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    Curso de Cinema – Cinemalogia 8 – inicia este fim de semana

    Sobre a éfige d’As Casas o curso de cinema – Cine­ma­lo­gia – pro­cura ensi­nar os méto­dos de pro­du­ção de um docu­men­tá­rio. A for­ma­ção arranca sob a ori­en­ta­ção de Cata­rina Alves Costa dando aos for­man­dos as fer­ra­men­tas neces­sá­rias para Inves­ti­ga­ção, Escrita e Pla­ne­a­mento da pro­du­ção.

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    Prolongamento da Campanha de Inscrições até 5 de Março

    Con­si­de­rando o forte inte­resse na oitava edi­ção do curso de cinema docu­men­tal Cine­ma­lo­gia demons­trado nas últi­mas horas vem a orga­ni­za­ção pro­lon­gar o período de cam­pa­nha para as ins­cri­ções glo­bais pos­si­bi­li­tando a ins­cri­ção nas 160 horas de for­ma­ção, por 300€ para estu­dan­tes e 400€ para o público geral, até ao dia 5 de março.

    Por forma a que nenhum dos ins­cri­tos fique pre­ju­di­cado no seu plano de apren­di­za­gem face a esta alte­ra­ção os módu­los de His­tó­ria e Lin­gua­gem do Cinema, com Mar­ga­rida Lei­tão, e Estru­tu­ras Nar­ra­ti­vas, com Daniel Ribas, pas­sam a ser lec­ci­o­na­dos res­pec­ti­va­mente nos dias 14 de Março e 1 de Maio.

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    Curso de Cinema Documental – Cinemalogia 8

    Nesta oitava edi­ção do Curso de Cinema – Cine­ma­lo­gia os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês pro­cu­ra­ram reno­var o seu pro­jecto peda­gó­gico e explo­rar das fron­tei­ras entre o real e a fic­ção, entre o cinema docu­men­tal e o fic­ci­o­nal, isto é o cinema de docu­fic­ção. Os objec­ti­vos gerais do pro­jecto vão para além da for­ma­ção de estu­dan­tes. Pre­tende-se, de forma simi­lar às edi­ções ante­ri­o­res, que o curso seja capaz de pro­du­zir uma obra fíl­mica cuja qua­li­dade lhe per­mita a par­ti­ci­pa­ção em even­tos cine­ma­to­grá­fi­cos de relevo con­tri­buindo para o enri­que­ci­mento cur­ri­cu­lar e pro­fis­si­o­nal dos for­man­dos. Em cento e ses­senta horas o curso pro­põe treze módu­los essen­ci­ais para a com­pre­en­são do diá­logo cine­ma­to­grá­fico docu­men­tal.

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    Banda Sonora com Jorri

    O músico João Silva (Jorri) é o for­ma­dor do módulo de Banda Sonora, o último módulo do Cine­ma­lo­gia 7’xpress. Nesta for­ma­ção, os alu­nos deve­rão con­se­guir com­pre­en­der a rela­ção die­gé­tica da música com a nar­ra­tiva.

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    Correcção de Cor com Manuel Pinto Barros

    O Dire­tor de Foto­gra­fia Manuel Pinto Bar­ros é o for­ma­dor do Módulo de Cor­re­ção de Cor, no qual se pre­tende apro­fun­dar os sabe­res essen­ci­al­mente prá­ti­cos sobre a base de um pro­cesso de cor­rec­ção de cor, bem como a impor­tân­cia da cor, da luz e da som­bra, como con­du­tor visual e sen­so­rial.

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    Fusões no Cinema encerra com ciclo dedicado à Animação

    Após a 23ª edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, con­ti­nua a pro­gra­ma­ção do Ciclo Fusões no Cinema. Entre os dias 1221 de dezem­bro, no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha, há um total de sete fil­mes em exi­bi­ção.

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    Montagem de Som e Imagem com Tomás Baltazar

    O mon­ta­dor Tomás Bal­ta­zar é o for­ma­dor do Módulo de Mon­ta­gem de Som e Ima­gem, no qual é pre­ten­dido uma abor­da­gem aos aspe­tos artís­ti­cos e esté­ti­cos da mon­ta­gem, noção da con­ti­nui­dade no espaço e no tempo, bem como a intro­du­ção ao con­ceito de estru­tura.

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    Crónica do Festival – VII

    E eis-nos che­ga­dos ao último dia da XXIII edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês”, o único fes­ti­val em Por­tu­gal exclu­si­va­mente dedi­cado ao cinema de pro­du­ção naci­o­nal. Foi para este dia que ficou reser­vada a exi­bi­ção de A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho, na ses­são das 15.00h da Sele­ção Cami­nhos, na sala prin­ci­pal do TAGV. Este exer­cí­cio que atra­vessa esti­los e cata­lo­ga­ções para refle­tir sobre aspe­tos da con­jun­tura recente da nossa soci­e­dade e eco­no­mia era um dos fil­mes mais aguar­da­dos do fes­ti­val, como se ave­ri­guou pelo público com­pu­nha a pla­teia e que, ape­sar das bai­xas tem­pe­ra­tu­ras daquela tarde gélida de domingo e de o filme ter pas­sado recen­te­mente no cir­cuito comer­cial, não quis per­der a opor­tu­ni­dade de (re)ver esta que é uma das obras mais mar­can­tes de pro­du­ção por­tu­guesa dos tem­pos mais recen­tes. Depois, às 19.45h, foi no Mini-Audi­tó­rio Sal­gado Zenha que decor­reu a última ses­são de cinema desta edi­ção do fes­ti­val, neste caso dos Cami­nhos Mun­di­ais, com­posta por qua­tro fil­mes de dife­ren­tes lati­tu­des.

    Esta­vam, então, assim con­cluí­das as ses­sões de cinema deste ano. Os dife­ren­tes júris ter­mi­na­vam as suas ava­li­a­ções e faziam as neces­sá­rias reu­niões de deli­be­ra­ção para darem os seus vere­di­tos finais sobre os fil­mes a con­curso. Entre­tanto, a sala prin­ci­pal do TAGV com­pu­nha-se para rece­ber os rea­li­za­do­res, ato­res, pro­du­to­res, ele­men­tos do júri, etc., na Gala de Encer­ra­mento do Fes­ti­val e Entrega dos Pré­mios, que teve iní­cio às 22.00h. 

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    Os Vencedores da 23ª edição dos Caminhos do Cinema Português

    Neste último dia de fes­ti­val pode­mos con­tar com uma última ses­são da Sele­ção Cami­nhos e dos Cami­nhos Mun­di­ais, e com a tão aguar­dada ceri­mó­nia de entrega dos pré­mios aos fil­mes ven­ce­do­res.

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    Crónica do Festival – VI

    O dia 2 de dezem­bro foi o sexto do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês”. Pas­sa­das que eram já incon­tá­veis horas de visu­a­li­za­ção de novís­si­mas obras cine­ma­to­grá­fi­cas de pro­du­ção naci­o­nal, feliz­mente fal­ta­vam ainda algu­mas mais, pois se há uma pala­vra que pode defi­nir este sexto dia, essa pala­vra é pode­roso”.

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  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­ti­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema português, garantindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Eduardo Ferro Rodrigues, Presidente da Assembleia da República (2017)
  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor destes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Castro Mendes, Ministro da Cultural (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre renovadas.

    João Gabriel Silva, Magnífico Reitor da Universidade de coimbra
  • (…) Des­ta­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta concretização.(…)

    Luís Chaby Vaz, Presidente do Conselho de Administração do Instituto do Cinema e Audiovisual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional Turismo do Centro de Portugal (2017)
  • (…) É – sempre foi, aliás – no ambiente informal e de camaradagem entre realizadores, actores, técnicos, cineclubistas, público, imprensa e equipa dos Caminhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão principal para a sua longevidade. Isto porque não foi fácil criar, quanto mais manter vivo, um festival dedicado em exclusividade ao Cinema Português, com todas as condicionantes conhecidas (diríamos antes “estruturais”) a que o festival soube sempre responder com a sua criatividade e perseverança, sempre com a simpatia com que trabalha a equipa dos Caminhos do Cinema Português, que, assim, está redobradamente de parabéns por mais esta concretização.(…)

    Paulo Martins, Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Municipal de Coimbra congratula o Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra por mais uma edição deste importante festival. O certame, que, através do cinema português, promove as relações entre os estudantes e a cidade, irá oferecer, durante sete dias, um programa rico e variado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, intercâmbio e reflexão. (…)

    Carina Gomes, Vereadora da Cultura do Município de Coimbra (2017)
  • Se os “Caminhos do Cinema Português” fossem um filme (ou um conjunto de filmes) e fazendo uma retrospetiva rápida, podemos olhar para os primeiros anos como curtas metragens, para a consolidação do festival como longas metragens e, atualmente, podemos considerar que estamos na presença de uma saga de culto com vários episódios. Nesta 23ª edição, haveria já direito a uma “box premium” com espaço para os vários extras que os Caminhos (como quem acompanha gosta de chamar) já comportam, além do Festival: o Ciclo Fusões, o Simpósio, o curso Cinemalogia... Os cenários onde se desenrola esta saga alargaram-se, e bem, para fora de Coimbra, epicentro dos Caminhos. Mais um sinal de crescimento. Mais há outros sinais bem interessantes a acompanhar a resiliência e porfia deste Festival – a cidade e a região têm sido intensamente procuradas para a produção cinematográfica. Estaremos num momento de viragem? Se se verificar que sim, seguramente que os Caminhos desempenharam um importante papel. Um papel químico, se quiserem, de elemento que revela os efeitos da luz. Com a química a encontrar a magia, como na origem do cinema.

    Clara Almeida Santos, Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de Coimbra (2017)