• XVIII Edição (2011)

    – PRÉMIOS JÚRI OFICIAL

    - Grande Prémio do Festival

    Sangue do meu Sangue  de  João Canijo

    - Melhor Longa-Metragem

    Viagem a Portugal de Sérgio Tréfaut

    - Melhor Curta-Metragem

    O voo da papoila de Nuno Portugal

    - Melhor Animação

    Mulher Sombra de Joana Imaginário

    - Melhor Documentário

    José e Pilar de Miguel Gonçalves Mendes

    - Prémio Revelação

    América de João Nuno Pinto

    - Prémio Melhor Actor

    Fernando Luís em América

    - Prémio Melhor Actor Secundário

    Ângelo Torres em Estrada de Palha

    - Prémio Melhor Actriz

    Rita Blanco em Sangue do meu Sangue

    - Melhor Actriz Secundária

    Isabel Ruth em Viagem a Portugal

    - Melhor Realizador

    João Canijo em Sangue do Meu Sangue

    - Melhor Direcção Artística

    João Nunes e Paulo Gomes em Quinze Pontos na Alma

    - Melhor Argumento Original

    João Canijo em Sangue do meu Sangue

    - Melhor Argumento Adaptado

    Luísa Costa Gomes e Edgar Pêra em O Barão

    - Melhor Fotografia

    Luís Branquinho em O Barão

    - Melhor Guarda-Roupa

    Paulo Gomes em Quinze Pontos na Alma

    - Melhor Caracterização

    Jorge Bragada em O Barão

    - Melhor Montagem

    Tiago Antunes em O Barão

    - Melhor Som

    Vasco Pimentel, Tiago Matose  Joel Rangon em Cisne

    - Melhor Música Original

    Paulo Furtado e Rita Redshoes em Estrada de Palha

     

    – PRÉMIOS JÚRI ENSAIOS VISUAIS

    - Melhor filme

    Alegoria dos Sentidos de Nelson de Castro e Wilson Pereira da Universidade Lusófona

    - Menção Honrosa

    Piton de André Guiomar da Universidade Católica Portuguesa – Porto

     

    – PRÉMIO JÚRI FICC| IFSS –

    - Prémio Dom Quijote

    Independência de Espírito da Marta Monteiro

    - Menção Honrosa

    José e Pilar de Miguel Gonçalves Mendes

     

    – PRÉMIO REVISTA C –

    Quinze Pontos na Alma de Vicente Alves do Ó

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  • Bilhetes já disponíveis

    Esta­mos a dois dias de vos apre­sen­tar Todo o Cinema Por­tu­guês e pre­pa­ra­mos para todos os nos­sos fãs uma sur­presa imper­dí­vel! Na com­pra do bilhete geral ofe­re­ce­mos-vos algu­mas recor­da­ções dos fil­mes em com­pe­ti­ção!

    Bilhe­tes Gerais: 25€ Público | 17.5€ Sócios CEC /​Estudantes/​Séni­o­res /​Desem­pre­ga­dos

    Bilhe­tes Para a Aber­tura 6€ Público | 4€ Sócios CEC /​Estudantes/​Séni­o­res /​Desem­pre­ga­dos

    Bilhe­tes Pon­tu­ais 4€ Público | 3€ Sócios CEC /​Estudantes/​Séni­o­res /​Desem­pre­ga­dos

    Garanta já o seu lugar! Bilhe­tes à venda na bilhe­teira do Tea­tro Aca­dé­mico de Gil Vicente.

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  • Problemas Linha Fixa

    Con­tac­tos Alter­na­ti­vos

    Devido a pro­ble­mas com os nos­sos dois núme­ros fixos (239 410 408239 410 407), a que somos com­ple­ta­mente alheios, a todos aque­les que esti­ve­rem com difi­cul­dade em nós con­tac­tar, suge­ri­mos que uti­li­zem pro­vi­so­ri­a­mente os seguin­tes con­tac­tos de tele­mó­vel:
     

    SECRETARIADO92 44 68 338
    PRODUÇÃO96 36 10 221
    PROGRAMAÇÃO96 68 56 729

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  • Retrospectiva: O Erotismo no Cinema Português”


    SEGUNDA 12 DE NOVEMBRO | 17:30 | MINI AUDITÓRIO SALGADO ZENHA

    Sofia e a Edu­ca­ção Sexual | Edu­ardo Geada | 1973 | 101

    TERÇA 13 DE NOVEMBRO | 17:30 | MINI AUDITÓRIO SALGADO ZENHA

    O Lugar do Morto | Antó­nio Pedro Vas­con­ce­los | 1984 | 120

    QUARTA 14 DE NOVEMBRO | 17:30 | MINI AUDITÓRIO SALGADO ZENHA

    Fan­tasma | João Pedro Rodri­gues | 1984 | 90

    QUARTA 14 DE NOVEMBRO | 22:00 | TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE

    Mas­ter Ses­sion: O Ero­tismo no Cinema Por­tu­guês

    A Moral Con­ju­gal | Artur Serra Araújo | FBF Fil­mes | 95

    QUINTA 15 DE NOVEMBRO | 17:30 | MINI AUDITÓRIO SALGADO ZENHA

    Kiss Me | Antó­nio da Cunha Tel­les | 2004 | 120

    SEXTA 16 DE NOVEMBRO | 17:30 | MINI AUDITÓRIO SALGADO ZENHA

    Noite Escura | João Canijo | 2004 | 9450’’
     

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  • A cidade de Coim­bra aco­lhe este ano o XXIII Fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês. Ao fim de 23 edi­ções pode­mos dizer que o Fes­ti­val já repre­senta uma marca incon­tor­ná­vel na vida cul­tu­ral da cidade e no pano­rama cine­ma­to­grá­fico naci­o­nal. O Fes­ti­val, pro­mo­vido pela Asso­ci­a­ção de Artes Cine­ma­to­grá­fi­cas de Coim­bra e do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica de Coim­bra, cons­ti­tui-se como mos­tra da plu­ra­li­dade do Cinema português, garantindo o reconhe­ci­mento artís­tico e popu­lar do tra­ba­lho que se vai desen­vol­vendo e a neces­sá­ria reno­va­ção da sétima arte em Por­tu­gal.

    Eduardo Ferro Rodrigues, Presidente da Assembleia da República (2017)
  • Cinema por­tu­guês é sinó­nimo de diver­si­dade e qua­li­dade: de auto­res, de géne­ros, de temas, de abor­da­gens téc­ni­cas, de lin­gua­gens e de pro­fis­si­o­nais do setor. É nes­tas carac­te­rís­ti­cas que o Cinema, enquanto parte da iden­ti­dade cul­tu­ral por­tu­guesa, reflete a impor­tân­cia de enten­der a Cul­tura como um valor trans­ver­sal, de acesso demo­crá­tico. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês tem vindo a con­so­li­dar a sua impor­tân­cia como cata­li­sa­dor destes prin­cí­pios, ao demo­cra­ti­zar o acesso à Cul­tura, des­cen­tra­li­zando a sua oferta e con­tri­buindo para a cons­tru­ção de novos públi­cos, cada vez mais inte­res­sa­dos, infor­ma­dos e exi­gen­tes. Este é o 23º ano em que, atra­vés deste Fes­ti­val, a diver­si­dade e a qua­li­dade do cinema naci­o­nal se reú­nem num espaço comum, mos­trando que os mui­tos cami­nhos da cine­ma­to­gra­fia podem con­ver­gir num único ponto de encon­tro, onde todo o cinema é por­tu­guês.

    Luís Castro Mendes, Ministro da Cultural (2017)
  • O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês exerce uma fun­ção essen­cial no cinema por­tu­guês, quer divul­gando a pro­du­ção exis­tente quer abrindo cami­nho a novos inte­res­sa­dos nesta ati­vi­dade, que é tão poten­ci­a­dora da dinâ­mica de uma soci­e­dade que tem de ser pro­a­tiva. Estou certo que esta edi­ção vai estar à altura desta mis­são, abrindo mais por­tas, sem­pre renovadas.

    João Gabriel Silva, Magnífico Reitor da Universidade de coimbra
  • (…) Des­ta­cando-se pelo impor­tante papel que tem vindo a desem­pe­nhar enquanto des­cen­tra­li­za­dor do acesso à cul­tura, aquele que, na sua 23.ª edi­ção, se apre­senta ainda como o único fes­ti­val dedi­cado a todo o cinema por­tu­guês, é hoje um acon­te­ci­mento incon­tor­ná­vel e imper­dí­vel no pano­rama dos fes­ti­vais de cinema em Por­tu­gal. O fes­ti­val Cami­nhos do Cinema Por­tu­guês reveste-se de grande sin­gu­la­ri­dade, pau­tada pelo pro­fis­si­o­na­lismo de todos os que o com­põem e que se reflete na qua­li­dade da pro­gra­ma­ção que ano após ano tem vindo a apre­sen­tar. Sem esque­cer o con­tri­buto que este fes­ti­val tem dado ao debate e à dis­cus­são sobre o Cinema (pela orga­ni­za­ção do Sim­pó­sio) ou a sua aposta na for­ma­ção (com o curso Cine­ma­lo­gia e os fru­tos que daí já reco­lheu), é com enorme satis­fa­ção que, mais uma vez, faze­mos parte desta concretização.(…)

    Luís Chaby Vaz, Presidente do Conselho de Administração do Instituto do Cinema e Audiovisual IP
  • (…) Esta­mos, por­tanto, mais do que nunca da impor­tân­cia sen­sí­veis à impor­tân­cia da Indús­tria Cine­ma­to­grá­fica na pro­mo­ção turís­tica de um des­tino, em par­ti­cu­lar, do Cen­tro de Por­tu­gal. O mesmo o com­prova, por um lado, a recente cri­a­ção da Cen­tro Por­tu­gal Film Com­mis­sion – que pos­si­bi­li­tará unir von­ta­des e criar uma rede inte­grada e pro­fis­si­o­nal, para posi­ci­o­nar o Cen­tro de Por­tu­gal a nível inter­na­ci­o­nal como uma das regiões euro­peias que mais van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas pode ofe­re­cer à indús­tria do cinema -, e, por outro lado, a rea­li­za­ção de fes­ti­vais de pres­tí­gio e renome, tais como, o Fes­ti­val Cami­nhos Cinema Por­tu­guês.(…)

    Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional Turismo do Centro de Portugal (2017)
  • (…) É – sempre foi, aliás – no ambiente informal e de camaradagem entre realizadores, actores, técnicos, cineclubistas, público, imprensa e equipa dos Caminhos que reside o seu charme e, quiçá, a razão principal para a sua longevidade. Isto porque não foi fácil criar, quanto mais manter vivo, um festival dedicado em exclusividade ao Cinema Português, com todas as condicionantes conhecidas (diríamos antes “estruturais”) a que o festival soube sempre responder com a sua criatividade e perseverança, sempre com a simpatia com que trabalha a equipa dos Caminhos do Cinema Português, que, assim, está redobradamente de parabéns por mais esta concretização.(…)

    Paulo Martins, Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da FPCC (2017)
  • A Câmara Municipal de Coimbra congratula o Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra por mais uma edição deste importante festival. O certame, que, através do cinema português, promove as relações entre os estudantes e a cidade, irá oferecer, durante sete dias, um programa rico e variado, ao mesmo tempo que será um local único para debate, intercâmbio e reflexão. (…)

    Carina Gomes, Vereadora da Cultura do Município de Coimbra (2017)
  • Se os “Caminhos do Cinema Português” fossem um filme (ou um conjunto de filmes) e fazendo uma retrospetiva rápida, podemos olhar para os primeiros anos como curtas metragens, para a consolidação do festival como longas metragens e, atualmente, podemos considerar que estamos na presença de uma saga de culto com vários episódios. Nesta 23ª edição, haveria já direito a uma “box premium” com espaço para os vários extras que os Caminhos (como quem acompanha gosta de chamar) já comportam, além do Festival: o Ciclo Fusões, o Simpósio, o curso Cinemalogia... Os cenários onde se desenrola esta saga alargaram-se, e bem, para fora de Coimbra, epicentro dos Caminhos. Mais um sinal de crescimento. Mais há outros sinais bem interessantes a acompanhar a resiliência e porfia deste Festival – a cidade e a região têm sido intensamente procuradas para a produção cinematográfica. Estaremos num momento de viragem? Se se verificar que sim, seguramente que os Caminhos desempenharam um importante papel. Um papel químico, se quiserem, de elemento que revela os efeitos da luz. Com a química a encontrar a magia, como na origem do cinema.

    Clara Almeida Santos, Vice-Reitora para a Cultura e Comunicação da Universidade de Coimbra (2017)