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    Últimas horas do Call for Movies

    Desde 1 de maio está a decor­rer o Call for Movies da XXIV Edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, ter­mi­nando ofi­ci­al­mente ama­nhã, 31 de julho.

    Dedi­cada essen­ci­al­mente às pro­du­ções naci­o­nais rea­li­za­das desde o final do prazo de ins­cri­ções da XXIII Edi­ção do fes­ti­val, a orga­ni­za­ção do fes­ti­val con­vida todos os pro­du­to­res, rea­li­za­do­res e cri­a­do­res por­tu­gue­ses a con­cor­re­rem às sec­ções com­pe­ti­ti­vas e para­le­las exis­ten­tes no fes­ti­val. As duas Sec­ções com­pe­ti­ti­vas dife­rem no tipo de obras que aco­lhem, mas têm o mesmo objec­tivo, a pro­mo­ção de todo o Cinema Por­tu­guês.

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    A Costureirinha integra Panorama do Cinema Português do Festival de Avanca

    Curta-metra­­gem A Cos­tu­rei­ri­nha” pro­du­zida no âmbito da 6.ª edi­ção do Curso de Cinema Cine­ma­lo­gia em Coim­bra inte­gra sele­ção ofi­cial, Pano­rama do Cinema Por­tu­guês, da 22ª edi­ção do Avanca Film Fes­ti­val. A exi­bi­ção decor­rerá hoje, 29 de Julho, pelas 18:30 no Cinema Dolce Vita Ovar.
    O filme cuja coor­de­na­ção de rea­li­za­ção foi assu­mida por Telmo Mar­tins, con­tou com um con­junto de for­ma­do­res de refe­rên­cia do espec­tro cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal e pos­si­bi­li­tou aos for­man­dos do curso a mate­ri­a­li­za­ção de um pro­jeto fíl­mico único.

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    A Cision Portugal e o festival Caminhos do Cinema Português

    A Cision Por­tu­gal e os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reno­va­ram a par­ce­ria exis­tente tendo em vista a XXIV edi­ção do único fes­ti­val de cinema em Por­tu­gal dedi­cado às pro­du­ções naci­o­nais.

    Depois de terem fir­mado uma par­ce­ria na XXIII Edi­ção do fes­ti­val, pro­cu­rando per­ce­ber qual o impacto mediá­tico do fes­ti­val junto do público por­tu­guês, esta é uma rela­ção que reno­vou agora os seus laços.

    A Cision é hoje líder de mer­cado em soft­ware e ser­vi­ços de Rela­ções Públi­cas, for­ne­cendo ser­vi­ços a algu­mas das mai­o­res mar­cas mun­di­ais como forma de com­pre­en­der o impacto das mes­mas.

    Para Vítor Fer­reira, dire­tor do fes­ti­val, a asso­ci­a­ção a uma empresa de refe­rên­cia no que con­cerne à ava­li­a­ção e medi­ção da sua comu­ni­ca­ção e a dos impac­tos comu­ni­ca­ci­o­nais daí resul­tan­tes é extre­ma­mente impor­tante”. Num mundo cada vez mais digi­tal e vici­ado em dados, Vítor Fer­reira acres­centa ainda que Os even­tos e as rea­li­za­ções cul­tu­rais têm de conhe­cer pro­fun­da­mente estes dados por forma a oti­mi­zar a sua comu­ni­ca­ção, mas igual­mente como forma de o evento cres­cer ali­cer­çando este cres­ci­mento nos resul­ta­dos efe­ti­vos de um evento ou pro­jeto, garan­tindo par­ce­rias mutu­a­mente bené­fi­cas e eli­mi­nado as asso­ci­a­ções ad hoc”. Uriel Oli­veira, vice-pre­­si­­dente da Cision Por­tu­gal, com­pleta que A nossa pare­ce­ria com os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, para além de refor­çar a liga­ção que temos à cul­tura por­tu­guesa, per­­mite-nos par­ti­lhar o mesmo espaço de comu­ni­ca­ção dos nos­sos cli­en­tes e poten­ci­ais cli­en­tes, pelo que é uma exce­lente opor­tu­ni­dade para par­ti­lhar o nosso tra­ba­lho e demons­trar o valor gerado pelos nos­sos ser­vi­ços”

    Na edi­ção de 2018 do fes­ti­val, a Cision volta a ter o seu naming atri­buído a um dos pré­mios prin­ci­pais do fes­ti­val – Pré­mio do Júri de Imprensa, cons­ti­tuído por um pai­nel de indi­vi­du­a­li­da­des, quer naci­o­nais, quer estran­gei­ras, de reco­nhe­cido mérito e pro­ve­ni­en­tes de dife­ren­tes órgãos de comu­ni­ca­ção social. O Pré­mio de Imprensa CISION visa pre­miar o rigor e a ousa­dia esté­tica, nos pla­nos nar­ra­ti­vos, ima­gé­ti­cos ou sono­ros. Pre­­tende-se, assim, valo­ri­zar a pro­du­ção naci­o­nal numa pers­pec­tiva artís­tica, que é uma das suas valên­cias mais expres­si­vas.

    A XXIV edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês decor­rerá de 23 de novem­bro a 1 de dezem­bro, nova­mente, na cidade de Coim­bra.

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    Nota de Pesar pelo Falecimento de António Loja Neves

    Foi com uma enorme tris­teza que a orga­ni­za­ção do Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tomou conhe­ci­mento do fale­ci­mento do amigo Antó­nio Loja Neves.

    Na memó­ria, ficam os momen­tos de ami­zade e de par­ti­lha com alguém que sem­pre esteve pre­sente e que deixa a sua marca na his­tó­ria do nosso fes­ti­val. Desde o pri­meiro dia que o Antó­nio pro­cu­rou tra­zer aos Cami­nhos uma mos­tra de cinema de expres­são por­tu­guesa, ence­tando con­tac­tos e cri­ando solu­ções que nos per­mi­ti­ram exi­bir obras pri­mas.

    Fica o nosso eterno agra­de­ci­mento e os mais sin­ce­ros votos de pesar à famí­lia.

    O Mundo do Cinema Por­tu­guês per­deu hoje um dos seus gran­des defen­so­res.

    Até sem­pre!

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    Maria João Mayer ensina metodologias de distribuição

    Devido a moti­vos de saúde a orga­ni­za­ção do curso de cinema Cine­ma­lo­gia’ adiou a rea­li­za­ção do módulo de Dis­tri­bui­ção de Cinema. A repo­si­ção desta for­ma­ção ocor­rerá a 31 de maio, das 9h30 às 18h30 no Depar­ta­mento de Enge­nha­ria Infor­má­tica da Uni­ver­si­dade de Coim­bra.

    O pro­grama pre­visto está dis­po­ní­vel em www​.cami​nhos​.info/​d​i​s​t​r​i​b​uicao, bem como será ainda pos­sí­vel a ins­cri­ção nesta acção de for­ma­ção.

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    Modelos de Distribuição de Cinema encerram a 8.ª edição do Curso de Cinema cinemalogia’

    A essên­cia do pro­cesso de dis­tri­bui­ção de um filme é o tema abor­dado neste último módulo da oitava edi­ção do curso de cinema Cine­ma­lo­gia”.

    Rea­li­zar cinema é uma ati­vi­dade per­ma­nen­te­mente afe­tada por ques­tões comer­ci­ais, pois sendo o seu obje­tivo a exi­bi­ção pública, os seus cir­cui­tos de dis­tri­bui­ção e exi­bi­ção estão sujei­tos às leis do mer­cado. Deste modo, os pro­ces­sos de dis­tri­bui­ção e a par­ti­ci­pa­ção no cir­cuito de fes­ti­vais de cinema, bem como no cir­cuito comer­cial, estão no cen­tro da for­ma­ção para o módulo de Dis­tri­bui­ção com a pro­du­tora cine­ma­to­grá­fica Maria João Mayer.

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    As Estruturas Narrativas por Daniel Ribas

    A 1 de maio o cine­ma­lo­gia recebe Daniel Ribas con­­cluindo-se a oferta for­ma­tiva teó­rica desta oitava edi­ção do curso de cinema – Cine­ma­lo­gia. O objec­tivo das pró­xi­mas oito horas é per­ce­ber as fer­ra­men­tas e meto­do­lo­gias para a cons­tru­ção do sen­tido fíl­mico para o espec­ta­dor. As ins­cri­ções ainda se encon­tram dis­po­ní­veis.

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    Miguel Martins partilha experiências da Pós-Produção de Som

    No pró­ximo fim de semana de 2829 de abril os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês pro­mo­vem o módulo de Pós-Pro­­du­­ção de Som com o Sound Desig­ner e Recor­ding Mixer Miguel Mar­tins. O plano de tra­ba­lho para este módulo engloba várias fases deste pro­cesso, come­çando por defi­ni­ções de estru­tura de som para cinema, des­cri­ção de pro­cesso de tra­ba­lho e mem­bros de equipa da pós-pro­­du­­ção de som. Durante o decor­rer do módulo demons­­trar-se-á vários exem­plos que expli­cam o pro­cesso e mos­tram resul­ta­dos de cada etapa de fina­li­za­ção apli­cado em situ­a­ções de refe­rên­cia em fil­mes con­cluí­dos bem como no tra­ba­lho desen­vol­vido ao longo do curso.

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  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­­ti­­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema por­tu­guês, garan­tindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Edu­ardo Ferro Rodri­gues, Pre­si­dente da Assem­bleia da Repú­blica (2017)
  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor des­tes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Cas­tro Men­des, Minis­tro da Cul­tu­ral (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre reno­va­das.

    João Gabriel Silva, Mag­ní­fico Rei­tor da Uni­ver­si­dade de coim­bra
  • (…) Des­­ta­­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta con­cre­ti­za­ção.(…)

    Luís Chaby Vaz, Pre­si­dente do Con­se­lho de Admi­nis­tra­ção do Ins­ti­tuto do Cinema e Audi­o­vi­sual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Pre­si­dente da Enti­dade Regi­o­nal Turismo do Cen­tro de Por­tu­gal (2017)
  • (…) É – sem­pre foi, aliás – no ambi­ente infor­mal e de cama­ra­da­gem entre rea­li­za­do­res, acto­res, téc­ni­cos, cine­clu­bis­tas, público, imprensa e equipa dos Cami­nhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão prin­ci­pal para a sua lon­ge­vi­dade. Isto por­que não foi fácil criar, quanto mais man­ter vivo, um fes­ti­val dedi­cado em exclu­si­vi­dade ao Cinema Por­tu­guês, com todas as con­di­ci­o­nan­tes conhe­ci­das (diría­mos antes estru­tu­rais”) a que o fes­ti­val soube sem­pre res­pon­der com a sua cri­a­ti­vi­dade e per­se­ve­rança, sem­pre com a sim­pa­tia com que tra­ba­lha a equipa dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que, assim, está redo­bra­da­mente de para­béns por mais esta con­cre­ti­za­ção.(…)

    Paulo Mar­tins, Vice-Pre­si­dente da Mesa da Assem­bleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra con­gra­tula o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra por mais uma edi­ção deste impor­tante fes­ti­val. O cer­tame, que, atra­vés do cinema por­tu­guês, pro­move as rela­ções entre os estu­dan­tes e a cidade, irá ofe­re­cer, durante sete dias, um pro­grama rico e vari­ado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, inter­câm­bio e refle­xão. (…)

    Carina Gomes, Vere­a­dora da Cul­tura do Muni­cí­pio de Coim­bra (2017)
  • Se os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” fos­sem um filme (ou um con­junto de fil­mes) e fazendo uma retros­pe­tiva rápida, pode­mos olhar para os pri­mei­ros anos como cur­tas metra­gens, para a con­so­li­da­ção do fes­ti­val como lon­gas metra­gens e, atu­al­mente, pode­mos con­si­de­rar que esta­mos na pre­sença de uma saga de culto com vários epi­só­dios. Nesta 23ª edi­ção, have­ria já direito a uma box pre­mium” com espaço para os vários extras que os Cami­nhos (como quem acom­pa­nha gosta de cha­mar) já com­por­tam, além do Fes­ti­val: o Ciclo Fusões, o Sim­pó­sio, o curso Cine­ma­lo­gia… Os cená­rios onde se desen­rola esta saga alar­ga­ram-se, e bem, para fora de Coim­bra, epi­cen­tro dos Cami­nhos. Mais um sinal de cres­ci­mento. Mais há outros sinais bem inte­res­san­tes a acom­pa­nhar a resi­li­ên­cia e por­fia deste Fes­ti­val – a cidade e a região têm sido inten­sa­mente pro­cu­ra­das para a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica. Esta­re­mos num momento de vira­gem? Se se veri­fi­car que sim, segu­ra­mente que os Cami­nhos desem­pe­nha­ram um impor­tante papel. Um papel quí­mico, se qui­se­rem, de ele­mento que revela os efei­tos da luz. Com a quí­mica a encon­trar a magia, como na ori­gem do cinema.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2017)