• Filmes Seleccionados

    E eis a lista dos fil­mes selec­ci­o­na­dos para as Ses­sões Com­pe­ti­ti­vas da XIVª Edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês:
    Lon­gas-metra­gens
    O Jar­dim do Outro Homem de Sol de Car­va­lho 95
    Sui­cí­dio Enco­men­dado de Artur Serra Araújo 88
    Body Rice de Hugo Vieira da Silva 120
    Pele de Fer­nando Ven­drell 102
    Transe de Teresa Vil­la­verde 126
    Atrás das Nuvens de Jorge Quei­roga 85
    Filme da Treta de José Sacra­mento 90

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  • Inscrição Filmes

    O Prazo para Ins­cri­ção de Fil­mes ter­mi­nou no pas­sado 28 de Feve­reiro, a par­tir do dia 15 de Março poderá saber aqui, quais as obras selec­ci­o­na­das para a XIV edi­ção do fes­ti­val!

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  • Ajuda!

    Gosta de Cinema? Gosta de Cri­an­ças? Então por­que não nos vem aju­dar a mon­tar a ope­ra­ção cinema para esco­las 2007! Na edi­ção ante­rior do fes­ti­val pro­por­ci­o­na­mos uma ida ao cinema a cen­te­nas de cri­an­ças da região cen­tro. Este ano você pode fazer parte desse esforço, con­tacte-nos e diga-nos da sua dis­po­ni­bi­li­dade para este pro­jecto!

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  • Workshop Animação Volumes

    Depois de uma semana inten­siva, eis o resul­tado final do Workshop de Ani­ma­ção de Volu­mes, ori­en­tado por José Miguel Ribeiro:

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  • Os Vencedores!

     
    PRÉMIOS DO JÚRI OFICIAL
    O Júri Oficial do Festival constituído por António Ferreira, José Miguel Ribeiro e Jorge António distinguiu os seguintes filmes:

    PRÉMIO MELHOR LONGA METRAGEM – CATEGORIA PELÍCULA
    PREMIO CIDADE DE COIMBRA

    - COISA RUIM, de Tiago Guedes e Frederico Serra
    “Pela consistência da construção narrativa, dos personagens e rigor técnico. O júri também apreciou a ousadia na abordagem a um género inexistente no cinema português.”

    O júri decidiu ainda atribuir nesta categoria:
    MENÇÃO HONROSA - MELHOR LONGA METRAGEM
    - ODETE, João Pedro Rodrigues
    “Pela originalidade da estrutura narrativa e pelo singular tratamento da história clássica do triângulo amoroso.”

    PRÉMIO MELHOR FILME
    - ALICE, de Marco Martins
    “Pela força narrativa, intensidade dos personagens e pela forma emotiva como aborda o tema.”

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  • 8ª Crónica

    Aprender cinema

    Para o melhor e o pior, as escolas de cinema constituem os ninhos privilegiados dos cineastas que sucederão à geração actual e cujo cinema poderá (ou não) revolucionar uma situação calcificada que tende a manter-se no futuro próximo, com as consequências que são por demais conhecidas: cinema “independente” dependente de subsídio, espectadores alheados do seu próprio cinema que nada lhe diz, colonização cultural quase absoluta por parte do cinema mainstream importado maioritariamente feito pelas produtoras americanas.

     

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  • 9ª Crónica

    Dá-me música

    Da parafernália de ingredientes com que se cozinha um filme, um dos mais saborosos é seguramente a música, falemos em termos de banda musical original ou da selecção de temas escolhidos para completar os diálogos, ruídos ambientes e efeitos sonoros adicionais.

     

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  • 10ª Crónica

    Pró ano há mais

    Estão cumpridos os Caminhos do Cinema Português XIII que decorreram desde o dia 19 até ontem, à cerimónia em que foram anunciados os prémios e se seguiu a exibição de uma selecção dos premiados.

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  • Palestra

    “Curta-metragem de animação 3D em Portugal, da Ideia ao ecrã” por Pedro Gonçalves da Appia Filmes

    Dia 29 Abril
    17h – Sábado – Mini Auditório Salgado Zenha/AAC
    Entrada Gratuita

    Pretende-se relatar os passos necessários para a produção de uma curta-metragem de animação 3D, utilizado o exemplo “Belinvicta”, actualmente em produção pela Appia Filmes.
    Serão abordados diferentes aspectos do processo, desde o desenvolvimento até à distribuição, focando-se as tarefas criativas/conceptuais, técnicas, financeiras, marketing e de controlo de produção. A palestra será ilustrada com imagens e animações do work in progress, do projecto.

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  • 7ª Crónica

    Curta ao Longa, that’s the question

    Uma das tradições dos Caminhos do Cinema Português é a feira de livros de cinema que na última edição habitava uma divisão do TAGV e está agora integrada na Feira do Livro, instalada na Praça de República. De entre as muitas publicações patentes sob os mais diversos temas, a edição deste ano do catálogo do ICAM ocupa um discreto cantinho numa prateleira, talvez por, sendo gratuita, se arriscar a sua rápida desaparição, caso estivesse em maior destaque.

     

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  • (…) Des­ta­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta concretização.(…)

    Luís Chaby Vaz, Presidente do Conselho de Administração do Instituto do Cinema e Audiovisual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional Turismo do Centro de Portugal (2017)
  • (…) É – sempre foi, aliás – no ambiente informal e de camaradagem entre realizadores, actores, técnicos, cineclubistas, público, imprensa e equipa dos Caminhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão principal para a sua longevidade. Isto porque não foi fácil criar, quanto mais manter vivo, um festival dedicado em exclusividade ao Cinema Português, com todas as condicionantes conhecidas (diríamos antes “estruturais”) a que o festival soube sempre responder com a sua criatividade e perseverança, sempre com a simpatia com que trabalha a equipa dos Caminhos do Cinema Português, que, assim, está redobradamente de parabéns por mais esta concretização.(…)

    Paulo Martins, Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Municipal de Coimbra congratula o Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra por mais uma edição deste importante festival. O certame, que, através do cinema português, promove as relações entre os estudantes e a cidade, irá oferecer, durante sete dias, um programa rico e variado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, intercâmbio e reflexão. (…)

    Carina Gomes, Vereadora da Cultura do Município de Coimbra (2017)
  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­ti­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema português, garantindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Eduardo Ferro Rodrigues, Presidente da Assembleia da República (2017)
  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor destes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Castro Mendes, Ministro da Cultural (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre renovadas.

    João Gabriel Silva, Magnífico Reitor da Universidade de coimbra
  • Se os “Caminhos do Cinema Português” fossem um filme (ou um conjunto de filmes) e fazendo uma retrospetiva rápida, podemos olhar para os primeiros anos como curtas metragens, para a consolidação do festival como longas metragens e, atualmente, podemos considerar que estamos na presença de uma saga de culto com vários episódios. Nesta 23ª edição, haveria já direito a uma “box premium” com espaço para os vários extras que os Caminhos (como quem acompanha gosta de chamar) já comportam, além do Festival: o Ciclo Fusões, o Simpósio, o curso Cinemalogia... Os cenários onde se desenrola esta saga alargaram-se, e bem, para fora de Coimbra, epicentro dos Caminhos. Mais um sinal de crescimento. Mais há outros sinais bem interessantes a acompanhar a resiliência e porfia deste Festival – a cidade e a região têm sido intensamente procuradas para a produção cinematográfica. Estaremos num momento de viragem? Se se verificar que sim, seguramente que os Caminhos desempenharam um importante papel. Um papel químico, se quiserem, de elemento que revela os efeitos da luz. Com a química a encontrar a magia, como na origem do cinema.

    Clara Almeida Santos, Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de Coimbra (2017)