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Amor e drama marcam sessão da tarde


Arsénio descobre uma nova esperança ao encontrar um bebé abandonado, após a morte da sua filha e mulher, Maria, durante o parto. No entanto, esta criança, a quem Arsénio batiza com o nome da falecida mulher, vem apenas acabar com toda a esperança de seu pai. É esta a história de “Maria”, a curta-metragem de Joana Viegas.

Seguiu-se a longa-metragem de Leonardo António, “O Frágil Som do Meu Motor”. Este policial conta-nos duas histórias, à primeira vista, paralelas mas que acabam por se cruzar. Gabriela é uma enfermeira casada com um ex-polícia e Vítor um amigo do casal e polícia.

Vítor e Gabriela têm em comum uma paciente da enfermeira, vítima de um crime investigado pelo polícia. Esta vítima é a única sobrevivente de um homem que assassinou várias mulheres mas que, meses antes, as engravida. Gabriela vê-se envolvida com um admirador secreto, entrando numa relação misteriosa na qual é sempre vendada sem nunca ver quem é o homem com quem está.

 

Fotografia por Catarina Vila Nova

 

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