• 6ª Crónica

    Animação  

    Existe um sector significativo de cinéfilos e estudiosos de cinema que consideram ter a sétima arte nascido antes das primeiras sessões dos irmãos Lumière, mais precisamente quando em 1892 Emille Reynaud projectou imagens em movimento no museu Grévin, em Paris, recorrendo ao seu teatro óptico, evento que antecedeu as sessões do Salon Indien, de Dezembro de 1895.

     

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  • 5ª Crónica

    Como vamos de documentários?

    Pode dizer-se que o cinema começou pela via documental, uma vez que tanto os primeiros filmes rodados pelos irmãos Lumière a partir de 1895, como os de Aurélio Paz dos Reis surgidos a partir de 1896, reportavam cenas não encenadas do quotidiano, foram os primeiros documentários da história do cinema, antecedendo claramente as primeiras ficções.

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  • 4ª Crónica

    Cinema Por­tu­guês em aná­lise
    Pouco depois do apa­re­ci­mento do ani­ma­tó­grafo dos irmãos Lumière, coube ao nor­te­nho Auré­lio da Paz dos Reis lan­çar no nosso país a novís­sima forma de espec­tá­culo que, durante déca­das, cami­nhou pra­ti­ca­mente a par e passo com o cinema mun­dial, cum­prindo as fases que este atra­ves­sou, excepto a que dita­ria a afir­ma­ção como indús­tria de um diver­ti­mento que foi rotu­lado de arte, mais pre­ci­sa­mente a sétima.

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  • 3ª Crónica

    Após a aber­tura ofi­cial do fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês, con­vi­da­mos o público a visi­tar a IIª edi­ção da Feira do Livro de Cinema e do Filme Por­tu­guês, inte­grada na Feira do Livro de Coim­bra na Praça da Repú­blica.

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  • 2ª Crónica

    O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês é hoje ofi­ci­al­mente inau­gu­rado, na sua ver­tente mais mar­cante, que é a exi­bi­ção de fil­mes por­tu­gue­ses em com­pe­ti­ção, segundo diver­sas cate­go­rias.
    Os fil­mes a que o público terá acesso durante a pró­xima semana estão orga­ni­za­dos de acordo com três gran­des cate­go­rias: Pelí­cula, Vídeo e Tv. Por sua vez, divi­dem-se segundo géne­ros: longa-metra­gem, curta-metra­gem, ani­ma­ção e docu­men­tá­rio.

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  • Caminhos Juniores!

    Por­que esta­mos cons­ci­en­tes que a cap­ta­ção de um público jovem para o cinema por­tu­guês é fun­da­men­tal, para que este possa evo­luir e con­so­li­dar-se como iden­ti­dade cul­tu­ral do nosso país. Que­re­mos con­ti­nuar com a expe­ri­ên­cia adqui­rida no pas­sado e man­ter um espaço reser­vado à par­ti­ci­pa­ção das esco­las no Fes­ti­val.
    Não será demais sali­en­tar que con­si­de­ra­mos que todo inves­ti­mento feito na pro­mo­ção do Cinema Por­tu­guês perante as cama­das mais jovens da nossa popu­la­ção é um inves­ti­mento na edu­ca­ção cívica e na capa­ci­dade crí­tica e cul­tu­ral das mes­mas. Os esfor­ços ence­ta­dos neste campo tra­rão num futuro não muito lon­gín­quo a con­tri­bui­ção para o desen­vol­vi­mento e reno­va­ção do cinema por­tu­guês. Por sua vez, isto trará fru­tos nesse futuro, como disso temos sido tes­te­mu­nhas.
    Dia 2427 de Abril
    10h Cami­nhos Juni­o­res – TAGV

    SHSHSH – Sin­to­nia Incom­pleta 3
    A Dança dos Catos 5
    ADN 2
    Luxus Jr. Sobe e Desce 1
    Gabola, O Grande Mágico 2
    A Velha e os Pom­bos 23
    BZZ 10
    His­tó­ria de um Cara­melo 10
    Dia 2124 de Abril
    10h Cami­nhos Juni­o­res – TAGV

    Ame­aça Tec­no­ló­gica 5
    O Gato Vol­tou 7
    A Tua Cara 3
    Uma Tra­gé­dia Grega 6
    Arranja um Emprego 10
    Luxo Jr. 2
    O Jogo de Geri 5
    Para os Pás­sa­ros 3
    Aban­do­nado 4
    His­tó­ria de um Cara­melo 10

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  • 1ª Crónica

    Pela 13ª vez Coim­bra abre cami­nho ao melhor do cinema feito em Por­tu­gal. De 19 de Abril a 1 Maio o público terá acesso a 140 fil­mes, orga­ni­za­dos por diver­sas sec­ções: com­pe­ti­tiva, ensaios visu­ais (esco­las de cinema e cami­nhos júnior) e espa­ços reser­va­dos à par­ti­ci­pa­ção de esco­las, con­tri­buindo deste modo para a cap­ta­ção de público jovem para o cinema por­tu­guês.

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  • Vagas

    A organização do festival vem por este meio informar que a lotação dos Workshops de Produção, Animação Digital e Animação de Volumes, se encontra quase esgotada. Se efectuou a sua pré-inscrição agradece-se que compareça no secretariado do festival para liquidar as verbas em causa, caso se tenha inscrito via internet relembramos que a sua vaga só será assegurada com a recepção por parte da organização de um comprovativo da transferência bancária, ou pela recepção do cheque/vale postal.

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  • Apoios

    A rea­li­za­ção deste evento está depen­dente de mui­tas boas von­ta­des. Para além das ques­tões finan­cei­ras, está essen­ci­al­mente depen­dente da boa von­tade humana de quem pro­grama, ajuda, con­cre­tiza um pro­jecto em que a recom­pensa é por vezes parca. Mas tam­bém daque­les que acre­di­tam neste evento, por­que sem a sua almo­fada este pro­jecto não seria pos­sí­vel, a eles o nosso obri­gado.

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  • Programa Oficial

    Já está dis­po­ní­vel o pro­grama inte­gral da Sec­ção Com­pe­tiva do fes­ti­val, com os fil­mes selec­ci­o­na­dos e o res­pec­ti­vas datas e horá­rios de exi­bi­ção. Está tam­bém dis­po­ní­vel o pro­grama da sec­ção Cami­nhos do Cinema Euro­peu este ano dedi­cado à fran­co­fo­nia.

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  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­ti­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema português, garantindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Eduardo Ferro Rodrigues, Presidente da Assembleia da República (2017)
  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor destes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Castro Mendes, Ministro da Cultural (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre renovadas.

    João Gabriel Silva, Magnífico Reitor da Universidade de coimbra
  • (…) Des­ta­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta concretização.(…)

    Luís Chaby Vaz, Presidente do Conselho de Administração do Instituto do Cinema e Audiovisual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional Turismo do Centro de Portugal (2017)
  • (…) É – sempre foi, aliás – no ambiente informal e de camaradagem entre realizadores, actores, técnicos, cineclubistas, público, imprensa e equipa dos Caminhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão principal para a sua longevidade. Isto porque não foi fácil criar, quanto mais manter vivo, um festival dedicado em exclusividade ao Cinema Português, com todas as condicionantes conhecidas (diríamos antes “estruturais”) a que o festival soube sempre responder com a sua criatividade e perseverança, sempre com a simpatia com que trabalha a equipa dos Caminhos do Cinema Português, que, assim, está redobradamente de parabéns por mais esta concretização.(…)

    Paulo Martins, Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Municipal de Coimbra congratula o Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra por mais uma edição deste importante festival. O certame, que, através do cinema português, promove as relações entre os estudantes e a cidade, irá oferecer, durante sete dias, um programa rico e variado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, intercâmbio e reflexão. (…)

    Carina Gomes, Vereadora da Cultura do Município de Coimbra (2017)
  • Se os “Caminhos do Cinema Português” fossem um filme (ou um conjunto de filmes) e fazendo uma retrospetiva rápida, podemos olhar para os primeiros anos como curtas metragens, para a consolidação do festival como longas metragens e, atualmente, podemos considerar que estamos na presença de uma saga de culto com vários episódios. Nesta 23ª edição, haveria já direito a uma “box premium” com espaço para os vários extras que os Caminhos (como quem acompanha gosta de chamar) já comportam, além do Festival: o Ciclo Fusões, o Simpósio, o curso Cinemalogia... Os cenários onde se desenrola esta saga alargaram-se, e bem, para fora de Coimbra, epicentro dos Caminhos. Mais um sinal de crescimento. Mais há outros sinais bem interessantes a acompanhar a resiliência e porfia deste Festival – a cidade e a região têm sido intensamente procuradas para a produção cinematográfica. Estaremos num momento de viragem? Se se verificar que sim, seguramente que os Caminhos desempenharam um importante papel. Um papel químico, se quiserem, de elemento que revela os efeitos da luz. Com a química a encontrar a magia, como na origem do cinema.

    Clara Almeida Santos, Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de Coimbra (2017)