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A Costureirinha integra Panorama do Cinema Português do Festival de Avanca

Curta-metra­gem A Cos­tu­rei­ri­nha” pro­du­zida no âmbito da 6.ª edi­ção do Curso de Cinema Cine­ma­lo­gia em Coim­bra inte­gra sele­ção ofi­cial, Pano­rama do Cinema Por­tu­guês, da 22ª edi­ção do Avanca Film Fes­ti­val. A exi­bi­ção decor­rerá hoje, 29 de Julho, pelas 18:30 no Cinema Dolce Vita Ovar.
O filme cuja coor­de­na­ção de rea­li­za­ção foi assu­mida por Telmo Mar­tins, con­tou com um con­junto de for­ma­do­res de refe­rên­cia do espec­tro cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal e pos­si­bi­li­tou aos for­man­dos do curso a mate­ri­a­li­za­ção de um pro­jeto fíl­mico único.

A his­tó­ria de Erme­linda, uma mulher can­sada e der­ro­tada, cos­tu­reira e único sus­tento da casa, onde vive com a filha Maria, uma cri­ança sen­sí­vel. Um quo­ti­di­ano que trans­pira angús­tias cruza o medo his­tó­rias popu­la­res, e que pode desem­bo­car no des­co­nhe­cido ou na lou­cura.

A his­tó­ria d’ A Cos­tu­rei­ri­nha” conta no seu elenco com par­ti­ci­pa­ção de San­dra José, Júlia Vieira e Patrí­cia Oli­veira, sendo o resul­tado de um total de 420 horas de for­ma­ção em 26 módu­los ao longo do ano de 2017. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, orgu­lha-se desta selec­ção e dá os para­béns a toda a equipa que pos­si­bi­li­tou a pro­du­ção deste filme, con­sa­grando defi­ni­ti­va­mente Coim­bra como palco de pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica.

Inte­grou ainda a pro­gra­ma­ção deste Pano­rama do Cinema Por­tu­guês a curta-metra­gem Banho de Para­gem”, com rea­li­za­ção coor­de­nada por Nuno Rocha, pro­du­zido aquando da quinta edi­ção do curso de cinema Cine­ma­lo­gia’. A sua exi­bi­ção ocor­reu no dia 26 de Julho às 18:30 no Cinema Dolce Vita Ovar.

Banho de Para­gem” mos­tra-nos a his­tó­ria pós­tuma de Joa­quim, um pro­fes­sor uni­ver­si­tá­rio e ex-mili­tar da Guerra do Ultra­mar. Após a sua morte, Ale­xan­dre – seu filho – é con­tac­tado pela edi­tora que está a desen­vol­ver uma bio­gra­fia em home­na­gem ao pro­fes­sor uni­ver­si­tá­rio. Ale­xan­dre aceita a ins­ti­ga­ção e reco­lhe alguns dos ati­vos do seu pai, encon­trando um nega­tivo foto­grá­fico curi­oso que pode mudar a ima­gem que o seu pai trans­pi­rava em vida. Ale­xan­dre é, então, con­fron­tado com o dilema: reve­lar a ver­dade ou man­ter a honra do seu fale­cido pai.

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