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Retrospectiva Claudia Varejão no Ciclo “20 Anos de Cinema Português”


Na pró­xima quinta-feira, 18 de Junho, a ses­são é dedi­cada à obra da cine­asta Clau­dia Vare­jão exi­bindo-se 4 obras; Fim-de-Semana, Luz da Manhã, Um Dia Frio e Falta-me.
Cláu­dia Vare­jão nas­ceu no Porto e estu­dou cinema no Pro­grama de Cri­a­ti­vi­dade e Cri­a­ção Artís­tica da Fun­da­ção Calouste Gul­ben­kian em par­ce­ria com a Ger­man Film und Fern­seha­ka­de­mie Ber­lin, na Aca­de­mia Inter­na­ci­o­nal de Cinema de São Paulo Bra­sil e foto­gra­fia na AR​.CO, em Lisboa.É autora da curta docu­men­tal Falta-​me/​Wanting e recen­te­mente tem dedi­cado o seu tra­ba­lho à fic­ção, dando ori­gem à tri­o­lo­gia de cur­tas metra­gens Fim-​de-​semana/​Weekend, Um dia Frio/​Cold Day e Luz da Manhã/​Morning Light. Para além do seu per­curso como rea­li­za­dora e fotó­grafa, tra­ba­lha regu­lar­mente como direc­tora de foto­gra­fia e mon­ta­dora em cinema. Cláu­dia Vare­jão, who was born in Porto, began her film stu­dies on the pro­gram of Cre­a­ti­vity and Artis­tic Cre­a­tion, run join­tly by the Calouste Gul­ben­kian Foun­da­tion, the Ger­man Film and Fer­nesha­ka­ca­de­mie, Ber­lin and the Inter­na­ti­o­nal Film Aca­demy, São Paulo Bra­zil. She also stu­died pho­to­graphy at AR​.CO in Lisbon.Cláudia autho­red the docu­men­tary short Falta-​me/​Wanting and recen­tly, dedi­ca­ting more of her time to fic­tion, she has made a tri­logy of short fea­ture films: Fim-​de-​Semana/​Weekend, Um dia Frio/​Cold day and Luz da Manhã/​Morning Light. As well as pur­suing a career as a direc­tor and pho­to­grapher, she regu­larly works as direc­tor of pho­to­graphy and film edi­tor.

Programação

Fim-de-semana 8′ /​2007

Uma casa de campo. Um fim-de-semana. Uma famí­lia.
O tempo passa. O silên­cio pre­va­lece.Mas escuta a res­pi­ra­ção do espaço,
a men­sa­gem inces­sante que é feita de silên­cio
R. M. Rilke
A coun­try house. A wee­kend. A family.
Time goes by. Silence pre­vails.But lis­ten to the bre­ath of the
unce­a­sing mes­sage made of silence.
R. M. Rilke
com /​with ADRIANA MONIZ
ADRIANO LUZ
MANUELA COUTO
JOÃO GIL
argu­mento e rea­li­za­ção /​script and direc­tion CLÁUDIA VAREJÃO
foto­gra­fia /​pho­to­graphy DAVID BONNEVILLE
som /​sound PERSEUS MANDILLO
música /​music ALEXANDER MALTER
ARVO PART
guarda-roupa e deco­ra­ção /​cos­tume design and art depart­ment CAROLINA ESPÍRITO SANTO
direc­ção de pro­du­ção /​pro­duc­tion design PATRÍCIA FARIA
mon­ta­gem /​edi­ting CLÁUDIA VAREJÃO
mon­ta­gem de som /​sound edi­tor HUGO LEITÃO
cor­rec­ção de côr /​color cor­rec­tion ANDREIA BERTINI
pro­du­ção /​pro­duc­tion FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
DFFB
filme finan­ci­ado /​finan­cial sup­port FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

Luz da Manhã 18′ /​2012

Luz da manhã fecha um cír­culo de três cur­tas metra­gens de Cláu­dia Vare­jão sobre o (des)encontro em famí­lia. Onde nem sem­pre os cami­nhos coin­ci­dem e as rup­tu­ras ines­pe­ra­das não são neces­sa­ri­a­mente resul­tado de uma falha. O quo­ti­di­ano oculta for­ças mai­o­res e silen­ci­o­sas. E o seu enten­di­mento apre­senta-se mui­tas vezes como uma tarefa dema­si­ado vio­lenta ou até, inú­til. Seja qual fôr o olhar que se per­mite viver, a trans­cen­dên­cia das rela­ções huma­nas estará sem­pre lá, fron­tal, ina­ba­lá­vel e bruta. Luz da manhã apro­xima-se da dis­tân­cia entre três gera­ções, mãe, filha e neta. Num denso rio que as une, sem motivo apa­rente para além da exaus­tão, uma fenda emerge. Mor­ning Light clo­ses a cir­cle of three short films by Cláu­dia Vare­jão on family (dis)encounters, where the roads do not always coin­cide and unex­pec­ted dis­rup­ti­ons are not neces­sa­rily the result of a fai­lure. Every­day life hides lar­ger and qui­e­ter for­ces and their unders­tan­ding is often pre­sen­ted as a task too vio­lent or even use­less. Wha­te­ver the look that is allowed to live, the trans­cen­dence of human rela­ti­ons will always be there, front, unwa­ve­ring and gross. Mor­ning Light appro­a­ches the dis­tance between three gene­ra­ti­ons – mother, daugh­ter and grand­daugh­ter. In a dense river that uni­tes them, for no appa­rent rea­son other than exhaus­tion, a fis­sure emer­ges.
com /​with BEATRIZ BATARDA
ELISA LISBOA
MATILDE COLAÇO
argu­mento e rea­li­za­ção /​script and direc­tion CLÁUDIA VAREJÃO
foto­gra­fia /​pho­to­graphy RUI XAVIER
som /​sound OLIVIER BLANC
assis­tên­cia de rea­li­za­ção /​assis­tant direc­tor ÂNGELA SEQUERIA
deco­ra­ção /​art depart­ment LULA PENA
MARIA MANUEL FERREIRA
direc­ção de pro­du­ção /​pro­duc­tion design MANUELA RIBASPATRÍCIA FARIA
mon­ta­gem /​edi­ting CLÁUDIA VAREJÃOMARIANA GAIVÃO
mon­ta­gem de som /​sound edi­tor HUGO LEITÃO
foley ALEKSANDRA STOJANOVICVLADAN NEDELJKOV

CONCEPT FILMS

cor­rec­ção de côr /​color cor­rec­tion PAULO AMÉRICO
pro­du­to­res /​pro­du­cers MARIA JOÃO MAYER
FRANÇOIS D’ARTEMARE
pro­du­ção /​pro­duc­tion FILMES DO TEJO II
filme finan­ci­ado /​finan­cial sup­port ICA
RTP

Um Dia Frio 27′ /​2010

Um Dia Frio é um retrato de uma rela­ção pri­meira, ante­rior ao mundo externo, a da famí­lia. Num Inverno em Lis­boa, pai, mãe, filho e filha, tra­çam o per­curso de um dia, a sós. Um filme que se desen­volve em torno de per­so­na­gens cujo anta­go­nista não é mais do que a pró­pria vida, com nada (e tudo) de heróico. Cold Day is a por­trait of a first rela­ti­onship, pre­vi­ous to the exter­nal world, the one of the family. In a win­ter in Lis­bon, father, mother, son and daugh­ter, trace the path of a day by them­sel­ves. A film that deve­lops through cha­rac­ters who have for their anta­go­nist life itself, with nothing (and everything) heroic about it.
com /​with ADRIANO LUZ
MARIA D’AIRESISABEL RUTH
ANA RODRIGUESVICENTE WALLENSTAIN

ÁGATA PINHO

argu­mento /​script CLÁUDIA VAREJÃOGRAÇA CASTANHEIRA
rea­li­za­ção /​direc­tion CLÁUDIA VAREJÃO
foto­gra­fia /​pho­to­graphy RUI XAVIER
som /​sound ADRIANA BOLITO
banda sonora ori­gi­nal /​ori­gi­nal sound­track BERNARDO SASSETTI
assis­tên­cia de rea­li­za­ção /​assis­tant direc­tor ÂNGELA SEQUERIA
direc­ção de pro­du­ção /​pro­duc­tion design PATRÍCIA FARIA
mon­ta­gem /​edi­ting CLÁUDIA VAREJÃOPEDRO MARQUES
mon­ta­gem de som /​sound edi­tor MIGUEL MARTINS
cor­rec­ção de côr /​color cor­rec­tion PAULO AMÉRICO
pro­du­to­res /​pro­du­cers MARIA JOÃO MAYER
FRANÇOIS D’ARTEMARE
pro­du­ção /​pro­duc­tion FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIANFILMES DO TEJO II
filme finan­ci­ado /​finan­cial sup­port FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
RTP

Falta-me 20′ /​2005

Na tur­bu­lên­cia da vida urbana acon­tece-nos esque­cer ou subes­ti­mar coi­sas que nos fazem falta, ausên­cias que nos sus­pen­dem, adiam ou até que nos magoam. Este docu­men­tá­rio pede a cerca de uma cen­tena de habi­tan­tes da área metro­po­li­tana de Lis­boa que escre­vam numa ardó­sia o que mais lhes faz falta. São res­pos­tas de pes­soas de vários extrac­tos soci­ais, de dife­ren­tes ida­des e com acti­vi­da­des diver­si­fi­ca­das, que aca­bam por com­por um retrato íntimo da soci­e­dade por­tu­guesa con­tem­po­râ­nea.
In the tur­bu­lence of the city life we some­ti­mes for­get or unde­res­ti­mate things that we want, absen­ces that hold us, delay or even hurt us. In this docu­men­tary film, around one hun­dred inha­bi­tants from the area of Lis­bon are asked to write on a small black­bo­ard what are they mis­sing the most. There are answers from peo­ple of dif­fe­rent social back­grounds, dif­fe­rent ages, seve­ral acti­vi­ties that end up making an inti­mate por­trait of the con­tem­po­rary Por­tu­guese soci­ety.
Con­sulte a pro­gra­ma­ção do ciclo e venha ao Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha. A Entrada é Livre.

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