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Cerimónia de Encerramento


4-12

Che­ga­ram ao fim as ses­sões com­pe­ti­ti­vas do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao longo de uma semana os espec­ta­do­res do fes­ti­val assis­ti­ram a cerca de duzen­tas obras fíl­mi­cas, dis­tri­buí­das tam­bém por Selec­ção Diás­po­ras, Repo­si­ções e Cami­nhos Mun­di­ais com o país con­vi­dado Áustria.

Depois de reve­lar­mos durante o dia de ontem quais os ven­ce­do­res sobrou à ceri­mó­nia de encer­ra­mento, além de entre­gar os pré­mios aos ven­ce­do­res que con­se­gui­ram a des­lo­ca­ção à cidade, reve­lar o ven­ce­dor do Pré­mio do Público Chama Amarela.

O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês não teria razão de exis­tên­cia sem o público. É com a audi­ên­cia em mente que se rea­liza, ano após ano, o cer­tame de Coim­bra. Ano após ano a audi­ên­cia res­ponde posi­ti­va­mente, fre­quen­tando tanto as acti­vi­da­des para­le­las como as sec­ções com­pe­ti­ti­vas e nada melhor do que con­fiar tam­bém no público do Cami­nhos a atri­bui­ção de um pré­mio. Depois de anun­ci­ar­mos os ven­ce­do­res das res­tan­tes cate­go­rias, atri­buí­das pelos vari­a­dos júris do fes­ti­val, tam­bém os espec­ta­do­res têm a sua opinião.

O Pré­mio do Público Chama Ama­rela é este ano atri­buído a CINZENTONEGRO, de Luis Filipe Rocha.

Dis­tin­guido tam­bém pelo Júri da Selec­ção Cami­nhos nas cate­go­rias de Actor Prin­ci­pal, a Filipe Duarte, e de Melhor Banda Sonora, a Mário Lagi­nha, CINZENTONEGRO apre­senta uma estó­ria em que trai­ção, roubo e fuga andam de braço dado com a vin­gança e a morte, rode­a­das pela pai­sa­gem vul­câ­nica dos Açores.

A ceri­mó­nia de encer­ra­mento do fes­ti­val decor­reu no Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente, com apre­sen­ta­ção de Diana Taveira e Gon­çalo Ribeiro e acom­pa­nha­mento musi­cal da Tuna Aca­dé­mica da Uni­ver­si­dade de Coim­bra. Ao palco subi­ram os vários pai­néis de júris, res­pon­sá­veis pela atri­bui­ção dos pré­mios. Entre a pla­teia, Mar­ga­rida Car­doso, rea­li­za­dora de Yvone Kane, e ven­ce­dora com a dis­tin­ção de Melhor Longa-Metra­gem foi uma das galar­do­a­das pre­sen­tes. Tam­bém na assis­tên­cia Mar­ga­rida Lei­tão, rea­li­za­dora de Gip­so­fila acei­tou em Coim­bra o seu pré­mio por Melhor Docu­men­tá­rio. O ven­ce­dor do Grande Pré­mio do Fes­ti­val – Por­tu­gal Sou Eu, Pedro Magano, por Irmãos, des­ta­cou o facto de se ter tra­tado da sua pri­meira obra enquanto rea­li­za­dor e agra­de­ceu a toda a equipa que lhe tor­nou pos­sí­vel este momento. Tam­bém Vicente Niro, rea­li­za­dor do Melhor Ensaio Naci­o­nal por Niro esteve pre­sente e acei­tou o prémio.

Após um curto inter­valo seguiu-se a exi­bi­ção de dois dos fil­mes lau­re­a­dos no fes­ti­val. A Ultima Árvore Ana­ló­gica, de Jorge Peli­cano, ven­ce­dora do pré­mio para melhor curta-metra­gem e Yvone Kane, de Mar­ga­rida Car­doso. A ceri­mó­nia de encer­ra­mento do Cami­nhos pode ter ter­mi­nado mas o fes­ti­val pro­pri­a­mente dito ter­mina ape­nas hoje. II Sim­pó­sio Inter­na­ci­o­nal Fusões no Cinema man­tém ainda ses­sões durante este sábado na Uni­ver­si­dade Aberta e às 21:45 será pos­sí­vel rever nos cine­mas NOS do Forum Coim­bra os fil­mes Amé­lia & Duarte de A. Gui­ma­rães e M. San­tos e ainda a longa Cin­zento e Negro, de Luis Filipe Rocha. A expo­si­ção Os Anos d’Ouro do Cinema Por­tu­guês con­ti­nu­ará ainda patente ao público na rua Vis­conde da Luz, à Baixa de Coim­bra, até dia 15 de Dezembro.

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