Programação

771183ca-00ff-4e73-b937-d8a590f89aec.jpg

Crónicas da Programação – II

Con­se­gui­mos extrair, atra­vés da aná­lise dos fil­mes pro­du­zi­dos em certa época, o estado actual das coi­sas. O cinema por­tu­guês pode fun­ci­o­nar como um género de mani­festo cul­tu­ral con­tra as coi­sas nefas­tas da situ­a­ção estag­nada do nosso país.

saber mais

I1.jpg

Crónicas da Programação – I

Os Cami­nhos come­çam a ser per­cor­ri­dos nesta XXI edi­ção no Audi­tó­rio do Con­ser­va­tó­rio de Música de Coim­bra. Para o nosso fes­ti­val, cinema não deve ser ape­nas mos­trado para ser visto e ouvido, mas tam­bém tem de for­ne­cer a semente ideal neces­sá­ria para esti­mu­lar o nas­ci­mento de novas obras.

saber mais

10819524_10204920983162693_2114830256_o-e1416586840567.jpg

Crónicas de Programação – VIII

A espe­rança e amor são dois sen­ti­men­tos que, ali­a­dos, tor­nam pos­sí­vel todas as coi­sas raci­o­nal­mente inal­can­çá­veis. Con­ti­nu­a­mos com a temá­tica Amar de todas as for­mas’¸ mos­trando que a pai­xão por alguém ou algo con­se­gue mover este cami­nho emo­ci­o­nal que é o amor.

saber mais

10807434_10204914761287150_932227218_o-e1416496536345.jpg

Crónicas de Programação – VII

O amor e a pai­xão sem­pre foram repre­sen­ta­dos no cinema. A capa­ci­dade de trans­fe­rir para tela sen­ti­men­tos de cum­pli­ci­dade, par­ti­lha e comu­nhão tem-se feito de vari­a­das for­mas, das mais ingé­nuas e jovens às mais madu­ras e con­tem­pla­ti­vas. Amar deve ser isso mesmo, amar de todas as for­mas e maneiras. 

saber mais

botas-muito-rotas-e1447416013693.png

Selecção Diásporas

Os Cami­nhos pro­cu­ram mos­trar dife­ren­tes olha­res sobre o fenó­meno migra­tó­rio espe­ci­al­mente a par­tir do con­texto por­tu­guês e do cinema de fic­ção. Selec­ci­o­na­mos várias obras cine­ma­to­grá­fi­cas, naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais, exem­pli­fi­cando a diver­si­dade de flu­xos migra­tó­rios e as razões que levam as pes­soas a pro­cu­rar, longe das suas casas, um futuro e uma vida melhor. Vari­a­das são as tem­po­ra­li­da­des, os des­ti­nos e os cená­rios tra­ça­dos nos fil­mes, bem como as expe­ri­ên­cias dos seus pro­ta­go­nis­tas. À mul­ti­pli­ci­dade de con­tex­tos da emi­gra­ção por­tu­guesa pas­sada e pre­sente, aliam-se os da imi­gra­ção para Por­tu­gal e jane­las de obser­va­ção sobre dife­ren­tes expe­ri­ên­cias dias­pó­ri­cas que afec­tam o mundo contemporâneo. 

saber mais

juniores-e1447349539839.png

Caminhos Juniores

A cap­ta­ção de um público jovem para o cinema por­tu­guês é fun­da­men­tal, e os Cami­nhos Juni­o­res são a sec­ção que assume essa res­pon­sa­bi­li­dade no festival.

Esta sec­ção apre­senta-se como um ser­viço edu­ca­tivo, tendo por base que ape­nas a expe­ri­men­ta­ção in loco de mui­tos minu­tos de pura magia para estas cri­an­ças tor­nará pos­sí­vel a cri­a­ção de hábi­tos de con­sumo desde a infân­cia no que diz res­peito ao cinema português.

saber mais

botas-austria-e1447955096414.png

Caminhos Mundiais · Áustria

A Sec­ção Cami­nhos Mun­di­ais da XXI edi­ção dos Cami­nhos Film Fes­ti­val é este ano apre­sen­tada em cola­bo­ra­ção com a Embai­xada da Áus­tria em Por­tu­gal. Com os Cami­nhos Mun­di­ais pre­ten­de­mos dar a conhe­cer uma selec­ção da cine­ma­to­gra­fia aus­tríaca recente que pro­por­ci­one ao público por­tu­guês bem como à comu­ni­dade inter­na­ci­o­nal da cidade de Coim­bra, a pos­si­bi­li­dade efec­tuar a ponte entre as duas cinematografias.

saber mais

sapatos-formandos-e1446670326937.png

Selecção Ensaios · Filmes Seleccionados

Ver, apre­ciar e esco­lher fil­mes é um tra­ba­lho árduo de crí­tica. Porquê esco­lher um filme e não outro? Por entre cerca de mil ins­cri­ções temos de tomar posi­ções, deci­dir. O tra­ba­lho de selec­ção situa-se nesse pro­cesso de con­si­de­ra­ção e valo­ri­za­ção para que assim, che­gue ao público o cinema mais diverso que se faz entre as esco­las de cinema. 

saber mais

botas-tropa-e1446671252671.png

Selecção Caminhos · Filmes Seleccionados

Pro­gra­mar Cinema, num fes­ti­val cujo mote é todo o cinema por­tu­guês’, torna-se em tarefa alcan­ti­lada quando o uni­verso de selec­ção se apro­xima das mil ins­cri­ções. Assis­tir a todas essas horas de cinema por­tu­guês não é difí­cil ou tam­pouco exi­gente, mas a ten­ta­tiva de encon­trar a lin­gua­gem comum for­mada no cinema por­tu­guês desde a nossa última edi­ção torna-se com­plexa, mas entusiasmante.

Em cada edi­ção, as nos­sas ses­sões mudam cons­tan­te­mente de título, por os fil­mes que são sele­ci­o­na­dos e pro­gra­ma­dos apre­sen­ta­rem sem­pre algo de novo. Não há um fio con­du­tor na pro­gra­ma­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, cada edi­ção ousa criar múl­ti­plos fios con­du­to­res em si mesma. Não acei­ta­mos a con­ser­va­ção de per­so­na­li­da­des pela sua pos­sí­vel pre­sença no diá­logo do mundo cine­ma­to­grá­fico, colo­cando cada pro­po­nente ao mesmo nível, inde­pen­den­te­mente dos nomes e cur­rí­cu­los mais consagrados. 

saber mais