Ciclos de Cinema

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Ciclo Fusões é dedicado à música em maio e junho

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos reto­mam o seu ciclo de cinema Fusões no Cinema” esta quinta-feira dia 18 de Maio. O ciclo terá lugar todas as quin­tas-fei­ras às 22h00 no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra. A pro­gra­ma­ção inclui obras espe­ci­al­mente dedi­ca­das à música e per­corre o espí­rito da con­tra­cul­tura naci­o­nal, desde os anos 60 com o filme Meio Metro de Pedra, aos anos 80 com o grupo Heróis do Mar retra­tado em Brava Dança, até hoje, acom­pa­nhando a banda Huma­nos que reto­mou a obra de Antó­nio Vari­a­ções e tam­bém, David San­tos com os temas de Noi­serv. Depois nave­ga­mos até ao outro lado do oce­ano Atlân­tico ao ritmo do Tango com A morte de Car­los Gar­del, obra adap­tada de Antó­nio Lobo Antu­nes e por fim, che­ga­mos até à cidade Sura­baia, onde nos encon­tra­mos com uma gera­ção de jovens indo­né­sios que se jun­tam à volta duma cul­tura musi­cal con­tro­versa, o black metal. Entrada gra­tuita e limi­tada à lota­ção da sala.

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Ciclo Arqueologia pela Imagem em Movimento”

O Museu Mono­grá­fico de Conim­briga, em par­ce­ria com os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos, apre­sen­tam a pro­gra­ma­ção do ciclo de cinema Arque­o­lo­gia pela Ima­gem em Movi­mento”. A par­tir do pen­sa­mento de Jorge de Alar­cão – se o ani­mal deixa no chão tra­ços da sua pas­sa­gem, mai­o­res são os ves­tí­gios que o homem deixa de si nos luga­res onde esteve” – pro­cura-se com este ciclo de cinema des­ve­lar cir­cuns­tân­cias his­tó­ri­cas da pas­sa­gem do homem pelo tempo. Num apelo à dimen­são ima­gé­tica reve­lar-se-á uma arque­o­lo­gia que conta his­tó­rias. Tra­ços de épo­cas. Com ação, romance e suspense.

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