• Fórum

    E a par­tir de hoje podem con­tar com mais um recurso para comu­ni­car e tro­car ideias com a orga­ni­za­ção, com os aman­tes do cinema e do cinema por­tu­guês em par­ti­cu­lar, no fundo com toda a gente. Visite o forum, registe-se e deixe-nos os seus comen­tá­rios, ideias e sujes­tões.
    Podem encon­tar o link no Menu Prin­ci­pal ou aqui

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  • Caminhos Juniores

    A seme­lhança da edi­ção ante­rior do fes­ti­val, este ano vamos tam­bém abrir um espaço dedi­cado aos mais novos. As Escola Pri­má­rias e Infan­tá­rios do con­ce­lho de Coim­bra e limí­tro­fes foram con­vi­da­das a vir aos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês XIII, em alguns casos a assi­tir a uma ses­são de cinema pela pri­meira vez. Na edi­ção tran­sacta esti­ve­ram con­nosco cerca de 3500 cri­an­ças, número que na pre­sente edi­ção espe­ra­mos supe­rar.
    Caso seja edu­ca­dora e/​ou pro­fes­sora e ainda não tenha tido conhe­ci­mento desta ini­ci­a­tiva entre em con­tacto com a orga­ni­za­ção, tere­mos o maior pra­zer em aco­lher a sua escola/​infantário. As ses­sões para cri­an­ças serão no Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente nas seguin­tes datas 1921 de Abril e 2427 de Abril às10h00.

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  • As Datas

    Pois é o fes­ti­val está com mais dois dias do que o pre­visto. Assim vamos come­çar a 19 de Abril com os Cami­nhos do Cinema Euro­peu este ano dedi­ca­dos ao cinema fran­cês. A com­pe­ti­ção ofi­cial pro­pri­a­mente dita só come­çará no dia 21 de Abril com a Ceri­mó­nia de Aber­tura e espe­ra­mos que no dia 30 de Abril já pos­sa­mos ter os ven­ce­do­res da XIII edi­ção do fes­ti­val no Ses­são de Encer­ra­mento. Entre os dias 19 de Abril e 1 de Maio não se esqueça para além dos fil­mes por­tu­gue­ses em com­pe­ti­ção irá decor­rer a II Feira do Livro do Cinema e do Filme Por­tu­guês, os dife­ren­tes Workshops, os Cami­nhos Juni­o­res – Ses­sões Espe­ci­ais para Esco­las, e o novo Espaço Ensaios Visu­ais dedi­cado as esco­las de cinema e audi­o­vi­su­ais.

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  • As Inscrições

    Ter­mi­nou o prazo de ins­cri­ção de fil­mes na XIII edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Parte do Pro­grama Ofi­cial está reve­lado. bre­ve­mente será divul­gada a tota­li­dade.

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  • E o Júri Oficial é…

    O Júri Ofi­cial da XIII Edi­ção dos Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês é cons­ti­tuído por Antó­nio Fer­reira; Jorge Antó­nio e José Miguel Ribeiro. Mais infor­ma­ções sobre os nos­sos jura­dos podem ser obti­das aqui .

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  • 2 – Video Digital – Edição

     
    Descrição:
    Desvendar o processo de captura, edição e pós produção de vídeo. Tenho por base um tema dado a cada uma das equipas (formadas durante o workshop) os participantes irão transcrever o tema dado no inicio do workshop num cartão de visita, em formato vídeo.
    Como Objectivos pretende-se: -Desvendar o Adobe Premiere: Funções básicas de edição; -Explorar mais algumas funcionalidades da câmara de vídeo; -Explorar criativamente as potencialidades do media (vídeo).

    Estrutura:

    Desvendar a interface gráfica do Adobe Premiere, comandos básicos.
    Registo de imagens no exterior.
    Edição criativa das imagens recolhidas.
    Criação de um dvd com os trabalhos de todos os participantes 
     
    Outras Informações:
    Datas - 20 a 23 de Abril 2009 e
    Horário - 9h às 14h
    Limite de Participantes - 20
    Horas de Formação - 20
    Lugar - Edifício AAC
    Frequência Mínima - 70%
    Preço Workshop - Sócios CEC/AAC 40€ Público em Geral 50€
     
    Notas:

    Na frequência de mais do que um workshop beneficie de um desconto de 25% sobre o total
    A frequência dos workshops dá direito a Livre Trânsito para todas as sessões do Festival

    Curriculum Vitae do Formador:
    Miguel Estima

    Nasceu em Caminha em Maio de 1978. Começou por estudar Informática, mas depressa sentiu necessidade de mudar de rumo. Terminou em 2003 a formação em Fotografia e a partir daí tem-se dedicado a novas expressões artísticas, sempre com uma base visual marcante.  Em discurso directo "Desde muito cedo fui um apaixonado pela imagem. Adorava tirar os retratos de família. Nas viagens que os meus pais me proporcionaram gostava de fotografar gentes e locais por onde passava.  Para aprofundar os meus conhecimentos estudei fotografia no Porto. Por me sentir sedento de fazer mais desenvolvi trabalhos no âmbito da vídeo-reportagem para canais Web. Autodidacta inato levou-me a percorrer um percurso mais pessoal onde frequentei vários workshops. Dessas experiências desenvolvi laços de amizade com artistas, produtores, realizadores, directores de festivais, directores de fotografia e encenadores.
    Como realizador desenvolvi um conceito muito experimental e na curta “Babylove” senti necessidade de mostrar um pouco de mim também como performance humorístico. Colaborador da imprensa escrita em reportagem de actividades culturais para o suplemento cultural do Diário de Aveiro.
    Sempre à procura de novas formas de ver, sempre aberto a novas formas de olhar… "

    Filmografia:
    como Realizador:
    - I’m Back (2008)
    - Destinos de Sofia (2008)
    - Babylove (2007)
    - Boom (2005)
    - 180 Graus (2005)
     
    Direcção de Fotografia:
    - Bejat (2008)

    Fotografia:
    - MN 24h (individual), Mercado Negro (Aveiro), Agosto’2006
    - Laranja (individual), G.A. Caminhense (Caminha), Janeiro’2004
    - Mostra de Retratos (colectiva), Bare Nostrum (VN Cerveira), Janeiro’2003

     

     Para mais informações sobre o formador consulte  o seguinte link

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  • Inscrição Workshops

    Bre­ve­mente poderá efec­tuar a ins­ci­ção online no Workshop pre­ten­dido!

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  • Problemas Internet Explorer

    Esta­mos neste momento com alguns peque­nos pro­ble­mas com visu­a­li­za­ção da página no brow­ser Inter­net Explo­rer! Embora apro­vei­te­mos para reco­men­dar a adop­ção do brow­ser Fire­fox , pro­me­te­mos ser rápi­dos na cor­rec­ção deste erro! Caso detecte mais algum inci­dente não hesite em con­tac­tar-nos.

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  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor destes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Castro Mendes, Ministro da Cultural (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre renovadas.

    João Gabriel Silva, Magnífico Reitor da Universidade de coimbra
  • (…) Des­ta­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta concretização.(…)

    Luís Chaby Vaz, Presidente do Conselho de Administração do Instituto do Cinema e Audiovisual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional Turismo do Centro de Portugal (2017)
  • (…) É – sempre foi, aliás – no ambiente informal e de camaradagem entre realizadores, actores, técnicos, cineclubistas, público, imprensa e equipa dos Caminhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão principal para a sua longevidade. Isto porque não foi fácil criar, quanto mais manter vivo, um festival dedicado em exclusividade ao Cinema Português, com todas as condicionantes conhecidas (diríamos antes “estruturais”) a que o festival soube sempre responder com a sua criatividade e perseverança, sempre com a simpatia com que trabalha a equipa dos Caminhos do Cinema Português, que, assim, está redobradamente de parabéns por mais esta concretização.(…)

    Paulo Martins, Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Municipal de Coimbra congratula o Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra por mais uma edição deste importante festival. O certame, que, através do cinema português, promove as relações entre os estudantes e a cidade, irá oferecer, durante sete dias, um programa rico e variado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, intercâmbio e reflexão. (…)

    Carina Gomes, Vereadora da Cultura do Município de Coimbra (2017)
  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­ti­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema português, garantindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Eduardo Ferro Rodrigues, Presidente da Assembleia da República (2017)
  • Se os “Caminhos do Cinema Português” fossem um filme (ou um conjunto de filmes) e fazendo uma retrospetiva rápida, podemos olhar para os primeiros anos como curtas metragens, para a consolidação do festival como longas metragens e, atualmente, podemos considerar que estamos na presença de uma saga de culto com vários episódios. Nesta 23ª edição, haveria já direito a uma “box premium” com espaço para os vários extras que os Caminhos (como quem acompanha gosta de chamar) já comportam, além do Festival: o Ciclo Fusões, o Simpósio, o curso Cinemalogia... Os cenários onde se desenrola esta saga alargaram-se, e bem, para fora de Coimbra, epicentro dos Caminhos. Mais um sinal de crescimento. Mais há outros sinais bem interessantes a acompanhar a resiliência e porfia deste Festival – a cidade e a região têm sido intensamente procuradas para a produção cinematográfica. Estaremos num momento de viragem? Se se verificar que sim, seguramente que os Caminhos desempenharam um importante papel. Um papel químico, se quiserem, de elemento que revela os efeitos da luz. Com a química a encontrar a magia, como na origem do cinema.

    Clara Almeida Santos, Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de Coimbra (2017)