Comissão de Honra 22ª edição

  • Sua Excelência O Presidente da República Portuguesa

    Sua Excelência O Presidente da República PortuguesaMarcelo Rebelo de Sousa

  • Sua Excelência O Presidente da Assembleia da República

    Sua Excelência O Presidente da Assembleia da RepúblicaEduardo Ferro Rodrigues

    Com o Alto Patro­cí­nio de Sua Excelência

    Foi com gosto que recebi o con­vite para inte­grar a Comis­são de Honra da 22ª edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. O acesso à cul­tura e a divul­ga­ção das artes depen­dem das polí­ti­cas públi­cas, mas não fun­ci­o­nam sem a ini­ci­a­tiva dos agen­tes e das asso­ci­a­ções cul­tu­rais. É gra­ças a esse espí­rito de ini­ci­a­tiva que o Direito à Cul­tura chega aos ter­ri­tó­rios e às pes­soas. Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são uma des­sas ini­ci­a­ti­vas da soci­e­dade civil, que há já mais de vinte anos leva a arte cine­ma­to­grá­fica a Coim­bra. Por isso faço ques­tão de dei­xar aqui, nesta breve men­sa­gem, o meu reco­nhe­ci­mento público.

  • Sua Excelência O Primeiro-Ministro

    Sua Excelência O Primeiro-MinistroAntónio Costa

  • Sua Excelência O Ministro da Cultura

    Sua Excelência O Ministro da CulturaLuís Castro Mendes

    Na 22ª edi­ção, o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem sabido acom­pa­nhar a ener­gia e a qua­li­dade que têm mar­cado a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal. Ano após ano, Coim­bra torna-se palco de um evento que cum­pre aquele que é hoje um desa­fio e um obje­tivo das polí­ti­cas cul­tu­rais: demo­cra­ti­zar o acesso à cul­tura, dese­nhando pro­gra­mas para a cap­ta­ção de novos públi­cos. A pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa é cada vez mais reco­nhe­cida inter­na­ci­o­nal­mente mas aos Cami­nhos do Cinema che­gam não só as obras que já fize­ram per­curso pelos (…) 

  • Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de Coimbra

    Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de CoimbraClara Almeida Santos

    Jorge Brum do Canto terá dito um dia que o cinema por­tu­guês é como a ele­tri­ci­dade – nin­guém sabe de que se com­põe”, afo­rismo que segu­ra­mente resulta da sua vasta cul­tura ciné­fila e da sua pró­pria expe­ri­ên­cia como rea­li­za­dor e crí­tico de cinema desde muito jovem. Mas o cine­asta não viveu para assis­tir às dinâ­mi­cas atu­ais do cinema por­tu­guês. Tendo mor­rido em 1994, foi segu­ra­mente com des­gosto que tomou conhe­ci­mento dos dados rela­ti­vos às exi­bi­ções e ses­sões de cinema por­tu­guês em Por­tu­gal na última década da sua vida. (…)

  • Presidente do Conselho Diretivo do <span class=ICA” class=“img-circle” src=“https://i2.wp.com/caminhos.info/wp-content/uploads/Filomena_Pereira_5FEV_17981-e1445964788447.jpg?fit=300%2C300&ssl=1”>

    Presidente do Conselho Diretivo do ICAFilomena Serras Pereira

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, uma mon­tra anual da mais recente pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa, que durante uma semana trans­forma a cidade de Coim­bra num ponto de encon­tro e cele­bra­ção entre os cri­a­do­res e o seu público. Os cami­nhos são vari­a­dos, mas o des­tino pode ser resu­mido a um obje­tivo único, o da pro­mo­ção do cinema por­tu­guês, não somente atra­vés da sua exi­bi­ção, mas tam­bém de novos tri­lhos, o do estí­mulo da inves­ti­ga­ção e o da pro­posta de um ser­viço educativo. (…)

  • Presidente da E.R. de Turismo do Centro de Portugal

    Presidente da E.R. de Turismo do Centro de PortugalPedro Machado

    Nas pala­vras de Fer­nando Pes­soa cul­tura não é ler muito, nem saber muito; é conhe­cer muito.” Arris­cando uma inter­pre­ta­ção pes­soal, conhe­cer muito” implica viver muito, expe­ri­men­tar muito, arris­car, acer­tar, errar e apren­der. Este é um per­curso vir­tu­oso, uma aven­tura que todos nós, enquanto seres do penso, logo existo”, deve­mos enca­be­çar, na pro­cura inces­sante de conhe­cer e apren­der cada vez mais. Este é o” prin­cí­pio que deverá nor­tear qual­quer indi­ví­duo, mas tam­bém, qual­quer pro­jeto e/​ou organização. (…)

  • Federação Portuguesa de Cineclubes

    Federação Portuguesa de CineclubesPaulo Martins

    A FPCC – Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes saúda os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e a sua 22ª edi­ção. É com enorme satis­fa­ção que a FPCC con­ti­nua, ano após ano, a apoiar e a divul­gar este fes­ti­val único e impres­cin­dí­vel no pano­rama cine­ma­to­grá­fico nacional. Pode­mos dizer que é um fes­ti­val de resis­tên­cia, feito por resis­ten­tes. Um fes­ti­val ao qual tan­tas vezes vati­ci­na­ram o seu fim e outras tan­tas vezes se ergueu, orgu­lhoso do tra­ba­lho feito e com os olhos pos­tos no que ainda falta fazer. (…)

  • Diretor do Teatro Académico de Gil Vicente

    Diretor do Teatro Académico de Gil VicenteFernando Matos de Oliveira

  • Vice-Presidente e Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Leiria

    Vice-Presidente e Vereador da Cultura da Câmara Municipal de LeiriaGonçalo Lopes

    A pro­mo­ção das artes é uma aposta do Muni­cí­pio de Lei­ria que não pode­ria dei­xar de se asso­ciar ao fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Acre­di­ta­mos que a aposta na demo­cra­ti­za­ção do acesso à arte e a for­ma­ção de novos públi­cos é a receita certa para a cri­a­ção de con­di­ções de sus­ten­ta­bi­li­dade da pro­du­ção cul­tu­ral e para que esta se afirme, nas suas diver­sas expres­sões, como um pilar estru­tu­rante de uma soci­e­dade moderna, culta, tole­rante e solidária. (…)

  • Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra

    Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de CoimbraCarina Gomes

    É com grande satis­fa­ção que con­gra­tulo a Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, atra­vés do seu Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos, pela rea­li­za­ção de mais uma edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que cele­bra o encon­tro de obras cine­ma­to­grá­fi­cas do nosso país. Durante uma semana, serão exi­bi­das, na cidade dos estu­dan­tes, obras em por­tu­guês de exce­lente qua­li­dade, num diá­logo per­ma­nente entre pro­fis­si­o­nais e público, resul­tando numa diver­si­dade de ima­gens, sons, temas e his­tó­rias que tor­nam este cer­tame único em Portugal.(…)