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    Cinemalogia 6 – Inscrições Abertas! 

    Mais de um século após a sua inven­ção, o Cinema con­ti­nua a cons­ti­tuir um dos meios de expres­são artís­tica mais com­ple­xos que nos é dado a apre­ciar. Con­ta­gi­ando ou inva­dindo outras for­mas de mani­fes­ta­ção artís­tica, torna-se per­ti­nente per­cebê-​lo desde o seu inte­rior.

    Estão aber­tas as ins­cri­ções para o 6º curso de cinema – Cine­ma­lo­gia, orga­ni­zado pelo Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês.

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    Nunca é Tarde” trilha caminho pelos Festivais 

    Nunca é Tarde, curta-​metra­gem pro­du­zida no âmbito da 4.ª do Curso Cine­ma­lo­gia da ideia ao filme’, pro­mo­vido pelo Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês, inte­grou a Sele­ção Pano­rama Por­tu­guês Avanca Film Fes­ti­val 2016 – Encon­tros Inter­na­ci­o­nais de Cinema, Tele­vi­são, Vídeo e Mul­ti­mé­dia” e a Selec­ção Esco­las” do Figueira Film Art. Em novem­bro será exi­bido em novem­bro no fes­ti­val YMo­tion – Con­curso e Mos­tra de Cinema Jovem, em Fama­li­cão, e em Lei­ria na Selec­ção Ensaios dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês.

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    Castelo Sente Cinema | Faça parte deste filme! 

    O Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês alia-se ao Muni­cí­pio de Mon­te­mor-​o-​Velho para mos­trar que há muito tempo que sabe­mos que o que é nosso, que o que é naci­o­nal, é mesmo muito bom. Por isso, dia 23 de julho, às 22h, o Cas­telo de Mon­te­mor-​o-​Velho irá rece­ber uma ses­são de cinema ao livre em que serão exi­bi­dos Flor­bela”, de Vicente Alves do Ó, e Vicky & Sam”, de Nuno Rocha.
    A entrada é gra­tuita e, para além do bom cinema feito por rea­li­za­do­res por­tu­gue­ses, a sala é única no país e ofe­rece uma pai­sa­gem ines­que­cí­vel.
    Pro­por­ci­o­nar uma expe­ri­ên­cia cul­tu­ral fora do comum e aces­sí­vel a todos são tam­bém alguns dos pro­pó­si­tos da ação Cas­telo Sente” pro­mo­vida pelo Muni­cí­pio de Mon­te­mor-​o-​Velho.

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    Filmes Produzidos em Coimbra são exibidos na Baixa 

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês asso­ci­a­ram-​se ao Pro­jecto Há Baixa na pre­ser­va­ção da memó­ria colec­tiva da cidade de Coim­bra. Ini­ci­ado em 2011 o Curso de Cinema Cine­ma­lo­gia da Ideia ao filme’ tem pro­mo­vido o ensino e a pro­du­ção de Cinema na região Cen­tro. Esta ini­ci­a­tiva iné­dita no resto do país criou uma comu­ni­dade hete­ro­gé­nea de novos cine­as­tas um pouco por todo o país.

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    Banda Sonora, Marketing Cinematográfico e Comunicação Digital 

    Após um breve inter­valo entra­mos agora nas três últi­mas eta­pas pro­pos­tas pela 5º edi­ção do Curso de cinema, Cine­ma­lo­gia da ideia ao filme’. De novem­bro do ano pas­sado fomos pro­du­zindo e re-​escre­vendo a his­tó­ria de Ale­xan­dre Neves que durante o pro­cesso de edi­ção de um livro re-​des­co­bre, no meio dos per­ten­ces de seu pai, uma nova his­tó­ria do con­cei­tu­ado huma­nista e pro­fes­sor uni­ver­si­tá­rio Joa­quim Neves. Como rea­girá Ale­xan­dre? Entre­gará todo o mate­rial encon­trado à edi­tora ou não? 

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    Sessão dedicada ao Cinema Nacional na Casa do Professor 

    Em Braga ire­mos par­ti­ci­par numa noite intei­ra­mente dedi­cada ao cinema, que con­tará com a pre­sença de Vítor Fer­reira, dire­tor do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e Pedro Magano, rea­li­za­dor do docu­men­tá­rio Irmãos”. Da pro­gra­ma­ção farão parte duas cur­tas metra­gens pro­du­zi­das no âmbito do Curso de cinema Cine­ma­lo­gia da ideia ao filme’, Paloma e Nunca é Tarde, e pos­te­rior exi­bi­ção do docu­men­tá­rio Irmãos ven­ce­dor do Grande Pré­mio Por­tu­gal Sou Eu’ do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês.

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    Montagem de Som e Imagem 

    Em abril come­çá­mos o per­curso final da pro­du­ção de uma obra cine­ma­to­grá­fica. A pós-​pro­du­ção engloba o tra­ta­mento de todos os bru­tos de som e ima­gem pro­du­zi­dos ao longo de uma roda­gem. Nesta fase é essen­cial a orga­ni­za­ção de todo o mate­rial ima­gé­tico e sonoro bem como a con­sis­tên­cia esté­tica de toda a obra. 

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    in memoriam Afonso Bastos 

    Esta­mos em cho­que! O nosso amigo e com­pa­nheiro des­tes cami­nhos do cinema Afonso Bas­tos fale­ceu ontem 24 de Março. O Afonso foi uma pedra basi­lar na 20.ª edi­ção do fes­ti­val dando gran­des pro­vas da sua enorme com­pe­tên­cia téc­nica e pro­fis­si­o­nal mas acima de tudo de altruísmo, com­pa­nhei­rismo e espí­rito de equipa. 

    A vida foi madrasta! Subi­ta­mente aos 25 anos per­de­mos um grande amigo das artes e do cinema em par­ti­cu­lar, que fazia tudo ao seu alcance para pro­mo­ver e pro­du­zir acti­vi­da­des cul­tu­rais em Coim­bra bem como no resto do país. 

    Não foram ape­nas os Cami­nhos que per­de­ram um grande amigo e colega, fomos todos nós. 

    Não nos des­pe­di­mos com um adeus, por­que nada é eterno, mas com um até já por­que sabe­mos que esta­rás no céu a bri­lhar por nós. 

    À sua famí­lia e ami­gos, apre­sen­ta­mos as mais sen­ti­das con­do­lên­cias.

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    Nuno Rocha, Manuel Pinto Barros e Pedro Adamastor coordenam rodagem de curta-metragem em Coimbra 

    O curso de Cinema – Cine­ma­lo­gia, pro­mo­vido pelos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês desde 2011, pre­pa­rou ao longo dos últi­mos meses uma pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica e entra agora na der­ra­deira etapa da roda­gem. O iní­cio dos tra­ba­lhos está mar­cado para o dia 19 e pro­lon­gar-​se-​á até 23 de Março. Esta é a etapa cul­mi­nar de toda a for­ma­ção teó­rica e prá­tica levada a cabo desde o iní­cio deste curso dando forma visual ao ima­gi­ná­rio cri­ado no argu­mento.

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    in memoriam Nicolau Breyner 

    Os Cami­nhos Film Fes­ti­val lamen­tam a perda de uma figura cen­tral e impar da fic­ção e do Cinema Por­tu­guês, que ao longo dos anos acom­pa­nhou este pro­jecto na qua­li­dade de actor, rea­li­za­dor, e tam­bém enquanto mem­bro do júri, ende­re­çando à famí­lia e ami­gos as mais sen­ti­das con­do­lên­cias.

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  • Pode­mos dizer que [Os Cami­nhos] é um fes­ti­val de resis­tên­cia, feito por resis­ten­tes. Um fes­ti­val ao qual tan­tas vezes vati­ci­na­ram o seu fim e outras tan­tas vezes se ergueu, orgu­lhoso do tra­ba­lho feito e com os olhos pos­tos no que ainda falta fazer. Quem acom­pa­nha há déca­das os Cami­nhos sabe o quanto evo­luiu e quanto sacri­fí­cio foi posto em cada tarefa, em cada desa­fio.

    Só isso bas­ta­ria para o clas­si­fi­car de impres­cin­dí­vel, mas ele é-o desde a pri­meira hora pois assu­miu uma mis­são de defesa e divul­ga­ção do Cinema Por­tu­guês, um fes­ti­val que, neste país durante tan­tos anos de cos­tas vol­ta­das para o seu pró­prio Cinema, pou­cos arris­ca­riam rea­li­zar há 22 anos atrás.

    Paulo Mar­tins, Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes (2016)
  • Acre­di­ta­mos que a aposta na demo­cra­ti­za­ção do acesso à arte e a for­ma­ção de novos públi­cos é a receita certa para a cri­a­ção de con­di­ções de sus­ten­ta­bi­li­dade da pro­du­ção cul­tu­ral e para que esta se afirme, nas suas diver­sas expres­sões, como um pilar estru­tu­rante de uma soci­e­dade moderna, culta, tole­rante e soli­dá­ria.

    Acre­di­ta­mos que este fes­ti­val, pela dimen­são e filo­so­fia que assume, con­tri­bui tam­bém para a aber­tura de novos cami­nhos ao cinema por­tu­guês, que vive um momento par­ti­cu­lar­mente feliz, com a afir­ma­ção de novos valo­res, com mere­cido reco­nhe­ci­mento naci­o­nal e inter­na­ci­o­nal.

    A rea­li­za­ção deste impor­tante evento, com âncora em Coim­bra e que agora se estende a Lei­ria, é igual­mente prova de que há cul­tura para além dos gran­des cen­tros e exem­plar do enge­nho que os agen­tes cul­tu­rais locais têm demons­trado para ultra­pas­sar as difi­cul­da­des orça­men­tais no país, par­ti­cu­lar­mente sen­sí­veis neste domí­nio.

    Gon­çalo Lopes, Vice-Pre­si­dente e Vere­a­dor da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Lei­ria (2016)
  • Durante uma semana, serão exi­bi­das, na cidade dos estu­dan­tes, obras em por­tu­guês de exce­lente qua­li­dade, num diá­logo per­ma­nente entre pro­fis­si­o­nais e público, resul­tando numa diver­si­dade de ima­gens, sons, temas e his­tó­rias que tor­nam este cer­tame único em Por­tu­gal. A Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra dá assim as boas-vin­das a todos os par­ti­ci­pan­tes da XXII edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. É um pri­vi­lé­gio rece­ber este evento que tem, ao longo dos anos, pres­ti­gi­ado e valo­ri­zado a cidade de Coim­bra.

    Carina Gomes, Vere­a­dora da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra (2016)
  • (…)O acesso à cul­tura e a divul­ga­ção das artes depen­dem das polí­ti­cas públi­cas, mas não fun­ci­o­nam sem a ini­ci­a­tiva dos agen­tes e das asso­ci­a­ções cul­tu­rais. É gra­ças a esse espí­rito de ini­ci­a­tiva que o Direito à Cul­tura chega aos ter­ri­tó­rios e às pes­soas. Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são uma des­sas ini­ci­a­ti­vas da soci­e­dade civil, que há já mais de vinte anos leva a arte cine­ma­to­grá­fica a Coim­bra. Por isso faço ques­tão de dei­xar aqui, nesta breve men­sa­gem, o meu reco­nhe­ci­mento público.

    Edu­ardo Ferro Rodri­gues, Sua Exce­lên­cia O Pre­si­dente da Assem­bleia da Repú­blica (2016)
  • Na 22ª edi­ção, o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem sabido acom­pa­nhar a ener­gia e a qua­li­dade que têm mar­cado a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal. Ano após ano, Coim­bra torna-se palco de um evento que cum­pre aquele que é hoje um desa­fio e um obje­tivo das polí­ti­cas cul­tu­rais: demo­cra­ti­zar o acesso à cul­tura, dese­nhando pro­gra­mas para a cap­ta­ção de novos públi­cos. A pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa é cada vez mais reco­nhe­cida inter­na­ci­o­nal­mente mas aos Cami­nhos do Cinema che­gam não só as obras que já fize­ram per­curso pelos diver­sos fes­ti­vais, mas tam­bém os fil­mes de jovens rea­li­za­do­res, tanto por­tu­gue­ses, como estran­gei­ros, numa pro­gra­ma­ção de ser­viço público, ao espec­ta­dor e ao autor.

    Luís Cas­tro Men­des, Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura (2016)
  • (…) O papel dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês é de uma enorme impor­tân­cia na divul­ga­ção e no reco­nhe­ci­mento da sétima arte que se faz no país. Ou, se qui­ser­mos, cru­cial para um melhor conhe­ci­mento d’“A Gló­ria de fazer cinema em Por­tu­gal”, título rou­bado a uma curta metra­gem pre­mi­ada em 2015 pelo fes­ti­val ao qual dedico estas linhas, e que remete para uma carta de José Régio escrita ao amigo Alberto Serpa. Nela, o escri­tor alude ao emprés­timo ou alu­guer de uma máquina pro­di­gi­osa para que o grupo dos Ultra (fun­dado, pre­ci­sa­mente, em Coim­bra) pudesse tam­bém expe­ri­men­tar a lin­gua­gem cine­ma­to­grá­fica, tendo como con­di­ção sine qua non das nos­sas pri­mei­ras expe­ri­ên­cias” a pre­sença da dita máquina, pelo menos durante um ano, em Coim­bra. [as coi­sas que se sabem gra­ças a’Os Cami­nhos…]

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são, afi­nal, uma cele­bra­ção que resiste – como outros hon­ro­sos exem­plos em Por­tu­gal – às tem­pes­ta­des mag­né­ti­cas no pano­rama cul­tu­ral do país, e que cons­ti­tuem uma opor­tu­ni­dade para conhe­cer a com­po­si­ção, tecida de tan­tos fios, elé­tri­cos ou não, do cinema por­tu­guês.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2016)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, uma mon­tra anual da mais recente pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa, que durante uma semana trans­forma a cidade de Coim­bra num ponto de encon­tro e cele­bra­ção entre os cri­a­do­res e o seu público. Os cami­nhos são vari­a­dos, mas o des­tino pode ser resu­mido a um obje­tivo único, o da pro­mo­ção do cinema por­tu­guês, não somente atra­vés da sua exi­bi­ção, mas tam­bém de novos tri­lhos, o do estí­mulo da inves­ti­ga­ção e o da pro­posta de um ser­viço edu­ca­tivo.

    Filo­mena Ser­ras Pereira, Pre­si­dente do Con­se­lho Dire­tivo do ICA (2016)
  • Pro­je­tos como o Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” são for­mas dife­ren­tes e ori­gi­nais de tra­ba­lhar os ter­ri­tó­rios, dando-lhes ainda mais ati­vos na mis­são de atra­ção de visitantes/​turistas. Em mui­tos casos, dando-lhes uma nova vida, uma nova dinâ­mica. Desta forma, dão o seu con­tri­buto na estru­tu­ra­ção do Turismo Cul­tu­ral, de pes­soas que visi­tam os des­ti­nos com este pro­pó­sito: de expe­ri­men­tar, de se emo­ci­o­nar, de apren­der, de conhe­cer e, no final, evo­luir.

    Pedro Machado, Pre­si­dente da E.R. de Turismo do Cen­tro de Por­tu­gal (2016)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que se rea­li­zam anu­al­mente em Coim­bra, são, por con­se­guinte, uma opor­tu­ni­dade exem­plar para infor­ma­ção e for­ma­ção de públi­cos que, naquela cidade, já se habi­tu­a­ram a assis­tir à pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa mais recente. 

    A orga­ni­za­ção deste acon­te­ci­mento tem tido ainda o cui­dado de pre­pa­rar ciclos dedi­ca­dos aos auto­res, artis­tas, téc­ni­cos ou cor­ren­tes que, no pas­sado ou mais recen­te­mente, pers­pec­ti­vam a evo­lu­ção de ten­dên­cias ou reve­lam face­tas menos divul­ga­das do nosso cinema, con­tri­buido assim para a sua his­tó­ria viva.

    Pedro Pas­sos Coe­lho, Pri­meiro Minis­tro do Governo de Por­tu­gal (2014)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês têm uma impor­tân­cia fun­da­men­tal na divul­ga­ção dos fil­mes naci­o­nais pro­du­zi­dos nos anos mais recen­tes.

    Sendo Coim­bra uma cidade que con­voca várias siner­gias, uma vez que tem uma popu­la­ção estu­dan­til sig­ni­fi­ca­tiva e se situa no cen­tro geo­grá­fico do país, é o lugar pri­vi­le­gi­ado para este encon­tro anual da cul­tura cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal e, por con­se­guinte, de con­fra­ter­ni­za­ção dos cri­a­do­res com o público já fide­li­zado.

    Jorge Bar­reto Xavier, Secre­tá­rio de Estado da Cul­tura (2014)