Programação

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Fusões no Cinema encerra com ciclo dedicado à Animação

Após a 23ª edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, con­ti­nua a pro­gra­ma­ção do Ciclo Fusões no Cinema. Entre os dias 1221 de dezem­bro, no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha, há um total de sete fil­mes em exi­bi­ção.

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Crónica do Festival – VII

E eis-nos che­ga­dos ao último dia da XXIII edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês”, o único fes­ti­val em Por­tu­gal exclu­si­va­mente dedi­cado ao cinema de pro­du­ção naci­o­nal. Foi para este dia que ficou reser­vada a exi­bi­ção de A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho, na ses­são das 15.00h da Sele­ção Cami­nhos, na sala prin­ci­pal do TAGV. Este exer­cí­cio que atra­vessa esti­los e cata­lo­ga­ções para refle­tir sobre aspe­tos da con­jun­tura recente da nossa soci­e­dade e eco­no­mia era um dos fil­mes mais aguar­da­dos do fes­ti­val, como se ave­ri­guou pelo público com­pu­nha a pla­teia e que, ape­sar das bai­xas tem­pe­ra­tu­ras daquela tarde gélida de domingo e de o filme ter pas­sado recen­te­mente no cir­cuito comer­cial, não quis per­der a opor­tu­ni­dade de (re)ver esta que é uma das obras mais mar­can­tes de pro­du­ção por­tu­guesa dos tem­pos mais recen­tes. Depois, às 19.45h, foi no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha que decor­reu a última ses­são de cinema desta edi­ção do fes­ti­val, neste caso dos Cami­nhos Mun­di­ais, com­posta por qua­tro fil­mes de dife­ren­tes lati­tu­des.

Esta­vam, então, assim con­cluí­das as ses­sões de cinema deste ano. Os dife­ren­tes júris ter­mi­na­vam as suas ava­li­a­ções e faziam as neces­sá­rias reu­niões de deli­be­ra­ção para darem os seus vere­di­tos finais sobre os fil­mes a con­curso. Entre­tanto, a sala prin­ci­pal do TAGV com­pu­nha-se para rece­ber os rea­li­za­do­res, ato­res, pro­du­to­res, ele­men­tos do júri, etc., na Gala de Encer­ra­mento do Fes­ti­val e Entrega dos Pré­mios, que teve iní­cio às 22.00h. 

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Crónica do Festival – VI

O dia 2 de dezem­bro foi o sexto do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês”. Pas­sa­das que eram já incon­tá­veis horas de visu­a­li­za­ção de novís­si­mas obras cine­ma­to­grá­fi­cas de pro­du­ção naci­o­nal, feliz­mente fal­ta­vam ainda algu­mas mais, pois se há uma pala­vra que pode defi­nir este sexto dia, essa pala­vra é pode­roso”.

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Crónica do Festival – V

O dia ter­mi­nou com mais uma Mas­ter Ses­sion, desta vez subor­di­nada ao tema O outro eu”, que pro­pu­nha pen­sar de que maneira um pro­jeto cine­ma­to­grá­fico pode influ­en­ciar a vida dos ato­res, dos rea­li­za­do­res e de todos os outros inter­ve­ni­en­tes na rea­li­za­ção de um filme, mui­tas vezes ten­den­tes, e atra­vés de várias for­mas, a des­do­bra­men­tos em diver­sos Eus”.

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Crónica do Festival – IV

Cons­ci­ente de que o cinema é um cami­nho que exige momen­tos de play and repete – ou seja, de cons­tan­tes desa­fios, de per­ma­nen­tes inves­ti­das, mas tam­bém de pausa e de refle­xão – o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” pre­tende ser um mos­truá­rio deste per­pé­tuo dilema, que se revela tanto na cine­ma­to­gra­fia lusa como nas de outras ori­gens e lati­tu­des. Por isso mesmo, a Sele­ção Ensaios elege uma gama de tra­ba­lhos que são, em mui­tos casos, pri­mei­ras obras oriun­das de esco­las de cinema de todo o mundo e ante­ci­pa­do­ras de lon­gas e reco­nhe­ci­das car­rei­ras. Assim, e tal como nos dias ante­ri­o­res, as ses­sões no Mini­au­di­tó­rio Sal­gado Zenha foram um palco de expo­si­ção des­sas expe­ri­ên­cias fíl­mi­cas pio­nei­ras. Ontem, na Sele­ção em ques­tão, foi pos­sí­vel assis­tir, às 16.30h, a fil­mes como The Visi­tor, de Ali Bahar­lou, ou Let Me In, de Max Dawic­zewski, e na ses­são das 18.00h a Danke, de Antó­nio Sequeira (que foi repre­sen­tado pelos seus pais, Car­los e Albina Sequeira), ou a We Are Des­pe­rate, de Joana Maria Sousa, todos ele pre­cur­so­res de novos e inte­res­san­tes cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia por­tu­guesa, mas não só.

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Crónica do Festival – III

No ter­ceiro dia do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” teve lugar, no Mini­au­di­tó­rio Sal­gado Zenha às 14.30h, a pri­meira ses­são do ciclo No Tri­lho dos Natu­ra­lis­tas”, uma ini­ci­a­tiva cujo obje­tivo é trans­por­tar o espe­ta­dor, atra­vés do cinema, para ter­ri­tó­rios ao mesmo tempo pró­xi­mos e lon­gín­quos, como os dos paí­ses afri­ca­nos de lín­gua por­tu­guesa, ins­ta­lando a ênfase no con­tacto do humano com a natu­reza e na forma como esta pode ser lida por ele. Ontem foi a vez de Angola, de João Nico­lau, e tere­mos a pos­si­bi­li­dade de assis­tir a mais três ses­sões deste ciclo nos pró­xi­mos dias (até sábado).

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Caminhos em Cartaz

Nesta vigé­sima ter­ceira edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês irá acon­te­cer pela pri­meira vez num fes­ti­val naci­o­nal a pro­mo­ção, pre­mi­a­ção e con­curso de cri­té­rios de comu­ni­ca­ção, tais como a cri­a­ção de pos­ters, pos­tais entre outras for­mas de divul­ga­ção de obras cine­ma­to­grá­fi­cas.

Assim, durante toda a exten­são do fes­ti­val, o público poderá encon­trar no foyer do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente (TAGV) em expo­si­ção os car­ta­zes dos vários fil­mes em exi­bi­ção no pró­prio fes­ti­val. Desta forma estará faci­li­tada a apre­ci­a­ção pelo nosso pai­nel de jura­dos deste ano como dos pró­prios espec­ta­do­res.

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Caminhos Mundiais

Os Cami­nhos Mun­dias são uma sec­ção não com­pe­ti­tiva dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que inte­gram cur­tas e lon­gas metra­gens, fil­mes expe­ri­men­tais e docu­men­tá­rios. Trata-se de uma intro­du­ção à cine­ma­to­gra­fia mun­dial aos dife­ren­tes públi­cos. Nesta 23ª edi­ção dodos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês os temas são a impor­tân­cia da famí­lia na nossa vida e a vida no estran­geiro. Somos fruto das expe­ri­ên­cias que vive­mos, sendo aque­las que pas­sa­mos em famí­lia das mais impor­tan­tes, podendo alte­rar a forma como per­cep­ci­o­na­mos o mundo. É essen­cial mos­trar os sacri­fí­cios que se fazem pela famí­lia e o quanto isso pode modi­fi­car uma vida.

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Crónica do Festival – II

Só posso dizer que não há pala­vras para des­cre­ver a ati­vi­dade e a feli­ci­dade no rosto das cen­te­nas de cri­an­ças que enchem as ses­sões. Há de facto coi­sas na vida que não têm preço e esta é sem dúvida uma delas.” Foi com estas pala­vras que Vivi­ana Andrade des­cre­veu a pri­meira ses­são dos Cami­nhos Juni­o­res”, que é uma das ati­vi­da­des que coor­dena e que inau­gu­rou, às 10.00h na sala prin­ci­pal do TAGV, o segundo dia do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês”. O cami­nho faz-se cami­nhando, e a melhor forma de come­çar o dia é pelo iní­cio, ou seja, pela for­ma­ção de novos públi­cos para o cinema por­tu­guês.

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No trilho dos Naturalistas

A série docu­men­tal No tri­lho dos natu­ra­lis­tas” é com­posta por qua­tro epi­só­dios, pro­du­zi­dos no âmbito de um pro­jecto de inves­ti­ga­ção co-finan­ci­ado pelo Ciên­cia Viva/​QREN, nos quais se apre­sen­tam os tri­lhos per­cor­ri­dos por inves­ti­ga­do­res da Uni­ver­si­dade de Coim­bra nas suas expe­di­ções botâ­ni­cas a S. Tomé e Prin­cípe, Angola e Moçam­bi­que, e se docu­men­tam as Via­gens Filo­só­fi­cas” rea­li­za­das por cien­tis­tas por­tu­gue­ses no século XVIII, em incur­sões nas anti­gas coló­nias por­tu­gue­sas.
Apro­vei­tando como ponto de par­tida as expe­di­ções a África rea­li­za­das por inves­ti­ga­do­res por­tu­gue­ses na actu­a­li­dade, esta série de docu­men­tá­rios fala-nos sobre a diver­si­dade de plan­tas e a eco­lo­gia, sobre o fun­ci­o­na­mento dos ecos­sis­te­mas e sobre a rela­ção entre a acção humana e o ambi­ente. Em cada docu­men­tá­rio, vai-nos sendo for­ne­cida infor­ma­ção cien­tí­fica sobre o objecto de estudo da expe­di­ção em causa, inter­ca­lando-se a demons­tra­ção das des­co­ber­tas cien­tí­fi­cas mais recen­tes com refe­rên­cias ao pas­sado da inves­ti­ga­ção cien­tí­fica em torno dos ecos­sis­te­mas das regiões afri­ca­nas no período do domí­nio colo­ni­a­lista.

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