Direcção de Fotografia 1

21 de Feve­reiro 2015

RESUMO

Com o objec­tivo de trans­mi­tir os conhe­ci­men­tos téc­nico-artís­ti­cos da impor­tân­cia do papel do Direc­tor de Foto­gra­fia (DF), a sua comu­ni­ca­ção com o rea­li­za­dor e sobre a forma como ele cons­troi e gere a sua equipa, o pri­meiro módulo, teó­rico, abor­dará os 3 aspec­tos essen­ci­ais da imagem:

  1. Os prin­cí­pios artís­ti­cos da cons­tru­ção da ima­gem, parada e em movi­mento, os pla­nos, enqua­dra­men­tos e com­po­si­ção; a inter­pre­ta­ção da ima­gem pela luz, a luz enquanto con­du­tor de olha­res na arte de pin­tar a ima­gem, a des­cons­tru­ção da ima­gem para o enten­di­mento da sua recons­tru­ção; O que o espec­ta­dor vê e não vê, na rela­ção do que mos­tra­mos e não mostramos. 
  2. o con­trolo téc­nico da ima­gem atra­vés das dis­tân­cias focais, da pro­fun­di­dade de campo e da hiper­fo­cal; o plano fixo e em movi­mento. Os pon­tos de vista e a sub­jec­ti­vi­dade. O dia­fragma, o foco e as carac­te­rís­ti­cas téc­ni­cas da câmara ao ser­viço da foto­gra­fia. O suporte, o for­mato e a defi­ni­ção téc­nica da ima­gem. O con­trolo téc­nico da luz, das som­bras e da escu­ri­dão; a qua­li­dade e a quan­ti­dade da luz na foto­gra­fia cinematográfica. 
  3. A equipa de ima­gem, como cons­trui-la e como dirigi-la. O papel do DF, do ope­ra­dor de câmara e dos assis­ten­tes, o papel do ilu­mi­na­dor e dos seus assis­ten­tes, dos gaf­fers, da maqui­na­ria e res­tante equipa. A rela­ção artís­tica e téc­nica com o rea­li­za­dor. A rela­ção com o ope­ra­dor de câmara, com a arte, o som, a carac­te­ri­za­ção e maqui­a­gem, o guarda roupa e ade­re­ços. O tra­ba­lho de e em equipa. O workflow. 

PLANO DA SESSÃO

— Os prin­cí­pios artís­ti­cos da cons­tru­ção da imagem.
 — O con­trolo téc­nico da imagem.
 — Direc­ção de Foto­gra­fia: A equipa.

DATA & LOCAL

21 de Fevereiro
9:00 — 18:00

Colé­gio de São Jeró­nimo, Pólo 1
Uni­ver­si­dade de Coimbra

Admissão

Con­di­ção Preço Data de Inscrição
Sócios CEC & Juniores 35 2014÷12÷18
Estu­dan­tes 55 2014÷12÷18
Público Early Bird 55 2014÷12÷05
Público Geral 70 2014÷12÷18

Ins­cri­ção

Formador

João AnteroProfessor | Director de Fotografia

João Antero é pro­fes­sor na Uni­ver­si­dade Lusó­fona de Huma­ni­da­des e Tec­no­lo­gias, onde lec­ci­ona as cadei­ras deO­pe­ra­ções de Estú­dio e Con­trolo de Ima­gem, Direc­ção de Foto­gra­fia e Lumi­no­tec­nia, Ate­lier de Ima­gem, Ope­ra­ções de Câmara, Téc­ni­cas de ima­gem em Movi­mento nos cur­sos de Cinema, Vídeo e Comu­ni­ca­ção Mul­ti­mé­dia e de Comu­ni­ca­ção e Jor­na­lismo. É Mem­bro cor­res­pon­dente das Aca­de­mia Naci­o­nal de Belas Artes e Aca­de­mia de Letras e Artes Portugal.

João Antero

Outros Módulos

  • Realização

    Realização

    A Rea­li­za­ção passa pela coor­de­na­ção cri­a­tiva e téc­nica de toda a equipa de fil­ma­gens (ima­gem e som), impondo uma uni­dade esté­tica e uma orga­ni­za­ção fun­ci­o­nal às con­tri­bui­ções de todos os que cola­bo­ram na pro­du­ção do filme.

    2831 de Março
    Sócios CEC & Juni­o­res 100
    Estu­dan­tes 130
    Early Bird 160
    Público Geral 200€ 

  • Direcção de Fotografia <span class="numbers">1</span>

    Direcção de Fotografia 1

    Com o objec­tivo de trans­mi­tir os conhe­ci­men­tos téc­nico-artís­ti­cos da impor­tân­cia do papel do Direc­tor de Foto­gra­fia (DF), a sua comu­ni­ca­ção com o rea­li­za­dor e sobre a forma como ele cons­troi e gere a sua equipa, o pri­meiro módulo, teó­rico, abor­dará os 3 aspec­tos essen­ci­ais da ima­gem: os artís­ti­cos, os téc­ni­cos e a equipa da DF.

    21 de Feve­reiro
    Sócios CEC & Juni­o­res 35
    Estu­dan­tes 55
    Early Bird 55
    Público Geral 70 

  • Direcção de Fotografia <span class="numbers">2</span>

    Direcção de Fotografia 2

    Nesta segunda parte deste módulo, com­ple­ta­mente prá­tico, que acom­pa­nhará dois dias de roda­gem, serão colo­ca­dos em prá­tica os con­cei­tos e téc­ni­cas ensi­na­das no módulo Direc­ção de Foto­gra­fia 1. O guião será lido e pla­ni­fi­cado junto com a rea­li­za­ção para que, em cada fia de roda­gem, se saiba o que fazer e como, por forma a gerir a equipa e dis­tri­buir o tra­ba­lho. Desta aná­lise, o DF deter­mi­nará que dis­tân­cias focais usar, que pro­fun­di­dade de campo alcan­çar, que posi­ção de camara e que menus uti­li­zar. O DF irá deci­dir que ilu­mi­na­ção usar, que equi­pa­mento uti­li­zar e que aces­só­rios levar. O DF deter­mi­nará o cha­mado dese­nho de luz com posi­ci­o­na­mento de pro­jec­to­res, que lam­pa­das, fil­tros difu­so­res e demais aces­só­rios uti­li­zar para garan­tir o efeito lumí­nico e cro­má­tico pre­ten­dido. Todo este pro­cesso será expli­cado ao longo des­tes 2 dias de roda­gem, res­pon­dendo às ques­tões que os for­man­dos vão colo­cando.

    2829 de Março
    Sócios CEC & Juni­o­res 50
    Estu­dan­tes 60
    Early Bird 75
    Público Geral 100€ 

  • Direcção de Som

    Direcção de Som

    A uti­li­za­ção expres­siva de som em arti­cu­la­ção com a ima­gem é, desde há muito, jus­ta­mente con­si­de­rada uma parte essen­cial de qual­quer pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica ou audi­o­vi­sual, jus­ti­fi­cando-se o seu tra­ta­mento independente.

    22 de Feve­reiro de 2015

    Sócios CEC & Juni­o­res 35
    Estu­dan­tes 55
    Early Bird 55
    Público Geral 70