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    Crónica do Festival – V

    O dia ter­mi­nou com mais uma Mas­ter Ses­sion, desta vez subor­di­nada ao tema O outro eu”, que pro­pu­nha pen­sar de que maneira um pro­jeto cine­ma­to­grá­fico pode influ­en­ciar a vida dos ato­res, dos rea­li­za­do­res e de todos os outros inter­ve­ni­en­tes na rea­li­za­ção de um filme, mui­tas vezes ten­den­tes, e atra­vés de várias for­mas, a des­do­bra­men­tos em diver­sos Eus”.

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    Rosas de Ermera” e Altas Cidades de Ossadas” em destaque no penúltimo dia dos Caminhos do Cinema Português

    Para ter­mi­nar o penúl­timo dia deste fes­ti­val, a ses­são das 21h45 decorre no TAGV. Ini­cia-se com o filme de ani­ma­ção A gruta de Darwin” de Joana Toste, seguido da curta fic­ci­o­nal de Salomé Lamas, Coup de Grâce” e Altas Cida­des de Ossa­das” de João Sala­viza. Por último, Tar­ra­fal” do rea­li­za­dor por­tu­guês João Para­dela, um docu­men­tá­rio que recu­pera a his­tó­ria dos pre­sos do campo de con­cen­tra­ção, bem como das pes­soas que vive­ram ao seu redor.

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    Encerramento e Entrega de Prémios a 3 de dezembro

    A XXIII Edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês não podia ter­mi­nar sem um dos momen­tos altos do evento. A ceri­mó­nia de encer­ra­mento e res­pe­tiva entrega dos pré­mios são um marco fun­da­men­tal para o reco­nhe­ci­mento do melhor que se pro­duz no cinema e indús­tria cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa.

    E os Cami­nhos são um evento espe­cial. Mais do que repli­car ines­go­ta­vel­mente uma fór­mula, pro­cu­ra­mos ino­var e reco­nhe­cer todos os que pro­cu­ram pro­mo­ver o Cinema por­tu­guês, téc­ni­cos e artis­tas, e não ape­nas os fil­mes. E foi isto que nos moveu, cri­ando pro­gra­ma­ções em ambas as sec­ções com­pe­ti­ti­vas e não com­pe­ti­ti­vas com novas pers­pe­ti­vas e abor­da­gens.

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    Crónica do Festival – IV

    Cons­ci­ente de que o cinema é um cami­nho que exige momen­tos de play and repete – ou seja, de cons­tan­tes desa­fios, de per­ma­nen­tes inves­ti­das, mas tam­bém de pausa e de refle­xão – o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” pre­tende ser um mos­truá­rio deste per­pé­tuo dilema, que se revela tanto na cine­ma­to­gra­fia lusa como nas de outras ori­gens e lati­tu­des. Por isso mesmo, a Sele­ção Ensaios elege uma gama de tra­ba­lhos que são, em mui­tos casos, pri­mei­ras obras oriun­das de esco­las de cinema de todo o mundo e ante­ci­pa­do­ras de lon­gas e reco­nhe­ci­das car­rei­ras. Assim, e tal como nos dias ante­ri­o­res, as ses­sões no Mini­au­di­tó­rio Sal­gado Zenha foram um palco de expo­si­ção des­sas expe­ri­ên­cias fíl­mi­cas pio­nei­ras. Ontem, na Sele­ção em ques­tão, foi pos­sí­vel assis­tir, às 16.30h, a fil­mes como The Visi­tor, de Ali Bahar­lou, ou Let Me In, de Max Dawic­zewski, e na ses­são das 18.00h a Danke, de Antó­nio Sequeira (que foi repre­sen­tado pelos seus pais, Car­los e Albina Sequeira), ou a We Are Des­pe­rate, de Joana Maria Sousa, todos ele pre­cur­so­res de novos e inte­res­san­tes cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia por­tu­guesa, mas não só.

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    Outro Eu surge ao quinto dia

    A 23ª edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês segue para o quinto dia de exi­bi­ção de fil­mes, com um total de sete ses­sões. As ses­sões, do dia 1 de dezem­bro, ini­ciam-se às 14:30 horas, no Mini – Audi­tó­rio Sal­gado Zenha, com Via­gens Filo­só­fi­cas” da série No Tri­lho dos Natu­ra­lis­tas”, rea­li­zado por Susana Nobre. Este epi­só­dio irá nar­rar as his­tó­rias sobre a ciên­cia moderna por­tu­guesa, levando-nos assim numa via­gem sobre o estudo da botâ­nica no decor­rer dos anos que remonta ao século XVIII. A Sele­ção Cami­nhos terá 3 exi­bi­ções, des­ta­cando-se a ses­são das 17:30 horas, no TAGV, com A Ilha dos cães” de Jorge Antó­nio, uma adap­ta­ção do romance Os Senho­res do areal” do escri­tor ango­lano Hen­ri­que Abran­ches. A ilha dos cães” conta com a par­ti­ci­pa­ção de Nico­lau Brey­ner, umas das suas últi­mas inter­pre­ta­ções, e de João Cabral, pre­sente na ses­são de aber­tura do Fes­ti­val. Tam­bém se poderá assis­tir aos fil­mes Já pas­sou” de Sebas­tião Sal­gado que rece­beu o Pré­mio para Melhor Curta Metra­gem Inter­na­ci­o­nal no 15º Rome Inde­pen­dent Film Fes­ti­val e, ainda, O dia em que as car­tas para­ram” de Cláu­dia Cle­mente que retrata uma pai­xão proi­bida vivida por um agente da PIDE e uma estu­dante uni­ver­si­tá­ria. A última ses­são da Sele­ção Cami­nhos come­çará às 21:45 horas, no TAGV, com a estreia da curta – metra­gem O Sapato” de Luís Vieira Cam­pos. Seguir-se-ão as curta – metra­gens Hei de mor­rer onde nasci” de Miguel Munhá, Humo­res Arti­fi­ci­ais” de Gabriel Antu­nes e Flo­res” de Jorge Jácome. Para ter­mi­nar pas­sa­rão os docu­men­tá­rios Longe da Ama­zó­nia” de Fran­cisco Car­va­lho e Tudo o que ima­gino” de Leo­nor Noivo. O quinto dia do fes­ti­val encerra com mais uma Mas­ter Ses­si­ons, com o tema O Outro Eu” com mode­ra­ção de Bruno Fon­tes e par­ti­ci­pa­ção de Leo­nardo Mateus, Jorge Antó­nio e Luís Vieira Cam­pos.

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    Rodagem xpress!

    No pró­ximo fim de semana, dias 2 e 3 de dezem­bro res­pe­ti­va­mente, no Depar­ta­mento de Enge­nha­ria Infor­má­tica da UC, terá lugar a for­ma­ção para o Módulo de Roda­gem, no âmbito da 7ª edi­ção do curso de cinema – Cine­ma­lo­gia, onde cada for­mando irá rea­li­zar uma parte de uma curta-metra­gem e diri­gir ato­res pro­fis­si­o­nais, per­mi­tindo-lhe expe­ri­men­tar as diver­sas tare­fas de uma equipa de roda­gem, como o som, a ano­ta­ção ou a câmara.

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    Crónica do Festival – III

    No ter­ceiro dia do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” teve lugar, no Mini­au­di­tó­rio Sal­gado Zenha às 14.30h, a pri­meira ses­são do ciclo No Tri­lho dos Natu­ra­lis­tas”, uma ini­ci­a­tiva cujo obje­tivo é trans­por­tar o espe­ta­dor, atra­vés do cinema, para ter­ri­tó­rios ao mesmo tempo pró­xi­mos e lon­gín­quos, como os dos paí­ses afri­ca­nos de lín­gua por­tu­guesa, ins­ta­lando a ênfase no con­tacto do humano com a natu­reza e na forma como esta pode ser lida por ele. Ontem foi a vez de Angola, de João Nico­lau, e tere­mos a pos­si­bi­li­dade de assis­tir a mais três ses­sões deste ciclo nos pró­xi­mos dias (até sábado).

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    Caminhos em Cartaz

    Nesta vigé­sima ter­ceira edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês irá acon­te­cer pela pri­meira vez num fes­ti­val naci­o­nal a pro­mo­ção, pre­mi­a­ção e con­curso de cri­té­rios de comu­ni­ca­ção, tais como a cri­a­ção de pos­ters, pos­tais entre outras for­mas de divul­ga­ção de obras cine­ma­to­grá­fi­cas.

    Assim, durante toda a exten­são do fes­ti­val, o público poderá encon­trar no foyer do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente (TAGV) em expo­si­ção os car­ta­zes dos vários fil­mes em exi­bi­ção no pró­prio fes­ti­val. Desta forma estará faci­li­tada a apre­ci­a­ção pelo nosso pai­nel de jura­dos deste ano como dos pró­prios espec­ta­do­res.

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    Caminhos Mundiais

    Os Cami­nhos Mun­dias são uma sec­ção não com­pe­ti­tiva dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que inte­gram cur­tas e lon­gas metra­gens, fil­mes expe­ri­men­tais e docu­men­tá­rios. Trata-se de uma intro­du­ção à cine­ma­to­gra­fia mun­dial aos dife­ren­tes públi­cos. Nesta 23ª edi­ção dodos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês os temas são a impor­tân­cia da famí­lia na nossa vida e a vida no estran­geiro. Somos fruto das expe­ri­ên­cias que vive­mos, sendo aque­las que pas­sa­mos em famí­lia das mais impor­tan­tes, podendo alte­rar a forma como per­cep­ci­o­na­mos o mundo. É essen­cial mos­trar os sacri­fí­cios que se fazem pela famí­lia e o quanto isso pode modi­fi­car uma vida.

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    Ao quarto dia …

    A 23º edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês já vai a meio, mas ainda há mui­tos fil­mes a ser exi­bi­dos. No quarto dia do fes­ti­val, temos de novo um total de oito ses­sões.

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  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­ti­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema português, garantindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Eduardo Ferro Rodrigues, Presidente da Assembleia da República (2017)
  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor destes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Castro Mendes, Ministro da Cultural (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre renovadas.

    João Gabriel Silva, Magnífico Reitor da Universidade de coimbra
  • (…) Des­ta­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta concretização.(…)

    Luís Chaby Vaz, Presidente do Conselho de Administração do Instituto do Cinema e Audiovisual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional Turismo do Centro de Portugal (2017)
  • (…) É – sempre foi, aliás – no ambiente informal e de camaradagem entre realizadores, actores, técnicos, cineclubistas, público, imprensa e equipa dos Caminhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão principal para a sua longevidade. Isto porque não foi fácil criar, quanto mais manter vivo, um festival dedicado em exclusividade ao Cinema Português, com todas as condicionantes conhecidas (diríamos antes “estruturais”) a que o festival soube sempre responder com a sua criatividade e perseverança, sempre com a simpatia com que trabalha a equipa dos Caminhos do Cinema Português, que, assim, está redobradamente de parabéns por mais esta concretização.(…)

    Paulo Martins, Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Municipal de Coimbra congratula o Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra por mais uma edição deste importante festival. O certame, que, através do cinema português, promove as relações entre os estudantes e a cidade, irá oferecer, durante sete dias, um programa rico e variado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, intercâmbio e reflexão. (…)

    Carina Gomes, Vereadora da Cultura do Município de Coimbra (2017)
  • Se os “Caminhos do Cinema Português” fossem um filme (ou um conjunto de filmes) e fazendo uma retrospetiva rápida, podemos olhar para os primeiros anos como curtas metragens, para a consolidação do festival como longas metragens e, atualmente, podemos considerar que estamos na presença de uma saga de culto com vários episódios. Nesta 23ª edição, haveria já direito a uma “box premium” com espaço para os vários extras que os Caminhos (como quem acompanha gosta de chamar) já comportam, além do Festival: o Ciclo Fusões, o Simpósio, o curso Cinemalogia... Os cenários onde se desenrola esta saga alargaram-se, e bem, para fora de Coimbra, epicentro dos Caminhos. Mais um sinal de crescimento. Mais há outros sinais bem interessantes a acompanhar a resiliência e porfia deste Festival – a cidade e a região têm sido intensamente procuradas para a produção cinematográfica. Estaremos num momento de viragem? Se se verificar que sim, seguramente que os Caminhos desempenharam um importante papel. Um papel químico, se quiserem, de elemento que revela os efeitos da luz. Com a química a encontrar a magia, como na origem do cinema.

    Clara Almeida Santos, Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de Coimbra (2017)