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Júris irão atribuir 25 prémios

Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” regres­sam no final do pró­ximo mês de Novem­bro para a sua 23.ª edi­ção. Desde 1988 que em Coim­bra é orga­ni­zado o único fes­ti­val dedi­cado ao cinema naci­o­nal, pro­mo­vendo todos os géne­ros e metra­gens de auto­res aspi­ran­tes ou con­sa­gra­dos. Os Cami­nhos são plu­rais e neles se encon­tra a diver­si­dade de regis­tos, olha­res e rea­li­da­des pro­mo­vi­das pelo Cinema Por­tu­guês. De 27 de Novem­bro a 3 de Dezem­bro o fes­ti­val ini­ci­ará a única com­pe­ti­ção cine­ma­to­grá­fica do país que além dos fil­mes, irá tam­bém pro­mo­ver e pre­miar a inter­ven­ção téc­nica e artís­tica que con­ju­ga­das trans­for­ma­ram o cinema na sétima arte. Este fes­ti­val conta com duas sec­ções com­pe­ti­ti­vas; a Sele­ção Cami­nhos, aberta a todas as obras pro­du­zi­das desde a edi­ção tran­sata do fes­ti­val; e a Sele­ção Ensaios, sec­ção inter­na­ci­o­nal dedi­cada ao cinema pro­du­zido em con­texto aca­dé­mico ou de for­ma­ção profissional.

Os pré­mios que se apre­sen­tam em regu­la­mento pode­rão pare­cer vas­tos, mas são a res­posta clara de um fes­ti­val, que na sua 23.ª edi­ção, almeja pre­miar mais uma vez todo o cinema por­tu­guês”. Assim, os fil­mes inte­gran­tes da Selec­ção Cami­nhos pro­põem-se ao Pré­mio do Júri de Imprensa, ao Pré­mio D. Qui­jote da Fede­ra­ção Inter­na­ci­o­nal de Cine­clu­bes, bem como, à ava­li­a­ção do Júri Selec­ção Cami­nhos que atri­buirá quinze pré­mios téc­ni­cos, qua­tro pré­mios ofi­ci­ais para os três géne­ros, ani­ma­ção, docu­men­tá­rio e fic­ção, em com­pe­ti­ção e por fim o Grande Pré­mio do Fes­ti­val.

Ver, clas­si­fi­car e pre­miar esta diver­si­dade de cate­go­rias será o resul­tado da con­ju­ga­ção de um leque alar­gado de sabe­res espe­ci­a­li­za­dos que , de forma aná­loga à pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica, fun­ci­o­nam como um todo. Pro­cu­rá­mos na cons­ti­tui­ção dos vários júris res­pon­der ao desa­fio de ver e com­pre­en­der a ima­gem em movi­mento, atra­vés de múl­ti­plos pris­mas, ora intrin­se­ca­mente cine­ma­to­grá­fi­cos, como aná­lo­gos à pre­sença dos fil­mes nas nos­sas vidas enquanto mar­cas vivas, ora pela forma como os meios e con­tex­tos em que são pro­du­zi­dos são tam­bém parte inte­grante das narrativas.

Assim, o Júri do Pré­mio de Imprensa é cons­ti­tuído pelos jor­na­lis­tas Cláu­dia Mar­ques San­tos Fer­nando Moura e pelo crí­tico de cinema Luís Miguel de Oli­veira. Este júri terá o objeto de dar uma maior visi­bi­li­dade e reco­nhe­ci­mento público da cine­ma­to­gra­fia naci­o­nal, pre­mi­ando o rigor e a ousa­dia esté­tica, tanto no plano nar­ra­tivo, como a nível da ima­gem cine­ma­to­grá­fica. Pre­tende-se, assim, valo­ri­zar a pro­du­ção naci­o­nal numa pers­pec­tiva artís­tica, que é uma das suas valên­cias mais expressivas.

Júri do Prémio de Imprensa

  • Cláudia Marques Santos

    Cláudia Marques SantosJornalista

    Licen­ci­ada em Ciên­cias da Comu­ni­ca­ção e Mes­tre em Cul­tura con­tem­po­râ­nea e Novas Tec­no­lo­gias pela FCSH/​Uni­ver­si­dade Nova de Lis­boa, Cláu­dia Mar­ques San­tos é uma jor­na­lista fre­e­lan­cer que tra­ba­lha na área da cul­tura. Tem arti­gos publi­ca­dos em imprensa – come­çou a car­reira no sema­ná­rio O Inde­pen­dente, pas­sou pela Notí­cias Maga­zine (DN/​JN) e Vogue Por­tu­gal, cola­bora actu­al­mente com as revis­tas Máxima, UP Inflight Mag, Visão – e tem um vasto know how edi­to­rial em maga­zi­nes de cul­tura para tele­vi­são (Pop Up/​RTP 2, Blitz TV/​SIC Notí­cias, Fuzz/​SIC Radi­cal, Lis­boa Mis­tura TV/​SIC Notí­cias) e em docu­men­tá­rios (‘Não Me Obri­guem a Vir Para a Rua Gri­tar’, sobre Zeca Afonso, RTP). Tem tam­bém um pro­jecto de entre­vis­tas online cha­mado If You Walk the Gala­xies (.com).

  • Fernando Moura

    Fernando MouraJornalista

    Exerce a sua acti­vi­dade pro­fis­si­o­nal nas áreas da comu­ni­ca­ção social, publi­ci­dade e redes soci­ais. Foi res­pon­sá­vel pela cri­a­ção e desen­vol­vi­mento de vários órgãos de comu­ni­ca­ção social, sobre­tudo nas áreas da imprensa e radi­o­di­fu­são, tendo alguns des­tes sido adqui­ri­dos por mul­ti­na­ci­o­nais. Tem ainda uma vasta expe­ri­ên­cia no sec­tor da comu­ni­ca­ção empre­sa­rial e ins­ti­tu­ci­o­nal, publi­ci­dade e social media, tendo fun­dado e diri­gido vários pro­jec­tos nes­tes sec­to­res. É direc­tor de Notí­cias de Coim­bra e Diá­rio da Saúde. 

  • Luís Miguel Oliveira

    Luís Miguel OliveiraCrítico

    Nas­ceu em Setem­bro de 1970, em Tomar. Licen­ciou-se em Comu­ni­ca­ção Social pela Facul­dade de Ciên­cias Soci­ais e Huma­nas da Uni­ver­si­dade Nova de Lis­boa. Inte­gra o depar­ta­mento de pro­gra­ma­ção da Cine­ma­teca desde 1993, tendo sido seu direc­tor entre 20092015. É crí­tico de cinema do Público desde 1994. Cola­bo­rou com várias publi­ca­ções espe­ci­a­li­za­das, naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais, e cum­priu o papel de jurado em diver­sos fes­ti­vais de cinema (Indi­e­Lis­boa, Fes­ti­val de Cinema Luso-Bra­si­leiro, Play­Doc, entre outros).

A cons­ti­tui­ção do Júri da Selec­ção Cami­nhos pro­cu­rou res­pon­der aos desa­fios inter­dis­ci­pli­na­res que cons­ti­tuem a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica pro­mo­vendo-se o diá­logo de dife­ren­tes olha­res do que é o Cinema Por­tu­guês. Este júri é cons­ti­tuído pela actriz Ana Padrão, pelo peda­gogo Antó­nio Dias Figuei­redo, pelo Espe­ci­a­lista em Cri­a­ção e Ges­tão de Mar­cas Car­los Coe­lho, pelo Direc­tor de Arte João C. Tor­res, pela pro­du­tora Maria João Mayer, pelo escri­tor Pedro Cha­gas Frei­tas, pelo escul­tor Pedro Figuei­redo, pela rea­li­za­dora Rita Aze­vedo Gomes e pela Sty­list Susana Jaco­betty.

Júri Seleção Caminhos

  • Ana Padrão

    Ana PadrãoAtriz

    Actriz com uma invul­gar beleza, é um dos ros­tos refe­rên­cia no pano­rama da cul­tura e do cinema por­tu­guês. For­mada na Escola Supe­rior de Tea­tro e Cinema, depressa se afir­mou como actriz, flu­ente em vários idi­o­mas em 1993 teve o pri­vi­lé­gio de fazer parte do elenco do filme Der Blier Fami­lien de Susanne Biera pri­meira mulher rea­li­za­dora que mais tarde vem a rece­ber o Oscar para melhor filme estran­geiro. Par­ti­cipa em mui­tos outros fil­mes com elen­cos de diver­sas naci­o­na­li­da­des, trabalhando​com rea­li­za­do­res como George Slui­zer Joa­quim Lei­tão, Jorge Silva Melo, João César Mon­teiro, José Fon­seca e Costa, Fer­nando d´Almeida e Silva, Antó­nio-Pedro Vas­con­ce­los, Fer­nando Lopes, Raoul Ruiz, Car­los Coe­lho da Silva, Mário Bar­roso, Car­los Saboga, Cristèle Alves Meira, Patrí­cia Sequeira e Bruno de Almeida, entre mui­tos outros. Em simul­tâ­neo, é uma pre­sença cons­tante no elenco de vários canais naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais, par­ti­ci­pando em séries, mini-séries, nove­las e tele­fil­mes. Com o sucesso do tele­filme da SIC Amo-te Teresa (2000), no qual foi pro­ta­go­nista, segui­ram-se mui­tos outros pro­jec­tos na TV, como se pode cons­ta­tar no seu vasto currículo. 

  • António Dias Figueiredo

    António Dias FigueiredoPedagogo

    Antó­nio Dias de Figuei­redo é pro­fes­sor cate­drá­tico apo­sen­tado de Enge­nha­ria Infor­má­tica e inves­ti­ga­dor do Cen­tro de Infor­má­tica e Sis­te­mas da Uni­ver­si­dade de Coim­bra. Foi vice-pre­si­dente do Pro­grama Inter­go­ver­na­men­tal de Infor­má­tica da UNESCO, Paris, e mem­bro do NATO Spe­cial Pro­gram Panel on Advan­ced Edu­ca­ti­o­nal Tech­no­logy, Bru­xe­las. Par­ti­ci­pou em vários pro­jec­tos euro­peus e atuou em várias oca­siões como con­sul­tor da Comis­são Euro­peia para ques­tões de edu­ca­ção. Rece­beu o grau de Dou­tor Hono­ris Causa pela Uni­ver­si­dade Aberta e o Sigil­lum Mag­num da Uni­ver­si­dade de Bolo­nha. É autor e coau­tor de cerca de três cen­te­nas de arti­gos e capí­tu­los de livros publi­ca­dos no país e no estran­geiro e mem­bro dos con­se­lhos edi­to­ri­ais de várias revis­tas naci­o­nais e estran­gei­ras. Tem em curso pro­je­tos do âmbito das rela­ções mutu­a­mente gene­ra­ti­vas entre tec­no­lo­gias e soci­e­dade, com des­ta­que para as peda­go­gias, retó­ri­cas e epis­te­mo­lo­gias de nova geração.

  • Carlos Coelho

    Carlos CoelhoEspecialista em Criação e Gestão de Marcas

    Car­los Coe­lho, uma das gran­des refe­rên­cias por­tu­gue­sas no domí­nio da cons­tru­ção e ges­tão de mar­cas, , ao longo de 32 anos, con­du­ziu cen­te­nas de pro­jec­tos de algu­mas das mar­cas mais rele­van­tes em Por­tu­gal, como o Mul­ti­banco, Telecel/​Vodafone, Yorn, Galp Ener­gia, RTP, Tv Cabo, CTT Cor­reios, Sumol, TAP Por­tu­gal, Sata , Leya, Sonae, Delta, Fide­li­dade, Sogrape, The Navi­ga­tor Com­pany, Por­tu­gal Sou Eu, entre mui­tas outras. É autor de diver­sos estu­dos sobre ten­dên­cias e mode­los teó­ri­cos de mar­cas. É acti­vista sobre as cau­sas e as mar­cas de Por­tu­gal e autor do livro Por­tu­gal Genial’’. É co-autor do livro Brand Taboos” e tem par­ti­ci­pado com ensaios em diver­sos livros tais como: Ges­tão sus­ten­tada”, Por­tu­gal Vale a Pena”, “TAP, a ima­gem de um povo.” É pro­fes­sor, colu­nista, comen­ta­dor de tele­vi­são , foi autor e apre­sen­ta­dor do pro­grama de TV Imagi-Nação e cola­bo­ra­dor de inú­me­ras publi­ca­ções naci­o­nais e estran­gei­ras, sendo reco­nhe­cido pelas suas múl­ti­plas abor­da­gens ino­va­do­ras e desa­fi­an­tes sobre estas maté­rias. Como con­fe­ren­cista pro­fe­riu nos últi­mos cinco anos mais de 200 pales­tras, a con­vite de diver­sas ins­ti­tui­ções: Gover­nos, Uni­ver­si­da­des, Asso­ci­a­ções empre­sa­ri­ais e Empre­sas, em diver­sos Países.

  • João Torres

    João TorresDirector de Arte

    Licen­ci­ado em Enge­nha­ria Civil na F.C.T. da Uni­ver­si­dade de Coim­bra, João Tor­res desen­vol­veu acti­vi­dade nos domí­nios das artes plás­ti­cas, tea­tro, per­for­mance, poe­sia visual, foto­gra­fia e cinema. A sua acti­vi­dade pro­fis­si­o­nal tem inci­dido pre­fe­ren­ci­al­mente nas áreas de con­cep­ção e pro­du­ção de cená­rios para cinema e audi­o­vi­su­ais. Como Direc­tor de Arte tra­ba­lhou na pro­du­ção de fil­mes, tele­fil­mes e fil­mes publi­ci­tá­rios de diver­sos paí­ses. Desen­vol­veu pro­jec­tos com rea­li­za­do­res como Alain Tan­ner, Raoul Ruiz, Ric­cardo Freda, Ber­trand Taver­nier, Jean Louis Ber­tou­celli, Jean Claude Mis­sien, Serge Moati, Denys Gra­nier-Deferre, Micha­ela Wat­te­aux, Serge Kor­ber, Paolo Mari­nou Blanco, Joa­quim Lei­tão, Rai­ner Eur­ler, Billy August, Antó­nio Pedro Vas­con­ce­los, Patrick Tim­sit, Ima­nol Arias, Zezé Gam­boa, Tom Cairns, Tom Don­nely, Bruno de Almeida, entre mui­tos outros. Foi Sub­di­rec­tor do Tea­tro Naci­o­nal S. João e Direc­tor Exe­cu­tivo do fes­ti­val inter­na­ci­o­nal de tea­tro Po.N.T.I., (ed.1997/1999/2001). Tem cola­bo­rado com diver­sas estru­tu­ras de pro­du­ção artís­tica no desen­vol­vi­mento de pro­jec­tos e espo­ra­di­ca­mente em jor­nais e revis­tas sobre temas da actualidade. 

  • Maria João Mayer

    Maria João MayerProdutora

    Maria João Mayer é pro­du­tora cine­ma­to­grá­fica há mais de 10 anos e já tra­ba­lhou com alguns dos cine­as­tas mais reco­nhe­ci­dos em Por­tu­gal — casos de Manoel de Oli­veira, Fer­nando Lopes, Mar­ga­rida Car­doso, entre mui­tos outros. Em rela­ção às obras mais recen­tes, des­ta­cam-se Mon­ta­nha e Rafa, de João Sala­viza, Yvone Kane, de Mar­ga­rida Car­doso, e Um Dia Frio, de Cláu­dia Vare­jão. Em 2015 foi uma de cinco mulhe­res dis­tin­gui­das nos Pré­mios Mulhe­res Cri­a­do­res de Cul­tura” pro­mo­vido pelo Gabi­nete de Estra­té­gia, Pla­ne­a­mento e Ava­li­a­ção Cul­tu­rais do Minis­té­rio da Cultura. 

  • Miguel Monteiro

    Miguel MonteiroAtor

    Cinco meses depois de ter estado a viver em Coim­bra para rodar o filme Pedro e Inês” de Antó­nio Fer­reira, o ator Miguel Mon­teiro regressa à cidade para inte­grar o grupo de jura­dos de mais uma edi­ção do Cami­nhos Film Fes­ti­val. Nas­cido em Lis­boa em Maio de 1965, Miguel Mon­teiro viveu os pri­mei­ros anos da sua vida pro­fis­si­o­nal como jor­na­lista. Pas­sou pelo Expresso, fez parte das equi­pas fun­da­do­ras da TSF em 1988 e da SIC em 1992, ao lado de Emí­dio Ran­gel, foi direc­tor-adjunto do sema­ná­rio de espe­tá­cu­los Se7e, fez parte da equipa do pro­grama Cine­ma­ga­zine” (RTP) de Fer­nando Matos Silva, cola­bo­rou oca­si­o­nal­mente em várias publi­ca­ções, onde escre­veu sem­pre sobre a sua pai­xão: o cinema. Foi o pri­meiro jor­na­lista por­tu­guês a fazer a cober­tura em Los Ange­les de uma ceri­mó­nia dos Ósca­res, em 1989 e repe­tiu a expe­ri­ên­cia por mais cinco vezes. Par­ti­ci­pou em even­tos como os Spi­rit Awards, a grande cele­bra­ção dos 80 anos de Frank Sina­tra, entre­vis­tou gran­des figu­ras da velha Hollywood como Billy Wil­der, Lau­ren Bacall, Robert Mit­chum, Mau­reen O’Hara ou Anthony Quinn. Em 2005 acei­tou o con­vite de João Bote­lho para par­ti­ci­par no filme O Fata­lista” e come­çou um per­curso de ator que nunca mais parou. Ao longo des­tes anos, Miguel Mon­teiro vol­tou a fil­mar com Bote­lho Cor­rup­ção”, A Corte do Norte” e Os Maias – Cenas da Vida Român­tica”, tra­ba­lhou com Peter Gre­e­naway em “3X3D: Just in Time”, rodou Gia­como Vari­a­ti­ons” de Michael Stur­min­ger ao lado de John Mal­ko­vich, Mis­té­rios de Lis­boa” de Raul Ruiz, Linhas de Wel­ling­ton” de Vale­ria Sar­mi­ento, Call Girl” de Antó­nio-Pedro Vas­con­ce­los, Duas Mulhe­res” de João Mário Grilo, Em Câmara Lenta” de Fer­nando Lopes, Pó” e Encon­tra­douro” ambos de Afonso Pimen­tel, Ao Deus Dará” de Tiago Rosa-Rosso, Axi­las” de José Fon­seca e Costa ou A Mãe é que Sabe” de Nuno Rocha, entre vários outros trabalhos.

  • Pedro Chagas Freitas

    Pedro Chagas FreitasEscritor

    Pedro Cha­gas Frei­tas escreve cenas vari­a­das. Roman­ces, nove­las, con­tos, cró­ni­cas, guiões, letras de música, tex­tos publi­ci­tá­rios e outras imbe­ci­li­da­des. Publi­cou mais de duas deze­nas de obras. Está na lista dos mais ven­di­dos de 2014 em Por­tu­gal. Estu­dou lin­guís­tica e criou jogos didác­ti­cos para esti­mu­lar a pro­du­ção escrita. Foi nada­dor-sal­va­dor, bar­man, ope­rá­rio fabril, por­teiro de dis­co­teca, joga­dor de fute­bol. Acre­dita que o país per­feito é a Lame­cha­lân­dia. E vive por lá todos os dias.

  • Pedro Figueiredo

    Pedro FigueiredoEscultor

    Nas­ceu a 22 de Outu­bro do ano de 1974, na cidade da Guarda. Con­cluiu o curso pro­fis­si­o­nal de Cerâ­mica na Escola Artís­tica de Coim­bra – ARCA – E.A.C., a licen­ci­a­tura em Escul­tura, a pós-gra­du­a­ção em Comu­ni­ca­ção Esté­tica e o Mes­trado em Artes Plás­ti­cas na Escola Uni­ver­si­tá­ria das Artes de Coim­bra – ARCA – E.U.A.C. Está repre­sen­tado na Gale­ria São Mamede (Lis­boa e Porto), na Gale­ria de Arte Con­tem­po­râ­nea Nuno Sacra­mento (Ílhavo) e na Shai­rart (Braga). Expõe regu­lar­mente em Bie­nais de Arte desde 2003. Tem feito várias expo­si­ções indi­vi­du­ais e colec­ti­vas desde 2000. Tem par­ti­ci­pado em Sim­pó­sios, e exe­cu­tado cená­rios e ade­re­ços para tea­tro e outras áreas do espe­tá­culo. Está repre­sen­tado em diver­sas cole­ções públi­cas e pri­va­das quer naci­o­nais quer estran­gei­ras. Atu­al­mente, vive e tra­ba­lha em Coimbra. 

  • Rita Azevedo Gomes

    Rita Azevedo GomesRealizadora

    Nas­cida em Lis­boa, em 1952, Rita Aze­vedo Gomes tem um per­curso vari­ado, ligado às artes visu­ais. Come­çou por estu­dar Belas Artes, ligando-se ao cinema a pouco e pouco. Esteve envol­vida, ao longo dos anos, em inú­me­ros pro­je­tos em tea­tro, ópera, artes plás­ti­cas e cinema, tendo ainda desen­vol­vido, com grande reco­nhe­ci­mento, tra­ba­lhos grá­fi­cos em diver­sas edi­ções de cinema da Cine­ma­teca e da Fun­da­ção Calouste Gul­ben­kian. Em 1990, rea­li­zou o seu pri­meiro filme: O Som da Terra a Tre­mer”, após o qual escre­veu e rea­li­zou várias cur­tas e lon­gas metra­gens inter­na­ci­o­nal­mente reco­nhe­ci­das em fes­ti­vais de todo o mundo. Tra­ba­lha atu­al­mente na Cine­ma­teca Por­tu­guesa como pro­gra­ma­dora onde está tam­bém a cargo das exposições. 

  • Susana Jacobetty

    Susana JacobettyStylist

    Susana Jaco­betty tra­ba­lha em Comu­ni­ca­ção e na indús­tria da Moda há mais de 15 anos.Ganhou o Pré­mio de Melhor Guarda Roupa na XVII edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” com o filme Kino­tel. Cos­tu­mi­zou uma peça para a expo­si­ção Boomshirt no Esto­ril Fashion Art Fes­ti­val em con­junto com as Artis­tas Joana Vas­con­ce­los e Cata­rina Pes­tana. Foi Res­pon­sá­vel pela Comu­ni­ca­ção da 1ª visita do Dalai Lama a Por­tu­gal. Cola­bo­rou nas obras da Expo­si­ção no Palá­cio Naci­o­nal de Mafra, do artista João Bace­lar e na Cam­pa­nha O teu bairro é a tua cara” no MUDE. Foi Comen­ta­dora dos Pré­mios Aquila, Ceri­mó­nia de Tele­vi­são e Cinema Por­tu­guês, tra­ba­lhou como Comen­ta­dora tele­vi­siva e teve várias rubri­cas de Moda e Beleza em diver­sos pro­gra­mas de Tele­vi­são. Foi Edi­tora de Moda e Beleza da revista de cul­tura Urbana, DIF e Res­pon­sá­vel de Moda na revista Cos­mo­po­li­tan, para além de cola­bo­rar com várias publi­ca­ções naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais. Há vários anos que cola­bora com o curso de Cine­ma­lo­gia, do Fes­ti­val dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, onde leci­o­nou o módulo de Guarda Roupa e Carac­te­ri­za­ção para Cinema.

A segunda cate­go­ria com­pe­ti­tiva do fes­ti­val é a Selec­ção Ensaios. Nesta com­pe­ti­ção inter­na­ci­o­nal as aca­de­mias naci­o­nais e estran­gei­ras com­pe­tem pelos pré­mios de Melhor Ensaio Naci­o­nal e Melhor Ensaio Inter­na­ci­o­nal. Por aqui pas­sa­ram hoje nomes mais ou menos con­sa­gra­dos como Leo­nor Teles, Vasco Men­des, André Gui­o­mar ou Vicente Nirō (Daniel Vicente Roque). Colo­cando em com­pe­ti­ção o cinema de escola, esta sec­ção per­mite a mui­tos dos jovens cine­as­tas a pro­jec­ção pública dos seus fil­mes fora do ambi­ente aca­dé­mico e de onde se pode­rão reti­rar ila­ções direc­tas sobre as reais con­di­ções de ensino e pro­du­ção de cinema em Por­tu­gal e no mundo. Sob a mesma filo­so­fia com que cons­ti­tuí­mos o Júri da Selec­ção Cami­nhos, o Júri da Sele­ção Ensaios terá a mis­são de atri­buir os pré­mios desta cate­go­ria. Este é inte­grado por várias per­so­na­li­da­des de reco­nhe­cido mérito cul­tu­ral e artís­tico. Desta forma o Júri da Sele­ção Ensaios é cons­ti­tuído pela dire­tora de pro­du­ção Ângela Cer­veira, a atriz Carla Cham­bel, o músico David San­tos (tam­bém conhe­cido por Noi­serv), o rea­li­za­dor e pro­du­tor Jeró­nimo Rocha e a atriz Sara Bar­ros Lei­tão.

Júri Seleção Ensaios

  • Ângela Cerveira

    Ângela CerveiraDirectora de Produção

    Ângela Cer­veira encon­tra-se neste momento a tra­ba­lhar no novo pro­jecto de Joa­quim Pinto e Nuno Leo­nel. Come­çou a tra­ba­lhar em cinema em 1986. Desde 1990, como Direc­tora de Pro­du­ção tra­ba­lhou com rea­li­za­do­res como João César Mon­teiro, Manuel Mozos, José Álvaro Morais, Miguel Gomes, Jeanne Waltz, Leão Lopes, Flora Gomes, Jorge Silva Melo, João Canijo, Chris­tine Lau­rent, João Sala­viza entre outros. Pro­du­tora exe­cu­tiva da 9ª edi­ção do Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Cinema Inde­pen­dente de Lis­boa – Indielisboa.
    Direc­tora de pro­du­ção dos con­teú­dos audi­o­vi­su­ais do Pavi­lhão de Por­tu­gal na EXPO98, e Direc­tora téc­nica de Monumental’95/Mistérios de Lis­boa. Foi ainda direc­tora de pro­du­ção da semana de moda Moda­Lis­boa” entre 19972001.
  • Carla Chambel

    Carla ChambelAtriz

    Carla Cham­bel nas­ceu em 1976 na Ama­dora. Fez For­ma­ção de Ato­res na Escola Supe­rior de Tea­tro e Cinema. Estreou-se no tea­tro, em 1995, com A Dis­puta de Mari­vaux, ence­na­ção de João Perry, no Tea­tro da Trin­dade, em Lis­boa, e desde aí tem tra­ba­lhado com diver­sas com­pa­nhias e rea­li­za­do­res por­tu­gue­ses e estran­gei­ros. Des­ta­cam-se Amá­lia, o Filme de Car­los Coe­lho da Silva e Quarta Divi­são de Joa­quim Lei­tão. Rece­beu pré­mio Sophia de Melhor Atriz Secun­dá­ria pelo filme Se Eu Fosse Ladrão Rou­bava de Paulo Rocha. É locu­tora de publi­ci­dade, e tem pre­sença regu­lar na tele­vi­são, enquanto atriz. Pode­mos vê-la, atu­al­mente, em Espe­lho d’Água, na SIC. Fez dire­ção de ato­res na novela Laços de San­gue, da SIC, que ganhou o EMMY em 2011, e dá for­ma­ção de ato­res em diver­sas esco­las e workshops. É coo­pe­ra­dora e vogal da GDA . É vice-pre­si­dente da Aca­de­mia Por­tu­guesa de Cinema desde 2014, onde pro­duz anu­al­mente a par­ti­ci­pa­ção por­tu­guesa no EFA YOUNG AUDIENCE AWARD

  • David Santos

    David SantosCompositor/​Músico

    Noi­serv, a quem já cha­ma­ram o homem-orques­tra” ou banda de um homem só”, tem um per­curso mar­cado pela com­po­si­ção e inter­pre­ta­ção musi­cal de temas que via­jam entre a memó­ria, sonho e a rea­li­dade. Conta com o bem suce­dido disco de estreia One Hun­dred Miles from Though­tles­s­ness” em 2008, o EP A Day in the Day of the Days” em 2010 e em Outu­bro de 2013 edi­tou Almost Visi­ble Orches­tra”, dis­tin­guido em 2014 como Melhor Disco de 2013“pela Soci­e­dade Por­tu­guesa de Auto­res. Em 2016 edi­tou o seu disco mais recente de nome “00:00:00:00”. Com mais de 500 con­cer­tos em Por­tu­gal e no estran­geiro, inte­gra uma série de outras cola­bo­ra­ções musi­cais, nome­a­da­mente como os You Can’t win Char­lie Brown, dos quais é mem­bro fun­da­dor. Con­tri­bui tam­bém para o pano­rama do cinema e tea­tro naci­o­nal, a des­ta­car as cola­bo­ra­ções em tea­tro com Marco Mar­tins, Nuno M. Car­doso e Rui Horta, e em cinema com Miguel Gon­çal­ves Men­des e Paulo Branco, entre outros.

  • Jerónimo Rocha

    Jerónimo RochaRealizador/​Produtor

    Jeró­nimo Rocha nas­ceu no Porto em 81 e desde miúdo, por não gos­tar de jogar fute­bol, arqui­teta estó­rias com quem o qui­ser acom­pa­nhar. Tra­ba­lha em Lis­boa na pro­du­tora de fil­mes TAKE IT EASY desde 2005, onde rea­liza e dirige o labo­ra­tó­rio cri­a­tivo EASYLAB. Com mais de uma dezena de cur­tas metra­gens – entre as quais Breu (2010), Les Pay­sa­ges (2012), Dédalo (2013), Maca­bre (2015), Arcana (2015) – sele­ci­o­na­das e pre­mi­a­das nos mais diver­sos fes­ti­vais do pano­rama naci­o­nal e inter­na­ci­o­nal (Motelx, Cina­nima, Indie Lis­boa, Annecy, Gua­da­la­jara, Mor­bido, PiFan, Leeds, TIFF, entre outros), Jeró­nimo tem um par­ti­cu­lar fas­cí­nio pelo lado mais obs­curo daquilo que nos rodeia. Foi o direc­tor de ani­ma­ção e edi­tor da série da RTP, Odis­seia (2013). É o pri­meiro por­tu­guês a rece­ber o pré­mio Bri­ga­doon no Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Cinema de Sitges

  • Sara Barros Leitão

    Sara Barros LeitãoAtriz

    Sara Bar­ros Lei­tão, nas­ceu no Porto em 1990 e for­mou-se em Inter­pre­ta­ção pela Aca­de­mia Con­tem­po­râ­nea do Espe­tá­culo. Tra­ba­lha regu­lar­mente em Tele­vi­são, e o seu tra­ba­lho na mini-série Mulhe­res de Abril” valeu-lhe, em 2014, a nome­a­ção para Melhor Atriz Secun­dá­ria nos Pré­mios Áquila e Pré­mios Fan­tas­tic Televisão.

O der­ra­deiro júri é o Público. A ele caberá a deci­são de esco­lher o melhor filme da Selec­ção Cami­nhos. Faça parte da deci­são do Pré­mio do Público Chama Ama­rela’ e venha conhe­cer todo o cinema por­tu­guês”.

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