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    Encerramento e Entrega de Prémios a 3 de dezembro

    A XXIII Edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês não podia ter­mi­nar sem um dos momen­tos altos do evento. A ceri­mó­nia de encer­ra­mento e res­pe­tiva entrega dos pré­mios são um marco fun­da­men­tal para o reco­nhe­ci­mento do melhor que se pro­duz no cinema e indús­tria cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa.

    E os Cami­nhos são um evento espe­cial. Mais do que repli­car ines­go­ta­vel­mente uma fór­mula, pro­cu­ra­mos ino­var e reco­nhe­cer todos os que pro­cu­ram pro­mo­ver o Cinema por­tu­guês, téc­ni­cos e artis­tas, e não ape­nas os fil­mes. E foi isto que nos moveu, cri­ando pro­gra­ma­ções em ambas as sec­ções com­pe­ti­ti­vas e não com­pe­ti­ti­vas com novas pers­pe­ti­vas e abor­da­gens.

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    Crónica do Festival – IV

    Cons­ci­ente de que o cinema é um cami­nho que exige momen­tos de play and repete – ou seja, de cons­tan­tes desa­fios, de per­ma­nen­tes inves­ti­das, mas tam­bém de pausa e de refle­xão – o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” pre­tende ser um mos­truá­rio deste per­pé­tuo dilema, que se revela tanto na cine­ma­to­gra­fia lusa como nas de outras ori­gens e lati­tu­des. Por isso mesmo, a Sele­ção Ensaios elege uma gama de tra­ba­lhos que são, em mui­tos casos, pri­mei­ras obras oriun­das de esco­las de cinema de todo o mundo e ante­ci­pa­do­ras de lon­gas e reco­nhe­ci­das car­rei­ras. Assim, e tal como nos dias ante­ri­o­res, as ses­sões no Mini­au­di­tó­rio Sal­gado Zenha foram um palco de expo­si­ção des­sas expe­ri­ên­cias fíl­mi­cas pio­nei­ras. Ontem, na Sele­ção em ques­tão, foi pos­sí­vel assis­tir, às 16.30h, a fil­mes como The Visi­tor, de Ali Bahar­lou, ou Let Me In, de Max Dawic­zewski, e na ses­são das 18.00h a Danke, de Antó­nio Sequeira (que foi repre­sen­tado pelos seus pais, Car­los e Albina Sequeira), ou a We Are Des­pe­rate, de Joana Maria Sousa, todos ele pre­cur­so­res de novos e inte­res­san­tes cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia por­tu­guesa, mas não só.

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    Outro Eu surge ao quinto dia

    A 23ª edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês segue para o quinto dia de exi­bi­ção de fil­mes, com um total de sete ses­sões. As ses­sões, do dia 1 de dezem­bro, ini­­ciam-se às 14:30 horas, no Mini – Audi­tó­rio Sal­gado Zenha, com Via­gens Filo­só­fi­cas” da série No Tri­lho dos Natu­ra­lis­tas”, rea­li­zado por Susana Nobre. Este epi­só­dio irá nar­rar as his­tó­rias sobre a ciên­cia moderna por­tu­guesa, levando-nos assim numa via­gem sobre o estudo da botâ­nica no decor­rer dos anos que remonta ao século XVIII. A Sele­ção Cami­nhos terá 3 exi­bi­ções, des­­ta­­cando-se a ses­são das 17:30 horas, no TAGV, com A Ilha dos cães” de Jorge Antó­nio, uma adap­ta­ção do romance Os Senho­res do areal” do escri­tor ango­lano Hen­ri­que Abran­ches. A ilha dos cães” conta com a par­ti­ci­pa­ção de Nico­lau Brey­ner, umas das suas últi­mas inter­pre­ta­ções, e de João Cabral, pre­sente na ses­são de aber­tura do Fes­ti­val. Tam­bém se poderá assis­tir aos fil­mes Já pas­sou” de Sebas­tião Sal­gado que rece­beu o Pré­mio para Melhor Curta Metra­gem Inter­na­ci­o­nal no 15º Rome Inde­pen­dent Film Fes­ti­val e, ainda, O dia em que as car­tas para­ram” de Cláu­dia Cle­mente que retrata uma pai­xão proi­bida vivida por um agente da PIDE e uma estu­dante uni­ver­si­tá­ria. A última ses­são da Sele­ção Cami­nhos come­çará às 21:45 horas, no TAGV, com a estreia da curta – metra­gem O Sapato” de Luís Vieira Cam­pos. Seguir-se-ão as curta – metra­gens Hei de mor­rer onde nasci” de Miguel Munhá, Humo­res Arti­fi­ci­ais” de Gabriel Antu­nes e Flo­res” de Jorge Jácome. Para ter­mi­nar pas­sa­rão os docu­men­tá­rios Longe da Ama­zó­nia” de Fran­cisco Car­va­lho e Tudo o que ima­gino” de Leo­nor Noivo. O quinto dia do fes­ti­val encerra com mais uma Mas­ter Ses­si­ons, com o tema O Outro Eu” com mode­ra­ção de Bruno Fon­tes e par­ti­ci­pa­ção de Leo­nardo Mateus, Jorge Antó­nio e Luís Vieira Cam­pos.

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    Rodagem xpress!

    No pró­ximo fim de semana, dias 2 e 3 de dezem­bro res­pe­ti­va­mente, no Depar­ta­mento de Enge­nha­ria Infor­má­tica da UC, terá lugar a for­ma­ção para o Módulo de Roda­gem, no âmbito da 7ª edi­ção do curso de cinema – Cine­ma­lo­gia, onde cada for­mando irá rea­li­zar uma parte de uma curta-metra­­gem e diri­gir ato­res pro­fis­si­o­nais, per­­mi­­tindo-lhe expe­ri­men­tar as diver­sas tare­fas de uma equipa de roda­gem, como o som, a ano­ta­ção ou a câmara.

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    Crónica do Festival – III

    No ter­ceiro dia do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” teve lugar, no Mini­au­di­tó­rio Sal­gado Zenha às 14.30h, a pri­meira ses­são do ciclo No Tri­lho dos Natu­ra­lis­tas”, uma ini­ci­a­tiva cujo obje­tivo é trans­por­tar o espe­ta­dor, atra­vés do cinema, para ter­ri­tó­rios ao mesmo tempo pró­xi­mos e lon­gín­quos, como os dos paí­ses afri­ca­nos de lín­gua por­tu­guesa, ins­ta­lando a ênfase no con­tacto do humano com a natu­reza e na forma como esta pode ser lida por ele. Ontem foi a vez de Angola, de João Nico­lau, e tere­mos a pos­si­bi­li­dade de assis­tir a mais três ses­sões deste ciclo nos pró­xi­mos dias (até sábado).

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    Caminhos em Cartaz

    Nesta vigé­sima ter­ceira edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês irá acon­te­cer pela pri­meira vez num fes­ti­val naci­o­nal a pro­mo­ção, pre­mi­a­ção e con­curso de cri­té­rios de comu­ni­ca­ção, tais como a cri­a­ção de pos­ters, pos­tais entre outras for­mas de divul­ga­ção de obras cine­ma­to­grá­fi­cas.

    Assim, durante toda a exten­são do fes­ti­val, o público poderá encon­trar no foyer do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente (TAGV) em expo­si­ção os car­ta­zes dos vários fil­mes em exi­bi­ção no pró­prio fes­ti­val. Desta forma estará faci­li­tada a apre­ci­a­ção pelo nosso pai­nel de jura­dos deste ano como dos pró­prios espec­ta­do­res.

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    Caminhos Mundiais

    Os Cami­nhos Mun­dias são uma sec­ção não com­pe­ti­tiva dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que inte­gram cur­tas e lon­gas metra­gens, fil­mes expe­ri­men­tais e docu­men­tá­rios. Trata-se de uma intro­du­ção à cine­ma­to­gra­fia mun­dial aos dife­ren­tes públi­cos. Nesta 23ª edi­ção dodos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês os temas são a impor­tân­cia da famí­lia na nossa vida e a vida no estran­geiro. Somos fruto das expe­ri­ên­cias que vive­mos, sendo aque­las que pas­sa­mos em famí­lia das mais impor­tan­tes, podendo alte­rar a forma como per­cep­ci­o­na­mos o mundo. É essen­cial mos­trar os sacri­fí­cios que se fazem pela famí­lia e o quanto isso pode modi­fi­car uma vida.

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    Ao quarto dia …

    A 23º edi­ção do Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês já vai a meio, mas ainda há mui­tos fil­mes a ser exi­bi­dos. No quarto dia do fes­ti­val, temos de novo um total de oito ses­sões.

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  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­­ti­­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema por­tu­guês, garan­tindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Edu­ardo Ferro Rodri­gues, Pre­si­dente da Assem­bleia da Repú­blica (2017)
  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor des­tes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Cas­tro Men­des, Minis­tro da Cul­tu­ral (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre reno­va­das.

    João Gabriel Silva, Mag­ní­fico Rei­tor da Uni­ver­si­dade de coim­bra
  • (…) Des­­ta­­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta con­cre­ti­za­ção.(…)

    Luís Chaby Vaz, Pre­si­dente do Con­se­lho de Admi­nis­tra­ção do Ins­ti­tuto do Cinema e Audi­o­vi­sual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Pre­si­dente da Enti­dade Regi­o­nal Turismo do Cen­tro de Por­tu­gal (2017)
  • (…) É – sem­pre foi, aliás – no ambi­ente infor­mal e de cama­ra­da­gem entre rea­li­za­do­res, acto­res, téc­ni­cos, cine­clu­bis­tas, público, imprensa e equipa dos Cami­nhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão prin­ci­pal para a sua lon­ge­vi­dade. Isto por­que não foi fácil criar, quanto mais man­ter vivo, um fes­ti­val dedi­cado em exclu­si­vi­dade ao Cinema Por­tu­guês, com todas as con­di­ci­o­nan­tes conhe­ci­das (diría­mos antes estru­tu­rais”) a que o fes­ti­val soube sem­pre res­pon­der com a sua cri­a­ti­vi­dade e per­se­ve­rança, sem­pre com a sim­pa­tia com que tra­ba­lha a equipa dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que, assim, está redo­bra­da­mente de para­béns por mais esta con­cre­ti­za­ção.(…)

    Paulo Mar­tins, Vice-Pre­si­dente da Mesa da Assem­bleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra con­gra­tula o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra por mais uma edi­ção deste impor­tante fes­ti­val. O cer­tame, que, atra­vés do cinema por­tu­guês, pro­move as rela­ções entre os estu­dan­tes e a cidade, irá ofe­re­cer, durante sete dias, um pro­grama rico e vari­ado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, inter­câm­bio e refle­xão. (…)

    Carina Gomes, Vere­a­dora da Cul­tura do Muni­cí­pio de Coim­bra (2017)
  • Se os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” fos­sem um filme (ou um con­junto de fil­mes) e fazendo uma retros­pe­tiva rápida, pode­mos olhar para os pri­mei­ros anos como cur­tas metra­gens, para a con­so­li­da­ção do fes­ti­val como lon­gas metra­gens e, atu­al­mente, pode­mos con­si­de­rar que esta­mos na pre­sença de uma saga de culto com vários epi­só­dios. Nesta 23ª edi­ção, have­ria já direito a uma box pre­mium” com espaço para os vários extras que os Cami­nhos (como quem acom­pa­nha gosta de cha­mar) já com­por­tam, além do Fes­ti­val: o Ciclo Fusões, o Sim­pó­sio, o curso Cine­ma­lo­gia… Os cená­rios onde se desen­rola esta saga alar­ga­ram-se, e bem, para fora de Coim­bra, epi­cen­tro dos Cami­nhos. Mais um sinal de cres­ci­mento. Mais há outros sinais bem inte­res­san­tes a acom­pa­nhar a resi­li­ên­cia e por­fia deste Fes­ti­val – a cidade e a região têm sido inten­sa­mente pro­cu­ra­das para a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica. Esta­re­mos num momento de vira­gem? Se se veri­fi­car que sim, segu­ra­mente que os Cami­nhos desem­pe­nha­ram um impor­tante papel. Um papel quí­mico, se qui­se­rem, de ele­mento que revela os efei­tos da luz. Com a quí­mica a encon­trar a magia, como na ori­gem do cinema.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2017)