módulos nucleares

Pré-Produção

  • História e Linguagem do Cinema

    História e Linguagem do Cinema

    Lauro Antó­nio
    O cinema e os meios audi­o­vi­su­ais têm uma lin­gua­gem pró­pria? O que os dife­ren­cia e o que os apro­xima da lite­ra­tura, do tea­tro, da música, das artes plás­ti­cas?

    1213 de Dezem­bro de 2015
    Estu­dan­tes 60
    Público 80

  • Argumento <span class="numbers">1</span>

    Argumento 1

    Pedro Lopes
    O argu­mento é a base de qual­quer pro­jecto cine­ma­to­grá­fico. Sem a pala­vra escrita, não há nada para pro­du­zir, inter­pre­tar ou rea­li­zar. O módulo de Argu­mento I ofe­rece aos for­man­dos as fer­ra­men­tas neces­sá­rias à escrita de um guião, seja atra­vés da aná­lise de fil­mes, de exer­cí­cios prá­ti­cos ou de expo­si­ções teó­ri­cas.

    1920 de Dezem­bro de 2015
    Estu­dan­tes 60
    Público 100

  • Argumento <span class="numbers">2</span>

    Argumento 2

    Pedro Lopes
    rgu­mento II é um módulo prá­tico que pre­tende fina­li­zar e mate­ri­a­li­zar todos os conhe­ci­men­tos teó­ri­cos adqui­ri­dos pelos alu­nos, garan­tindo que cada um seja autor do argu­mento de uma curta-metra­gem. Esta segunda fase irá con­cen­trar-se nos pro­ces­sos de escrita e de rees­crita.

    1617 de Janeiro de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 100

  • Equipas, Financiamento e Aspetos Legais

    Equipas, Financiamento e Aspetos Legais

    Isa­bel Silva
    O filme, nas suas diver­sas fases de pro­du­ção (escrita, desen­vol­vi­mento, finan­ci­a­mento, pré-pre­pa­ra­ção, pre­pa­ra­ção, roda­gem, pós-pro­du­ção e comer­ci­a­li­za­ção), con­juga uma infi­ni­dade de situ­a­ções e de parâ­me­tros onde aspe­tos téc­ni­cos e huma­nos, tec­no­lo­gia e arte.

    13 de Feve­reiro de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 100

Produção

  • Direcção de Actores e Casting

    Direcção de Actores e Casting

    Nuno Madeira Rodri­gues
    A defi­ni­ção da colo­ca­ção e do movi­mento dos acto­res no espaço em fun­ção da ilu­mi­na­ção, dos deco­res” e do enqua­dra­mento do plano e dos movi­men­tos de câmara, cons­ti­tuem, para além da repre­sen­ta­ção pro­pri­a­mente dita, uma das tare­fas fun­da­men­tais da direc­ção de acto­res.

    5 e 6 de Março de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 100

  • Guarda-Roupa <span class="amp">&</span> Caracterização

    Guarda-Roupa & Caracterização

    Susana Jaco­betty
    Este módulo pre­tende dar a conhe­cer aos estu­dan­tes de cinema a impor­tân­cia do Guarda Roupa /​Sty­ling e Carac­te­ri­za­ção numa pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica.

    20 de Feve­reiro de 2016
    Estu­dan­tes 40
    Público 60

  • Direção de Arte

    Direção de Arte

    João Tor­res
    A Dire­ção de Arte torna rea­li­dade o mundo cri­ado pelo argu­men­tista e pelo rea­li­za­dor sendo essen­cial para man­ter a magia do grande ecrã.

    14 de Feve­reiro de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 80

  • Direção de Som <span class="numbers">1</span>

    Direção de Som 1

    Pedro Ada­mas­tor
    O som e a ima­gem inter­li­gam-se no cinema moderno e jun­tos aju­dam a con­tar uma his­tó­ria e a criar um diá­logo com os espec­ta­do­res. O som é res­pon­sá­vel por dar voz às ima­gens do filme, poten­ci­ando as sen­sa­ções e tor­nando a expe­ri­ên­cia audi­o­vi­sual mais viva.

    21 de Feve­reiro de 2016
    Estu­dan­tes 40
    Público 60

  • Direção de Fotografia <span class="numbers">1</span>

    Direção de Fotografia 1

    Manuel Pinto Bar­ros
    Numa época de cons­tante actu­a­li­za­ção tec­no­ló­gica, em que cada vez mais se fala de câma­ras e equi­pa­men­tos, mui­tos dos con­cei­tos cri­a­ti­vos, e con­se­quen­te­mente esté­ti­cos são esque­ci­dos ou dei­xa­dos para segundo plano.

    2728 de Feve­reiro de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 80

  • Direção de Produção

    Direção de Produção

    Isa­bel Silva
    No módulo de Dire­ção de Pro­du­ção serão abor­da­dos temas rela­ci­o­na­dos com a fase de pré-pro­du­ção/­pro­du­ção de um filme, pla­ni­fi­ca­ção das fil­ma­gens (plano de tra­ba­lho e levan­ta­men­tos), orga­ni­za­ção e adap­ta­ção do orça­mento às neces­si­da­des reais do momento, loca­li­za­ção de déco­res, deco­ra­ção e guarda-roupa, carac­te­ri­za­ção de per­so­na­gens, orga­ni­za­ção de equipa téc­nica e artís­tica. Só atra­vés da coor­de­na­ção cri­a­tiva e téc­nica de toda a equipa de fil­ma­gens, impondo uma uni­dade esté­tica e uma orga­ni­za­ção fun­ci­o­nal às con­tri­bui­ções de todos os que cola­bo­ram na pro­du­ção do filme.

    1213 de Março de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 100

  • Realização

    Realização

    Nuno Rocha
    A Rea­li­za­ção passa pela coor­de­na­ção cri­a­tiva e téc­nica de toda a equipa de fil­ma­gens (ima­gem e som), impondo uma uni­dade esté­tica e uma orga­ni­za­ção fun­ci­o­nal às con­tri­bui­ções de todos os que cola­bo­ram na pro­du­ção do filme.

    1923 de Março de 2016
    Estu­dan­tes 150
    Público 200

  • Direção de Som <span class="numbers">2</span>

    Direção de Som 2

    Pedro Ada­mas­tor
    O som e a ima­gem inter­li­gam-se no cinema moderno e jun­tos aju­dam a con­tar uma his­tó­ria e a criar um diá­logo com os espec­ta­do­res. O som é res­pon­sá­vel por dar voz às ima­gens do filme, poten­ci­ando as sen­sa­ções e tor­nando a expe­ri­ên­cia audi­o­vi­sual mais viva.

    20 de Março de 2016
    Estu­dan­tes 40
    Público 60

  • Direção de Fotografia <span class="numbers">2</span>

    Direção de Fotografia 2

    Manuel Pinto Bar­ros
    Neste segundo módulo da for­ma­ção, com­ple­ta­mente prá­tico, será pro­posto aos for­man­dos a uti­li­za­ção de con­cei­tos e téc­ni­cas desen­vol­vi­das no modulo ante­rior, tendo como fundo dois dias de roda­gem.

    2021 de Março de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 100

Pós-Produção

  • Edição de Imagem: Color Grading

    Edição de Imagem: Color Grading

    Marco Ama­ral
    Os prin­ci­pios da cor­rec­ção de cor e as fer­ra­men­tas dis­po­ní­veis. For­ma­tos e cama­ras digi­tais. Exem­plos de pla­nos de fil­mes já ter­mi­na­dos.

    2325 de Abril de 2016
    Estu­dan­tes 80
    Público 100

  • Edição de Som

    Edição de Som

    Hugo Lei­tão
    A edi­ção de som é uma das últi­mas fases de pós pro­du­ção de som para cinema, onde as deci­sões são defi­ni­ti­vas e onde o fim do pro­cesso sig­ni­fica o iní­cio de vida comer­cial de uma obra.

    1617 de Abril de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 80

  • Marketing Cinematográfico

    Marketing Cinematográfico

    Saúl Rafael
    A cadeia de valor do cinema e a impor­tân­cia do dis­tri­bui­dor. A con­jun­tura e as novas ten­dên­cias.

    29 de Maio de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 80

  • Banda Sonora

    Banda Sonora

    Pedro Janela
    Hoje, mais do que nunca, a música desem­pe­nha um papel vital em lon­gas-metra­gens, docu­men­tá­rios e pro­gra­mas de tele­vi­são. Algu­mas des­tas obras são quase tão conhe­ci­das pela sua com­po­nente musi­cal como pelo o seu con­teúdo visual.

    28 de Maio de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 80

  • Design de Títulos

    Design de Títulos

    João Sousa
    O cinema é uma dis­ci­plina que encon­tra dife­ren­tes con­tri­bu­tos de outras dis­ci­pli­nas, rein­ven­tando-se cons­tan­te­mente. O Design Grá­fico intro­du­ziu-se nos anos cin­quenta na forma como intro­duz o filme atra­vés do gené­rico. Assim, os títu­los de cinema são uma peça cru­cial à intro­du­ção de um filme, esta­be­le­cem o ambi­ente e fun­ci­o­nam como um pre­lú­dio à expe­ri­ên­cia que se lhes segue.

    30 de Abril de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 80

  • Tradução e Legendagem

    Tradução e Legendagem

    Maria José Veiga
    Esta ses­são decorre da neces­si­dade de con­tri­buir para a for­ma­ção em Cine­ma­lo­gia no que ao apro­fun­da­mento do domí­nio dos ins­tru­men­tos de tra­du­ção audi­o­vi­sual (TAV) diz res­peito, pri­vi­le­gi­ando-se a espe­ci­fi­ci­dade da tra­du­ção para legen­da­gem. Esta é uma das téc­ni­cas de recurso mais comuns, no que toca à dis­se­mi­na­ção fíl­mica à escala pla­ne­tá­ria.

    1 de Maio de 2016
    Estu­dan­tes 40
    Público 60

  • Comunicação Digital

    Comunicação Digital

    Edu­ardo Nunes
    A for­ma­ção em Comu­ni­ca­ção Digi­tal pre­tende dotar os par­ti­ci­pan­tes de auto­no­mia na cri­a­ção e difu­são de mate­ri­ais de comu­ni­ca­ção para a Web, com par­ti­cu­lar inci­dên­cia na divul­ga­ção e pro­mo­ção de obras e/​ou ini­ci­a­ti­vas directa ou indi­rec­ta­mente rela­ci­o­na­das com o uni­verso cine­ma­to­grá­fico (e.g. obras vide­o­grá­fi­cas, even­tos, ins­ta­la­ções ou publi­ca­ções, entre outros).

    4 e 5 de Junho de 2016
    Estu­dan­tes 60
    Público 80

  • Montagem

    Montagem

    Edgar Feld­man
    A mon­ta­gem é o pro­cesso pelo qual, na pós-pro­du­ção, os dife­ren­tes mate­ri­ais pro­du­zi­dos durante a roda­gem são sele­ci­o­na­dos e arti­cu­la­dos entre si, num pro­cesso quase sem­pre invi­sí­vel aos olhos do espe­ta­dor, con­tri­buindo para a pro­du­ção de sen­tido do filme cri­ando a ilu­são de espaço e de tempo na ação do filme, garan­tindo, deste modo, a cri­a­ção de um todo coe­rente.

    23910 de Abril de 2016
    Estu­dan­tes 150
    Público 200

módulos complementares

  • Efeitos Especiais

    Efeitos Especiais

    Fer­nando Alle
    O objec­tivo deste curso é apren­der téc­ni­cas low cost para criar efei­tos espe­ci­ais, e arran­jar solu­ções cri­a­ti­vas para diver­sos tipos de efei­tos: deca­pi­ta­ções, tiros, explo­sões de cabe­ças, des­mem­bra­men­tos, esven­tra­men­tos e toda uma vari­e­dade de efei­tos espe­ci­ais.

    2830 de Novem­bro de 2015
    Estu­dan­tes 80
    Público 100

  • Crítica Cinematográfica

    Crítica Cinematográfica

    João Antu­nes
    O módulo de Crí­tica Cine­ma­to­grá­fica pre­tende dar a conhe­cer, desen­vol­vendo uma aná­lise a uma obra cine­ma­to­grá­fica, a impor­tân­cia desta para a legi­ti­ma­ção artís­tica do cinema.

    4 de Dezem­bro de 2015
    Estu­dan­tes 60
    Público 80

  • Cinema e Videojogos

    Cinema e Videojogos

    Nel­son Zagalo
    A for­ma­ção vai rea­li­zar-se em três fases: 1) no pri­meiro dia, ire­mos dar conta das sin­gu­la­ri­da­des esté­ti­cas de cada arte (cinema e vide­o­jo­gos), a par­tir das quais dare­mos conta das con­ver­gên­cias ocor­ri­das entre ambas ao longo da última década, des­ta­cando não ape­nas as com­po­nen­tes esté­ti­cas mas inci­dindo par­ti­cu­lar­mente nas tec­no­ló­gi­cas;…

    1 a 3 de Dezem­bro de 2015
    Estu­dan­tes 80
    Público 100

módulos transversais

  • Cinema Científico em Contexto Educativo e Artístico

    Cinema Científico em Contexto Educativo e Artístico

    Fouad Nej­med­dine e Pedro Branco
    A divul­ga­ção das des­co­ber­tas cien­tí­fi­cas ao grande público tem que ultra­pas­sar a dis­tân­cia que separa o conhe­ci­mento cien­tí­fico do saber comum. Para se con­se­guir esta divul­ga­ção é neces­sá­rio cons­truir um tipo de nar­ra­tiva ou enun­ci­ado para que este conhe­ci­mento fique adap­tado ao público-alvo, tor­nando-se atra­tivo e inte­li­gí­vel.
    A par­tir de 23 de Janeiro de 2016
    Estu­dan­tes 100
    Público 125

  • Cinema e Vídeo: Desconstruções Pedagógicas

    Cinema e Vídeo: Desconstruções Pedagógicas

    Antó­nio Moreira
    Em tem­pos de pro­fun­das mudan­ças soci­ais, eco­nó­mi­cas e cul­tu­rais e da ver­ti­gi­nosa evo­lu­ção das tec­no­lo­gias de infor­ma­ção e da comu­ni­ca­ção (TIC) depa­ramo-nos com a neces­si­dade de (re)pensar e reno­var os pro­ces­sos, numa escola cada vez mais plu­ral e onde a exi­gên­cia de uma peda­go­gia ver­sá­til e per­so­na­li­zada é inques­ti­o­ná­vel.

    A par­tir de 9 de Janeiro de 2016
    Estu­dan­tes 100
    Público 125