Com o Alto Patrocínio de Sua Excelência O Presidente da República Portuguesa

Com o Alto Patrocínio de Sua Excelência O Presidente da República PortuguesaAníbal Cavaco Silva

Com o Alto Patrocínio de Sua Excelência O Presidente da Assembleia da República

Com o Alto Patrocínio de Sua Excelência O Presidente da Assembleia da RepúblicaEduardo Ferro Rodrigues

O direito à Cul­tura é um direito essen­cial ao desen­vol­vi­mento humano. Cabe ao Estado incen­ti­var e regu­lar as ati­vi­da­des cul­tu­rais. Mas o papel dos agen­tes cul­tu­rais e da soci­e­dade civil é insubs­ti­tuí­vel, quer na cri­a­ção, quer na orga­ni­za­ção dos even­tos rela­ci­o­na­dos com as dife­ren­tes mani­fes­ta­ções da Cultura. 

É o caso do Cinema, e é o caso do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema, de Coim­bra, que entra este ano na sua 21ª edi­ção. Ao ultra­pas­sar as vinte edi­ções, pode­mos dizer que o Fes­ti­val é já uma refe­rên­cia da vida cul­tu­ral da cidade, enquanto encon­tro de expres­sões artís­ti­cas e ver­da­deira pla­ta­forma de reco­nhe­ci­mento de valo­res con­sa­gra­dos e de lan­ça­mento de novos valo­res do cinema. 

Sua Excelência O Primeiro Ministro do Governo de Portugal

Sua Excelência O Primeiro Ministro do Governo de PortugalPedro Passos Coelho

Secretário de Estado da Cultura

Secretário de Estado da CulturaJorge Barreto Xavier

Magnífico Reitor da Universidade de Coimbra

Magnífico Reitor da Universidade de CoimbraJoão Gabriel Silva

Uma pala­vra de grande incen­tivo ao fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, pela muito rele­vante ação que tem tido, e con­ti­nu­ará segu­ra­mente a ter, na divul­ga­ção do cinema que se faz em Portugal.

Presidente da Câmara Municipal de Coimbra

Presidente da Câmara Municipal de CoimbraManuel Machado

Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de Coimbra

Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de CoimbraClara Almeida Santos

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês vol­tam à cidade. Com uma pro­gra­ma­ção que ofe­rece cada vez mais novi­da­des, com a von­tade de abar­car sem­pre mais público. As pro­pos­tas esten­dem-se a várias comu­ni­da­des: são os cami­nhos a encon­trar novos cami­nhos, a esti­mu­lar a inves­ti­ga­ção, a pro­por ser­viço educativo.

O lugar ocu­pado por este fes­ti­val é lugar comum, no melhor sen­tido da expres­são – um lugar onde todos nos pode­mos rever e encon­trar. E, assim, a Uni­ver­si­dade de Coim­bra junta-se a esta festa do cinema por­tu­guês e em português.

Encon­tra­mos moti­vos para nos jun­tar­mos a esta festa, em toda a linha, como num filme: com prin­cí­pio, meio e fim. Por­que na ori­gem des­tes Cami­nhos está a aca­de­mia, na sua força cri­a­tiva e de orga­ni­za­ção; por­que é um momento cul­tu­ral dis­tin­tivo e único; por­que a sua fina­li­dade é, no fim do dia, a pro­mo­ção e difu­são da lín­gua e cul­tura por­tu­gue­sas, obje­tivo que comunga da pró­pria matriz iden­ti­tá­ria da Uni­ver­si­dade de Coimbra.

Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra

Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de CoimbraCarina Gomes

A XXI edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês volta a colo­car Coim­bra no pri­meiro plano de uma das suas pai­xões, a 7ª Arte. O fes­ti­val afir­mou-se, por méri­tos pró­prios, como um evento de relevo no calen­dá­rio cul­tu­ral da cidade, aguar­dado com expec­ta­tiva pelas opor­tu­ni­da­des que pro­por­ci­ona de conhe­cer os tra­ba­lhos cine­ma­to­grá­fi­cos recen­tes rea­li­za­dos em Por­tu­gal. Dina­mi­zado em con­texto aca­dé­mico, pelo Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, o cer­tame esti­mula as rela­ções entre os estu­dan­tes e a cidade e reforça a uni­ver­sa­li­dade do acesso à cul­tura cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa. É, por­tanto, com grande satis­fa­ção que a Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra saúda e apoia este pro­jeto, que cele­bra a rica e lon­gín­qua rela­ção entre a cidade, os ciné­fi­los e o cinema português.

Presidente do Conselho Diretivo do Instituto do Cinema e do Audiovisual, I.P.

Presidente do Conselho Diretivo do Instituto do Cinema e do Audiovisual, I.P.Filomena Serras Pereira

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, mon­tra da mais recente pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa e que dedica igual­mente grande aten­ção a ciclos do pas­sado, cons­ti­tui um impor­tante encon­tro anual para a cele­bra­ção do nosso cinema e dos seus criadores.

Entre os dias 27 de Novem­bro e 5 de Dezem­bro, serão exi­bi­das várias obras cine­ma­to­grá­fi­cas, desde o cinema de escola ao pro­fis­si­o­nal, pro­por­ci­o­nando um ponto de encon­tro entre pes­soas e cul­tu­ras que têm em comum dois patri­mó­nios – a lín­gua por­tu­guesa e, claro, a lin­gua­gem cinematográfica.

O Ins­ti­tuto do Cinema e do Audi­o­vi­sual, empe­nhado em pros­se­guir a divul­ga­ção da pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal, con­gra­tula-se com mais uma edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, dese­jando que cons­ti­tua um êxito para a orga­ni­za­ção e para o seu público. 

Presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal

Presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de PortugalPedro Machado

Conservatório de Música de Coimbra

Conservatório de Música de CoimbraManuel Rocha

Quando o Cinema não era ainda som, em fita mag­né­tica, o som do cinema era Música. Tal­vez por causa da memó­ria des­ses dias feli­zes, e ini­ci­ais, falar de Cinema e de Música – fazer Cinema e Música – é, mui­tas vezes, falar da mesma coisa: o desa­fio total dos sen­ti­dos e da inte­li­gên­cia dos huma­nos. Andréi Tar­kóvsky, para o tra­ba­lho de mon­ta­gem, espe­rava sem­pre pela par­ti­tura – era o escul­tor do tempo” à pro­cura do rea­gente sonoro em que havia de mis­tu­rar os seus bone­cos” de luz. E quem diz este, diz os cine­as­tas todos e os músi­cos todos, os pin­to­res, os ato­res, os bai­la­ri­nos, os ence­na­do­res, o público – a Arte é um lugar indis­pen­sá­vel do nosso mundo.

Por isso é que a entrada do Cinema numa Escola é sem­pre uma boa notí­cia. Mesmo que não haja, num pri­meiro momento, a curi­o­si­dade de ver além do pos­tigo da prime-time; mesmo que o tra­ba­lho de pro­cu­rar sig­ni­fi­ca­dos assuste; mesmo que seja o de Sísifo o exem­plo seguido por aque­les que orga­ni­zam, que pro­mo­vem, que lutam (e, por isso, mere­cem toda a admiração).

Para o Con­ser­va­tó­rio de Música de Coim­bra é uma honra abrir a porta de casa para que o Cinema entre!

Federação Portuguesa de Cineclubes

Federação Portuguesa de CineclubesPaulo Martins

A Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes saúda os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês e a sua 21ª edição. 

Na génese do fes­ti­val está o espí­rito cine­clu­bista dos mem­bros do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos, que lhe dedi­cam há tan­tos anos tal dedi­ca­ção, espí­rito de mis­são e de sacri­fí­cio pes­soal, e que, por isso, mere­cem a nossa admi­ra­ção e justo reconhecimento.

O seu papel na divul­ga­ção e pro­mo­ção do Cinema Por­tu­guês é fun­da­men­tal, num país pri­vado, há déca­das, de uma polí­tica de Cul­tura estru­tu­rante e do apoio efec­tivo das enti­da­des tute­la­res responsáveis.

A Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes marca his­to­ri­ca­mente pre­sença nos Cami­nhos e, como tal, sabe dos ver­da­dei­ros mila­gres” que, ano após ano, foram sendo ope­ra­dos pela equipa que os organiza.

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, pelo seu exem­plo de per­sis­tên­cia e de amor pelo Cinema, mere­cem toda a aten­ção do Estado, da comu­ni­ca­ção social, dos pro­du­to­res, dos dis­tri­bui­do­res e do público desta mara­vi­lhosa cidade de Coim­bra que, por estes dias se trans­forma em Capi­tal de Por­tu­gal, atra­vés do Cinema Português.

Con­ti­nuem a des­bra­var Caminhos!