• Condições Gerais de Participação no Leilão Solidário 

    Para poder par­ti­ci­par no Lei­lão os inte­res­sa­dos devem ter cons­ci­ên­cia do com­pro­misso público que estão a assu­mir quando lici­tam um bem. No final de cada lance ven­ce­dor devem pro­ce­der ao pre­en­chi­mento de ficha de ins­cri­ção, onde deverá cons­tar a sua iden­ti­fi­ca­ção com­pleta, em nome indi­vi­dual ou pes­soa cole­tiva, para efei­tos de recibo.

    Cabe ao lei­lo­eiro defi­nir o mon­tante em que os lan­ces evo­luem na lici­ta­ção de cada bem;

    O com­pra­dor efe­tua hoje o paga­mento total dos bens por si lici­ta­dos, atra­vés de che­que ou numerário.

    Os bens são ven­di­dos no estado físico em que se encon­tram. Assim sendo, a orga­ni­za­ção declina, toda e qual­quer res­pon­sa­bi­li­dade de fun­ci­o­na­mento dos mesmos. 

    Para levan­ta­mento dos bens adqui­ri­dos, deve­rão os lici­tan­tes aguar­dar pelo final do lei­lão e junto da orga­ni­za­ção após paga­mento levan­tar os mesmos. 

    Será entre­gue após paga­mento aos lici­tan­tes um recibo pro­vi­só­rio do valor lici­tado, sendo depois envi­ado via CTT o recibo defi­ni­tivo emito pela HEPATURIX para os devi­dos efei­tos fiscais.

    Caso o licitante/​comprador não res­peite estas con­di­ções, poderá, a orga­ni­za­ção con­si­de­rar a lici­ta­ção sem efeito

    saber mais

  • Itens a leiloar 

    Estes são os artigos a ser leiloados no dia 2 de Junho:

    01 -Bola autografada

    AAC/​OAF

    Item Doado por AAC/​OAF

    A Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra – Orga­nismo Autó­nomo de Fute­bol tam­bém se asso­ciou ao evento doando uma bola auto­gra­fada por todo o plan­tel da época 20122013 da AAC/​OAF.

    Des­­ta­­cam-se alguns dos ven­ce­do­res da Taça de Por­tu­gal de Fute­bol de 2012.

    02 – Placar Luminoso

    Aquele Querido Mês de Agosto

    Item Doado por O Som e a Fúria

    Aquele que­rido mês de agosto’ tem sido con­si­de­rado por mui­tos um filme con­tro­verso, por se encon­trar entrar o docu­men­tá­rio e a fic­ção, sendo por­tanto uma espé­cie miti­gada no pano­rama do cinema por­tu­guês. A sua geni­a­li­dade é indis­cu­tí­vel e a lumi­no­si­dade de ideias é sim­bó­lica tam­bém por este pla­car que ridi­cu­la­riza os luga­­res-comuns e expõe os meios kitsch.

    03 – Fotografia de Plateau

    Aquele Querido Mês de Agosto

    Item Doado por O Som e a Fúria

    Aquele que­rido mês de agosto’ tem sido con­si­de­rado por mui­tos um filme con­tro­verso, por se encon­trar entrar o docu­men­tá­rio e a fic­ção, sendo por­tanto uma espé­cie miti­gada no pano­rama do cinema por­tu­guês. A sua geni­a­li­dade é indis­cu­tí­vel e a lumi­no­si­dade de ideias é sim­bó­lica tam­bém por este pla­car que ridi­cu­la­riza os luga­res comuns e expõe os meios kitsch.

    04DVD com Post-it

    Vicky & Sam

    Item Doado por Fil­mes da Mente

    Vicky & Sam’ relata-nos, de alguma forma, a ori­gem do pro­cesso cri­a­tivo e a sua simi­li­tude com o do amor. Este DVD marca o iní­cio des­co­nhe­cido: de um novo rela­ci­o­na­mento, de uma nova vida, ou ape­nas um acaso? Foi aquele que deu iní­cio a que os nos­sos protagonistas/​marionetas se conhe­ces­sem e assim se pudesse desen­ro­lar toda uma his­tó­ria em volta da mesa.

    05,06,07,08DVD Autografado

    Sangue do Meu Sangue

    Item Doado por Midas Filmes

    San­gue do meu san­gue’ mar­cou o cinema por­tu­guês con­tem­po­râ­neo pela sua orga­ni­za­ção revo­lu­ci­o­ná­ria do ponto de vista do argu­mento. Por isso mesmo, mais que ade­re­ços, faz todo o sen­tido tra­zer aqui DVDs auto­gra­fa­dos pelos pró­prios cri­a­do­res do enredo.

    09 – Bola autografada

    Playday

    Item Doado por Fil­mes da Mente

    Play­day’ é uma mis­ce­lâ­nea entre ima­gi­na­ção e rea­li­dade, entre pre­con­cei­tos e a que­bra dos mes­mos. Esta é a bola que uniu esses dois mun­dos, que fun­ci­o­nou como ali­cerce entre duas gera­ções e que foi mote de con­versa ins­pi­ra­dora entre fãs e herói sem saber.

    10 – Camisola

    Morangos com Açúcar

    Item Doado por Plu­ral Entertainment

    Moran­gos com açú­car’ foi uma série que mar­cou uma gera­ção e que cul­mi­nou neste filme pau­tado por notas de jovi­a­li­da­des, amo­res e desa­mo­res. A irre­ve­rên­cia do seu guarda-roupa teria como objec­tivo real­çar a volup­tu­o­si­dade de quem o trans­por­tava. Mos­tra disso são os cal­ções e cami­sola que ora se seguem.

    11 – Calções

    Morangos com Açúcar

    Item Doado por Plu­ral Entertainment

    Moran­gos com açú­car’ foi uma série que mar­cou uma gera­ção e que cul­mi­nou neste filme pau­tado por notas de jovi­a­li­da­des, amo­res e desa­mo­res. A irre­ve­rên­cia do seu guarda-roupa teria como objec­tivo real­çar a volup­tu­o­si­dade de quem o trans­por­tava. Mos­tra disso são os cal­ções e cami­sola que ora se seguem.

    12 – Fotografia Autografada

    Morangos com Açúcar

    Item Doado por Plu­ral Entertainment

    Moran­gos com açú­car’ foi uma série que mar­cou uma gera­ção e que cul­mi­nou neste filme pau­tado por notas de jovi­a­li­da­des, amo­res e desa­mo­res. A irre­ve­rên­cia do seu guarda-roupa teria como objec­tivo real­çar a volup­tu­o­si­dade de quem o trans­por­tava. Mos­tra disso são os cal­ções e cami­sola que ora se seguem.

    13 – Fotografia Autografada

    Morangos com Açúcar

    Item Doado por Plu­ral Entertainment

    Moran­gos com açú­car’ foi uma série que mar­cou uma gera­ção e que cul­mi­nou neste filme pau­tado por notas de jovi­a­li­da­des, amo­res e desa­mo­res. A irre­ve­rên­cia do seu guarda-roupa teria como objec­tivo real­çar a volup­tu­o­si­dade de quem o trans­por­tava. Mos­tra disso são os cal­ções e cami­sola que ora se seguem.

    14 – Fotografia Autografada

    Morangos com Açúcar

    Item Doado por Plu­ral Entertainment

    Moran­gos com açú­car’ foi uma série que mar­cou uma gera­ção e que cul­mi­nou neste filme pau­tado por notas de jovi­a­li­da­des, amo­res e desa­mo­res. A irre­ve­rên­cia do seu guarda-roupa teria como objec­tivo real­çar a volup­tu­o­si­dade de quem o trans­por­tava. Mos­tra disso são os cal­ções e cami­sola que ora se seguem.

    15 – Fotografia Autografada

    Morangos com Açúcar

    Item Doado por Plu­ral Entertainment

    Moran­gos com açú­car’ foi uma série que mar­cou uma gera­ção e que cul­mi­nou neste filme pau­tado por notas de jovi­a­li­da­des, amo­res e desa­mo­res. A irre­ve­rên­cia do seu guarda-roupa teria como objec­tivo real­çar a volup­tu­o­si­dade de quem o trans­por­tava. Mos­tra disso são os cal­ções e cami­sola que ora se seguem.

    16 – Livro

    Em Segunda Mão

    Item Doado por David & Golias

    Em segunda mão’ foi o último filme do ícone do cinema por­tu­guês, Pedro Hest­nes (Jorge). Mais de um ano após a sua morte, esta é a opor­tu­ni­dade de ver e adqui­rir os últi­mos ata­vios uti­li­za­dos pelo actor em cena. Os gra­va­do­res e os livros foram, jun­ta­mente com essa per­so­na­gem, os protagonistas.

    17 – Livro

    Em Segunda Mão

    Item Doado por David & Golias

    Em segunda mão’ foi o último filme do ícone do cinema por­tu­guês, Pedro Hest­nes (Jorge). Mais de um ano após a sua morte, esta é a opor­tu­ni­dade de ver e adqui­rir os últi­mos ata­vios uti­li­za­dos pelo actor em cena. Os gra­va­do­res e os livros foram, jun­ta­mente com essa per­so­na­gem, os protagonistas.

    18 – Gravador

    Em Segunda Mão

    Item Doado por David & Golias

    Em segunda mão’ foi o último filme do ícone do cinema por­tu­guês, Pedro Hest­nes (Jorge). Mais de um ano após a sua morte, esta é a opor­tu­ni­dade de ver e adqui­rir os últi­mos ata­vios uti­li­za­dos pelo actor em cena. Os gra­va­do­res e os livros foram, jun­ta­mente com essa per­so­na­gem, os protagonistas.

    19 – Gravador

    Em Segunda Mão

    Item Doado por David & Golias

    Em segunda mão’ foi o último filme do ícone do cinema por­tu­guês, Pedro Hest­nes (Jorge). Mais de um ano após a sua morte, esta é a opor­tu­ni­dade de ver e adqui­rir os últi­mos ata­vios uti­li­za­dos pelo actor em cena. Os gra­va­do­res e os livros foram, jun­ta­mente com essa per­so­na­gem, os protagonistas.

    20 – Cartaz

    Dia da Visita

    Item Doado por Fil­mes Liberdade

    Nesta curta, e na vida real, a visita íntima acon­tece uma vez por mês. Dia de Visita” é um filme sobre a con­tra­ri­e­dade, sobre a forma como lida­mos com os acon­te­ci­men­tos que não ocor­rem de acordo com as nos­sas expec­ta­ti­vas e os nosso desejos”.

    21 – Gorro

    Poesia de Segunda Categoria

    Item Doado por Bookcase

    Poe­sia de segunda cate­go­ria’ aborda o ima­gi­ná­rio de Pes­soa de forma eru­dita e apai­xo­nante. Cen­­trando-se no Ser e encer­­rando-O na arca, vai-nos mos­trando diver­sos ade­re­ços apai­xo­nan­tes que nos envol­vem em todas as cenas. Estes são ape­nas alguns daque­les que tor­nam cena após cena mágica, pes­so­ana’ e, assim, imperdíveis.

    22 – Gorro

    Poesia de Segunda Categoria

    Item Doado por Bookcase

    Poe­sia de segunda cate­go­ria’ aborda o ima­gi­ná­rio de Pes­soa de forma eru­dita e apai­xo­nante. Cen­­trando-se no Ser e encer­­rando-O na arca, vai-nos mos­trando diver­sos ade­re­ços apai­xo­nan­tes que nos envol­vem em todas as cenas. Estes são ape­nas alguns daque­les que tor­nam cena após cena mágica, pes­so­ana’ e, assim, imperdíveis.

    2324 – Prato

    Poesia de Segunda Categoria

    Item Doado por Bookcase

    Poe­sia de segunda cate­go­ria’ aborda o ima­gi­ná­rio de Pes­soa de forma eru­dita e apai­xo­nante. Cen­­trando-se no Ser e encer­­rando-O na arca, vai-nos mos­trando diver­sos ade­re­ços apai­xo­nan­tes que nos envol­vem em todas as cenas. Estes são ape­nas alguns daque­les que tor­nam cena após cena mágica, pes­so­ana’ e, assim, imperdíveis.

    25, 2627 – Cinzeiro

    Poesia de Segunda Categoria

    Item Doado por Bookcase

    Poe­sia de segunda cate­go­ria’ aborda o ima­gi­ná­rio de Pes­soa de forma eru­dita e apai­xo­nante. Cen­­trando-se no Ser e encer­­rando-O na arca, vai-nos mos­trando diver­sos ade­re­ços apai­xo­nan­tes que nos envol­vem em todas as cenas. Estes são ape­nas alguns daque­les que tor­nam cena após cena mágica, pes­so­ana’ e, assim, imperdíveis.

    28 – Travessa

    Poesia de Segunda Categoria

    Item Doado por Bookcase

    Poe­sia de segunda cate­go­ria’ aborda o ima­gi­ná­rio de Pes­soa de forma eru­dita e apai­xo­nante. Cen­­trando-se no Ser e encer­­rando-O na arca, vai-nos mos­trando diver­sos ade­re­ços apai­xo­nan­tes que nos envol­vem em todas as cenas. Estes são ape­nas alguns daque­les que tor­nam cena após cena mágica, pes­so­ana’ e, assim, imperdíveis.

    29 – Lápis

    Florbela

    Item Doado por Vicente Alves do Ó

    Flor­bela’ é uma obra cine­ma­to­grá­fica que entra na psi­que da poe­tisa e como que nos prende de forma ines­pe­rada, obri­­gando-nos a ficar pre­sos na mesma sem que dela dese­je­mos sair. Este item tem uma forte sim­bo­lo­gia, pois é o lápis que o irmão de Flor­bela, lhe ofe­rece na cena da cozi­nha, quando eles se reen­con­tram em Lisboa.

    30 – Catálogo da 1ª edição do festival Caminhos do Cinema Português

    Item Doado por Cen­tro de Estu­dos Cinematográficos

    Catá­logo da 1ª edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês que incluí um pro­grama dessa edição.Nesse fes­ti­val pas­sa­ram fil­mes como A Ilha de Morae de Paulo Rocha, Três menos eu de João Canijo, Sil­ves­tre de João César Mon­teiro, Doura, Faina Flu­vial e Aniki Bóbó de Manoel Oliveira.

    saber mais

  • Leilão Solidário 

    No pró­ximo dia 2 de Junho, pelas 16 horas, o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês irá pro­mo­ver um Lei­lão Soli­dá­rio de Memo­rá­blia de fil­mes, no Salão Caffé do Casino da Figueira da Foz.

    Serão lei­lo­a­dos deze­nas de arti­gos uti­li­za­dos na roda­gem de fil­mes por­tu­gue­ses e alguns DVDs auto­gra­fa­dos, nome­a­da­mente do filme Em Segunda mão de Cata­rina Ruivo que conta com a par­ti­ci­pa­ção do já fale­cido Pedro Hest­nes, San­gue do meu San­gue de João Canijo, Aquele Que­rido mês de Agosto de Miguel Gomes, entre outros arti­gos de relevo dos últi­mos anos do Cinema Por­tu­guês con­tem­po­râ­neo. Estes arti­gos esta­rão expos­tos na entrada do Casino da Figueira da Foz entre 27 de maio a 1 de Junho de 2013.

    Este Lei­lão Soli­dá­rio, co-orga­­ni­­zado com a Domus Legis, lei­lo­eira cre­den­ci­ada, rever­terá para a Hepa­­tu­­rix- Asso­ci­a­ção Naci­o­nal das Cri­an­ças e Jovens Trans­plan­ta­dos ou com Doen­ças Hepá­ti­cas, que actua mai­o­ri­ta­ri­a­mente no Hos­pi­tal Pediá­trico, aju­dando a supri­mir as difi­cul­da­des das cri­an­ças inter­na­das e seus familiares.

    Com esta acti­vi­dade, o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês pro­cura auxi­liar a Hepa­tu­rix a fazer face às neces­si­da­des, nome­a­da­mente na com­pra de lei­tes espe­ci­ais e medi­ca­ção para as cri­an­ças em tra­ta­mento, trans­por­tes para as con­sul­tas, manu­ten­ção de um apar­ta­mento T1 para alo­ja­mento das famí­lias e mesmo dos pró­prios doen­tes, apoios soci­ais a famí­lias muito carenciadas.

    saber mais

  • Cinemalogia – Da pós-produção até ao filme… 

    O curso Cine­ma­lo­gia está quase a che­gar ao fim. São qua­tro módu­los intei­ra­mente dedi­ca­dos à pós-pro­­du­­ção cine­ma­to­grá­fica com a cola­bo­ra­ção de Rodrigo Lacerda, em Ima­gem III, Nel­son Zagalo, em Design de Títu­los , Pedro Janela, Som II: Sono­plas­tia e Com­po­si­ção Musi­calBranko Nes­kov, na Pós-Pro­­du­­ção de Som.

    Segue-se Jorge Peli­cano par­ti­lhando con­nosco a sua expe­ri­ên­cia sobre o Cinema Docu­men­tal, fin­­dando-se a for­ma­ção com duas eta­pas impor­tan­tís­si­mas da vida de uma obra cine­ma­to­grá­fica; a sua pro­mo­ção e comer­ci­a­li­za­ção, por Marta Fer­nan­des, e a sua Pro­jec­ção na sala de Cinema, com João Silva.

    Ins­cri­ções ainda disponíveis.

    saber mais

  • Casting Caminhos 

    Estão ofi­ci­al­mente aber­tas as can­di­da­tu­ras para o 1º Cas­ting Cami­nhos’. Entre 1131 de Março, o Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês’ irá rece­ber can­di­da­tu­ras para encon­trar aque­las que serão as pró­xi­mas caras res­pon­sá­veis pela apre­sen­ta­ção de todo o cinema por­tu­guês, em Coim­bra, no ilus­tre palco do Tea­tro Aca­dé­mico Gil Vicente.

    Sem neces­si­dade de qual­quer expe­ri­ên­cia pro­fis­si­o­nal na área, enco­ra­ja­mos a can­di­da­tura de todos aque­les que con­si­de­rem ter a ati­tude, o carisma e o mag­ne­tismo essen­ci­ais para ter pre­sença em palco e para o con­tacto pro­fis­si­o­nal com o público, rea­li­za­do­res, acto­res e toda a equipa Cami­nhos’.

    Após a recep­ção das can­di­da­tu­ras, os fina­lis­tas serão entre­vis­ta­dos e assim admi­ti­dos à segunda fase da selec­ção, onde sub­me­ti­dos a uma prova ao apre­sen­tar um Ciclo de Cinema orga­ni­zado pelo Cen­tro de Estudo Cine­ma­to­grá­fi­cos, chamado Temo­res’ (ciclo de ter­ror inter­na­ci­o­nal). O público irá ava­liar a pres­ta­ção dos candidatos.

    Após o pre­en­chi­mento da ins­cri­ção, serão selec­ci­o­na­dos os con­tac­tos para a fase da entre­vista e afor­ma­la­das a pos­te­ri­ori infor­ma­ções espe­cí­fi­cas sobre todo o pro­cesso de selec­ção.

    Ins­cri­ções aqui.

    saber mais

  • Cinemalogia II – Imagem e Som 

    O Cine­ma­lo­gia – Da Ideia ao Filme con­ti­nua com a for­ma­ção que lhe per­mite conhe­cer todo o pro­cesso de cri­a­ção de uma obra cine­ma­to­grá­fica. No segui­mento do curso pro­po­mos aos nos­sos for­man­dos conhe­cer o pro­cesso de roda­gem e pós-pro­­du­­çãona área cinematográfica. 

    No pró­ximo fim de semana 2324 de Feve­reiro, Tony Costa, pro­fis­si­o­nal de cinema desde 1987 onde tem actu­ado como Direc­tor de Foto­gra­fia e docente na Uni­ver­si­dade Lusó­fona como regente na cadeira de Ima­gem Cine­ma­to­grá­fica lec­ci­o­nará, o módulo de Ima­gem I – Cine­ma­to­gra­fia” com ênfase na gera­ção da foto­gra­fia de cinema e da luz e da impor­tân­cia da camara como ele­mento da nar­ra­tiva cine­ma­to­grá­fica. Serão ainda abor­da­dos ele­men­tos tec­no­ló­gi­cos das novas câma­ras digi­tais HDSLR e a impor­tân­cia da ilu­mi­na­ção na for­ma­ção dos planos. 

    Na semana seguinte, nos dias 2 e 3 de Março, será a vez de Acá­cio de Almeida com o módulo de Ima­gem II – Ilu­mi­na­ção”. Acá­cio de Almeida é dire­tor de foto­gra­fia desde 1970 cujo tra­ba­lho se estende até aos dias actu­ais. Tra­ba­lhou em mais de uma cen­tena de lon­gas metra­gens rea­li­za­das por nomes como Antó­nio da Cunha Tel­les, Sol­veig Nor­dlund, João César Mon­teiro ou Manoel de Oli­veira.
     

    Tam­bém em Março, no dia 9 , Tiago Fer­nan­des pós-gra­­du­ado em cinema pela Uni­ver­si­dade da Beira Inte­rior e dire­tor de som, per­chista e sono­plasta de várias cur­­tas-metra­­gens pre­sen­tes nos mais rele­van­tes fes­ti­vais de cinema naci­o­nal e em pro­du­ções para a RTP, ZON, ICA, IPCB, ensi­raná toda a base teó­rica sobre o Som apli­cado ao cinema no módulo de Som I – Teo­ria do Som”.

    O curso terá sequên­cia até ao dia 28 de Março de 2012 con­­cluindo-se a etapa de roda­gem com os módu­los de Direc­ção de Arte com João Tor­res, Direc­ção de Ato­res com Manuel Pureza, Pré-Pro­­du­­ção II com Maria João MayerRea­li­za­ção com Artur Serra Araújo. As dife­ren­tes eta­pas de pós-pro­­du­­ção decor­re­rão de 6 de abril até 2 de junho com os módu­los de Mon­ta­gem por João Braz, Edi­ção de Som e Ima­gem com Tiago Antu­nes, Ima­gem III – Pós-Pro­­du­­ção por Rodrigo Lacerda, Design de Títu­los por Nel­son Zagalo, Som II: Sono­plas­tia e Com­po­si­ção Musi­cal com Pedro Janela, Som III – Pós-Pro­­du­­ção com Branko Nes­kov, Cinema Docu­men­tal com Jorge Peli­cano, Pro­mo­ção e Comer­ci­a­li­za­ção com Marta Fer­nan­des e final­mente Pro­jec­ção Cine­ma­to­grá­fica com João Silva.

    Uma opor­tu­ni­dade única de conhe­cer o pro­cesso cine­ma­to­grá­fico na inte­gra com os mai­o­res espe­ci­a­lis­tas do Cinema Português! 

    Ins­cri­ções ainda dis­po­ní­veis aqui

    saber mais

<a href=“https://flic.kr/s/aHskLgFc<span class="numbers">2</span>K” target=“_blank”>Click to View</a>
  • Pro­je­tos como o Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês” são for­mas dife­ren­tes e ori­gi­nais de tra­ba­lhar os ter­ri­tó­rios, dando-lhes ainda mais ati­vos na mis­são de atra­ção de visitantes/​turistas. Em mui­tos casos, dando-lhes uma nova vida, uma nova dinâ­mica. Desta forma, dão o seu con­tri­buto na estru­tu­ra­ção do Turismo Cul­tu­ral, de pes­soas que visi­tam os des­ti­nos com este pro­pó­sito: de expe­ri­men­tar, de se emo­ci­o­nar, de apren­der, de conhe­cer e, no final, evoluir.

    Pedro Machado, Pre­si­dente da E.R. de Turismo do Cen­tro de Por­tu­gal (2016)
  • Pode­mos dizer que [Os Cami­nhos] é um fes­ti­val de resis­tên­cia, feito por resis­ten­tes. Um fes­ti­val ao qual tan­tas vezes vati­ci­na­ram o seu fim e outras tan­tas vezes se ergueu, orgu­lhoso do tra­ba­lho feito e com os olhos pos­tos no que ainda falta fazer. Quem acom­pa­nha há déca­das os Cami­nhos sabe o quanto evo­luiu e quanto sacri­fí­cio foi posto em cada tarefa, em cada desafio.

    Só isso bas­ta­ria para o clas­si­fi­car de impres­cin­dí­vel, mas ele é-o desde a pri­meira hora pois assu­miu uma mis­são de defesa e divul­ga­ção do Cinema Por­tu­guês, um fes­ti­val que, neste país durante tan­tos anos de cos­tas vol­ta­das para o seu pró­prio Cinema, pou­cos arris­ca­riam rea­li­zar há 22 anos atrás.

    Paulo Mar­tins, Fede­ra­ção Por­tu­guesa de Cine­clu­bes (2016)
  • Acre­di­ta­mos que a aposta na demo­cra­ti­za­ção do acesso à arte e a for­ma­ção de novos públi­cos é a receita certa para a cri­a­ção de con­di­ções de sus­ten­ta­bi­li­dade da pro­du­ção cul­tu­ral e para que esta se afirme, nas suas diver­sas expres­sões, como um pilar estru­tu­rante de uma soci­e­dade moderna, culta, tole­rante e solidária. 

    Acre­di­ta­mos que este fes­ti­val, pela dimen­são e filo­so­fia que assume, con­tri­bui tam­bém para a aber­tura de novos cami­nhos ao cinema por­tu­guês, que vive um momento par­ti­cu­lar­mente feliz, com a afir­ma­ção de novos valo­res, com mere­cido reco­nhe­ci­mento naci­o­nal e internacional.

    A rea­li­za­ção deste impor­tante evento, com âncora em Coim­bra e que agora se estende a Lei­ria, é igual­mente prova de que há cul­tura para além dos gran­des cen­tros e exem­plar do enge­nho que os agen­tes cul­tu­rais locais têm demons­trado para ultra­pas­sar as difi­cul­da­des orça­men­tais no país, par­ti­cu­lar­mente sen­sí­veis neste domínio.

    Gon­çalo Lopes, Vice-Pre­si­dente e Vere­a­dor da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Lei­ria (2016)
  • Durante uma semana, serão exi­bi­das, na cidade dos estu­dan­tes, obras em por­tu­guês de exce­lente qua­li­dade, num diá­logo per­ma­nente entre pro­fis­si­o­nais e público, resul­tando numa diver­si­dade de ima­gens, sons, temas e his­tó­rias que tor­nam este cer­tame único em Por­tu­gal. A Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra dá assim as boas-vin­das a todos os par­ti­ci­pan­tes da XXII edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. É um pri­vi­lé­gio rece­ber este evento que tem, ao longo dos anos, pres­ti­gi­ado e valo­ri­zado a cidade de Coimbra.

    Carina Gomes, Vere­a­dora da Cul­tura da Câmara Muni­ci­pal de Coim­bra (2016)
  • (…)O acesso à cul­tura e a divul­ga­ção das artes depen­dem das polí­ti­cas públi­cas, mas não fun­ci­o­nam sem a ini­ci­a­tiva dos agen­tes e das asso­ci­a­ções cul­tu­rais. É gra­ças a esse espí­rito de ini­ci­a­tiva que o Direito à Cul­tura chega aos ter­ri­tó­rios e às pes­soas. Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são uma des­sas ini­ci­a­ti­vas da soci­e­dade civil, que há já mais de vinte anos leva a arte cine­ma­to­grá­fica a Coim­bra. Por isso faço ques­tão de dei­xar aqui, nesta breve men­sa­gem, o meu reco­nhe­ci­mento público.

    Edu­ardo Ferro Rodri­gues, Sua Exce­lên­cia O Pre­si­dente da Assem­bleia da Repú­blica (2016)
  • Na 22ª edi­ção, o fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem sabido acom­pa­nhar a ener­gia e a qua­li­dade que têm mar­cado a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal. Ano após ano, Coim­bra torna-se palco de um evento que cum­pre aquele que é hoje um desa­fio e um obje­tivo das polí­ti­cas cul­tu­rais: demo­cra­ti­zar o acesso à cul­tura, dese­nhando pro­gra­mas para a cap­ta­ção de novos públi­cos. A pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa é cada vez mais reco­nhe­cida inter­na­ci­o­nal­mente mas aos Cami­nhos do Cinema che­gam não só as obras que já fize­ram per­curso pelos diver­sos fes­ti­vais, mas tam­bém os fil­mes de jovens rea­li­za­do­res, tanto por­tu­gue­ses, como estran­gei­ros, numa pro­gra­ma­ção de ser­viço público, ao espec­ta­dor e ao autor.

    Luís Cas­tro Men­des, Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura Sua Exce­lên­cia O Minis­tro da Cul­tura (2016)
  • (…) O papel dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês é de uma enorme impor­tân­cia na divul­ga­ção e no reco­nhe­ci­mento da sétima arte que se faz no país. Ou, se qui­ser­mos, cru­cial para um melhor conhe­ci­mento d’“A Gló­ria de fazer cinema em Por­tu­gal”, título rou­bado a uma curta metra­gem pre­mi­ada em 2015 pelo fes­ti­val ao qual dedico estas linhas, e que remete para uma carta de José Régio escrita ao amigo Alberto Serpa. Nela, o escri­tor alude ao emprés­timo ou alu­guer de uma máquina pro­di­gi­osa para que o grupo dos Ultra (fun­dado, pre­ci­sa­mente, em Coim­bra) pudesse tam­bém expe­ri­men­tar a lin­gua­gem cine­ma­to­grá­fica, tendo como con­di­ção sine qua non das nos­sas pri­mei­ras expe­ri­ên­cias” a pre­sença da dita máquina, pelo menos durante um ano, em Coim­bra. [as coi­sas que se sabem gra­ças a’Os Caminhos…]

    Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês são, afi­nal, uma cele­bra­ção que resiste – como outros hon­ro­sos exem­plos em Por­tu­gal – às tem­pes­ta­des mag­né­ti­cas no pano­rama cul­tu­ral do país, e que cons­ti­tuem uma opor­tu­ni­dade para conhe­cer a com­po­si­ção, tecida de tan­tos fios, elé­tri­cos ou não, do cinema português.

    Clara Almeida San­tos, Vice-Rei­tora para a Cul­tura e Comu­ni­ca­ção da Uni­ver­si­dade de Coim­bra (2016)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, uma mon­tra anual da mais recente pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa, que durante uma semana trans­forma a cidade de Coim­bra num ponto de encon­tro e cele­bra­ção entre os cri­a­do­res e o seu público. Os cami­nhos são vari­a­dos, mas o des­tino pode ser resu­mido a um obje­tivo único, o da pro­mo­ção do cinema por­tu­guês, não somente atra­vés da sua exi­bi­ção, mas tam­bém de novos tri­lhos, o do estí­mulo da inves­ti­ga­ção e o da pro­posta de um ser­viço educativo.

    Filo­mena Ser­ras Pereira, Pre­si­dente do Con­se­lho Dire­tivo do ICA (2016)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, que se rea­li­zam anu­al­mente em Coim­bra, são, por con­se­guinte, uma opor­tu­ni­dade exem­plar para infor­ma­ção e for­ma­ção de públi­cos que, naquela cidade, já se habi­tu­a­ram a assis­tir à pro­du­ção cine­ma­to­grá­fica por­tu­guesa mais recente. 

    A orga­ni­za­ção deste acon­te­ci­mento tem tido ainda o cui­dado de pre­pa­rar ciclos dedi­ca­dos aos auto­res, artis­tas, téc­ni­cos ou cor­ren­tes que, no pas­sado ou mais recen­te­mente, pers­pec­ti­vam a evo­lu­ção de ten­dên­cias ou reve­lam face­tas menos divul­ga­das do nosso cinema, con­tri­buido assim para a sua his­tó­ria viva.

    Pedro Pas­sos Coe­lho, Pri­meiro Minis­tro do Governo de Por­tu­gal (2014)
  • Os Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês têm uma impor­tân­cia fun­da­men­tal na divul­ga­ção dos fil­mes naci­o­nais pro­du­zi­dos nos anos mais recen­tes.

    Sendo Coim­bra uma cidade que con­voca várias siner­gias, uma vez que tem uma popu­la­ção estu­dan­til sig­ni­fi­ca­tiva e se situa no cen­tro geo­grá­fico do país, é o lugar pri­vi­le­gi­ado para este encon­tro anual da cul­tura cine­ma­to­grá­fica naci­o­nal e, por con­se­guinte, de con­fra­ter­ni­za­ção dos cri­a­do­res com o público já fidelizado.

    Jorge Bar­reto Xavier, Secre­tá­rio de Estado da Cul­tura (2014)