Crónica

Neste quarto dia da 16ª edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, e já com as acti­vi­da­des para­le­las a decor­rer em pleno, fala­mos dos Cami­nhos Juni­o­res onde as cri­an­ças da cidade tem a hipó­tese de ver cinema e depois colo­rir um livro edi­tado pela orga­ni­za­ção, uma novi­dade desta edi­ção de 2009 e com figu­ras que­ri­das dos mais peque­ni­nos, estes livros e outros pre­sen­tes são entre­gues no final de cada ses­são que tem lugar no TAGV até ao pró­ximo dia 23 de Abril.
Para os mais aten­tos e par­ti­ci­pa­ti­vos des­tas ini­ci­a­ti­vas estão já a decor­rer os ate­li­ers sob os seguin­tes temas: Stop Motion, Video Digi­tal-Edi­ção, Escre­ver sobre Cinema, Micro-Cinema e Argu­mento.
Teve ainda lugar hoje mais um coló­quio desta feita no CLP-FLUC sob o tema Cine­Li­te­ra­tura” – A Lite­ra­tura e o Cinema dos Anos 80 em Espa­nha, que foi mode­rado por Ricardo Mon­teiro.
Das ses­sões des­ta­que para o dia de Veneno Cura” de Raquel Freire na ses­são em com­pe­ti­ção, con­ti­nuam tam­bém nas ses­são Ensaios Visu­ais a decor­rer no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha e Sec­ção Cinema Euro­peu sendo país con­vi­dado desta edi­ção a Espa­nha.
De sali­en­tar que na ses­são das 22h do TAGV no pas­sado dia 19 de Abril pas­sou o filme Second Life” do realizador/​produtor Ale­xan­dre Cebrian Valente que esteve pre­sente durante a exi­bi­ção do filme e no final teve lugar um debate com a sala bas­tante com­posta e em que o público não se fez rogado e ques­ti­o­nou sobre o rumo e final(s) do drama que aca­bara de ver, e as par­ti­ci­pa­ções no filme de figu­ras como Figo, José Car­los Malato e Fátima Lopes.
Hoje será exi­bido tam­bém na ses­são da noite a longa-metra­gem de Nico­lau Brey­ner , que mos­tra assim nos Cami­nhos a sua pri­meira obra, O Con­trato” base­ado num livro do escri­tor Den­nis McShade e com argu­mento de Pedro Ban­deira Freire, Álvaro Romão e do pró­prio Nico­lau Brey­ner, e que conta com a par­ti­ci­pa­ção de Pedro Lima, Cláu­dia Vieira, Vítor Norte, José Raposo entre outros.
O Fes­ti­val mos­tra assim que o cinema por­tu­guês con­ti­nua vivo e reno­vado.