Programação

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IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL FUSÕES NO CINEMA

Ini­cia hoje a IV edi­ção do Sim­pó­sio Inter­na­ci­o­nal Fusões no Cinema, a acon­te­cer em São João da Madeira, encer­rando no dia 18 de novem­bro. Sendo co-orga­ni­zado pelo Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e pela Uni­dade de Desen­vol­vi­mento dos Cen­tros Locais de Apren­di­za­gem (UMCLA) da Uni­ver­si­dade Aberta, nesta edi­ção pode­mos con­tar com a pre­sença de vários docen­tes, inves­ti­ga­do­res, ora­do­res con­vi­da­dos, espe­ci­a­lis­tas e artis­tas de dife­ren­tes áreas, tais como Fran­cisco Gar­cía Gar­cía da Uni­ver­si­dad Com­plu­tense de Madrid, João Rita do Cine Club Arouca ou Daniel Mill da Uni­ver­si­dade Fede­ral de São Car­los. Estes irão ana­li­sar ques­tões que reme­tem às prá­ti­cas artís­ti­cas e edu­ca­ti­vas nos dias de hoje, assim como os novos papéis dos dife­ren­tes agen­tes envol­vi­dos na dinâ­mica cri­a­tiva e ope­ra­tiva da arte, da edu­ca­ção e da cul­tura. O cer­ta­mente conta ainda com um pai­nel de ses­sões para­le­las com comu­ni­ca­ções pro­pos­tas por aca­dé­mi­cos de vários pon­tos do mundo que foram escru­ti­na­das pelo Comité Cien­tí­fico num pro­cesso de Dou­ble Blind Review.

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Apresentação Selecção Caminhos (XXIII)

Selec­ci­o­nar e pro­gra­mar cinema por­tu­guês, no único fes­ti­val que se dedica exclu­si­va­mente ao mesmo, implica um desa­fio cons­tante para a pro­gra­ma­ção. Selec­ci­o­nar é estar atento e des­perto às movi­men­ta­ções comer­ci­ais e não-comer­ci­ais dos fil­mes que são anu­al­mente pro­du­zi­dos, mudando cons­tan­te­mente a nossa pers­pec­tiva de eer um pro­grama e um fes­ti­val de cinema. É ten­tar criar e recriar fór­mu­las (sem­pre imper­fei­tas) de fazer com que se tro­que o banco de casa ou do bar pelo de cinema, para que se aceda a esta com­bi­na­ção per­feita cri­ada pelos rea­li­za­do­res por­tu­gue­ses de um mundo fíl­mico dife­rente, mui­tas vezes quase espi­ri­tual e expres­sivo.

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A Literatura no Cinema

Começa quinta-feira dia 12 de Outu­bro às 22h00 no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha da AAC, com a estreia em Coim­bra do filme Com­boio de Sal e Açú­car de Licí­nio Aze­vedo, rea­li­za­dor e escri­tor que adapta a sua pró­pria obra lite­rá­ria ao cinema. Depois ire­mos via­jar até à lite­ra­tura fran­cesa com Albert Camus, autor que alguns clas­si­fi­cam como um apai­xo­nado pela exis­tên­cia, cuja obra adap­tada Longe dos homens tem banda sonora ori­gi­nal com­posta por Nick Cave e War­ren Ellis.

O Ciclo que terá lugar todas as quin­tas-fei­ras de 12 de Outu­bro a 9 de Novem­bro, incluirá tam­bém obras adap­ta­das ao cinema de Luiz Ruf­fato, Fer­nando Pes­soa e José Sara­mago. Além disso, terá uma ses­são espe­cial para o dia das bru­xas, dia 31 de Outu­bro à 00h00, com A Ins­ta­la­ção do Medo de Ricardo Leite e o filme pro­ta­go­ni­zado por Nuno Melo, O Barão de Edgar Pêra que explora a obra de Bran­qui­nho da Fon­seca num registo que res­sus­cita o expres­si­o­nismo ale­mão dos anos 1920.

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Call for Entries: Caminhos alongam prazo de inscrição

O prazo de ins­cri­ção de fil­mes da 23.ª edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês ter­mi­nou. No entanto, devido ao inte­resse gene­ra­li­zado nos últi­mos dias na ins­cri­ção de fil­mes, deci­di­mos con­ti­nuar a acei­tar ins­cri­ções.

Gos­ta­ría­mos de poder ver os vos­sos tra­ba­lhos mais recen­tes e con­si­derá-los para a edi­ção deste ano. Assim, deci­di­mos con­ti­nuar a acei­tar as vos­sos fil­mes até dia 16 de Setem­bro sem­pre atra­vés da pla­ta­forma Film­fre­eway.


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Call for Movies

Está aberto o período de Ins­cri­ções para a 23.ª edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês via Film­Fre­eway! Ins­cri­ções até 27 de Agosto 16 de setem­bro!

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Ciclo Fusões é dedicado à música em maio e junho

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos reto­mam o seu ciclo de cinema Fusões no Cinema” esta quinta-feira dia 18 de Maio. O ciclo terá lugar todas as quin­tas-fei­ras às 22h00 no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra. A pro­gra­ma­ção inclui obras espe­ci­al­mente dedi­ca­das à música e per­corre o espí­rito da con­tra­cul­tura naci­o­nal, desde os anos 60 com o filme Meio Metro de Pedra, aos anos 80 com o grupo Heróis do Mar retra­tado em Brava Dança, até hoje, acom­pa­nhando a banda Huma­nos que reto­mou a obra de Antó­nio Vari­a­ções e tam­bém, David San­tos com os temas de Noi­serv. Depois nave­ga­mos até ao outro lado do oce­ano Atlân­tico ao ritmo do Tango com A morte de Car­los Gar­del, obra adap­tada de Antó­nio Lobo Antu­nes e por fim, che­ga­mos até à cidade Sura­baia, onde nos encon­tra­mos com uma gera­ção de jovens indo­né­sios que se jun­tam à volta duma cul­tura musi­cal con­tro­versa, o black metal. Entrada gra­tuita e limi­tada à lota­ção da sala.

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Ciclo Arqueologia pela Imagem em Movimento”

O Museu Mono­grá­fico de Conim­briga, em par­ce­ria com os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos, apre­sen­tam a pro­gra­ma­ção do ciclo de cinema Arque­o­lo­gia pela Ima­gem em Movi­mento”. A par­tir do pen­sa­mento de Jorge de Alar­cão – se o ani­mal deixa no chão tra­ços da sua pas­sa­gem, mai­o­res são os ves­tí­gios que o homem deixa de si nos luga­res onde esteve” – pro­cura-se com este ciclo de cinema des­ve­lar cir­cuns­tân­cias his­tó­ri­cas da pas­sa­gem do homem pelo tempo. Num apelo à dimen­são ima­gé­tica reve­lar-se-á uma arque­o­lo­gia que conta his­tó­rias. Tra­ços de épo­cas. Com ação, romance e sus­pense.

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Premiados 22ª edição

Os ven­ce­do­res da XXII edi­ção dos Cami­nhos Film Fes­ti­val, já foram anun­ci­a­dos e os fil­mes Zeus de Paulo Filipe Mon­teiro e Car­tas de Guerra de Ivo M. Fer­reira são os que arre­ca­dam mais pré­mios. O Grande Pré­mio do Fes­ti­val Por­tu­gal Sou Eu, foi atri­buído a Cha­tear-me ia mor­rer tão jove­eem…, de Filipe Abran­ches. A ceri­mó­nia de entrega de pré­mios acon­te­ceu no dia 26 de novem­bro às 21h45 no Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente.

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SOBRE OLIVEIRA & BOTELHO

Manoel de Oli­veira tem sido con­si­de­rado pelos seus pares como um dos gran­des Mes­tres do cinema. Aos seus 73, como jeito de registo cine­ma­to­grá­fico da dor, memo­riza a sua casa, o aban­dono do mate­rial e a perda da esta­bi­li­dade para um novo ponto de par­tida exis­ten­cial. Ape­sar de pare­cer algo total­mente nefasto se olhado super­fi­ci­al­mente, repre­sen­tou um marco na sua car­reira, a influên­cia da busca pelo real que pode ser fic­ci­o­nado, a refe­rên­cia e amor pela arte de forma trans­ver­sal (não são raras as refe­rên­cias a Agus­tina, por exem­plo) expressa pela pelí­cula.

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Apontamentos da Selecção Caminhos II

Há uns anos quando Kia­ros­tami nos mos­trou o público de Shi­rin, ficá­mos com uma visão dife­rente daquilo que era cinema e espec­ta­dor, do que era a catarse e o sen­ti­mento expresso na face daquele que se isola acom­pa­nhado na sala de pro­jec­ção. André Gil da Mata con­se­gue ir mais longe, indo até à sala de pro­jec­ção mos­trando-nos Sena e o seu quo­ti­di­ano de pro­je­ci­o­nista jugos­lava, com o amor pelo cinema e pela memó­ria colec­tiva da arte cine­ma­to­grá­fica com o pre­texto e metá­fora de Eva Ras.

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