Programação

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Retratos do Cinema Português

O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e a Aca­de­mia Por­tu­guesa de Cinema apre­sen­tam a expo­si­ção Retra­tos da Aca­de­mia Por­tu­guesa”, que poderá ser vista em todos os espa­ços de pro­jec­ção do fes­ti­val. A mos­tra foto­grá­fica irá ser em Coim­bra (Tea­tro Aca­dé­mico Gil Vicente) e em Lei­ria (Tea­tro Miguel FrancoTea­tro José Lúcio da Silva), entre os dias 1926 de Novembro.

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Caminhos do Cinema Português – Sessões Juvenis

O cinema tem um impor­tante papel na ins­tru­ção cul­tu­ral do seu espec­ta­dor. Exis­tem fil­mes que, devido à sua ligei­reza temá­tica e téc­nica, ser­vem mera­mente para entre­ter quem o vê, fazendo esque­cer, não pen­sar, não conhe­cer. Nesta pro­gra­ma­ção espe­cial para o público juve­nil, foram selec­ci­o­na­das obras que gra­ças ao seu argu­mento e har­mo­nia esté­tica des­per­tam a con­tem­pla­ção ao inte­rior e ao meio, agindo como ins­tru­mento de ins­pi­ra­ção e refle­xão para todos os jovens que irão assis­tir às ses­sões. Por o cinema fazer cres­cer e cogi­tar, é pre­mente a sua divul­ga­ção junto dos mais novos.

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Caminhos Seniores

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês cons­ci­en­tes de que, nos dias de hoje, é cada vez mais difí­cil encon­trar ini­ci­a­ti­vas em que este seg­mento da popu­la­ção possa par­ti­ci­par, apre­sen­tam a sec­ção para­lela Cami­nhos Séni­o­res”. Acre­di­ta­mos que esta ini­ci­a­tiva é uma mais-valia para o fes­ti­val que, para além de uma com­po­nente cul­tu­ral, tam­bém tem um papel impor­tante de cariz social e de inte­gra­ção na sociedade.

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Apresentação dos Caminhos Mundiais

Ainda que evi­tando uma abor­da­gem polí­tica, todos podem reco­nhe­cer uma vasta e rica per­so­na­li­dade na cul­tura espa­nhola, desde Madrid à Galiza, na Cata­lu­nha, ou no País Basco e Anda­lu­zia. Cada região tem as suas pró­prias idi­os­sin­cra­sias e ulti­ma­mente, na Cata­lu­nha, tem emer­gido um grande movi­mento popu­lar que está a dar pas­sos no que con­cerne à sua sepa­ra­ção do Estado Espa­nhol. A emer­gên­cia deste movi­mento deve-se a inú­me­ros fato­res; a crise, a polí­tica, desa­ven­ças eco­nó­mi­cas e soci­ais entre o governo cata­lão e o governo cen­tral espa­nhol, etc., e no entanto tem vindo a redes­co­brir con­tex­tos his­tó­ri­cos, cul­tu­rais e lin­guís­ti­cos que hoje, mais do que nunca, se entra­nham nos dis­cur­sos alheios.

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Apresentação da Selecção Ensaios

A mai­o­ria dos rea­li­za­do­res per­corre um cami­nho de for­ma­ção cons­tante, que o capa­cita com as fer­ra­men­tas ade­qua­das a uma melhor expres­são artís­tica daquilo que em cada gera­ção seja con­si­de­rado cinema. O nosso Fes­ti­val segue o mote de ser uma mon­tra do cinema por­tu­guês, não que­rendo assim colo­car de lado as obras desen­vol­vi­das em con­texto de for­ma­ção. Torna-se inte­res­sante ver o fluxo de rea­li­za­do­res que ini­cia a sua obra na Selec­ção Ensaios e que em mui­tos casos são ime­di­a­ta­mente apon­ta­dos como futu­ras refe­rên­cias cine­ma­to­grá­fi­cas naci­o­nais e internacionais.

Pro­gra­mar a Selec­ção Ensaios é sen­tir o san­gue jovem que sem­pre pau­tou o cinema, é ser con­fron­tado com téc­ni­cas dife­ren­tes, ideias van­guar­dis­tas e até conhe­cer novos acto­res. Para aquele que estuda cinema, assis­tir às ses­sões da Selec­ção Ensaios dar-lhe-á aquele alento neces­sá­rio, aquele sen­ti­mento de que é pos­sí­vel e exequí­vel fazer bom cinema. Para o espec­ta­dor e ciné­filo em geral, estas ses­sões repre­sen­ta­rão o ace­der a men­tes de jovens cri­a­do­res, dando-lhes uma real noção dos valo­res e ideias que pau­tam actu­al­mente este movi­mento artís­tico por­tu­guês e inter­na­ci­o­nal. É a opor­tu­ni­dade única de ver a semente que ger­mina, as pri­mei­ras obras, as novas for­mas de olhar o cinema e o mundo.

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Apresentação da Seleção Caminhos

Todos os anos nos são apre­sen­ta­dos novos tipos de desa­fios aquando da selec­ção e pro­gra­ma­ção do cinema cri­ado no nosso país. Mesmo rece­bendo ape­nas aque­las obras que foram pro­du­zi­das depois da nossa última edi­ção, vemos que anu­al­mente o fluxo de ins­cri­ções tem sido cons­tante e muito diverso.

Ape­sar de acre­di­tar­mos que nem tudo o que se mexe em ecrã deva ser con­si­de­rado cinema, todas as ins­cri­ções são colo­ca­das ao mesmo nível de aná­lise, des­pren­dendo-nos de cri­té­rios for­mais (como o autor ou a pro­du­tora) e ansi­ando pela cri­a­ção de momen­tos cine­ma­to­grá­fi­cos em sala. Esses momen­tos vêm de fora para den­tro, pois tudo den­tro de nós é movi­mento que – devi­da­mente ins­pi­rado – nos leva a esca­par os limi­tes físi­cos desta rea­li­dade, cri­ando o filme uma nova foprma de exis­tir que, como é inte­rior, é só nossa.

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Crónicas da Programação – VI

Se tivés­se­mos a capa­ci­dade de obser­var de fora o inte­rior da inti­mi­dade das habi­ta­ções, des­co­bri­ría­mos com exac­ti­dão a ver­dade. No inte­rior des­sas casas, essa ver­dade sur­gi­ria des­pida de más­ca­ras exi­gi­das pela soci­e­dade, tendo a capa­ci­dade de mos­trar seres por inteiro, inde­pen­den­te­mente do que isso impli­que. Hoje no TAGV mos­tra-se cinema íntimo e real, revela-se essa capa­ci­dade de entrar em casas docu­men­ta­das e fic­ci­o­na­das, fazendo-nos per­der no cami­nho do meio que ser­pen­teia ambos os géne­ros cinematográficos.

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Crónicas da Programação – V

O iní­cio da fase adulta implica por vezes um des­mem­bra­mento da cri­ança e do ado­les­cente que resi­dem den­tro daquele que cresce. Ide­al­mente feito de forma pau­la­tina, na prá­tica acaba por ser um salto ines­pe­rado. O bom cinema, seja fic­ci­o­nal ou docu­men­tal, tem a capa­ci­dade de regis­tar e mos­trar – se o seu cri­a­dor assim o enten­der – essa trans­fe­rên­cia de cons­ci­ên­cia entre a cri­ança e o recém-adulto, que são o mesmo.

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Crónicas da Programação – IV

Afirma-se con­se­cu­ti­va­mente que tempo não é inten­si­dade. Nem sem­pre existe a carên­cia de pro­lon­gar a dura­ção de uma obra, quando o seu intento se acha sufi­ci­en­te­mente satis­fa­tó­rio em alguns minu­tos. Hoje o TAGV terá as suas ses­sões dedi­ca­das prin­ci­pal­mente a cur­tas, levando o espec­ta­dor a per­cor­rer cami­nhos de expres­si­vi­dade total­mente distintos.

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Crónicas da Programação – III

Ver cinema faz-nos entrar numa outra rea­li­dade, tão pal­pá­vel quanto a física. É tra­zer para este mundo o conhe­ci­mento apre­en­dido em tela, con­ti­nu­ando a dar vida ao filme mesmo depois deste ser visionado.

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