo­ra­dor da imprensa escrita em repor­ta­gem de acti­vi­da­des cul­tu­rais para o suple­mento cul­tu­ral do Diá­rio de Aveiro.
    Sem­pre à pro­cura de novas for­mas de ver, sem­pre aberto a novas for­mas de olhar… ”

    Fil­mo­gra­fia:
    como Rea­li­za­dor:
    - I’m Back (2008)
    - Des­ti­nos de Sofia (2008)
    - Baby­love (2007)
    - Boom (2005)
    - 180 Graus (2005)
     
    Direc­ção de Foto­gra­fia:
    - Bejat (2008)

    Foto­gra­fia:
    - MN 24h (indi­vi­dual), Mer­cado Negro (Aveiro), Agosto’2006
    - Laranja (indi­vi­dual), G.A. Cami­nhense (Cami­nha), Janeiro’2004
    - Mos­tra de Retra­tos (colec­tiva), Bare Nos­trum (VN Cer­veira), Janeiro’2003

    Para mais infor­ma­ções sobre o for­ma­dor con­sulte o seguinte link

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  • Problemas Internet Explorer 

    Esta­mos neste momento com alguns peque­nos pro­ble­mas com visu­a­li­za­ção da página no brow­ser Inter­net Explo­rer! Embora apro­vei­te­mos para reco­men­dar a adop­ção do brow­ser Fire­fox , pro­me­te­mos ser rápi­dos na cor­rec­ção deste erro! Caso detecte mais algum inci­dente não hesite em con­tac­tar-​nos.

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  • Durante uma semana, serão exi­bi­das, na cidade dos estu­dan­tes, obras em por­tu­guês de exce­lente qua­li­dade, num diá­logo per­ma­nente entre pro­fis­si­o­nais e público, resul­tando numa diver­si­dade de ima­gens, sons, temas e his­tó­rias que tor­nam este cer­tame único em Por­tu­gal. A Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra dá assim as boas-vin­das a todos os par­ti­ci­pan­tes da XXII edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. É um pri­vi­lé­gio rece­ber este evento que tem, ao longo dos anos, pres­ti­gi­ado e valo­ri­zado a cidade de Coim­bra.

    Carina Gomes, Vere­a­dora da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra (2016)
  • (…)O acesso à cul­tura e a divul­ga­ção das artes depen­dem das polí­ti­cas públi­cas, mas não fun­ci­o­nam sem a ini­ci­a­tiva dos agen­tes e das asso­ci­a­ções cul­tu­rais. É gra­ças a esse espí­rito de ini­ci­a­tiva que o Direito à Cul­tura chega aos ter­ri­tó­rios e às pes­soas. Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são uma des­sas ini­ci­a­ti­vas da soci­e­dade civil, que há já mais de vinte anos leva a arte cine­ma­to­grá­fica a Coim­bra. Por isso faço ques­tão de dei­xar aqui, nesta breve men­sa­gem, o meu reco­nhe­ci­mento público.

    Edu­ardo Ferro Rodri­gues, Sua Exce­lên­cia O Pre­si­dente da Assem­bleia da Repú­blica (2016)
  • Na 22ª edi­ção, o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem sabido acom­pa­nhar a ener­gia e a qua­li­dade que têm mar­cado a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal. Ano após ano, Coim­bra torna-se palco de um evento que cum­pre aquele que é hoje um desa­fio e um obje­tivo das polí­ti­cas cul­tu­rais: demo­cra­ti­zar o acesso à cul­tura, dese­nhando pro­gra­mas para a cap­ta­ção de novos públi­cos. A pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa é cada vez mais reco­nhe­cida inter­na­ci­o­nal­mente mas aos Cami­nhos do Cinema che­gam não só as obras que já fize­ram per­curso pelos diver­sos fes­ti­vais, mas tam­bém os fil­mes de jovens rea­li­za­do­res, tanto por­tu­gue­ses, como estran­gei­ros, numa pro­gra­ma­ção de ser­viço público, ao espec­ta­dor e ao autor.

    Luís Cas­tro Men­des, Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura (2016)
  • (…) O papel dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês é de uma enorme impor­tân­cia na divul­ga­ção e no reco­nhe­ci­mento da sétima arte que se faz no país. Ou, se qui­ser­mos, cru­cial para um melhor conhe­ci­mento d’“A Gló­ria de fazer cinema em Por­tu­gal”, título rou­bado a uma curta metra­gem pre­mi­ada em 2015 pelo fes­ti­val ao qual dedico estas linhas, e que remete para uma carta de José Régio escrita ao amigo Alberto Serpa. Nela, o escri­tor alude ao emprés­timo ou alu­guer de uma máquina pro­di­gi­osa para que o grupo dos Ultra (fun­dado, pre­ci­sa­mente, em Coim­bra) pudesse tam­bém expe­ri­men­tar a lin­gua­gem cine­ma­to­grá­fica, tendo como con­di­ção sine qua non das nos­sas pri­mei­ras expe­ri­ên­cias” a pre­sença da dita máquina, pelo menos durante um ano, em Coim­bra. [as coi­sas que se sabem gra­ças a’Os Cami­nhos…]

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são, afi­nal, uma cele­bra­ção que resiste – como outros hon­ro­sos exem­plos em Por­tu­gal – às tem­pes­ta­des mag­né­ti­cas no pano­rama cul­tu­ral do país, e que cons­ti­tuem uma opor­tu­ni­dade para conhe­cer a com­po­si­ção, tecida de tan­tos fios, elé­tri­cos ou não, do cinema por­tu­guês.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2016)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, uma mon­tra anual da mais recente pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa, que durante uma semana trans­forma a cidade de Coim­bra num ponto de encon­tro e cele­bra­ção entre os cri­a­do­res e o seu público. Os cami­nhos são vari­a­dos, mas o des­tino pode ser resu­mido a um obje­tivo único, o da pro­mo­ção do cinema por­tu­guês, não somente atra­vés da sua exi­bi­ção, mas tam­bém de novos tri­lhos, o do estí­mulo da inves­ti­ga­ção e o da pro­posta de um ser­viço edu­ca­tivo.

    Filo­mena Ser­ras Pereira, Pre­si­dente do Con­se­lho Dire­tivo do ICA (2016)
  • Pro­je­tos como o Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” são for­mas dife­ren­tes e ori­gi­nais de tra­ba­lhar os ter­ri­tó­rios, dando-lhes ainda mais ati­vos na mis­são de atra­ção de visitantes/​turistas. Em mui­tos casos, dando-lhes uma nova vida, uma nova dinâ­mica. Desta forma, dão o seu con­tri­buto na estru­tu­ra­ção do Turismo Cul­tu­ral, de pes­soas que visi­tam os des­ti­nos com este pro­pó­sito: de expe­ri­men­tar, de se emo­ci­o­nar, de apren­der, de conhe­cer e, no final, evo­luir.

    Pedro Machado, Pre­si­dente da E.R. de Turismo do Cen­tro de Por­tu­gal (2016)
  • Pode­mos dizer que [Os Cami­nhos] é um fes­ti­val de resis­tên­cia, feito por resis­ten­tes. Um fes­ti­val ao qual tan­tas vezes vati­ci­na­ram o seu fim e outras tan­tas vezes se ergueu, orgu­lhoso do tra­ba­lho feito e com os olhos pos­tos no que ainda falta fazer. Quem acom­pa­nha há déca­das os Cami­nhos sabe o quanto evo­luiu e quanto sacri­fí­cio foi posto em cada tarefa, em cada desa­fio.

    Só isso bas­ta­ria para o clas­si­fi­car de impres­cin­dí­vel, mas ele é-o desde a pri­meira hora pois assu­miu uma mis­são de defesa e divul­ga­ção do Cinema Por­tu­guês, um fes­ti­val que, neste país durante tan­tos anos de cos­tas vol­ta­das para o seu pró­prio Cinema, pou­cos arris­ca­riam rea­li­zar há 22 anos atrás.

    Paulo Mar­tins, Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes (2016)
  • Acre­di­ta­mos que a aposta na demo­cra­ti­za­ção do acesso à arte e a for­ma­ção de novos públi­cos é a receita certa para a cri­a­ção de con­di­ções de sus­ten­ta­bi­li­dade da pro­du­ção cul­tu­ral e para que esta se afirme, nas suas diver­sas expres­sões, como um pilar estru­tu­rante de uma soci­e­dade moderna, culta, tole­rante e soli­dá­ria.

    Acre­di­ta­mos que este fes­ti­val, pela dimen­são e filo­so­fia que assume, con­tri­bui tam­bém para a aber­tura de novos cami­nhos ao cinema por­tu­guês, que vive um momento par­ti­cu­lar­mente feliz, com a afir­ma­ção de novos valo­res, com mere­cido reco­nhe­ci­mento naci­o­nal e inter­na­ci­o­nal.

    A rea­li­za­ção deste impor­tante evento, com âncora em Coim­bra e que agora se estende a Lei­ria, é igual­mente prova de que há cul­tura para além dos gran­des cen­tros e exem­plar do enge­nho que os agen­tes cul­tu­rais locais têm demons­trado para ultra­pas­sar as difi­cul­da­des orça­men­tais no país, par­ti­cu­lar­mente sen­sí­veis neste domí­nio.

    Gon­çalo Lopes, Vice-Pre­si­dente e Vere­a­dor da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Lei­ria (2016)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que se rea­li­zam anu­al­mente em Coim­bra, são, por con­se­guinte, uma opor­tu­ni­dade exem­plar para infor­ma­ção e for­ma­ção de públi­cos que, naquela cidade, já se habi­tu­a­ram a assis­tir à pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa mais recente. 

    A orga­ni­za­ção deste acon­te­ci­mento tem tido ainda o cui­dado de pre­pa­rar ciclos dedi­ca­dos aos auto­res, artis­tas, téc­ni­cos ou cor­ren­tes que, no pas­sado ou mais recen­te­mente, pers­pec­ti­vam a evo­lu­ção de ten­dên­cias ou reve­lam face­tas menos divul­ga­das do nosso cinema, con­tri­buido assim para a sua his­tó­ria viva.

    Pedro Pas­sos Coe­lho, Pri­meiro Minis­tro do Governo de Por­tu­gal (2014)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês têm uma impor­tân­cia fun­da­men­tal na divul­ga­ção dos fil­mes naci­o­nais pro­du­zi­dos nos anos mais recen­tes.

    Sendo Coim­bra uma cidade que con­voca várias siner­gias, uma vez que tem uma popu­la­ção estu­dan­til sig­ni­fi­ca­tiva e se situa no cen­tro geo­grá­fico do país, é o lugar pri­vi­le­gi­ado para este encon­tro anual da cul­tura cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal e, por con­se­guinte, de con­fra­ter­ni­za­ção dos cri­a­do­res com o público já fide­li­zado.

    Jorge Bar­reto Xavier, Secre­tá­rio de Estado da Cul­tura (2014)